Os Inimigos dos Deuses (Lei, Jogo 1, Parte Final)

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Os Inimigos dos Deuses (Lei, Jogo 1, Parte Final)

Mensagem por Imperador Renon em Sab 10 Mar 2012, 20:37

Inquisitora Katherine Raven
*Horas depois, quando Lei finalmente se apresenta-se a comitiva daquela viagem, encontraria apenas Katherine Raven e um pequeno grupo de soldados da Inquisição, todos pesadamente cobertos por armaduras cinzentas e portando escudo pequeno e espada longa. O Imperador não estava presente ali entre eles. Havia uma carruagem para leva-los, discreta e feita de metal, aparentando consistência muito sólida e segura, puxada por seis enormes cavalos de guerra. Raven caminhou em direção da carruagem. Seus passos eram curtos, silênciosos, mesmo portando uma grande espada a cintura e usando parte metálicas na armadura. Mesmo de costas qualquer um poderia notar a postura rigida, típicamente militar, que ela exalava. Sua voz era rouca, e ela falava com firmeza.* O Imperador se ausentou devido a intempéries políticas e não nos acompanhará, ordenou que eu te pedise desculpas em nome dele. *Ela fez uma pequena pausa na fala, deixando aquela frase com um tom debochado.* Iremos até Amitabha e no caminho colocarei-o a parte dos detalhes sobre sua missão. *Raven subiria na carruagem, e logo atrás dela seguiriam dois soldados daquele grupo. Os demais soldados iriam eguir viagem em montarias que eram trazidas para eles, cavalos de guerra do mesmo tipo dos que puxariam a carruagem. Não importaria o tempo que Lei Keylosh levaria para subir no transporte, mesmo demorasse menos de um segundo para entrar, Raven olharia pela porta da carruagem e resmungaria.* Não temos todo o tempo do mundo, Cavaleiro Imperial.


†Lei Keylosh † diz
Imaginei que fosse uma missão urgente... *Respondeu em relação ao que ela disse, e em seguida entraria na carruagem, se houvesse espaço lá dentro. Caso contrário, apenas iria no lugar destinado a ele, e seguiria a viagem em silêncio. Silêncio demais, talvez. Em outras épocas, Lei estaria no mínimo eufórico indo em uma missão potencialmente suicida.*


Inquisitora Katherine Raven
*O interior da carruagem era confortável, assentos macios, tecido fino no revestimento Lei teria a indicação para sentar-se a frente dela, no assento ao lado de umdos soldados. Raven havia sentado na extremidade oposta a entrada, braços cruzados sob o busto, pernas cruzadas e olhos fechados. Seu pé direito, balançando rapidamente no ar, demonstrava impaciencia como se estivesse esperando por horas a chegada de Lei. Assim que a carruagem se moveu ela falou.* Precipitação leva a indolência e diretamente ao fracasso. A urgência existe para que você complete a missão, não para que enfrente uma parede de escudos usando um facão de pesca enferrujado. *A carruagem era enorme, caberiam facilmente até 8 pessoas ali. Realmente o silêncio imperou durante grande parte do trajeto. Em momento algum Raven tirou os olhos de Lei, encarando-o o tempo inteiro, parecia nem mesmo piscar. Seu rosto, sua expressão, era como uma pedra de mármore imutavel. Os outros dois soldados ficavam em silêncio, até que a voz de Raven rompeu aquela tortura.* O Imperador não sabe de toda a verdade. Fatos foram omitidos para preservar a veracidade nas afirmações dele quando inquirido sobre tal assunto. *Era uma mulher direta, até mesmo seus gestos, curtos, rígidos e objetivos refletiam sua "inflexão", por assim dizer. Os olhos totalmente brancos, pupilas ou iris, eram enervantes. Seu rosto, com a pele branca demais, parecia transforma-la numa espécie de golem de carne, algo artificial. Suas mãos foram procurar algo dentro da capa que ela vestia, e logo ela jogou um pergaminho para Lei, havia um lacre da inquisição ali.* Ao abrir este lacre você estará ligado a uma contingência mágica, o mesmo tipo de selamento que impede que membros da inquisição falem sobre assuntos restritos e sigilosos do Império para qualquer pessoa que também não possua tal selamento. Se realmente deseja o bem desta nação, ou melhor, de todas as nações do império, abra o lacre e terá explicações que não puderam ser reveladas ao Imperador. *As rodas da carruagem passaram sobre algo, e a carruagem saltou no ar, caindo pesadamente e continuando o movimento. O solavanco seria um incomodo, e revelaria que eles já não estavam em estradas oficiais e sim movendo-se por vias secundárias e restritas dentro do Império.*


†Lei Keylosh † diz
*Lei passou grande parte do trajeto segurando um pequeno amuleto em uma correntinha, parecia ser uma lembrança daquelas que se guarda de uma pessoa muito querida. Ele colocou o objeto dentro da gola rapidamente e segurou o pergaminho jogado por Raven. Ouviu a explicação dela e depois a fitou, segurando o pergaminho, sem abrir.* Então mesmo que eu abra isto e leia as informações, eu não poderei passá-las à Renon? Eu não acho certo omitir nada dele.


Inquisitora Katherine Raven
*Apenas seus lábios se moviam enquanto ela falava. O resto do corpo parecia paralisado, definitivamente não era uma pessoa normal.* Não apenas com ele, mas com ninguém fora do grupo que detem tal conhecimento, e isto é restrito aos portadores deste selo mágico. *Raven cruzou as pernas, agora olhando pela pequena janela da carruagem e parecendo falar ao esmo.* Um governante não pode mentir sobre um determinado assunto se não souber a realidade dos fatos. Não podemos nos arriscar a colocar o símbolo máximo do império em xeque, em uma mentira, desacreditando-o entre outras nações e lideranças. Nós, a Inquisição, garantimos que o Império sempre tenha clareza nas ações tomadas, e que o Imperador seja o porta-voz da verdade. Mesmo que para isso nós tenhamos que agir nos bastidores, criando as condições necessárias para tornar verdade aquilo que venha a ser... conveniente. *Moveu a cabeça neste momento, retirando a franja que caia sobre os olhos e voltando a encarar Lei.* Paz em Deskrausser, Sayernne sob controle, Cidadela dos Justiceiros sem atritos políticos maiores e En Sabah Nur pacificada, fora os demais reinos de menor importancia... Acha que tudo isso se tornou possível sem que houvessem ações pontuais, porém sigilosas, para isso? *Olhou para o pergaminho que ele tinha em mãos, apontando para o objeto com os olhos.* Você e suas tropas aquarteladas por meses, treinando e sem perigos maiores do que abater algum monstro errante que atormenta fazendas no interior, diga-me com sinceridade... *Ela inclinou o tronco à frente, junto com a cabeça, encarando Lei diretamente.* Quantas batalhas tiveram que lutar em prol da Justiça, Liberdade e Igualdade que o Império prega, contra ameaças reais a nossa soberania e modo de vida? Quantos combates tiveram que travar para manter nossas fronteiras?


†Lei Keylosh † diz
*Lei fitou-a diretamente pela primeira vez em toda a viagem.* Eu não sei em quantas batalhas meus homens estiveram, pelo Império ou não, mas eu já estive em algumas, pelo Império. Pelo Imperador, para ser mais preciso. Eu faço meu melhor com o que tenho, Inquisitora. Minha função é administrar as tropas da cidade e protegê-la. Agora, deixe-me perguntar uma coisa: Acha mesmo que a paz em Deskrausser vai durar? Acha que Sayernne estará sob controle por quanto tempo? Acha mesmo que há paz por trás das muralhas da Cidadela?


Inquisitora Katherine Raven
Nada é para sempre. Deskrausser terá o renascimento de suas divindades corruptas, Sayernne eventualmente se tornará um reino fantasma e a Cidadela acabará implodindo sob o peso de suas próprias muralhas. *Franziu o cenho neste momento, e encostou-se no assento denovo.* Não é possível deter a história, e ela tende a se repetir. Mas sabe o que irá perdurar? O Império, pois saberemos de antemão quando tais eventos ocorrerão e poderemos agir cirurgicamente, estirpando o mal sem a necessidade de guerras. *Voltou a olhar para fora quando um grande solavanco jogaria a todos para o alto, e mesmo com isso ela não perderia a pose e a compostura.* Conhece os seus soldados mais jovens? Eles são filhos de mulheres imperiais. Eles teriam suas vidas arriscadas, e até mesmo suas famílias poderiam ser mortas em caso de guerra. Já teve que levar a notícia da morte de um jovem soldado até a familia do mesmo, Keylosh? E braços de operações sigilosas, como a Inquisição, são os motivos disso não acontecer rotineiramente. Logo chegaremos a Amitabha... *Aquele olhar vazio denovo cruzaria com o olhar de Lei.* ... e você deve fazer sua escolha: abrir o selo agora se realmente se importa em fazer o que deve ser feito, ou simplesmente ignorar que tudo aquilo que foi dito aqui dentro por mim e voltar ao seu mundo de fantasia, Cavaleiro Imperial Lei.


†Lei Keylosh † diz
*Depois do segundo solavanco, Lei olharia pela janela da carruagem, ligeiramente preocupado. Torcia para que o cocheiro não jogasse a todos em um penhasco por acidente. Em seguida, voltou a fitar Raven.* Na verdade eu tive sim. Alguns soldados morreram quando fomos tentar resgatar Renon, quando ele havia sido aprisionado e quando a fortaleza flutuante estava caindo. Mas isso foi antes de vcs, Inquisitores, aparecerem... *Coçou a barba rapidamente e voltou a segurar o pergaminho à frente do rosto.* Eu não entendo, Raven. Por que quer tanto que eu veja isto? Se vc escondeu esta informação do próprio Imperador, o que me faz ter o direito de tê-la?


Inquisitora Katherine Raven
Não mando pessoas para missões potencialmente perigosas sem que elas saibam da verdade. O Imperador, como já disse antes, não deve ser vinculado a "problemas" deste grau. *Raven puxou a manopla da armadura, expondo a mão direita e ali revelando o mesmo selo que havia naquele pergaminho.* Não pense nisto como um direito, e sim como o fardo que um Imperial deve carregar em prol de todo o povo do Império, o maior sinal de comprometimento com a causa imperial. Nós da Inquisição aceitamos tal fardo, em silêncio, e fazemos o que é preciso, o que é melhor para o Império. Será que você consegue? Será que consegue carregar tal peso sobre os ombros? *A mesma mão que estava exposta fez um gesto para os soldados, e estes abriram a porta da carruagem em movimento, revelando a paisagem. Realmente eles estavam viajando em uma via próxima a um abismo, com um grande canion ao lado deles, e a algumas centenas de metros baixo um caudaloso rio corria forte.* Não é obrigado a se submeter a isto, mas se não o fizer não saberá o que estará enfrentando e poderá estar colocando o Império em risco. *Já era possível avistar as enormes torres da capital da inquisição e suas enormes muralhas. Fo neste momento que a carruagem parou e Raven tornou a encara-lo.* Faça sua escolha, Lei.


†Lei Keylosh † diz
*Lei seria o último a sair da carruagem. Ficaria sentado ali por mais alguns momentos, pergaminho em mãos, fitando-a peça, perdido em pensamentos. Finalmente olhou para Raven.* Eu quero saber a verdade agora para que não tenhamos de fabricá-la no futuro. *E então finalmente abriu a peça e leu seu conteúdo. Desceria da carruagem em seguida, se o choque não fosse muito grande.*


Inquisitora Katherine Raven
Três meses atrás uma expedição imperial A Ysgaard capturou criaturas pertencentes as tropas invasoras que dizimaram os Ysgardianos. Sempre nos perguntamos como criaturas mortais poderiam matar divindades sem esforço... *Raven caminhava logo atrás de Lei, e sua voz foi ouvida apenas quando ele rompeu o lacre, liberando sobre si mesmo uma Proibição Divina: Nenhuma daquelas palavras jamais poderia ser reproduzida por ele e até mesmo seus pensamentos sobre elas seriam protegidos. O único efeito notável seria um forte zumbido em seus ouvidos, e uma ligeira dor de cabeça, além do surgimento do selo da inquisição em alguma parte oculta de seu corpo. Logo aquele grupo caminhava atravessando os portões dourados de Amitabha, revelando que a cidade da inquisição era dominada por uma forte disciplima marcial, com tropas em treinamento constante nas ruas e praças.* Descobrimos o que foi chamado de "Metal Antideus", uma espécie desconhecida de metal que é usada nas armas que tais criaturas portavam. Para nós, mortais, não parece ser diferente de ferro-frio comum, mas notamos que para criaturas com poderes "divinos" tais armas são mortais, produzindo ferimentos fatais e anulando seus poderes... A expedição trouxe uma grande quantidade deste metal antes de ser obrigados a nos retirar do local devido ao ataque incessante dos adversários. *Fez uma pausa, indicando o prédio que deveriam entrar... parecia uma espécie de coliseu. Eles usariam uma entrada auxiliar, pois a entrada principal estava tomada por uma multidão de soldados.*


†Lei Keylosh † diz
*Não tendo muitas opções, Lei apenas caminhou com Raven ouvindo a explicação dela. Naturalmente imaginava que ninguém mais estava ouvindo aquilo e que ele não poderia fazer alguma pergunta ali diretamente sobre o assunto, portanto apenas a seguiu no coliseu.*


Inquisitora Katherine Raven
*Raven continuaria a falar.* Embora o massacre ysgardiano tenha sido algo trágico, a descoberta de tal metal nos trouxe possibilidades, um conhecimento que consideravamos ser algo... no mínimo impenssável. *Logo caminhavam em corredores sinuosos, e havia uma grande correria, com soldados preparados para o combate passando aqui e ali, clérigos, magos. Era possível ouvir Gritos, torcida, comoção... era possível ouvir sons de batalha muito próximos.* Pense na seguinte situação: Uma vez estando frente a frente com Serhaza, com Apocalypse ou com Daimonius... você ter a chance de EXTERMINA-LOS, para todo o sempre, com um único golpe? Foi com este intuito que nós, juntamente com o Arquimago Imperial Drake, começamos aquilo que foi chamado de "Projeto Antideus". A criação de uma arma capaz de exterminar tais deuses e ainda ser controlada, impossível de ser roubada ou utilizada de maneira errada. Foi então que dois meses atrás o dragão Drake conseguiu concretizar aquilo que sonhamos, e forjou aquela que é considerada a arma mais poderosa do Império, e nos a chamamos de "Sentinela Imperial"... *Começariam a subir uma longa escadaria. No seu topo havia uma saída para o exterior, ainda longe.* Um mês atrás Drake desapareceu, levando consigo os planos e toda a reserva do metal antideus com ele. Não apenas ele, mas um grupo de elite da inquisição, conhecidos como "O Tribunal" também o acompanhou... Uma semana depois soubemos que os desertores levaram o conhecimento da construção de tal arma diretamente para nossos maiores adversários: Seguidores de Apocalypse e de Serhaza.


†Lei Keylosh † diz
Drake?? Um traidor?? *Diria em espanto, ou pelo menos tentaria, sendo provavelmente barrado pelo selo que agora residia em seu corpo. Não sabia ao certo se Raven também ouviria o que ele queria dizer apenas para ela. De qualquer maneira, ele continuou seguindo-a, impressionado por toda a construção ao seu redor, e ainda surpreso pela história que ouvia.*


Inquisitora Katherine Raven
Sim, todas as evidências levam a crer nisto. Ele tentou destruir a arma criada, mas não teve sucesso. *Enfim eles chegariam no topo da escadaria, o sol os ofuscaria por instantes, mas os gritos do que parecia ser uma imensa torcida certamente atordoariam Lei ainda mais. Abaixo deles, bem abaixo, cerca de 20 metros, havia uma arena onde dezenas de soldados e criaturas faziam um círculo ao redor de alguma coisa muito brilhante... tinha contornos humanóides, mas refletia a luz do sol com um brilho prateado tão forte que parecia uma estrela em plena luz do dia.* Lei Keylosh, eu te apresento a mais poderosa arma do império... a arma antideus. *Raven cruzou os braços sob o busto, e não escondeu a satisfação em observar aquela criatura.* Este é o Sentinela Imperial. *Um humanóide totalmente de pele prateada combatia sozinho toda aquela multidão. Tinha a cabeça caixa, portava uma grande maça na mão direita e um enorme escudo retangular no braço esquerdo. Tinha não mais do que 1,80 metros de altura.*


†Lei Keylosh † diz
*Esperaria a visão dele se acostumar até que pudesse ver com mínima clareza o sentinela imperial. Era uma visão surpreendente, principalmente depois de saber o tipo de material do qual ele era formado.* Formidável... ele... "isto" pode mudar o rumo da história. De tudo. *Ficaria observando, curioso para ver aquilo em ação.*


Inquisitora Katherine Raven
Um construto feito totalmente do metal antideus. Impermeável a vontade divina e extremamente resistente a magia e ataques físicos. Sua lealdade é assegurada pelo método utilizado em sua criação... Onde um dos maiores campeões da Inquisição sacrificou a vida e a alma para tornar um monte de metal em algo vivo. *Ela observaria o desfecho do combate.* Ele vem sendo mantido em segredo, justamente por ser algo capaz de mudar TODO o mundo... e muito além. *Soldados avançaram, em massa, cercando o Sentinela. Ele se moveu com graça e agilidade para algo feito de metal, e girando a maça por sobre a cabeça terminou por golpear o solo. A força era tão imensa que o chão afundou, e a onda de choque foi suficiente para derrubar a todos que avançavam... Foi alvo também de uma saraivada de magias, bolas de fogo, punições divinas, raios... mas nenhuma delas sequer pareceu atingir seu peitoral prateado, simplesmente desaparecendo antes de atingir o alvo.* Lei, sua missão não é apenas para recuperar o que foi roubado, ou punir os traídores pura e simplesmente. *Raven ficou a poucos cm do rosto dele, olhando-o nos olhos e falou agora.* Sua missão é usar a Arma Antideus para matar o próprio APOCALYPSE. *Aquela era uma idéia tão absurda, matar um deus. Mas quando foi dita pela inquisitora, cada palavra daquelaspareceu soar como uma chance real...*


†Lei Keylosh † diz
*O barbudo ficou sem palavras, apenas fitou Raven perplexo. Matar um deus? Matar Apocalypse? Aquilo era tão grandioso que precisava de alguns momentos para absorver tudo. Voltou a fitar o sentinela, e as projeções de tudo que podia acontecer a partir daquele momento invadiram sua mente.*
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