A Conquista (Encerrado)

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A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 17 Set 2012, 15:14

ABERTURA



PARTE 1

Ahmik Tseeru


Desde que se tornou Sumo-sacerdote do Culto Imperial, a vida de Ahmik (Imagem: http://i34.servimg.com/u/f34/15/34/03/41/39118510.jpg ) em Terânia sem dúvida se tornou mais agitada. Além de resolver os problemas relacionados à religião dentro do reino, ele também era requisitado em assuntos na Cidade Imperial (Imagem: http://imageshack.us/a/img15/2552/cidadeimperial01.jpg ) e na Fortaleza Flutuante. Os habitantes da cidade o viam como uma figura religiosa importante e muitos vinham conversar com ele, pedir bênçãos, conselhos ou até mesmo confissão.

Naturalmente, ele passou a ter seguidores. Jovens que escolheram o caminho da religião estavam ávidos por receber os ensinamentos de Ahmik e eles ajudavam o Imperial no que precisasse, desde manter as coisas em ordem no templo até viajar com ele para algum lugar e prestar apoio diante de algum problema.

Entre estes discípulos estava Lilyana (Imagem: http://imageshack.us/a/img841/9373/lilyana01.jpg ), uma jovem elfa que foi encontrada pelo exército teraniano em uma vila saqueada. A jovem, que recebia ensinamentos religiosos em sua vila por um aldeão, sempre acreditou no caminho do diálogo para resolver tudo e viu no Culto Imperial a chance de continuar seu aprendizado e fazer o bem por onde passasse.

Não demorou muito para que ela admirasse a visão de Ahmik e o modo como ele lidava com as coisas. O equilíbrio do Sumo-sacerdote e sua atitude em respeitar todas as religiões e seus deuses – ao menos aquelas não-profanas – impressionava Lilyana, que pensava do mesmo modo. Ela estava sempre perto de Ahmik, absorvendo tudo o que podia dele e ajudando-lhe no que fosse necessário.

Foi exatamente ela que veio ter com Ahmik certo dia de manhã. Foi até a sala dele no templo ligeiramente apressada e esbaforida, estado incomum para ela. Trajava uma túnica simples de azul teraniano.

- Mestre! Perdoe-me por interromper seus afazeres, mas soldados vieram me informar de que sua presença é requisitada na Sala de Guerra do quartel, no bairro militar. O Comandante Keylosh convocou uma reunião de emergência com os Imperiais.

E fez uma pausa, continuando em seguida.

- Eu posso adiar os cultos do período da tarde se desejar, mestre Ahmik! – Disse, muito prestativa.


Joshua

O líder de Uris tinha agora um novo problema: abaixo de sua cidade residia outra subterrânea que servia de abrigo para uma deusa maligna, como uma bomba alquímica prestes a explodir. Os relatórios de Lei Keylosh e Zzrill Darrksin informavam que ela podia vir à superfície a qualquer momento e o primeiro lugar que atacaria seria, naturalmente, Uris.

Em meio a todos os problemas, uma mensagem psiônica chegaria a Joshua (Imagem: http://www.polyvore.com/cgi/img-thing?.out=jpg&size=l&tid=41560888 ) através de seu cristal, que todos os Imperiais carregam. Era uma mensagem de Lei Keylosh realizando uma reunião de emergência com os Imperiais na Sala de Guerra do quartel da Cidade Imperial. O motivo da emergência e por que era Lei que convocava e não o Imperador não eram explicados na mensagem. A reunião estava marcada para aquela manhã.


Zzrill

Zzrill (Imagem: http://img39.imageshack.us/img39/8233/drownoble.jpg ) e Lei já haviam passado por alguns bocados. Enfrentaram o exército de Oloth juntos e as armadilhas mentais de um demônio moribundo. Aos poucos, o drow estava se tornando extremamente confiável.

Foi em uma manhã que o comandante barbudo encontrou Zzrill no campo de treinamento de arqueiros. Diferente de quando encontrava o drow, onde fazia alguma brincadeira ou piada, Lei tinha o semblante sério quando foi até ele.

- Saudações, Zzrill. Eu sei que tínhamos uma reunião marcada para hoje à tarde para discutirmos assuntos militares, mas... Algo surgiu. Preciso que venha comigo até a Sala de Guerra. Também chamei os outros Imperiais ativos. – Fez uma pausa e continuou. – Preciso da sua ajuda e de sua opinião mais uma vez, meu amigo.


Malak

A nova Senhora das Chamas de Firelands (Imagem: http://imageshack.us/a/img442/7079/firelands03.jpg ), Malak Nawar (Imagem: http://imageshack.us/a/img210/3532/malak03.jpg ), já devia ter enfrentado diversos desafios desde que assumiu sua nova posição, e mal sabia ela que um novo estava por vir. A notícia seria trazida pelo capitão das forças locais de Firelands, Seeje (Imagem: http://imageshack.us/a/img822/3968/peste06.jpg ), que sempre teve inveja de Malak desde que ela se tornou a nova campeã por achar que ele merecia a indicação. Veio seguido de soldados do exército de Lord Pyron (Imagem: http://imageshack.us/a/img193/4118/firelands02.jpg ). Sua armadura avermelhada parecia brilhar mais forte perto de Malak, bem como dos outros soldados, reflexo do grande poder da campeã flamejante. Ele curvou-se diante dela, à visível contragosto, e falou:

- Senhora das Chamas, venho para relatar um fato que necessita de sua atenção imediata. Meu grupamento rondava as terras perto do castelo e em uma das planícies devastadas, descobrimos uma área onde há... – E fez uma pausa, como se não acreditasse no que estava prestes a dizer. – Onde há uma área de floresta. Floresta densa, árvores altas e muito verdes. Eu e meus soldados não conseguimos adentrar a área, uma espécie de campo de magia parece estar protegendo-a.

Fitou a campeã e continuou.

- Senhora, esta área não existia há dias atrás. Ambos sabemos que algo assim seria impossível de existir no solo flamejante e devastado das Firelands. Uma energia muito estranha ronda a região. Acredito que só a Senhora poderá investigar propriamente este fenômeno. – E olharia para os lados. Ele estava próximo de Malak, os outros soldados estavam muito afastados para ouvi-los com clareza. Concluiu:

- Caso a Senhora esteja se sentindo inapta a resolver esta situação, então talvez eu mesmo tenha que fazê-lo, como sempre fiz antes de a Senhora chegar aqui.


Draennelle

O soldado Wall (Imagem: http://darktwin.cghub.com/files/Image/159001-160000/159750/412_stream.jpg ) acordaria antes mesmo de Draennelle (Imagem: http://img163.imageshack.us/img163/8529/draennelle01.jpg ). Prepararia o café para os dois com coisas que havia comprado na noite anterior. Se ela já não estivesse acordada, ele a despertaria com um beijo.

- Um café da manhã para a futura nova Amazona Imperial. – Sorriu, fitando-a. – Me prometa que o quer que saia daquela reunião, você me contará depois!

Havia leite quente, frutas, pães e queijo na mesa de madeira. Os primeiros raios de sol invadiam as frestas das janelas e o barulho lá fora indicava o começo do movimento na cidade. Não seriam importunados naquele aposento, até porque Drae sabia do horário da reunião, portanto, ninguém a chamaria. Wall pulou em cima dela, fitando-a.

- Quero que saiba que não importa qual seja o resultado, tenho muito orgulho de você, Drae. Ahh, e eu te amo. – Beijou-a lentamente. – Hmm... o comandante pode esperar um pouco, não pode? Essa reunião não deve ser tão importante assim...




Sieg Hart

Sieg Hart voltaria a ter um sonho estranho e confuso, o mesmo tipo de sonho que tivera naquela fatídica cabana, onde ficou aos cuidados da jovem Sara. Desta vez, entretanto, era impossível saber se aquilo era apenas um sonho sem sentido ou visões de um passado distante, um futuro distante ou alguma coisa entre os dois.

Era a visão de uma mulher, provavelmente uma maga ou feiticeira por seus trajes. Seu rosto era ligeiramente visível, mas não era possível definir suas feições com clareza. Ela olhava para Sieg, um olhar que atravessava o tempo e espaço, e falava com ele, mas suas palavras eram abafadas e confusas, como se algo estivesse interferindo em sua voz. (Imagem: http://cghub.com/files/Image/222001-223000/222605/612_large.jpg )

- Não lute contra os Senhores do Fim... alterará a ordem natural... punição...

A visão da mulher ia desaparecendo aos poucos enquanto o som de um tambor se tornava mais claro e forte, em batidas ritmadas. Sieg acordaria imediatamente e assim que recobrasse totalmente a consciência, podia perceber que o tambor era, na verdade, batidas pesadas à porta de seu aposento na Cidade Imperial.

A pessoa do outro lado esperaria o quanto fosse necessário e assim que Sieg abrisse a porta, veria um soldado teraniano fazendo a continência oficial.

- Senhor Sieg Hart, peço perdão por despertá-lo, mas o comandante Lei Keylosh requisita sua presença na Sala de Guerra do quartel em uma reunião de emergência. Ele informou que, apesar de aspirar a um cargo na Inquisição, sua posição ainda é a de um Cavaleiro Imperial e deve responder ao chamado como tal. – O soldado então fez uma pausa, relendo o pergaminho que segurava na mão na lateral do corpo, e voltou a fitar Sieg. – Para ser sincero, senhor Sieg, ele disse que queria você lá não importa o que a Inquisição diga. Só para deixar claro, senhor.


Última edição por Admin em Dom 04 Nov 2012, 01:55, editado 7 vez(es)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 18 Set 2012, 18:42

Joshua

Treinar os dragonborns que eram virados para o lado selvagem não era fácil. Mas eles seriam a força maior que teria vantage caso o mundo abaixo atacassem Uris. Manter uma cidade ativa economicamente e militar, sendo que ela não era nada deste último, era extremamente complicado. Realmente não tinha tempo para devaneios e mesmo atendia pouquísssimas emergências. Estranhava ser Lei quem convocava-o, e não o imperador. Esteve relutante pelos próximos minutos, mas tinha pessoas excelentes para seus cargos, e um deles era o minotauro veterano de guerra. Ele era o encarregado de treinar os dragonborns e discipliná-los na ausência de Joshua.

- Taulahorn, eu sei que tem o bestiário para cuidar, mas preciso que tome conta dos meninos na minha ausência. Você e Gorak são excelentes para treinarem as tropas. Com sua experiência e determinação de Gorak, tenho certeza que poderemos conter quase qualquer coisa com uma linha dos meninos.

Tanto Taulahorn, o minotauro, como Gorak, o orc, eram pessoas de extrema confiança do regente. Assim que teve sua liberdade temporária, saltou para lançar-se aos céus e voou para a Cidadela o quanto antes, no local marcado.


Última edição por Ahmik Tseeru em Sab 20 Out 2012, 18:26, editado 2 vez(es) (Razão : Correções)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 18 Set 2012, 18:42

Ahmik

O Amenti, com o passar do tempo, acostumara-se a manter-se naquele cargo de tamanha relevância no Império e de importância para si. Ajudando as pessoas e ouvindo o que lhes afligia ajudava-o também, pois o equilíbrio que tinha dependia desse ambiente que vinha mantendo, tinha uma certa paz na alma, o que não era possível em seus primeiros dias na graça de Osíris. Sua alma sombria sempre clamava pela vingança, mas havia adormecido pelo ritmo mantido na Fé do Império.


Os deuses, por vezes, eram ou estavam menos arredios a causa humana, por isso era mais simples interceder por todos do que lutar por eles, não que Ahmik se negasse a lutar, mas julgava que a guerra deveria ser o último recurso. Afinal o corpo humano não fora criado apenas para as coisas leves, nem mesmo a alma, ele bem sabia disso, por isso não julgava tão mal o modo do Império de manter suas conquistas.


O tempo naquele lugar realmente o deixara melhor, e talvez por suas concepções tenha conquistado alguns seguidores, se sentia orgulhoso disso e tinha como preceito não lhes deixar faltar o que precisavam. Sabia que era um pouco errado, mas terminava, para com seus seguidores, em ocupar uma posição paternalista. Lilyana, uma das suas seguidoras, talvez fosse a mais proeminente das que lhe tinham respeito, e nos último tempos vinha investindo um tempo considerável no aprendizado que Ahmik podia oferecer. Como "pai", ele ficava orgulhoso disso.


Ahmik, como de costume, estava em sua sala no templo, ficava sempre ali durante as manhãs e parte da tarde esperando fiéis que desejavam palavras, e quando não estava na companhia de alguém escrevia. Ele explicara a Lilyana que ela poderia entrar sempre em sua sala, mas que o fizesse com cautela, devido a concentração que tinha que manter para escrever, não eram simples cartas e sim um tempo dedicado aos rituais, ele os preparava incessantemente, tanto para melhorar suas habilidades como quanto para aprendê-los de maneira correta. Ora ou outra a seguidora poderia vê-lo com o olhar perdido na sala, escrevendo símbolos negros no chão e no papel.


Quando ela entrou era assim que ele estava, debruçado sobre a mesa, escrevendo no papel, recitando palavras em sua língua natal. Ele não parou imediatamente de fazê-lo, mas levantou uma das mãos, indicando para que ela aguardasse um pouco. Logo ele se virou pra ela, levantando-se da cadeira e passando os dedos nos olhos, como se livrando de algum resquício de seu olhar perdido. Ele abriu um sorriso ao ver a elfa, mas este ficou mais discreto ao perceber que a jovem estava um pouco esbaforida.


- Lilyana, que os deuses da Fé a protejam. O que há?!


Ele se mostrou um pouco preocupado e aguardou que a jovem se explicasse.


- Uma reunião com os Imperiais?! Lei Keylosh não tem o costume de me acionar, algo está acontecendo. Irei vê-lo.


Ahmik, estava vestido com seu saiote, o que lhe caracterizava como uma homem da tribo de Amenphis, no entanto, após se tornar sumo-sacerdote, sentindo-se impelido a ter mais cautela com o olhar dos fiéis passou a cobrir com uma bata, também branca, o seu tronco. Carregava em seu pescoço um brasão dos Imperiais. Seus cabelos já haviam crescido, estavam nos ombros, ele os amarrava com faixas de linhos, o que dava a impressão de que estavam maiores. Ele se encaminhou ao templo.


- Acredito que seja mais prudente desmarcar os cultos de hoje, faça-o pra mim Lilyana, estarei de volta assim que puder. Tranque minha sala e mantenha a porta da frente aberta, os deuses escutam preces a todo momento.


Iniciou sua caminhada até a sala de guerra, começava a ficar ansioso, não se lembrava um outra vez que precisou ir ao encontro de Lei a não ser a pedido do Imperador. Algo nada bom estava acontecendo.


Última edição por Ahmik Tseeru em Sab 20 Out 2012, 18:30, editado 1 vez(es) (Razão : Correções)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 18 Set 2012, 18:43

Sieg Hart

No momento em que tentava colocar alguns sentido em tudo aquilo, Sieg Hart ouvia as batidas a porta. Sentou-se ainda na cama tentando colocar os pensamentos em ordem. O que quer que fosse o siginficado daquele "Sonho" se revelaria mais tarde. Termos como ordem natural das coisas e eventuais punições eram mais do que comum para ele, era dever de um sacerdote do tempo que nem ele garantir que o tempo seguisse em seu fluxo, isso para muitos do seu culto significava olhar de braços cruzados. Entretanto, Sieg pensava diferente, e um mundo já havia passado por aquilo, hora de focar no próximo.

Abriu a porta e ouviu as palavras do guarda. Sua expressão apenas alterou-se levemente ao ouvir a respeito da inquisição.

- Lei Keylosh tem uma idéia equivocada. Primariamente porque eu não busco um cargo de mais ou menos destaque dentro da instituição de vocês, já que a vejo apenas como uma forma de garantir que o rumo natural das coisas pode ser melhor observado fazendo parte dela. Ao mesmo tempo, não pensaria em simplesmente dar as costas para o rumo que os eventos parecem estar tomando.

Divagava em palavras complexas de sua habitual forma controlada, já fechando a porta por trás de si e olhando para o soldado. O mesmo completava de forma mais clara, enquanto Sieg Hart comentava antes de sair do local:

- Uma atitude típica de Lei Keylosh, não esperaria menos de alguém que aparentemente ja alterou tantas vezes o seu próprio destino que toda a trama temporal ao seu redor simplesmente é descartada do fluxo natural dos eventos. A preocupação dele é louvavel. Se possível soldado, avise meus superiores da inquisição de tal fato que me faz ir de encontro ao comandante, nosso encontro já era inevitável...

Faria um sinal com a cabeça, qualquer que fosse a resposta do guarda e seguiria rumo a sala de guerra pedindo informações pelo caminho. Usava suas roupas habituais que lembravam as dos demais sacerdotes, apesar de ter diferenças distintas que faziam com que não fosse confundido de maneira equivocada com um membro do Culto Imperial. Suas roupas eram brancas, de uma forma neutra para representar que o tempo não favorece ou vai contra ninguém, apenas deixando que as decisões que cada um toma ao longo de suas existências lentamente o guiem rumo ao seu destino.


Última edição por Ahmik Tseeru em Sab 20 Out 2012, 18:34, editado 1 vez(es) (Razão : Correções)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 18 Set 2012, 21:47

Zzrill

*E era mais um dia de treino puxado para Zzrill. Apesar de já ser o Arqueiro Imperial, ele não negligenciava nenhum dia de treino e patrulha. E é claro que, sempre acompanhado de Lei Keylosh, partia para diversas missões contra perigos que colocavam o Império que o acolhera em xeque. Nesta manhã em particular ele estava treinando um dos muitos truques que Ergo Proxy lhe ensinara: Concentrar uma determinada magia nas mãos e a absorver, ganhando os efeitos dela. Ele tinha usado a magia 'Luz do Dia' e sua pele tinha ganhado uma aura brilhante, multicolorida. E o arco também brilhava em várias cores, como se fosse um prisma. Ele disparou uma flecha - também multicor - que acertou o alvo bem no centro e explodiu em uma pequena bola de luz, que cegaria qualquer inimigo. Sorriu para o feito e logo em seguida viu o comandante chegar. *

Azphelumbra, Lei. *Cumprimentou o amigo com a saudação comum dos seres do abismo. * Uma reunião na sala de guerra com todos os outros Cavaleiros? Então com toda certeza é algo que requer a minha atenção também. *Ele desativou o arco, que nse transformou em um crucifixo negro que se colou rapidamente na pele luzídia do drow. * Vamos, então, Lei. Já devem estar nos esperando. *Se Lei for para a Sala de Guerra, Zzrill o acompanhará. *


Última edição por Ahmik Tseeru em Sab 20 Out 2012, 18:36, editado 1 vez(es) (Razão : Correções)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 24 Set 2012, 10:15

Malak

Ergueu os olhos por cima de sua leitura tão logo observou o grupo se aproximando, comandado pelo sempre invejoso Seeje. Não havia conseguido um só dia em que não fosse quase hostilizada até mesmo por um olhar dele. Malak não tinha culpa de ter sido escolhida em seu lugar... Competência! Fechou o livro e deixou-o de lado enquanto ouvia o relato. Deu um longo suspiro enquanto pensava no que poderia ter causado algo tão absurdo quanto uma vistosa floresta em solos secos e pobres como os de Firelands.

- Não existia há dias? Deixaram de patrulhar a área tempo suficiente para que uma floresta se desenvolve-se? Oras, Seeje... – resmungou, praticamente apenas para deixá-lo um pouco mais irritado. – Sim, eu sou a única com mais chances de entender o que está acontecendo. Isso não é novidade. - Recostou-se melhor na poltrona, franzindo a testa por segundos enquanto ouvia as últimas palavras. Aproximou o rosto um pouco mais ao dele, mesmo se tivesse que se erguer.

- Como sempre fez antes de eu chegar? Antes. Muito bem, garoto. – sorriu por breve segundos, antes de continuar outra vez séria - É bom engolir a sua insolência antes que eu me irrite de fato. Fica o aviso.

Malak arrumou as vestes e os cabelos antes de começar a caminhada até a dita floresta.

- Ande. Vamos até a tal floresta. E prepare-se porque hoje vou lhe usar. Não sei como ainda... Só sei que será a meu favor, Seeje. Tanto desrespeito precisa ser compensado de algum modo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 24 Set 2012, 10:17

Draennelle

Draennelle despertou com o beijo do soldado, abrindo os olhos devagar. Um sorriso brotava conforme escutava a animação de Wall, e espreguiçou-se antes de sentar-se na cama.

- Quanto entusiasmo, Wall. Canta antes mesmo dos galos. - Riu, passando os olhos pela mesa. - Querido, a reunião provavelmente será sobre Kronig - último esticar de braços- e Farley. Algo por aí, eu penso. Nada que mereça esse banquete e empolgação.

Sorriu, apesar do humor instável nos últimos dias. Começou a se levantar, desculpando-se pela irritação e falta de ânimo para acompanhar o estado de espírito de Wall, mas acabou deitada outra vez, com o homem parcialmente sobre ela. Riu, retribuindo o beijo, suaves carícias no rosto e cabelos do soldado.

-Sim, Wall. É importante, lamento. Voltarei assim que liberada e dedicarei o tempo livre totalmente em seus braços, certo? Agora eu preciso me apressar, mesmo.

E escorregou para fora do abraço de Wall, levantando-se, sentando à mesa com o mesmo e enchendo a barriguinha. Vestiu-se, trançou o cabelo e calçou as sandálias. Encerra a conversa fiada ao dar uma olhada pela janela.

- O vejo logo em seguida. - Deu um beijo no soldado e disse, antes de sair. - Esse negócio de Amazona não é tão grande assim como você pensa, não se preocupe. Eu o amo. - E deixou o aposento.

Draennelle percorreu o curto caminho explicado pelo mago, observando o cotidiano daquela gente. Bem, não parecia nada ruim, afinal. Logo encontrava-se diante a porta da sala onde a reunião aconteceria, sabendo que acertara o lugar ao parar ao lado de outro Cavaleiro Imperial. Cumprimentou-o polidamente e aguardou.

[Obs: IK não identificado, citado por questões interpretativas.]

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 24 Set 2012, 16:41

PARTE 2


Zzrill

- Azphelumbra... Ainda vou aprender a cumprimenta-lo desta forma, Zzrill, prometo. - Sorriu. Uma piadinha para distrair, mas parece não ter funcionado muito. Algo preocupava muito Lei. Ele foi andando com Zzrill até o quartel.

- Desculpe, Zzrill, sempre quando falo com você é para chama-lo para alguma missão suicida, enfrentando deusas malignas ou demônios traiçoeiros. É tempo de lhe convidar apenas para um hidromel na taverna da cidade. Anotarei isto em minhas obrigações e é a primeira coisa que farei depois de resolvermos este problema. – E depois ficou pensativo, continuando:

- Você está certo, é algo que requer sua atenção, já que é um dos Imperiais mais ativos e também é uma oportunidade para conhecer os outros membros. Há uma elfa entre eles que está em período de testes. Ela tem traços de drow, deve ser mestiça. Será interessante que a conheça.

Foram os primeiros a chegar na Sala de Guerra e os outros chegariam momentos depois, em intervalo pequeno de tempo. Rapidamente a Sala estaria com todos os Imperiais. [ Seguir para a ação "Todos, menos Malak", no outro e-mail. ]

--//--



Sieg Hart

- Sim, senhor. – Respondeu o soldado em relação ao pedido de Sieg para que a Inquisição fosse contactada. Ele faria isso depois, porém, pois acompanharia o sacerdote até a Sala de Guerra, portanto, ele não precisaria pedir instruções. No caminho, o soldado continuou a conversa. Era um soldado extrovertido, pelo visto.

- Acho que tem razão, senhor Sieg. O comandante realmente parece ter sido excluído do fluxo do destino. Nenhum vidente seria capaz de adivinhar que ele seria derrotado pela própria esposa daquela forma. Ficou sabendo? Foi no campo de treinamento perto dos alojamentos. Foi à noite, mas quando ele foi rendido pela mulher, já havia um certo público ao redor, entre militares e habitantes que passavam por ali. – O soldado passou a falar em um tom mais baixo de voz assim que entraram nos corredores do quartel e continuou:

- A mulher dele é excelente com a espada. Ela se chama Minami, tem os olhos puxados. Mas, por favor, senhor Sieg, não comente nada com ele, ele costuma ficar nervoso com essa história. Ele quase ficou louco quando eu e os outros soldados cogitamos fazer uma estátua da esposa dele na frente do quartel. – Sieg podia notar claramente que o soldado segurou uma risada dentro do capacete metálico. Aquela já devia ser uma piada interna que os militares faziam com o comandante. Assim que chegaram perto da sala, o soldado apontou a porta da mesma e bateu uma continência.

-Aqui estamos, senhor Sieg. Eu sou o soldado William, foi um prazer ajuda-lo, me chame se precisar de algo. Tenha um bom dia. – Ficaria se Sieg respondesse ou comentasse algo e depois iria embora, enquanto o sacerdote do tempo podia observar outros Imperiais adentrando a Sala de Guerra através das outras entradas do recinto. (Conferir a ação “Todos, menos Malak” para prosseguir.)

--//--



Joshua

Como de costume, os céus ao redor da Cidade Imperial estavam livres para Joshua. Foi demarcada uma área grande perto dos portões da cidade para que ele pudesse pousar com segurança. De lá ele tinha acesso direto às ruas da cidade. Os soldados o cumprimentavam com respeito por onde ele passava. Joshua já havia comandado alguns daqueles homens em operações conjuntas com os homens de Uris. Era uma pena, entretanto, que ele não saberia exatamente quem, pois as armaduras e a alteração de voz tornavam os soldados teranianos fisicamente idênticos.

Já supostamente em sua forma humana e no caminho para a Sala de Guerra, um dos soldados tentaria fazer contato com Joshua. Se o draconiano precisasse de um guia até lá, seria este soldado que falaria com ele. Em caso contrário, o soldado o abordaria no meio do trajeto.

- Senhor Stranford. Perdoe-me pela intromissão. – O soldado pararia, esperando que Joshua fizesse o mesmo após chamar a atenção dele. O homem continuou então, a voz alterada sob o elmo metálico azul.

- Senhor, sei que está com pressa, mas gostaria de sua rápida atenção. – O soldado então removeu o capacete, revelando seu rosto. (Imagem: http://imageshack.us/a/img442/1992/737max.jpg ) Meu nome é Kraven, o senhor me liderou em uma operação conjunta de reconhecimento em Uris meses atrás. Eu gostaria de fazer um pedido, senhor, e não ligue se ele lhe parecer estranho. Minha esposa, Elizabeth, está grávida. Quando era uma criança, ela foi salva por um dragão, portanto, cresceu tendo uma certa afinidade com eles. Com os bons, pelo menos. – O soldado deu uma pequena risada mas logo voltou a ficar sério, parecia nervoso. Ele voltaria a andar enquanto falava, talvez um movimento involuntário, já que sabia que o Imperial tinha pressa. Continuou então:

- Bem, senhor, o fato é que desde que nos mudamos para cá e ela soube que havia um dragão entre os Imperiais, ela deseja que nossa criança também seja abençoada por um. Nosso desejo é que seja o padrinho de nosso filho, senhor. Daria-nos esta honra?

Quando o soldado parou de falar, já estavam há metros da entrada da Sala de Guerra. [OFF: Independente da resposta de Joshua, o soldado irá embora. Então pode descrever a resposta dele para o soldado e em seguida siga para a ação “Todos, menos Malak”.]

--//--



Ahmik

[OFF Inevitável: Nossas zoações fizeram o Ahmik colocar uma camisa? HUAHAHAHAHA ]

- Claro, mestre Ahmik! Pode deixar, eu cuidarei de tudo por aqui! – Respondeu Lilyana, entusiasmada. Foi incumbida de dar o recado a seu mestre para que ele participe de uma reunião possivelmente militar. Aquilo era novo para ela, fazia com que ela se sentisse especial, bem diferente das tarefas cotidianas dos cultos e aulas.

Ela se preocupava muito com Ahmik exatamente como ele a tinha em seu coração: como uma filha que se preocupava com o pai. Antes de ele partir, ela o chamou uma última vez.

- Mestre, se você for chamado para algum lugar em alguma missão ou algo assim... Avise-me, está bem? Eu vou tentar controlar minha ansiedade exatamente como você sempre me ensinou, eu prometo. Irei acertar tudo, estarei aqui no templo. – Sorriu, acenando para ele e permanecendo ali até que ele saísse de seu campo de visão.

Instruções seriam dadas a ele caso precisasse. Assim que se aproximava da Sala de Guerra, um soldado teraniano passou por ele e ele avistaria Sieg Hart adentrando o recinto.

[OFF: Pode postar sua resposta para Lilyana, considere que Ahmik adentrou a sala logo depois. Depois siga para a ação “Todos, menos Malak”. ]

--//--



Draennelle

-Estarei esperando aqui, Drae. – Sorriu Wall, que se despediu da elfa e permaneceu no aposento. A Cidade Imperial era grande e agitada. Ao longo de aproximadamente dois anos ela cresceu de forma extraordinária. Suas construções foram ficando cada vez mais altas, seus habitantes mais ocupados, trabalhando ou realizando atividades de entretenimento e culturais. Rotas de comércio foram anexadas, se via mercadores de todos os lugares do continente ali, bem como diferentes profissões. Os habitantes respeitavam-se muito e não estranhavam qualquer tipo de criatura diferente transitando nas ruas pois pareciam acostumadas com esse tipo de diversidade étnica. A comunidade da Cidade Imperial, como um todo, tinha traços de um povo que passou por uma grande crise e conseguiu se reerguer, sempre unidos.

E lá estava Draennelle, diante de quatro Imperiais. Dois deles pareciam sacerdotes, um parecia um guerreiro veterano nobre e o outro compartilhava de sua raça mas, diferente dela, tinha a pele totalmente escura. (Seguir na ação “Todos, menos Malak”.)

--//--



Todos, menos Malak:

A Sala de Guerra era um recinto grande e oval. Ao centro ficava uma grande mesa de madeira sobre a qual residiam diversos mapas do território Teraniano e de outras regiões. (Imagem: http://imageshack.us/a/img585/9332/uoliacontinenteprincipa.jpg ) Próximo à mesa ficava uma lousa onde estavam pregados diversos documentos como planos de operações, esquemas de treinamento, listas com nomes de oficiais militares, rankings, entre outros. Havia várias cadeiras ao redor da mesa principal. A sala possuía janelas altas e largas cujas cortinas estavam totalmente abertas, o que iluminava bastante todo o recinto. Os outros móveis da sala eram corriqueiros, como armários para guardar todo tipo de material, escrivaninhas, mesas para servir água ou outros alimentos, etc. O único objeto estranho ali era um alvo redondo para atirar dardos na parede que tinha uma pintura do rosto do Justiceiro Sagrado Voltaire pregada sobre o mesmo.

Lei já estava lá com Zzrill ao seu lado. O barbudo cumprimentaria todos com acenos ou apertos de mão, dependendo do Imperial, respeitando os modos de cada um. Ele ordenaria aos soldados fechar a sala e não permitir a entrada de mais ninguém. Assim que todos estivessem acomodados nas cadeiras, mesas, ou apenas encostados na parede de braços cruzados, Lei começaria a falar.

- Obrigado por virem, Imperiais. Sei que é incomum um de nós convocar os outros e peço desculpas por interromper seus afazeres, mas a situação é importante. Em primeiro lugar, gostaria de apresentar nossa recruta em período probatório, Draennelle. – Apontou a elfa. – Ela estará conhecendo melhor nosso cotidiano, observando e aprendendo o que significa ser um Imperial para que se torne uma em breve, assim espero. Peço a todos para que a recebam bem e que lhe transmita o máximo de conhecimento possível. Eu assumo a partir desse momento total responsabilidade pelas informações que forem passadas a ela, encarando as consequências disto. Desejamos boa sorte a você, Draennelle.

Lei pigarreou e abriu uma gaveta da grande mesa de madeira, retirando de lá uma orbe de tom laranja semitransparente do tamanho aproximado de uma melancia. – Este objeto foi encontrado nas cercanias do território teraniano. Estava encrustado na terra e o solo ao seu redor estava afundado e danificado, como se ele tivesse caído a uma velocidade assustadora. Felizmente ninguém foi ferido. As patrulhas da fronteira encontraram o objeto e ele foi trazido para cá imediatamente.

Segurava o objeto em cima da mesa enquanto falava.

- Eu o estudei então até concluir que ele é um dispositivo mágico. Quando eu o acionei, isto aconteceu. – Lei então semicerrou os olhos, concentrando-se, e a orbe começou a emitir um brilho interno, o que dava a impressão de que havia chamas dançando em seu interior. Logo o brilho tomou toda a orbe e projetou-se ao redor da sala. Todos começariam a ouvir uma voz proveniente daquela magia em funcionamento, uma mensagem transmitida pelo aparato:

“Para quem estiver ouvindo esta mensagem: Eu sou o Feiticeiro Rei Drake Arcannis. Pertenço à ordem chamada Cavaleiros Imperiais. Esta mensagem deve chegar a eles o mais rápido possível.

Eu me recolhi há mais de um ano nas terras conhecidas como Firelands, um dos sete reinos que compõe o Império. Passei a estudar a região no intuito de desvendar seus segredos e formar aqui uma base dos Cavaleiros Imperiais, onde também poderia deixar meu legado e meus estudos mágicos, onde poderia alterar esta terra da maneira que quisesse, fazendo aqui um dos pilares dos Cavaleiros ao redor do mundo.

O que descobri aqui, entretanto, alterou drasticamente meus planos. Desejei nunca ter revelado este segredo. Começou como eventos isolados na vila que adotei como lar quando cheguei aqui. Homens apareciam com marcas estranhas feitas por eles próprios em seus corpos, dizendo coisas sem sentido, completamente insanos. Diziam que o fim está próximo, que o mais forte prevalecerá. Em seguida, observei suicídios coletivos. Grupos inteiros de pessoas jogando-se de precipícios na lava fumegante ou tomando venenos letais e deixando mensagens sobre o fim do mundo, dizendo que não foram fortes o suficiente para a chegada do ‘Tirano Conquistador’.

Comecei a investigar os casos e descobri que havia uma fonte de energia negativa emanando de algum lugar que influenciava as pessoas daqui. Rastreei a fonte até uma estrutura subterrânea em um vale devastado próximo da vila, onde uma grande operação estava acontecendo. Parecia um exército se preparando, com criaturas nefastas indo e vindo da entrada subterrânea. Mas nada me surpreenderia mais do que o símbolo que avistaria em um dos mastros de guerra carregados: O símbolo de Apocalipse.

Talvez sua alcunha seja agora Tirano Conquistador, mas eu tenho certeza que é a força de Apocalipse que está movendo estas tropas. Convoco aqui os Cavaleiros Imperiais para que enfrentemos esta ameaça. Todos se lembram de como a última geração de Cavaleiros do Apocalipse devastou nosso continente. Devemos elimina-los antes que a influência de Apocalipse se espalhe por estas terras mais uma vez.”

A voz silenciava e o brilho da orbe diminuía, até sumir. Lei voltou a falar então:

- E não há mais nada na orbe. Analisamos o objeto de todas as formas, não há nenhuma pista sobre o local de sua origem, embora acreditemos que o objeto tenha viajado de Firelands até aqui, o que explicaria o impacto que causou ao solo. Também verificamos a assinatura mágica do Imperial Drake Arcannis. A orbe é legítima. Alguns aqui não tiveram a oportunidade de conhecer Drake. Ele foi um dos primeiros recrutados por Renon logo que os Cavaleiros Imperiais retornaram, há mais de dois anos. Ele se afastou então, preferindo dar andamento a projetos próprios, e seu último paradeiro conhecido é Firelands. – Lei fez uma pausa, pensativo.

- O cristal psiônico de Drake parece estar desativado. A mensagem parece interrompida, ele provavelmente teve que fazer isso e pensar em alguma maneira de envia-la. Não sabemos em que estado se encontra. – Parecia que ia parar de falar, mas Lei continuou uma última vez.

- Senhores, antes de pedir a opinião de vocês sobre o caso, quero lembra-los de uma coisa: Firelands cortou relações com Terânia. Qualquer presença de qualquer teraniano, incluindo os Cavaleiros Imperiais, será considerada uma declaração de guerra imediata contra Firelands. – E finalmente fez silêncio, deixando que todos falassem.

--//--



Malak

O guerreiro apertou o cabo da espada, que estava embainhada na cintura, e rangeu os dentes ao ouvir a resposta de Malak. A Senhora das Chamas podia perceber que Seeje estava se segurando para não iniciar uma luta ali mesmo, mas também percebeu uma ponta de hesitação no guerreiro. Uma incerteza em seus olhos flamejantes. Estava ele com medo? Apesar de hostilizar Malak com palavras ou olhares, Seeje nunca a desafiou formalmente. Pudera. Com todos os oráculos de Firelands dizendo que ela era a Escolhida, ficava difícil não se intimidar.

O guerreiro teve que engolir a própria raiva por fim. Frente ao comentário dela de que ia usá-lo, o guerreiro respondeu, sempre a contragosto:

- Você é a campeã, Senhora. Devemos servi-la do modo como queira.

Em seguida fez uma reverência e afastou-se, chamando por seus soldados. Uma criatura alada seria preparada para que Malak montasse, um wyrm de grande porte ou algo do gênero, mas ela também poderia viajar por método próprio. (Se ela tiver uma forma alada ou algo do tipo.) Seeje organizaria seu grupamento e montariam em um grande veículo amarrado no topo de uma criatura que lembrava um dinossauro. Assim, poderia levar vários homens e não demoraria a chegar até a área, já que a criatura era grande e dava passadas largas e ágeis para seu tamanho.

Atravessaram o solo flamejante da área até alcançar a região citada por Seeje, com Malak seguindo-os. O grande animal parou próximo da pequena floresta recente e os soldados e seu líder desceram. Seeje mandou um dos soldados se aproximar das primeiras árvores e ele passou por elas sem problema. O guerreiro então comentou com Malak: – Por algum motivo, o campo de força não está mais presente. Podemos adentrar essa maldita floresta finalmente.

Antes que tirassem qualquer conclusão, entretanto, uma pequena criatura voadora saiu do meio das árvores. Vista de longe, se parecia com uma pequena esfera brilhante. Seeje e os soldados ficaram de prontidão, mas abaixaram as armas quando notaram que se tratava de uma pequena fada.

A fada pousou no ombro de um dos soldados flamejantes. Por instinto – instinto de ogro, diga-se de passagem – a criatura esmagou a fada com a mão, fazendo aquela meleca sanguinolenta escorrer por seu ombro. Os outros começaram a rir, mas suas risadas foram cortadas ao som de um enxame vindo da floresta. Agora eram centenas de fadas e estavam longe de bonitinhas. Seus rostos estavam deformados e tinham dentes grandes e pontiagudos, pareciam furiosas. Elas comiam através da armadura rochosa dos soldados como se fosse papel e, por mais surpreendente que fosse, derrubaram dois soldados fazendo isto. Os outros começaram a lutar contra o enxame, mas suas espadas e punhos passavam através das fadas, falhando em acertar qualquer uma delas, pois eram pequenas e moviam-se muito rapidamente.

Uma parte do enxame foi para cima de Malak e Seeje, que estavam ligeiramente afastados do grupamento. Seeje começou a dar golpes contra a nuvem de fadas e sua arma produzia um rastro de fogo que queimava as revoltadas criaturas encantadas. Mesmo assim, seriam subjugados rapidamente se Malak não tivesse uma solução melhor.


Última edição por Admin em Qui 27 Set 2012, 11:11, editado 1 vez(es)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 27 Set 2012, 10:19

Zzrill

* O drow acompanhava o passo do barbudo até a Sala de guerra. * Ora, sabe que estou aqui para lutar, Lei. Sem luta a vida é sem graça. *O drow trocou uma piada com Lei para aliviar um pouco a tensão. Quando ouviu que tinha um elfa que tinha entrado recentemente para a ordem, ele arqueia uma sombrancelha e diz * Mesmo? Será que não é descendente de algum fugitivo de Megiddo?? Já ouvi falar de alguns fugitivos que conseguiram escapar para a superfície sem ser pegos pelos driders... *Eles adentraram o salão e Zzrill se postou a lado de Lei, para esperar os que viriam a seguir.

Primeiro veio dois homens que pareciam ser sacerdotes. Zzrill olhou-os com sua visão da trama e descobriu que ambos eram poderosos em âmbitos diferentes. O de cabelos negros parecia ter dons similares á ele, enquanto o outro de cabelo azulado parecia controlar bem a trama ao redor. Zzrill os cumprimentou com uma vênia um tanto nobre. Em seguida chegou a elfa que Lei lhe falara. Ele a olhou com mais atenção, os olhos vermelhos cravados nos olhos verdes dela. Não era uma drow por completo, parecia ser misturada com algum outro tipo élfico que ele desconhecia. Resolveu perguntar depois, e a cumprimentou com a vênia um pouco mais inclinada. . Ao menos, um rosto conhecido adentrara ali logo depois: Joshua Stranford, Regente De Uris. Este foi único que ele se dirigiu com um bom aperto de mão e com palavras. * Sir Joshua! Tem tempo que não o vejo! Alguns meses atrás estive em seus territórios. E quase perdi minha pele lá. Peço-lhe que fique de vigilância nos seus túneis de mineração e nos reportem qualquer atividade suspeita da cidade abaixo da sua, certo? É um pedido de amigo, e não uma ordem, velho amigo. *Ele sorriu para o dragão e voltou ao seu posto ao lado de Lei. *

*Depois de ouvir o que Lei tinha que falar ele foi o primeiro a falar. * Drake Arcannis... já li relatos sobre os feitos dele como Cavaleiro Imperial na biblioteca do Império. E ainda por cima ele achou um dos esconderijos do dito Apocalipse *Ele pensou um pouco e então falou * O unico problema é que a situação diplomática do Império com as Firelands está em pé de igualdade com a dos Imperiais com os Justiceiros. Se apelarmos para a diplomacia agora não vai adiantar, porque perderemos um tempo precioso em que poderíamos batalhar contra Apocalipse com maquinações e velhacarias do alto escalão tanto de Terânia quanto das Firelands. Sugiro então que entremos disfarçadamente no território das Firelands como Elementais de Fogo, que podemos conseguir com a Alta Magia do Império, e procuremos por sinais de Apocalipse e seus asseclas. O disfarce servirá para nós colhamos informações não só de Apocalípse como das próprias Firelands, para, no caso de sermos descobertos e a guerra estourar, nós ao menos saibamos onde atacar com eficiência máxima. *Então ele se calou e sentou-se na cadeira, observando a reação de cada um á sua idéia. *


Última edição por Ahmik Tseeru em Sab 20 Out 2012, 18:48, editado 1 vez(es) (Razão : Correções)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 27 Set 2012, 10:19

Ahmik

Ahmik sorriu para a moça.

- Tenho certeza que fará tudo que lhe pedi.

E prosseguiu sua caminhada, ainda de costas respondeu à Lyliana.

- Tudo bem, lhe avisarei se for possível.

.........

Logo o sacerdote estaria adentrando a sala de Guerra. Cumprimentaria aquele que entrava junto consigo, não se lembrava de conhecê-lo, mas era certo que se tratava de um Imperial, pois caminhava para o local que Lei os havia convocado.

Ao chegar cumprimentou aqueles que já estavam ali com um menear de cabeça. Lei Keylosh, o elfo de pele negra que Ahmik não tivera oportunidade de conhecer. Na verdade, estando diante de muitos deles que nem conhecia o sacerdote notou que precisava dispor de um tempo para estreitar seus laços com os demais Imperiais. Com exceção de Namish, Imperatriz e Renon, o Amenti não se envolvera com nenhum dos Imperiais que não de cargo menos elevado. Era um bom sinal de que estava fazendo um bom trabalho como sacerdote, mas um péssimo como Cavaleiro.

Não se preocupou em iniciar um conversa com qualquer outra pessoa, gostava de manter bem definidas as situações e naquele momento estava ali para ouvir do que se tratava a convocação, por isso o silêncio. Se assentou assim que Lei começou a narrar o problema, bem como mostrar o que continha na esfera, o que deixou Ahmik bastante intrigado. Já vira uma boa quantidade de magias em sua terra, mas aquilo era a primeira vez. Uma pedra que carregava mensagens de voz. Se deteve a observar a pedra por um longo período, curioso quanto a ela, por isso perdeu parte da mensagem. Voltou a prestar atenção quando Lei retomou a fala.

O elfo de pele escura tomou a frente logo que Lei terminou. Ahmik o ouviu, a ideia era boa, mas ele acreditava que isso não seria muito bom para as relações entre Terânia e as Terras Ardentes, além do mais tinha Malak, a mulher tinha o cargo de prestígio naquele Império e Renon a tinha deixado. Diplomacia talvez não resolvesse realmente, mas invadir as terras deles deixava Ahmik temeroso.

- Concordo com Zzrilldhrack, essa me parece a saída mais viável, apesar de não me agradar muito. No entanto, penso que deveríamos também acioná-los pela diplomacia, podemos fazer isso simultaneamente, pois é necessário que as Firelands saibam do perigo que acomete suas terras. Façamos ambos, que fique alguém responsável por avisá-los sobre o perigo que os ronda e que ofereça as nossas forças, visto que o inimigo é comum, propondo uma trégua. Mas que estejamos adiantados quanto os assuntos daquilo que ocorre com o ser maligno que quer assumir esse continente.

Ahmik pegou um pergaminho que guardava consigo. Procurou por uma caneta próximo a ele, se estivesse próxima a pegaria e começaria a tomar algumas notas. Olhou ao redor também para perceber se havia alguma guarda em volta e depois aguardou que os demais se posicionassem.


Última edição por Ahmik Tseeru em Sab 20 Out 2012, 18:51, editado 1 vez(es) (Razão : Correções)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 27 Set 2012, 10:20

Sieg

- Considerando a ordem natural, Lei Keylosh deve te-la subestimado em demasia e isso aconteceu. Logicamente isto não deve ter evitado a frustração de nosso comandante por assim dizer...

Sieg Hart seguia andando ao lado do soldado, era difícil avaliar sequer se ele estava realmente prestando atenção no que era dito, mas respondia daquela forma quase que desprovido de emoções, sem olhar na direção do guarda.Talvez parecesse desinteressado, mas não era exatamente isso. Da mesma forma, logo completava seu comentário anterior que dizia respeito mais uma vez a Lei, o qual finalmente conheceria pessoalmente em questão de poucos instantes.

- Mesmo Minami sendo...Quem é, ela jamais o venceria em uma luta real. Poucos em todo território dos imperiais tem poder o suficiente para se equiparar a Lei Keylosh em combate, uma menor quantidade ainda poderia faze-lo sem comprometer boa parte das estruturas ao nosso redor. Eu não poderia, e evitaria uma situação como esta a todo custo.

Falava com calma analisando o cenário ao redor. Comentava sobre uma eventual destruição da cidadela devido a um possível combate entre um dos imperiais mais poderosos dali com a tranquilidade de quem comenta a respeito do tempo e do café da manhã. Assim era a neutralidade do tempo, ele não favorece ou vai contra ninguém, apenas acontecimentos possíveis em meio a tantos outros cenários. Logo chegaria ao local indicado e Willian se despediria, fechava os olhos e fazia uma referência discreta porém respeitosa.

- Até a próxima vez que nosso destinos se cruzarem soldado...

Entraria lentamente pela sala e fazia um discreto comprimento com a cabeça quando trocassem um olhar direto, mas como Lei havia o chamado, com ele as coisas eram diferentes, aproximava-se e fazia uma referência colocando sua mão direita no próprio ombro esquerdo, curvando-se levemente enquanto comentava no mesmo tom de voz sem grandes alterações habituais.

- Lei Keylosh, é um privilégio encontrar alguém que ja reescreveu seu próprio destino várias vezes de forma que qualquer tipo de tentativa de reescrevê-lo se mostra quase que irrelevante.

Talvez fosse difícil entender se aquilo era exatamente um elogio, de forma que Lei poderia até mesmo coçar a barba da forma habitual tentando interpretar as palavras do jovem. Se havia sarcasmo naquelas palavras, com toda certeza o tom de voz claro dele não demonstrava. Logo olharia mais uma vez para todos.

- Muitos o considerariam até mesmo o que aqueles como eu chamam de "Eixo do Caos". A singularidade daqueles que lhe rodeiam apenas confirmam o quão pouco linear e caótico a trama dos fatos é tecida ao seu redor Comandante Keylosh, imagino que os cavaleiros imperiais tenham sido uma excelente escolha para essa fase de sua existência...

Fazia idéia de quem eram alguns ali,outros não tinha tanta certeza. Não era importante naquele momento. Se afastaria um pouco até uma das paredes cruzando os braços ( OFF: lol, advinhão..) ouvindo o que diriam a ele ou entre si, mas ficava atento as palavras de Lei enquanto explicava todo aquele acontecido. As sobrancelhas se erguiam e os olhos demostravam surpresa e um tanto de espanto ao ouvir o nome de Apocalipse. O termo era conhecido em diversos planos de existência, mas ele tinha um significado todo em especial nesse em que agora se encontrava. Ouvia a idéia inicial do elfo negro e logo em seguida comentava.

- Não seria tão improvável que fossemos detectados, e uma vez que isso ocorresse seria ainda pior. A orbe viajou até aqui, pode ser considerada como um "pedido de auxílio", já que mesmo que soubessem de tal ameaça, os representantes de Firelands não pediriam ajuda. A ameaça de Apocalipse deveria ser mais importante que qualquer eventual desavença, mas é bem provável que isso não se mostre verdadeiro. Entretanto, eu pessoalmente acredito que o melhor seria formar algum tipo de comitiva com representantes imperiais em um pequeno grupo e buscar contatar os residentes daquele território, respeito as conturbadas relações dentro do possível para esclarecer a situação. Tempos complicados se aproximam, e acredito ser de maior valia buscar trabalharem em conjunto por um bem maior, do que apenas travar mais um conflito.

Ficaria em silêncio logo depois falar aquilo. Sempre falava de forma que deixava a entender que não se considerava um "imperial", algo que mais parecia um hábito já que quando questionado diretamente jamais negaria tal fato, talvez apenas considerava-se um "colaborador", ou talvez algo ainda mais complexo. Não acreditava realmente devido a natureza daqueles ali que seguiriam qualquer medida mais diplomática, mas como Lei pedia pela opinião de todos, havia dado a dele e aguardaria os demais...


Última edição por Ahmik Tseeru em Sab 20 Out 2012, 18:58, editado 1 vez(es) (Razão : Correções)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 27 Set 2012, 10:20

Joshua

Ter uma área de pouso era muito mais fácil do que voltar à forma humana em pleno ar. Pousou como sua enorme figura de sempre e ainda espreguiçou gostoso depois de uma longa jornada. E tão logo, retornou para a forma humana, mais fraca, mais vulnerável. Respirou fundo, dessa vez não estava usando sua armadura, não era necessário. Era apenas uma reunião. Estava com uma túnica bem branca e pelos ombros, uma goleira que era circular, colocado por cima da tunica apenas para cobrir os ombros, escondendo parte da costura. Tinha detalhes azulados para variar. Calçava sandálias. Eram roupas do dia a dia de Uris, cidade quente.



E claro, não podia ir até o local sem ser interrompido. Franziu o cenho, fazendo um pouco de careta engraçada, mas processou tudo o que aquele ser disse.



- Muito bem, assim que a reunião acabar podemos fazer isso.



Dispensou o homem seguindo diretamente para a sala. Foi recebido por Zzrill de primeira. Joshua não era o homem mais caloroso, mas sorriu ao ver o elfo falar. Apertou o braço como um cumprimento único de gente de confiança.



- Da última vez não me chamou de “Sir”, eu ainda prefiro assim. - E claro, disse num bom humor. - Quanto aos túneis, me senti obrigado a treinar uma tropa de elite com platina que foi encontrado recentemente. Mas nada muito sério. E pode ter certeza, quando precisar, chamarei-te para qualquer ajuda necessária, principalmente nessa parte estratégica. Eles sempre atacam de uma forma... complicada.



Reverenciou de leve para Sieg conforme foi entrando e depois para Ahmik. Este possuía um ar familiar com de onde vinha. E não era a primeira vez que via o sujeito. Quando acenou para este, acenou com mais conforto. E por fim, uma elfa. Franziu o cenho, desconfiado, mas a olhou apenas de relance. Da última vez que cumprimentou alguém, era uma certa dragonborn próxima a ser executada. Não estava afim de se intrometer muito mais depois disso. Por fim, reverenciou Lei também. Com a situação mudada, quando só e somente só Lei apresentava a elfa, foi aí que resolveu reverenciar de leve, mas nada muito chamativo ou grandioso, apenas de leve com a cabeça.



Joshua lembrava-se de Drake, mesmo quando ainda estava junto com os Justiceiros e nunca soube da parada final dele até revelarem a orbe e sua mensagem. E conforme a passagem revelava informações, sentado em sua cadeira, seu sangue começava a esquentar. Cerrou o punho direito que descansava na mesa. Toda a mensagem que Drake dava, era parecida com o acontecimento daquele dia fatídico. E por fim, quando aquele nome era citado, o punho de Joshua cerrava fortemente, seu sangue borbulhava. Mas era a oportunidade perfeita, iria ter a chance de encontrar de novo aqueles seres que eram cultuados.



- Primeiro vamos obter todas as informações necessárias. Todas as idéias são boas. E deveríamos dividir. Zzrill e mais alguns espiões do império poderiam se infiltrar para contactar os espiões já infiltrados. Já Sieg e Ahmik poderiam ir juntos, tanto para a comitiva imperial, como para trazer a notícia. Mas imagino que devido à situação atual, os dois estejam em cheque assim que pisarem em Firelands. Embora delicado a situação, eu darei cobertura pelos céus. Uma criatura azulada em um céu azul, não será facil de ser avistada. Acho que todos aqui viram do que os AoAs são capazes mesmo depois de anos adormecidos. Conseguiram sacrificar uma cidade inteira em nome de Apocalipse. - Fechou os olhos e respirou fundo para logo depois voltar a olhar para todos. - Firelands são terras vastas, duvido que toda informação chegue às autoridades. Após a comitiva, eu pretendo rondar um pouco para ver o que acho por alí. - Por fim, dirigiu-se a Lei. - Sei que Zzrill poderá arcar sozinho na infiltração, mas a comitiva vai ser alvo fácil. E ter um general junto para defender, seria bom para a moral dos soldados que forem com vocês.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 27 Set 2012, 10:21

Malak

Malak permaneceu olhando Seeje com um sorriso quase... terno nos lábios. Era bom mantê-lo sempre sob seus olhos e de “rédea curta”. Até aceitaria ser desafiada por ele mas melhor quando estivesse mais segura de seus poderes e capacidades. Por enquanto... Enquanto ele permanecesse assim, fiel por força hierárquica, ótimo.



- Sim, eu sei que sempre devem.



Aguardava que sua montaria ficasse pronta, montando-a e então seguiria o grupo montado sobre a grande criatura. Os pensamentos pelo menos dessa vez estavam focados no que fariam e no que poderia significar uma floresta naquelas terras. E, claro, o que Lorde Pyron pensaria em caso de qualquer falha em destruir aquele lugar. O que poderia ser, afinal?



Malak mesmo às vezes duvidava dessa história de Campeã. Justo ela, que nunca lutou, nunca gostou? Nunca teve qualquer treinamento “bélico” ou algo similar. E agora era poderosa e tinha homens e outros seres sob seu comando. Pousou e desmontou assim que chegaram. Um olhar de absurda surpresa formou-se ao observar uma vegetação tão vistosa em terras devastadas como as de Firelands.



- Hm... Não existe mais? Boa coisa não me parece ser. – murmurou para si, cruzando os braços. Observou a presença da fada e sua morte breve, sem achar graça daquele gesto. Não podia ser apenas uma fadinha naquele lugar. Algo maior deveria estar por trás.



Franziu a testa diante do som de um enxame e arregalou os olhos ao ver aqueles seres tão pequenos atacando e matando seus soldados como se nada fossem. Colocou-se ao lado de Seeje enquanto ele começava a se defender. Ergueria uma parede de fogo protegendo os dois de qualquer ataque, pelo menos inicialmente.



- Heh. Que fadas adoráveis. Mande alguém, qualquer sobrevivente buscar reforços. Sabe-se lá o que mais há por trás dessas árvores.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 28 Set 2012, 19:35

Draennelle

Draennelle entra na sala, observando os Imperiais que já se encontravam ali. Pousa os olhos em Lei e adianta-se para este, cumprimentando-o com educação - e o barbudo notaria que nada muito além disso. Cumprimentou Sieg e Ahmik do mesmo modo, porém um toque de afabilidade e curiosidade. Então, sentindo o peso do olhar do drow, ergueu os olhos para este, baixando-os em uma leve reverência assim que este o faz, primeiro. Logo Joshua completa o grupo, a elfa acena com a cabeça e dirige-se à parede logo atrás, encostando-se na mesma, ouvindo as palavras do mago. Anui estas, concordando discretamente com a cabeça, um tanto incomodada com os olhares. Ser novata era um saco, ela bem sabia. Relaxou os ombros quando o assunto passou para a orbe e sua mensagem, prestando atenção, ainda que com diversos pontos de interrogação em mente sobre Firelands e afins. Pondera as opiniões, preferia não se meter até ter uma idéia palpável sobre o que desconhecia, mas como lhe deram a vez, comenta um tanto neutra.



- Antes de tudo, friso que não gostaria de dizer muita coisa. Estas terras me são desconhecidas, e Drake também. Digo apenas que concordo com Ahmik em um ponto: Eu pessoalmente não confiaria em alguém que pegasse infiltrado em minhas terras, muito menos em um momento desses, somado ao fato de não se estar com as relações 'em dia'. Tenho certa compreensão de que diplomacia seria palavras ao vento e sangue ao chão, entrementes não vejo um resultado muito diferente se Malak pegar espiões. Penso que deveríamos achar um outro modo, ou o citado por Zzrill, no entanto acertado nos mínimos detalhes, com planos b, c, d bem definidos. É o que posso falar e pensar sem maiores informações, por agora.



E calou-se, aguardando que Lei ou um dos outros retomasse a fala e, conseqüentemente, a reunião.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 28 Set 2012, 22:11

PARTE 3



Malak


Sob a proteção da barreira de fogo erguida por Malak, Seeje gritou uma ordem a um dos soldados. O mesmo saiu correndo, fugindo do ataque das fadinhas infernais, e montou a criatura parecida com um dinossauro, que também estava fazendo sua parte dando pisadas e rabadas no enxame. O soldado fez o bicho dar meia-volta e partir na direção do castelo, de onde vieram, na tentativa de buscar reforços.

O enxame recebia baixas, mas quase insignificantes perante o grande número de fadas. Mais alguns soldados tombaram até que Seeje resolveu parar de brincar. Sua armadura expeliu um vapor flamejante e ele desferiu um golpe no chão que causou uma onda de choque de fogo, queimando grandes porções do enxame maldito. Malak podia perceber que ele era um guerreiro muito habilidoso, enfrenta-lo definitivamente não seria fácil em qualquer situação. As fadas que tentavam morder Malak sofriam queimaduras ao encostar-se à campeã, portanto, ela não tinha problemas em ver ou conjurar. Caberia à ela eliminar o resto do enxame da forma como quisesse.

Supondo que Malak colocasse um fim à ameaça, ela, Seeje e mais alguns soldados seriam os únicos sobreviventes. Seeje balançou a espada, tirando a crosta de pele e carne de fada queimada que residia na lâmina, e virou-se para Malak.

- A área verde não é muito grande. Eu voto em adentrarmos sem os reforços, resolvendo esse mistério de uma vez antes que ele se alastre. Eu e você somos mais do que capazes de lidar com isto. – Disse o sempre orgulhoso guerreiro. Todos olhariam para Malak, esperando a decisão da campeã.

Nesse meio tempo, Malak poderia ouvir algo da floresta. Era muito sutil, um som ao horizonte perdido nos ventos flamejantes de Firelands. Parecia uma canção distante e soava como rodas de moer quando giram.

--//--


Lei para Sieg (antes do começo da reunião):

Sieg previu o futuro, já que Lei realmente coçaria a barba frente a tudo o que ele lhe disse, com expressão de dúvida. Lei apenas sorriu por fim, retribuindo o cumprimento de Sieg da mesma forma. Não sabia exatamente se o sacerdote do tempo havia feito um elogio ou se apenas havia dito “Você é um louco e está no lugar certo, no meio de um bando de loucos”. Ele apenas disse então:

- Hã... Obrigado, Sieg Hart. É um prazer conhecer alguém com talentos tão únicos quanto os seus. Ler relatórios sobre os membros é bem diferente de conhecê-los pessoalmente. Infelizmente nossos afazeres nos impedem de termos tempo para nos confraternizarmos sem que estejamos exercendo nossas funções. Mas de tempo você entende e tenho certeza de que existe algum destino em que estejamos sentados em uma taverna e tomando um bom hidromel.

Sorriu então, deixando que ele ficasse à vontade.

---//---



Todos, menos Malak:

Lei ouviria a todos com atenção, inclusive a Draennelle, cuja opinião respeitou como se ela fosse uma Imperial. Parecia nitidamente fazer anotações mentais depois da declaração de cada um e assim que todos terminaram de falar, ele respondeu:

- Sua ideia é boa, Joshua. – Comentou Lei, ainda em pé encostado à mesa de madeira do centro. – Entretanto, os céus de Firelands, até onde as descrições dizem, são vermelho-fogo. Portanto, você seria facilmente avistado. A visão de um dragão invadindo as fronteiras aéreas causaria um conflito imediato, suponho. Você deveria viajar em sua forma humana para evitar alardes iniciais. Se nossa comitiva for atacada de fato, então terá liberdade total para transformar-se. Este é o mesmo motivo pelo qual também não podemos levar muitos soldados conosco. Se vamos mesmo tentar o ângulo diplomático, quanto maior o contingente, maior a chance de falha.

E continuou, olhando para Zzrill agora:

- A ideia do grupo de infiltração é boa, se Zzrill aceitar lidera-lo. Mas eu acharia melhor deixar este grupo em espera até que tentemos entrar no reino através da diplomacia, tendo por base o que Draennelle comentou. Isto porque se Zzrill for descoberto ou capturado, a invasão dele será relacionada à nossa visita e teremos conflito, mesmo que ele não esteja carregando nenhum brasão ou símbolo dos Imperiais. Em outras palavras, eles se indagarão: “Se estão tentando entrar em nosso território de forma diplomática, por que enviaram um espião?”.

Concluiu em seguida:

- Então teríamos dois grupos. O primeiro formando uma comitiva oficial contendo eu, Sieg, Ahmik e Joshua. E outro por Zzrill, Draennelle e soldados de apoio, movendo-se por outra posição e esperando nosso sinal para agir. Caso a diplomacia dê certo, então a missão deles deverá ser abortada imediatamente. Estão de acordo? Caso algum de vocês queira assumir outra posição, sinta-se à vontade para dizer.

Lei revirou os papéis em sua mesa, até achar um em particular, que desenrolou e pregou na lousa de madeira à sua frente. Parecia o projeto de algum tipo de veículo.

- E já tenho nossa “embarcação”, senhores. Os projetistas Imperiais conseguiram aplicar o poder psiônico em condensadores, que podem erguer uma grande estrutura sem muito esforço. Nada do tamanho de nossa Fortaleza Flutuante, mas algo deste porte aqui. – Bateu o dedo no projeto. – Um navio voador que apesar de nos deixar totalmente expostos, dará a vantagem aérea com um poder de manobra rápido e uma fuga veloz assegurada. Garantiram-me que ele estará pronto amanhã de manhã.

E antes que pudessem continuar, Lei voltou a fita-los, suspirando pesadamente.

- Antes de decidirmos qualquer coisa, preciso explicar algo mais. Com certeza nos indagarão se o que estamos fazendo foi ordenado diretamente pelo Imperador. Vocês mesmos devem estar se perguntando isto. A resposta é não. Serei franco com vocês. Não falo com Renon há um bom tempo, mas sei que ele tem tido problemas com a Inquisição. A posição dele está em perigo e, em minha opinião, se Renon não for mais o Imperador, os sete reinos irão se separar, trazendo caos ao Império. É para o bem de sua posição que Renon não se envolva em problemas diplomáticos com Firelands; ele não precisa gerar mais provas contra si além das que a Inquisição já usa contra ele. É por isso que fui eu quem convocou esta reunião, e não ele. Para preserva-lo, para preservar a unidade do Império.

Permaneceu em silêncio por alguns segundos, para depois concluir:

-Uma vez que não há a sanção oficial do Imperador nesta questão, são livres para desistir da viagem. Eu não vou e não tenho o poder para obriga-los. Mas devo lembra-los que o conflito com os servos de Apocalipse é inevitável e apenas nós temos o poder de parar esta ameaça. Além disso, prestaremos socorro a um companheiro Imperial. Os Cavaleiros Imperiais prezam pela união, e se for preciso que todos se arrisquem para salvar apenas um homem, então é isto que faremos.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 01 Out 2012, 09:38

Joshua

- Céus vermelhos, isso não era de se esperar. - Coçava o queixo. - Bom, nesse caso realmente não tem o que fazer, mas que Zzrill vá antes da nossa comitiva e o quanto antes. Ficaria óbvio demais se, eventualmente, ele for pego. Pelo simples motivo: “Ah, os Imperiais não conseguiram o que queriam, mas eles não são pessoas que aceitam um ‘não’, então fiquem espertos e dobrem a segurança.” Isso só vai dificultar para Zzrill. E existe um outro problema: “Os imperiais estão vindo, tentem esconder toda a sujeira de baixo do tapete”. Ambos os casos favorecem para Zzrill e sua comitiva infiltradora irem primeiro, Lei; e como disse, obterem o máximo de informação o quanto antes. - Encostava-se em sua cadeira. - E vou deixar claro, eu tenho quase a absoluta certeza que difícilmente os dois elfos serão pegos, mas se acontecer, que não seja pelo Império para arriscar a situação diplomática tão frágil. Farei por Uris, apesar de uma cidade neutra, ela tornou-se famosa em En-Sabah por ser composta apenas por escravos que foram comprados, até mesmo libertos por mim. Mas se Firelands realmente não quiser abrir a mão - suspirou -, espero que não tenhamos que ir por esse caminho.



Com o passar dos anos, convivendo bastante entre os humanos, viu que paciência era uma virtude, mas nada, nada mesmo ainda conseguia impedir o seu sangue e sua linhagem real. Por fim, apoiou os cotovelos sobre a mesa e o rosto sobre as mãos, pensativo. Ter um mini forte voador era ótimo e daria favor por cima, apenas questionava em sua cabeça a velocidade que aquele veículo voava. Dependendo, seria alvo fácil. Calou-se por fim, esperando o que os outros poderiam falar.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 01 Out 2012, 09:39

Sieg

- Sieg apenas concordou com a cabeça mediante os comentários de Lei, sempre de uma maneira que parecia extremamente respeitosa. Ao mesmo tempo, era de certa forma curioso pensar como alguém que era tão imprevisível quanto as suas atitudes e escolhas no meio onde estava poderia ser tão previsivel no que dizia respeito aos seus atos mundanos.

Da mesma forma, era surpreendente o fato que mais pessoas ali concordassem com uma abordagem mais diplomática buscando resolver as coisas da forma mais pacifica possível. Um plando de contingencia não chegava a ser uma idéia de todo ruim, afinal de contas não seria a primeira vez que outras desavenças poderiam atrapalhar quando fatos mais importantes apareciam no caminho, muitas nações e reinos ja deveriam ter aprendido essa lição, mas a história aparentemente sempre se repetia.

Concordava com a cabeça em resposta a pergunta de Lei, mostrando estar de acordo com a situação. Quando o mesmo explicava que o imperador não estava envolvido, mão tinha uma reação maior do que ouvir e observarcom um pouco mais de atenção, não se movendo um milimetro quando questionado a respeito de uma eventual desistencia. Isso poderia ter uma série de razões, desde concordar com o ponto de vista de Lei até simplesmente voltar ao ponto de pensar em si em alguem com os mesmos objetivos dos imperiais, mas talvez não um deles.

- Um navio voador...Impressionante.

Comentava ele, apesar de seu tom ir de contrário ao que dizia, parecendo plenamente calmo aproximand-se e olhando o projeto, sem dizer mais nada enquanto aguardava os demais. Mais uma vez, não seria ele a se opor a qualquer tipo de plano ali decidido.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 01 Out 2012, 09:39

Ahmik

Ahmik ouviu a tudo com atenção, pelo menos até Lei abrir o curioso projeto de uma embarcação psiônica sobre a mesa. Na verdade não entendia a metade do que estava vendo, mas conseguia ter uma ideia de como seria. Pôs-se de pé e começou a analisar o papel.

- Hummm....essa embarcação é muito curiosa! Navegaremos o ar então...

Ao ouvir Lei concluir, bem como Sieg e Joshua ele se pronunciou, ainda olhando o que estava desenhado e escrito no projeto.

- Estou de acordo coma ideia, apesar de acreditar que as medidas diplomáticas levarão certo tempo. As Firelands se posicionam contra nós e também sua campeã tem desafetos com nosso senhor. Eles irão pedir tempo para analisar e investigar o que estamos contando, eu presumo que contando a partir de nossa chegada naquelas terras teremos uma longa semana de decisões políticas.

Olhou para Keylosh.

- Se bem que, já mais experiente como é, Lei pode mostrá-los cenas da destruição causada pelos Cavaleiros do Apocalipse em outrora por algum meio. Seria um modo de chocá-los, e relembrar àqueles que passaram pelo sofrimento da época talvez seja um método crucial para a trégua.

Ahmik analisava as possibilidades, eram inúmeras, e se questionava sobre as Firelands, pois se realmente houvesse desejo de se transformarem em um Império glorioso o orgulho estaria emergente em cada senhor que responderia pela política local. Seria difícil e ele realmente cogitava um longo tempo, como uma semana de negociações.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 02 Out 2012, 14:17

Malak

Após a ofensiva de Seeje, Malak conjurou uma labareda que ao seu comando terminou com o restante do enxame. Estava séria, apenas pensando no que fazer agora que tinham a passagem livre. Sabia que Seeje era um excelente guerreiro e vez ou outra até mesmo pensava que a escolha dos oráculos havia sido errada, um engano. Mas quem sabe algum dia ela se revelaria melhor que ele? Ou quem sabe perderia o posto mais rapidamente que o imaginado?

Olhou o general por alguns segundos, voltando o olhar à floresta ao ouvir o som sutil e inesperado.

- Tem algo mais… Consegue ouvir o som? A área pode não ser muito grande mas subestimar o que há aí pode ser um grande erro. Vamos entrar, sim, mas os reforços deverão se dividir em dois grupos. Cada um irá avançar por um extremo da área, sob comando de alguém de confiança designado por você, como conhecedor daqueles que merecem. Eu, você e os soldados que aqui restaram entraremos. Deixe as ordens com alguém e vamos. Vamos terminar logo com isso.

Não adiantaria muito ficarem parados ali, especialmente se aquela área de tornasse mais e mais forte a cada momento. Na mão esquerda de Malak surgiu um arco belíssimo, decorado com chamas e arabescos e, em sua costas, uma alvaja igualmente trabalhada e repleta de flechas. Podia não ser a arma mais útil naquele ambiente mas, aliada à Seeje e aos poderes da própria campeã, poderia se tornar o diferencial entre o sucesso e o fracasso.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 02 Out 2012, 14:19

Zzrill

*Zzrill ouviu pacientemente enquanto todos discutiram a idéia que ele teve e só depois de olhar os desenhos do barco voador, ele se pronunciou. * Bem, eu preferiria uma pequena comitiva de infiltração á uma comitiva de diplomacia. Mas pode ser que a diplomacia consiga trazer um pouco de razão á cabeça do Lorde Pyron. Creio eu que ele também tenha passado maus bocados quando Apocalipse atacou da última vez. E pelo que me consta... *Zzrill sacou de suas vestes alguns relatórios que possuia, com informações diversas sobre os sete reinos que compunham o Império e passou a ler um pergaminho em especial *

Atualmente nas Firelands, a segunda pessoa em comando é ninguém menos que Malak Nawar, minha predecessora no posto de Arqueiro Imperial e antiga Amazona imperial. Não sei o que levou a ela abandonar seu posto, mas podemos pedir -pedir e não implorar, vejam bem! - que nos auxiliem na busca de um companheiro perdido. Convenceriam mais se levassem o orbe com a mensagem, mas se fosse possível que se pudesse fazer uma cópia e deixá-la aqui para ser analisada mais detalhadamente... creio que tenha mais coisas por trás do chamado de Drake do que somente Apocalipse.

*Zzrill enrolou os pergaminhos que tinha e os guardou nas vestes * Se assim desejar Lei vou liderar o grupo de infiltração, mas peço para que eu possa escolher os homens que vão me acompanhar. Se Sir Joshua permitir * E enquanto falava ele olhou para o regente de Uris * eu gostaria de dispor de alguns de seus homens, pois assim teremos um álibi se formos capturados, como por exemplo ' Estávamos investigando um estranho chamado que nosso regente recebeu por estas terras!' *Fez em voz de falsete, sorrindo um pouco * E eu levarei Draenielle comigo também. Creio que eu vá precisar de um pouco mais de cabeça nesta missão e uma pessoa que aparente mais sensata do que eu me ajudaria a não me lançar novamente em uma missão suicida como quase sempre! *E sorriu olhando para Lei. Ele bem sabia do que o drow falava. *

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 02 Out 2012, 18:30

Draennelle

Draennelle meneou suavemente a cabeça, concordando com Lei sobre a divisão em um grupo de diplomacia e outro de 'espionagem', e anuindo com a própria participação. Ouve atentamente o final da explicação e aproxima-se para ver o papel preso à lousa. Observa o "navio voador", franzindo o cenho, pequena dúvida se aquilo iria funcionar realmente e procurando acreditar que teria velocidade suficiente para tirá-los de lá a tempo e inteiros. Após mais algumas palavras do mago, dirigiu o olhar a este, em uma pergunta muda se não seria tempo de menos para algo bem feito e talvez a única salvação de vossos traseirinhos. Como ninguém se pronunciou, e todos conhecendo Lei há tempos, esperou que os subalternos do barbudo fossem realmente bons e cuidadosos -e que essa cambada de Imperiais não fosse maluca, porque já estava se considerando um tanto fora da casinha ao se meter em uma missão deste tamanho sem maiores conhecimentos e dependendo de uma invenção de última hora para se salvar, caso desse tudo errado. Termina de escutar tudo, braços cruzados ainda fitando o comandante. Como não sabia de muita coisa, achou prudente manter-se calada, não tinha informação alguma para dar pitaco na exclusão ou não do Imperador. E bem, não fazia a menor questão, de qualquer modo. Sobre as últimas palavras de Keylosh, ela não precisou abrir a boca, ele leu as palavras nos olhos da elfa: 'Aham, esse papo de união. Enfie no rabo, veja lá quem está falando nisso'¹. O restante dos Imperiais se manifestou, porém Draennelle apenas fez um gesto afirmativo para Zzrill quando este disse sobre levá-la consigo no grupo de infiltração. Por fim, passou o olhar que mantinha sobre o drow novamente para a embarcação, cética.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 03 Out 2012, 18:33

PARTE 4

Malak

Seeje acatou a ordem de Malak imediatamente. Escolheu um dos soldados para que ficasse ali e dividisse o grupo de reforço da maneira que a campeã havia descrito. Os outros, exatamente cinco soldados, entrariam com eles na floresta. Seeje também ordenaria que os dois grupos de apoio queimassem a floresta conforme adentrassem, assim poderiam acabar com aquele misterioso fenômeno sem consequências, já que todos ali eram imunes a fogo. Mas a ordem seria revogada caso Malak assim quisesse.

Sem perder tempo então, o grupo começou a passar pelas primeiras árvores e conforme iam adentrando a floresta, o som de magma borbulhante e tremores seria lentamente substituído por água correndo, pássaros e pequenos animais silvestres. Até mesmo a temperatura ali era mais amena. O vermelho-fogo das armaduras brilhava com menos intensidade e isso incomodava profundamente Seeje. A floresta era tão densa que conseguia abafar o som ao seu redor e criar uma atmosfera própria, provavelmente parte daquele grande truque.

Malak continuava a ouvir aquele som de moer e logo vinha um cheiro forte de flores. Flores de todos os tipos, suas pétalas sendo arrancadas pelo vento e formando um redemoinho colorido que dançava no ar ao redor deles. Um dos soldados flamejantes parou por um momento, tentando pegar uma borboletinha roxa com a mão. Seeje enfureceu-se, gritando:

- Concentre-se, seu verme!

Os outros soldados também estavam muito distraídos. Antes que pudessem avançar mais pela floresta, diante de um pequeno descampado, uma esfera brilhante aproximou-se, flutuando. Seeje ergueu a espada, pensando tratar-se de outra fada infernal, mas esta não tinha nenhuma alteração física. (Imagem: http://imageshack.us/a/img191/9376/ezekiel03.jpg ) A pequena criatura então flutuou à frente de Malak e Seeje. Movimento arriscado, já que, se não estivesse ao alcance da espada do guerreiro flamejante, Malak provavelmente poderia acertar a pequena criatura com suas flechas.

O brilho dela diminuiu, agora era possível ver os detalhes de seu pequeno corpo. Tinha as asas semelhantes às de uma libélula e falava com uma voz mais aguda e ligeiramente irritante. (Imagem: http://illiweb.com/fa/pbucket.gif )

- Sejam bem vindos à casa de meu mestre Ezekiel! Ele está ansioso em conhecê-los! Meu nome é Liten Älva! Ah, esta é uma experiência maravilhosa! Venham, sigam-me!

E a fada começou a voar em uma direção aleatória, esperando que fosse seguida. Seeje gritou pelos soldados, mas estes já eram incapazes de seguir ordens. Suas mentes mais fracas haviam sido dominadas por qualquer que fosse a força atuante ali. Pareciam crianças presas em um mundo de sonhos, perseguindo borboletas e colhendo flores. Seeje então fitou Malak.

- Seguir uma fada? Eu voto em queimarmos toda esta parte desta maldita floresta. Com certeza atrairá o tal do Ezekiel. Ou podemos fazer o jogo dele e seguir esta coisa irritante. Sua decisão, campeã.



Todos, menos Malak:

[ OFF: Confirmei com o Bruno/Renon, o que aconteceu com Malak não é de conhecimento de ninguém fora de Firelands. Portanto, apenas anulem a parte da ação do Zzrill onde ele dá essa informação. Oficialmente Malak apenas deixou o clã e ninguém sabe que ela está em Firelands. ]

Lei respondeu ao que Joshua disse:

- Faria sentido mandar o grupo de Zzrill primeiro, Joshua. O problema é que, para entrar em Firelands sem ser detectado, ele teria que fazer grande parte do percurso a pé. E este navio voador consegue fazer em algumas horas um percurso que o grupo dele levaria um dia inteiro para fazer. Talvez então pudéssemos levar o grupo de infiltração no navio e deixá-los em um ponto estratégico, antes de adentrarmos definitivamente o território deles, de forma que ninguém veja e que também não suspeitem de nós. Afinal, eles teriam que se preparar e...

A surpresa nos olhos do barbudo foi grande quando viu sua esposa Minami adentrar a Sala de Guerra. Lembrava-se claramente de que havia proibido a entrada de qualquer outra pessoa na sala.

- M-Minami?! - Quase engasgou com saliva. E virou-se aos demais. - Hã... Só um momento.

Foi até a oriental, quase que a impedindo de avançar mais, retendo-a em um meio abraço e falando num tom mais baixo de voz:

- Lobinha, o que você está fazendo aqui? Como você...? - E foi até o soldado na porta pedir esclarecimentos. Os Imperiais na sala poderiam ouvir os murmúrios da conversa e o soldado dizia que havia deixado a mulher entrar por medo. Medo por sua própria vida ou medo pela vida do comandante devido à possível retaliação da mulher, isso não ficou muito claro. Lei disse a ela por fim.

- Espere um instante, vou encerrar a reunião. - E voltou para perto da mesa de madeira. - Muito bem então. Zzrill, você e seu grupo irão conosco no navio e descerão em um ponto que achar mais conveniente. Temos alguns mapas de Firelands que, apesar de não conter toda e qualquer vila de lá, servirá para que defina um ponto mais apropriado de infiltração. Acredito que essa seja a melhor alternativa, Joshua, mas podemos discutir mais ideias caso tiver outras sugestões, hoje ainda ou amanhã no caminho. Terão o restante do dia para se prepararem. Vejo todos no topo da torre de observação amanhã de manhã quando, se os deuses permitirem, a embarcação estará pronta. Isso é tudo.

Ficaria ali na Sala de Guerra caso alguém quisesse rever alguma questão ou fazer alguma pergunta. [ OFF: São livres para interagirem entre si até este ponto. Mesmo assim vou avançar para alguns pra não enrolar o andamento do jogo. ]



Para Ahmik, caso retorne ao templo:

Assim que ouviu os passos de seu mestre, Lilyana correu na direção dele. Estava ansiosa para ouvir notícias da reunião.

- Mestre, que bom que retornou! E então, como foi a reunião?? - Deu uma pequena risada, tentando controlar-se. - Perdoe-me pela ansiedade, mestre. De qualquer maneira, adiei os cultos, temos o dia de folga. Venha, preparei um chá para o senhor. - Concluiu, apontando uma pequena antessala que havia em um corredor à esquerda da entrada do templo.



Para Sieg Hart, quando sair da Sala de Guerra:

Sieg veria um capitão teraniano dando bronca no soldado que havia deixado Minami entrar na Sala de Guerra. O soldado tentava explicar-se de todo modo, mas provavelmente apenas Lei teria o poder de evitar uma punição a ele. Assim que passou pelo corredor rumo à saída do quartel, foi interrompido por um dos soldados.

- Senhor Sieg? Sou eu, soldado William. Não me é permitido saber o conteúdo da reunião, mas, tenho que perguntar... Disseram-me que Minami adentrou a sala, isso é verdade?



Para Draennelle, caso retorne a seu aposento:

Wall estava no lado de fora do prédio de aposentos, braços cruzados e costas na parede. Olhava para o chão, o dedo indicador batendo insistentemente no braço oposto. Assim que avistou Drae, ele foi rapidamente até ela.

- Drae! Ou melhor dizendo... Amazona Imperial Draennelle, suponho. – Sorriu, fitando-a. – E então, como foi? – Roubaria um selinho, se conseguisse, antes de ouvi-la.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 04 Out 2012, 09:55

Zzrill

*Ele ouviu o Comandante falar até que uma inesperada interrupção ocorre: a mulher dele, Minami invade a Sala de Guerra, com toda certeza procurando o marido. Ele sorri levemente ao encontrar a mulher, mas a observa de longe, embora já tenham passado maus bocados juntos, quando enfrentaram Mizabel, o demônio. Esperou até que Lei terminasse para então falar. *

Bem, por mim está tudo bem, desde que os homens que me acompanhem sejam de Uris, para o caso de sermos capturados. E tenho mais um pedido, se não parecer um tanto fútil: Pelo que me consta, Firelands é um local muito quente e não me dou bem com locais quentes, por ser um drow. Gostaria que algum mago bem experiente com magias de trasmutação pudesse transmutar meu Manto-das-Sombras em algo que evite tanto o calor quanto o sol. *Ao falar no manto, um manto negro apareceu sobre os ombros dele, envolvendo o corpo dele em sombras. Ele colocou o capuz e somente os olhos ficaram visíveis, brilhando em vermelho no meio do nada. * Se é só, Lei, não tenho mais nada a incluir. Voltarei aos campos de treinamento. Se precisar de mim, Lei, ou estarei lá, ou nos alojamentos.

*Dito isto, a sombra que era Zzrill se esgueirou para fora da Sala de Guerra, mas não sem antes acenar para Joshua - quem tinha muito apreço e parar na frente da elfa chamada Draenielle e lhe falar em voz baixa. *
Encontre-me daqui exatas 3 horas nos campos de treinamento para arqueiros, para discutirmos sobre o que ouvimos aqui. Te esperarei lá. *E se esgueirou para fora, como uma sombra, assustando os soldados na porta - muito mais que Minami faria - e se dirigindo novamante aos campos de treinamento. Tinha muito o que fazer até a noite... *

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 04 Out 2012, 09:55

Joshua

- Claro, posso arranjar as pessoas necessárias para ti, Zzrill. Será melhor assim mesmo, realmente. E quanto à distância, Zzrill e seu grupo poderão usar as caravelas de areia até certo ponto para chegarem em Firelands. Uris possui mantos de resistencia ao calor, e poderemos juntar com tecidos para se camuflar com a areia assim que tiverem que seguir a pé.



Mas para Joshua, a presença de Minami significava uma coisa, que a volta da mulher tinha algo a ver com o que Voltaire tinha feito a ela. Dentro de sua mente, tudo escurecia conforme os segundos passavam. Joshua era o mais veterano de todos ali, até mesmo mais que Renon. Tinha presenciado o nascimento dos Cavaleiros Imperiais. E o pior, o animal interior de si rugia alto pelo fato do velho Justiceiro ter lhe mentido e mais, o fato de nada ter se resolvido. Sem transparecer nada disso, apenas disse umas últimas palavras antes de se levantar.



- Não sei se algum de vocês já chegou a enfrentar algum Cavaleiro ou membro da ordem de Apocalipse, mas espero que tenham em mente que, como num jogo de xadrez, um minúsculo movimento errado, e isso vai significar a morte definitiva. Não esperem ser ressucitados, todos eram treinados para sorverem a alma. Se alguma coisa restou dessa ordem antiga, definitivamente estejam prontos para fazerem não só o melhor, mas a sua excelente performance, seja diretamente ou indiretamente em combate. - Levantou-se, o mau humor quase imperceptível, embora feliz com o fato de Lei ter, alguma hora, reencontrado Minami.



Cumprimentou Zzrill da mesma forma que o Drow tinha feito a ele, se não tivessem perguntas, iria voltar para Uris, caso aquele homem que queria receber a benção não estivesse do lado de fora.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 04 Out 2012, 09:56

Draennelle

Draennelle não tinha lá muita escolha, nem muito conhecimento para tal, então limitou-se a ouvir e dizer 'sim' com a cabeça. Vez por outra passava os olhos no navio e se perguntava se não seria prudente cair fora daquela maluquice, mas alguma coisa lhe dizia para ir em frente. Ao ouvir a porta abrir-se, olha sobre o ombro, então acompanhando Minami, até ligar os pontos ao ver a reação de Lei. Deu um sorrisinho, entendimento entre mulheres. Assim que o comandante retomou a fala, deu-lhe novamente atenção, para somente falar quando Zzrill encerra o pedido.



- Concordo com Zzrill, e se não for demais, peço o mesmo. Pode parecer bobagem, mas ainda que apenas metade drow, o calor é um tanto mais que incômodo. Visto que vamos entrar em terras estranhas, com governantes não lá muito afim de diplomacia e enfrentando-se sabe lá o quê... Uma pequena vantagem ainda assim pode fazer a diferença.



O restante dos membros tendo dado suas idéias, vira-se para sair, não o fazendo de imediato pela interrupção de Zzrill. Murmura um "certo" e deixa a sala logo depois. Dali até o prédio onde estava instalada, foi pensando sobre a reunião e seu conteúdo, além de pensar no que o drow tinha em mente sobre a "espionagem". Vê Wall e sorri, devolvendo o selinho.



- Tá, pare com isso. Não é nada demais. - Não sentia-se confortável com toda aquela empolgação com algo que para ela não era motivo de trombetas e todo essa animação. - Escute, vamos comer alguma coisa. Vou dar um tempo contigo e logo preciso resolver algumas coisas.



A elfa almoçou com o soldado, passou um tempinho com o mesmo, não falando nada além de que na outra manhã estaria partindo pra resolver uma encrenca com os Imperiais. Literalmente, só estas palavras acerca da missão e reunião. Dedicou um tempo às tonfas com lâminas que levara e por fim se dirigiu ao local marcado com o drow, chegando alguns minutos mais cedo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

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