A Conquista (Encerrado)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 26 Nov 2012, 19:47

Zzrill

SE caso for nos ouvir sem torturas e sem prisões, eu aceito de bom grado ser levado até seu castelo. *Disse Zzrill. Seus olhos, que enxergavam tudo que era de magia nos mínimos detalhes analisaram os grilhões ígneos que foram postos no Comandante. Uma análise rápida mostrou que era um tipo comum de encarceiramento por fogo vivo, algo que devia ser comum por essas terras. Ele mesmo fora preso pelos mesmo grilhões, sem pestanejar, embora sua bonita capa que Joshua dera tivesse sido queimada no ato, revelando a armadura comum para arqueiros em terânia. Ardia muito, e ele não era muito tolerante á fogo, mesmo ele tendo origem mágica [ Coisa que drow tem imunidade ] mas ainda assim fez um esforço hercúleo para não demonstra dor ou incômodo.

Ele viu Joshua se esquivar dos grilhões e bradar para não ser preso. entendia o ponto de vista do Regente de Uris, que detestava todo e qualquer tipo de escravidão e tinha em seu território milhares de escravos libertos do jugo e da opressão. Mas desta vez era a vez de Zzrill pagar o favor que Joshua lhe fizera em lhe impedir que atacasse Malak. Se postou na frente do dragão e disse em tom baixo, mas frustrado * Sir Joshua, não há razão para fúria. Vê? *Ele se mostra agrilhoado. * Estamos todos no mesmo barco [ dããã~] então não se exalte. Pode ser que tenhamos uma pequena chance de Malak nos ouvir. *E então ele se voltou para Malak * Ouça-nos Senhora das Chamas. Veja a mensagem que trouxemos com atenção. é de um companheiro perdido, um irmão de armas perdido,chamado Drake Arcannis. Ou, assim me parece ser. Poderia ser um embuste... Aliás é mais isso que me parece. *

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 27 Nov 2012, 11:06

Sieg

- Não tenho conhecimento do que aconteceu em sua passagem com os imperiais, mas um erro não justifica outro.

E antes que concluisse sua frase, era tomado por aquelas correntes de chamas. Dava algo que mais parecia um urro contido e caia de joelhos, sentindo a roupa queimar e suportando a dor rangendo os dentes a sua forma. Claro podia ser pior mas...Aquilo era realmente necessário?

- Julga os imperiais e faz algo que consideraria desumano se a situação fosse inversa... Você mudou seu destino para tornar-se isso...E acredita ser alguem melhor, porque suas causas são melhores ou mais justas do que as nossas? Isso é completamente ilógico, seu lado não é melhor que o nosso ou vice-versa.

Sacerdotes do tempo estavam acostumados a bancar os observadores, não reagir e apenas aguardar. Sieg entretanto lentamente parecia alterar o tom de sua voz, e aquele pedido de Tana...Ele se levantou com tanta energia que até surpreendeu um dos guardas proximos a ele, observando o sacerdote com atenção que encarava a antiga arqueira imperial que agora era a lider dos guerreiros que defendiam a nação das chamas.

Mas Sieg não era apenas mais um observador, ele era diferente.

- Essa é a sua justiça? Até esse instante não haviamos oferecido resistencia, essa é a forma que considera "apropriada" para nos prender? Quando vi seu exercito, acreditei que era um contigente desses por precaução, mas não se trata disso. Você sente algum tipo de necessidade de mostrar sua superioridade? Acha que caso Lei, Joshua e eu quisessemos não poderiamos ter reagido a altura a sua "abordagem"?

Permanecia sem se mover um milimetro enquanto falava, demonstrar uma ação ofensiva juntamente com aquiloseria arriscado demais,e não colocaria os demais em risco.

- Tana, não de a eles a satisfação de ve-la sofrer....Aparentemente a "campeã" de Firelands aprecia esse tipo de atitude, claro que deve ser algo muito prazeroso envolver em chamas adversarios quando se tem uma vantagem tatica. Realmente não havia razão para o atual arqueiro imperial medir forças com você por quaiquer razões...Ele seguiria superior a você mesmo que o derrotasse por 100 vidas...

Olharia para Tana, não havia nada que pudesse fazer naquele moemento, e daria um ultimo olhar em direção a Malak, para em seguida seguir conforme o guarda o tirava do barco. Caso não o fizesse, o proprio Sieg Hart inciava o movimento de sair dali, esperando que o guarda o guiasse. Nada que Malak dissesse mudaria os fatos, e sabia que as palavras dele estariam sendo negadas por algo mais influente, o proprio passado dela.

- Não posso julgar Joshua...Talvez até mesmo não ter acesso aos meus poderes arcanos nesse momento tenha sido de valia para impedir que eu tivesse uma reação mais drastica...

Direcionava o comentario a Zrill, apesar de estar de costas para tudo aquilo. Certamente se não fosse as propriedades do local seria o primeiro a lutar ao lado do regente devido as proporções que a situação tomava.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 27 Nov 2012, 11:07

Malak

Malak literalmente bufou diante de novos protestos. Queriam ser recebidos com banquete e flores, no mínimo… Olhou Lei mais uma vez, imaginando que em algum momento ele tomaria as rédeas da situação com os Imperiais. Olhou o conjurador que há pouco a abordou e ordenou mais uma vez:

- Levem o orbe. Quero ver o que há nele.

Olhou a gairsa e indicou a saída do barco com um movimento de cabeça. Sim, ignoraria todos que repetiam aquela mesma ladainha. Não tinha mais paciência e melhor seria sair antes de cometer alguma besteira maior com aqueles que estavam mesmo merecendo.

- Vamos. Leve-me de volta ao castelo. - disse à gairsa, já de costas para o grupo de Imperiais. Não, não estava nada, absolutamente nada preocupada com as ameaças e o show de Joshua.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 27 Nov 2012, 11:07

Ahmik

Ahmik não ofereceu resistência, imaginava que a mínima chance diplomática merecia um pequeno sofrimento, as correntes lhe queimaram o couro de Wyvern que vestia, era uma triste perda e aquele fogo constante irritava sua pele, no entanto a dor de seu ritual o dera certa resistência e acabou por não se importar com aquelas chamas, principalmente após a redução da intensidade. Olhou os demais Imperiais se defendendo, Joshua parecia um tanto fora de si, esperava que ele não fosse tão inconsequente quanto Zzrill, agora eles estavam bem pior e nem ao menos conseguiriam atacar, seria um massacre de Imperiais. Virou-se, procurava se acalmar mais ainda, teriam que conversar com Malak, se é que ela convidaria os demais. Tinha que passar a informação a Lei, por isso, se o visse durante o caminho para fora se desviaria até ele, se assim lhe fosse permitido e falaria sobre as informações arrancadas do corpo morto:

- Imperial, além das informações que lhes contei ainda resta uma, a qual não tive tempo de compartilhar, nós sofremos o ataque a mando de um homem chamado Domo Halosis, talvez seja importante saber esse nome.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 27 Nov 2012, 12:10

Draennelle

Draennelle não disse nada, deixando quaisquer consideração para si, apenas observando atentamente a reação de cada um ali, inclusive Malak. Não sabia mais o que dizer, pelos comentários do comandante e da Campeã, o Império não parecia um mar de rosas, afinal. Aliás, parecia ter MUITA sujeira ali no meio, coisa ou outra que ela já tivera um gostinho. Repensava sobre o que fazia ali, tentando se lembrar de um motivo no mínimo razoável para agora aturar o incômodo dos grilhões de fogo no corpo. Bom, não se lembrou de nada, a não ser acompanhar Wall no que parecia uma grande coisa. Grande coisa sim, ela pensava, agora ironicamente. Se sair dessa história de Firelands e Apocalipse e tudo o mais, considerava firmemente enfiar o brasão goela abaixo de Keylosh e dar o fora daquele circo. Novamente calados os Imperiais, seguiriam caminho, então ela dá uma olhadinha para baixo, constatando boa parte do tecido queimado, praticamente coberta pela telinha da malha. Suspirou e pensou "só faltava essa".

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 27 Nov 2012, 12:36

Joshua

- Hmpfff... essa meretriz de imperador não terá salvação, não se depender de mim. - Afinou os olhos. O fato de Zzrill se intrometer, acabava evitando quaisquer tragédias, mas a irritação no dragão estava bem claro.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 27 Nov 2012, 20:24

Malak

- Meretriz? - Malak parou, ainda de costas para todo o grupo de Imperiais.

Virou-se devagar, olhando diretamente dessa vez para Joshua e sorriu. Sim, sorriu e prestou uma breve e cínico "reverência".

- Pois essa meretriz que vos fala acaba de lhe conceder a melhor hospedagem possível e por um período ilimitado. Alguém tão nobre, tão correto, tão justo não pode ficar em local comum. Espero que aproveite a vista das nossas belas terras e nossos belos rios.

Olhou o guerreiro e o conjurador mais próximos, agora outra vez séria.

- Esse "nobre" homem tem as qualificações necessárias para a permanência na nossa melhor cela. Levem-no para a 'Flagellum folis'. Sem nada. NADA.

Dito isso, Malak voltou a seguir para fora do navio. Já esperava que a gaisra estivesse pronta para que partissem.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 27 Nov 2012, 20:25

Joshua

- Ohhhhhh, toque num assunto frágil? Me desculpe, não tive intenção de chamar a meretriz de meretriz... Ou será que estou enganado? Afinal foi oferecer o corpo para um imperador e gerar um bastardo, não? Não passa de uma meretriz ainda assim. - Não importava mais àquela altura. Sarcasmo e ironia misturaram no tom do draconiano de imediato. - Afinal, age como uma meretriz que subiu ao poder rápido, dando o que pode, o corpo. E agora que tem o poder todo, faz questão de querer humilhar a todos que estão sob o comando de quem te usou como uma meretriz. Que lástima, a grandiosa e tal poderosa campeã de Firelands não passa de uma meretriz que todos beijam seu pé só aqui, quando se quer sabem que ela poderia vencer qualquer um imperial que veio hoje diretamente em missão diplomática. E claro, erramos ao entrar no território sem nem avisar, mas age como uma meretriz sem classe, sem postura, sem lógica por que? Agora que tem tanto poder, se quer vai saber como controlar TAAAAANTO poder. Por que será que age assim? Não parece ser alguém que tenha uma vida social. Uhhh... Será que a campeã de Firelands, a ex-arqueira imperial, a grandiosa mulher aqui é toda cheia de soberba para esconder algo? Algo que fará questão de esconder já que é um ponto fraco? Tsc, tsc, tsc, teu mundo vai continuar cinza. E quanto menos imaginar, estará sozinha mais do que nunca.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 27 Nov 2012, 20:26

Malak

Malak não parou para responder a tantas ofensas. Agora iria sim rumo ao seu castelo e deixaria para tratar do comportamento de Joshua com mais "carinho" em breve.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 28 Nov 2012, 05:59

Sieg

- Isso explica algumas coisas...

Comentava com voz baixa próximo de Lei, ou se não fosse possivel estar perto do responsável por todo aquela operação, Zrill ou qualquer outro imperial, talvez até mesmo sozinho, não era importante. Mais uma vez parecia em seu "normal" habitual, apenas observando a cena como um espectador, afinal de contas nada do que fosse feito ou dito realmente iria fazer diferença em um momento daqueles.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 28 Nov 2012, 16:32

PARTE 18

Todos


Lei ouviu o nome citado por Ahmik e o guardou na cabeça. Ao ouvir o nome novamente, o bandido, que agora estava tão preso quanto os soldados teranianos que o seguravam anteriormente, teve nova reação. Ele teria que ser arrastado, já que era incapaz de andar por si só, dado o estado de sua perna direita. Quando os soldados flamejantes passaram com ele perto de Lei e Ahmik, o bandido, ainda gemendo de dor, disse aos dois:

- Eu não sei como sabem disto, mas esse crápula armou para nós! - O "crápula" era Domo e o "nós" provavelmente se referia ao grupo dele, os Salamandras. - Ele sabia que não conseguiríamos derrotar vocês! Mandou-nos para a morte certa! Ele é poderoso, se encontrarem esse desgraçado, acabem com ele! Acabem com ele! - E foi assim, gritando como um louco, arrastado para fora do navio e pela rampa até lá embaixo.

Lei mal acreditou no que estava saindo da boca de Joshua. Já havia considerado que Zzrill conseguira um pequeno milagre ao impedir o draconiano de atacar todo mundo, mas o que ele estava fazendo agora era igualmente estúpido. Lei o fitou e disse, visivelmente irritado, e teria usado as mãos para gesticular, se não estivesse preso:

- Joshua! O que diabos está fazendo? Que tipo de atitude infantil é essa? Você repreendeu Zzrill pelo impulso dele, mas o que faz é até pior! Não se espera isso de uma criatura tão antiga como você, principalmente considerando tudo o que está em jogo neste momento!

Tentou falar com Malak novamente, mas ela já havia saído na direção de sua montaria. Um dos flamejantes pegou o orbe das mãos de Draennelle e o levou. Tana ouviu as palavras de Sieg e tentou se controlar. Lilyana disse a ela que as algemas doíam pouco agora e isso ajudou bastante. A engenheira finalmente cedeu aos grilhões e foi escoltada para fora.

Ao chegarem ao solo, havia duas carroças paradas à frente da grande rampa de madeira e sobre cada uma delas havia uma gigantesca jaula que, supunha-se, foi bastante usada para carregar bestas enormes no passado. Todos os Imperiais exceto por Joshua (Ahmik, Sieg, Zzrill, Drae e Lei) foram colocados em uma das jaulas e o resto da tripulação na outra jaula, incluindo Tana, Lilyana, o mascarado, e dois bandidos saqueadores ainda vivos. Cada carroça era puxada por uma besta flamejante gigante que, apesar do tamanho, conseguia se deslocar em uma velocidade incrível.

Tana chamou por Sieg durante o trajeto até sua carroça e Lilyana ficou perto dela o tempo todo, fazendo o papel de protetora na medida do possível. O mascarado, naturalmente, ficou olhando para Draennelle e parecia calmo, apesar da situação preocupante. Ele não interagia com outros soldados, clérigos ou engenheiros na jaula. Preferiu se isolar e permanecer em silêncio.

Assim que Malak se aproximou de sua montaria, que ainda estava em sua forma humanóide, a gaisra comentou com sua Senhora:

- Aquele que a ofendeu é um dragão, como eu, mas não tenho certeza se ele tem orgulho demais de servir seu reino ou se não possui nenhum. Outros dragões no passado já me disseram que sou inferior porque não sou livre, mas eu zombo destas afirmações. Nenhum deles recebeu a completa confiança de seus reinos ou foram chamados apenas quando necessário. É uma grande honra servir à Terra Flamejante e a você, minha campeã. - Ela se transformou em seguida, deixando que Malak a montasse, e começou a voar rumo ao castelo.

Dez soldados flamejantes foram escoltando as carroças, cinco para cada uma. Os outros vinte permaneceram no local. Dez destes adentraram o navio e o vasculharam, tentando subtrair qualquer coisa de valor, segundo Malak ordenara. ( Se algum personagem tinha algo valioso em seu aposento no navio, o objeto foi levado pelos soldados) Os outros dez se posicionaram ao redor de Joshua. O conjurador entre eles apontou a palma da mão e as correntes de Joshua afrouxaram, caindo a seus pés. Ele disse então:

- Você ouviu a Senhora das Chamas. Tire tudo. Veremos se teranianos são tão resistentes quanto dizem que são.

Além dos dez soldados, ainda havia bestas gigantes e criaturas aladas vasculhando a região da fronteira. Joshua podia ouvir os sons vindos de dentro do navio. Os soldados não eram tão gentis ao explorar o interior da embarcação.

Enquanto isso, nas jaulas, o calor era ainda mais terrível. Agora estavam ao nível do solo e as carroças passavam rente a rios de lava borbulhante, o que piorava a situação. As duas bestas corriam próximas uma da outra e era possível para os integrantes de uma jaula avistar os da outra, mas não era possível ouvi-los ou trocar qualquer tipo de diálogo. Na jaula dos Imperiais, Lei estava de cabeça baixa e a ergueu apenas para falar aos outros:

- Eu sinto muito que estejamos passando por tudo isto. Talvez não tenha sido a melhor das ideias, mas Drake ainda precisa de nós e Apocalipse precisa ser combatido. Nós voltaremos com ele. Voltaremos com todo mundo! (Os personagens na jaula são livres para trocar diálogos nesta cena)

De repente, uma grande explosão aconteceu não muito longe, exatamente no rumo de onde ficava o castelo. Foi uma explosão grandiosa e visivelmente causada por magia. O som ecoou por todo aquele vale devastado pelo qual passavam e todos ali chegaram a sentir parte do impacto, quando a terra tremeu ligeiramente. Joshua e os soldados ao redor dele também perceberam a explosão e, apesar do impacto não ter chegado até ali, o clarão e o som eram bem perceptíveis. Os soldados até mesmo se esqueceram de Joshua por um momento, temendo que outra frente dos Imperiais atacava por outro local. (Imagem: http://img703.imageshack.us/img703/940/firelands04.jpg)

Malak estava alada e tinha a melhor visão. A explosão aconteceu no mesmo ponto onde o castelo fica, mas não era possível dizer se o próprio castelo havia explodido ou se o impacto foi em algum ponto ao redor da construção. Também não era possível dizer quem havia desferido aquele ataque: Os invasores do castelo ou o exército liderado por Seeje.




Todos, menos Joshua

Supondo que Malak e sua comitiva continuassem viagem, conforme se aproximavam da área da explosão, o estrago ficava mais claro: Havia corpos de soldados de Firelands e bestas flamejantes espalhados por todo lugar. Quando a fumaça vermelha se dissipou, foi possível notar que, felizmente, o castelo ainda estava inteiro. Mas grande parte do exército de Malak fora dizimado.

O restante do exército estava parado ao redor do perímetro da explosão. Entre os soldados, conjuradores e bestas mágicas, estava Seeje, saindo de debaixo de blocos de terra queimada e cinzas. Estava ofegante e tinha uma expressão de surpresa e impotência, algo extremamente raro para ele. Se Malak continuasse no ar, ele faria um sinal para que ela pousasse imediatamente. As bestas que carregavam as jaulas parariam próximas dali e aguardariam. O castelo ficava em um ponto alto do terreno que não chegava a ser uma colina, mas era o suficiente para dar vantagem geográfica absoluta em relação a qualquer outro ponto ao redor para quem atacasse dali.




Apenas Malak

Caso Malak se aproximasse, Seeje falaria com ela, ainda ofegante e apoiando o próprio peso na espada fincada no solo:

- Eu confirmei com meus próprios olhos. É o maldito Domo Halosis em nosso castelo! Eu não sei como, mas o exército dele apareceu ao redor do castelo sem que nossas defesas o detectassem. Como ele conseguiu isto? Suas forças não são como aqueles soldados que o escoltaram antes. Os homens dele... Não são homens. São criaturas disformes. Aquilo é algo... Maligno. E há algo pior.

Seeje apontou para a torre mais alta do castelo de onde era possível ver todo aquele vale flamejante.

- Há algo ali muito poderoso. Algo que pode disparar... Coisas. E essas coisas explodem. É impossível avançar enquanto aquilo estiver funcionando!

Um dos soldados que acompanhou as carroças se aproximou de Malak e Seeje. Carregava o orbe que continha a mensagem de Drake Arcannis. O orbe emitia um brilho alaranjado e oscilante, um comportamento que o objeto não tivera até o momento.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 29 Nov 2012, 07:00

Joshua

- Não Lei, nós realmente não estamos desesperados ao ponto de precisar de aliados como os de Firelands. Você não esteve aqui quando os primeiros códigos de conduta foram criados. Os imperiais acima de tudo são guerreiros que foram nascidos para combater os agentes do Apocalipse, diferente dos Justiceiros Sagrados que viveram tempo demais para se tornarem corruptos e deixaram de ser homens de combate. Mas agora está mais fácil ver por cima o que uma mulher irresponsável e nada sábia vai levar para toda sua nação. Esta é a diferença que permanece desde aquele tempo onde só existiam os AoAs e os JSs... quem tem mente aberta e quem não tem essa capacidade. É só questão de tempo para tudo cair. A história disse, redisse, contou, recontou várias vezes o quão falho é um líder que não soube pensar passos a frente por que o poder lhe subiu na cabeça. Enfim, por causa de Uris, não me entregaria, mas a vida de outros e o transporte aqui dependem de gestos. Não quero pior do que está para os outros, embora não importe o que fosse acontecer comigo.



Viu Lei ser levado enquanto era deixado para trás. Lamentava por Tana, aquele navio voador dela ser cuidado tão bem por homens que não respeitavam sob liderança de uma mulher que ele agora desprezava mais do que nunca. Respirou fundo, foi solto, e esse agora era o maior erro dos soldados de Firelands. Eram tantos, e ainda haviam deixado Joshua com a armadura.



- Elementos da ordem... peço que me emprestem um parceiro para enfrentar essa desigualdade perante a tantos seres hostis. Para derrubar e pendurar cada um, sem matar, esses seres que só sabem obedecer e maltratar os outros devem aprender o castigo, o mesmo castigo que as tribos escravizadoras sofreram. Me ajude, thraethurirl... - A princípio poderia parecer só uma recitação qualquer, ou pior, como não envolvia ingredientes para conjurar uma magia, tornava-se apenas um delírio verbal do dragão, mas era diferente de magia, era um contrato que o dragão tinha, era uma aliança, uma habilidade. Joshua não deixaria barato para aqueles soldados. E por assim, deixaria agora o que estava vir para terra. - VENHA! - Clamou mais alto e como uma habilidade natural dos draconianos azulados, invocou um elemental digno de sua própria altura na forma draconiana. Os ventos se concentraram num corpo só, ainda disforme.



[ http://fc05.deviantart.net/fs70/f/2010/036/1/5/Air_elemental_by_javi_ure.jpg ]



Joshua tinha acabado de invocar um elemental do ar[vento]. Os ventos que mal eram possíveis de se ver, davam a forma a uma mulher e acertar essa figura tornava-se difícil já que não era algo diretamente sólido, e por isso tornava os próprios elementais do ar tão perigosos quanto os assassinos ou dançarinos mais esguios, e ao mesmo tempo, forte como um minotauro. Lançaria o elemental para atacar os soldados de Firelands, mas não para matar, apenas para enterrar cada um até o pescoço onde o solo permitia. O ar quente certamente faria eles terem mais dificuldade de respirar do que de costume. Mas agora sua próxima concentração eram os voadores, mas seu foco se perdeu com o tremor de terra e a explosão colossal.



- Mas hein? Ataque discreto. Há, eu avisei que ela ia ficar sozinha, mas não achei que ia ser tão rápida assim. - Olhou para os outros que certamente estavam se esquecendo do combate e também parou seu elemental. - E o que foi? Não vão ir dar suporte a quem precisa? Ou são tão cegos em obediencia para quererem me derrubar? - Afinou os olhos, estava pronto para continuar se quisessem. - Não sei quem organizou isso, mas essa briguinha da sua campeã nunca vai valer a pena continuar. Aconselho a liberarem meus colegas se querem ajuda, por que eu não pretendo dar “muita” assistencia. - Deu um suspiro cansado daquela intriguinha pessoal. Se Malak tivesse visto logo o conteúdo da orbe, certamente teria entendido o recado antes, mas não, ela conseguia ser pior, a atitude típica de gente que ele desprezava.



E como ainda estava do lado de fora ainda do navio, foi direto para lá, entrar de novo, mas dessa vez arrancar os homens que ainda estariam dentro se não tivessem tratado de sair logo para saber o que tinha acontecido, iria expulsar. O dragão ali aprendeu bastante durante a vida e da pior maneira e era de respeitar quem respeitava-o devidamente de volta. Dissipou o elemental de ar caso os soldados de firelands tenham saído e transformou-se em dragão para voar diretamente em direção das jaulas, curioso com os estados dos outros teranianos e imperiais.

[Adendo:]

Joshua entraria no navio de maneira mais sorrateira possível. Sabia que usar qualquer coisa brusca compremeteria mais o navio e por isso precisaria caprichar em como apagar os soldados. Voou rápido e de leve, usando uma magia de flutuação e foi até o primeiro soldado para descer de imediato, uma pancada atrás da cabeça para desiquilibrar o mesmo de imediato [stun attackkkkk \o/]. Faria tão logo com o próximo se pudesse, e se não conseguissem, deixaria de flutuar e correria para fora, sempre provocando os que sobraram.


Última edição por Admin em Sex 30 Nov 2012, 13:55, editado 1 vez(es)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 29 Nov 2012, 07:06

Malak

Malak não voltou a olhar os prisioneiros, mesmo se Joshua insistisse em ofendê-la ainda mais ou a tentar iniciar uma batalha qualquer. Ele definitivamente não era uma preocupação e nem uma prioridade para a campeã. Ouviu com atenção as palavras da gaisra, sorrindo brevemente apenas no fim.

- Definitivamente ele não honra a raça a que pertence. Não a honra como você. Agradeço e aprecio sua fidelidade, muito importante nesse momento. – respondeu-a antes de vê-la se transformar. Seguiria em sua montaria com os olhos fixos no horizonte, em onde estava sua morada.

Surpreendeu-se com a explosão, permanecendo tensa até que conseguisse ver o castelo inteiro. Um pouco de alívio que durou apenas até o momento em que viu todos aqueles soldados e guerreiros mortos. Percebeu quão séria era a situação ao ver Seeje daquele modo, com aquela expressão inesperada para alguém tão arrogante e prepotente.

Desmontou assim que próximo ao mestre de armas, séria, irritada. Aliás, irritação resumia bem o estado de espírito da mulher durante toda aquela situação. Em silêncio por mais alguns instantes, observou o orbe e sua mudança de comportamento agora que boa parte de tudo estava esclarecido.

- Ative esse orbe e solte os Imperiais. E não OUSE me contestar agora, Seeje. NÃO OUSE! – nunca havia falado com toda aquela ênfase, com todo aquele ódio por tudo o que estava acontecendo diante de seus olhos e fora de seu controle. – Uma única palavra, um único olhar que me diga que duvida do que faço, julgo ou ajo custará sua vida. Aqui e a partir de hoje. Obedeça!

Todo o desgaste causado por aquele episódio, pelo comportamento do dragão que nem mesmo conhecia e a lembrança de recorrentes desafios por parte de Seeje haviam sido suficientes. Se Malak já não estava muito “benta” naquele dia, tudo acabava de piorar ainda mais

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 29 Nov 2012, 07:09

Ahmik

Assim que ouviu o ladrão, Ahmik se calou, apenas observou aquele homem se debater e seu olhar aos poucos ir perdendo a razão. Talvez até mesmo aquele homem os ajudasse, uma boa quantia de dinheiro, ou talvez a liberdade fossem preços que ele estivesse disposto a oferecer depois de quase ser morto e agora sofrer nas Firelands. O Amenti prosseguiu o caminho indicado, estava achando tudo desnecessário, mas nada como um show pessoal para promover o próprio poder, chegava a ter náuseas quando pensava nisso, a única vez em que lutou com Malak, lembrava-se, ela era muito diferente, na verdade o oposto de uma crápula Regente. As coisas mudam enfim.

Entrou na gaiola, o calor lhe incomodando amargamente devido a pureza de seus sentidos desde de o momento em que renasceu, suava como se fosse o pior dia do verão. Olhou Lilyana e acenou com a cabeça em despedida, depois olhou para frente. Ainda estava ressentido, e ficaria assim por algum tempo, durante a estada em Firelands, não teria tempo de elaborar a raiva de ser desrespeitado. Ele seguiu calado, apenas observando por onde passavam, os caminhos áridos e os rios borbulhantes de lava, se perguntava quem em sã consciência gostaria de conquistar aquelas terras.

- Não sei mais se isso aqui se trata de algo real ou se andamos pelos delírios de grandeza de um homem, será mesmo que Drake está vivo!? Até agora me pergunto como esse tal Domo soube de nossa vinda -respondeu a Lei.

As peças do quebra-cabeça começavam a se juntar, no entanto ainda existia a pergunta não respondida de qual era a realidade ali e o que era forjado, teria que esperar mais um pouco para concluir, além do mais, eles não tinham escolha a não ser esperar mesmo.

Ahmik calou-se, logo em seguida aquela explosão, ele ficou perplexo, louco para correr até lá e saber dos fatos, de sanar sua curiosidade, mas aquela carroça demorava um tanto mais. Quando se aproximaram conseguiu ver a destruição, e estava espantado por simplesmente não ter milhões de lutadores ali, ou pelo menos 5 grandes magos para elaborar uma explosão daquela magnitude.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 29 Nov 2012, 07:11

Sieg

- Sendo que reuniu os imperiais que achou "mais aptos", me pergunto como seriam aqueles que dispensou comandante...

Mais uma vez um comentário sem tom de sarcasmo direcionado a lei, aquele pensamento devia ter passado pela cabeça do mesmo pelo menos algumas vezes durante aquela missão.Nada mais era dito a medida que se afastavam rumo ao seu futuro "cativeiro". Tana a medida do possível havia se acalmado e poderia perceber mesmo de longe um sorriso no rosto do sacerdote a medida que eles adentravvam nas jaulas por uma fração de segundo, que faria pensar se era apenas uma impressão ou não. Quem sabe ao certo?

Passava o resto do tempo apenas seguindo conforme era orientado, não parecia carregar coisa alguma e revista-lo apenas confirmava essa impressão. Enquanto Lei falava, Sieg estava sentado em um dos cantos olhando para baixo com suor escorrendo de forma a pingar pelos cabelos coloridos naquele tom azulado estranho naquele mundo. Talvez fosse o menos resistente fisicamente dos presentes, então poupava suas energias para queando fosse realmente importante.

- Não chega a ser uma reação de todo surpreendente por parte da "campeã" de Firelands. Não que isso torne justificavel...

Dessa vez era claro perceber que ele falava a palavra "campeã" se referindo ao título de Malak como se a colocasse ali apenas por formalidade, não acreditando na veracidade daquéle título. Ouviria o que os demais falavam sem demonstrar grande reação, até mesmo a explosão apenas fazia com que ele erguesse a cabeça. Tão logo os guardas abrissem a jaula, aguardaria os demais sairem enquanto se levantavam.

- Ocorreu mais cedo do que eu pensava. Teria a campeã reconhecido nossa história ou apenas precisa de auxilio?

Todos podiam ouvir mas não se direcionava para ninguem em especial, tão logo saisse procuraria com os olhos a outra jaula com Lilyana, Tana e o resto da tripulação. Se possível se aproximaria para ver se estavam bem, não eram tão aptos em combate como os demais e era necessário um cuidado com sua segurança, até mesmo porque Tana e Lilyana não pareciam do tipo que ficariam paradas sem tentar participar de tudo...

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 29 Nov 2012, 18:37

Zzrill

* Sem nenhuma palavra, Zzrill cpntinou seu trajeto até a jaula ardente, enquanto Joshua iniciava uma briga com Malak. Aquele que um momento atrás impedira o drow de 'esfriar' a cabeça de Malak agora só a aquecia mais. Dentro da jaula, ele ouviu o comentário de Sieg e bufou. * Certo, Sieg Hart. Acho que todos aqui tem um certo pendor para batalha. Ou para deixar amigos e inimigos estarrecidos com suas ações. Mas quem sou eu para julgar alguém?



*Ele acompanhava Sieg Hart de perto, pois ficara curioso acerca do sacerdote. E tinha algumas coisas á perguntar para o mesmo. * Verdade, Sieg. Vendo pelo ponto de vista de Malak Nawar, somos invasores no território dela. Mas a 'justiça' sempre está do lado 'correto' certo? Se perecermos aqui, ela estará certa. Se fugirmos, vencermos ela e destruirmos o centro de poder das Firelands estaremos certos. Um tanto quanto confuso, não? *Nem mesmo ficara tempo demais na jaula quando uma explosão chamou a atenção do drow. * É... as coisas parecem quentes por lá. E não é por causa do fogo que corre no chão! * Assim que o guarda abriu a porta Zzrill passou como um raio se postando á alguns metros da mesma *



MALAK! *Gritou para ser ouvido pela mesma * ESSA FOI SUA MELHOR DECISÃO HOJE! * E se voltando para os imperiais que ainda estavam na gaiola, ou já tivessem saído. * ÁS ARMAS. TERÂNIA! UNIÃO PELA FORÇA, FORÇA PELA FÉ,E FÉ PELO IMPÉRIO! * Bradando alto o lema dos Cavaleiros Imperiais, Zzrill ergueu as mãos novamente para o céu. Ficara coisa de dez segundos assim, para concentrar e comprimir toda a energia da trama que pudesse naquele tempo. A trama reagiu á isso, se revelando como uma rede energética sob os pés dele

e mandando diversos fios ao redor dele, o encerrando em um casulo energético. alguns segundos depois ele rompera o mesmo, se revelando novamente.




Não parecia o drow que estava á pouco ali. a armadura que ele usava tinha ganhado uma nova capa, branca, detalhada com vária linhas azuis retas em diversos angulos e posições. Duas projeções de energia similar á asas saiam das costas dele esticando-se,[ http://th01.deviantart.net/fs70/PRE/i/2012/122/6/0/quincy_vollstandig_by_aerial_and_brain-d4y9ugc.png ( Só esqueça o uniforme nazista do carinha aí. . Só as 'asas' e o círculo é que importam xD )] mas não tinha o poder para voar, e sim sua função era outra. E, um pouco acima da testa dele, colada na cabeça um estranho círculo com uma cruz de cinco pontas dentro brilhava na mesma energia do arco dele. E falando nisso: o arco tinha a mesma forma do círculo: um círculo com uma cruz de cinco pontas dentro. *




ÁS ÁRMAS, ÁS ARMAS! *Ele não incitava só os terânianos, mas também os soldados flamejantes das Firelands, que ainda conseguiam segurar uma arma e se manter de pé. *

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 30 Nov 2012, 07:08

Sieg

- Todos sempre dizem ter razões para coisas que mais tarde tratam como erros, quando na verdade são apenas escolhas... A assim chamada Campeã de Firelands acredita ter reconstruido seu destino, mas recusa a deixar o passado para tras. Ela não superou, e ainda esta presa a ele. Malak Nawar pode aparentar o quanto quiser para os outros que é uma nova pessoa, mas ainda carrega dentro de si o que era. Ela esta tentando provar para ela mesma que as coisas mudaram, mas "auto-afirmação" sempre é algo complexo. Como disse, até mesmo um combate entre vocês dois do meu ponto de vista não provaria mais nada em seu resultado...

Falava calmamente olhando para baixo. Também não julgava ninguém, era mais como "notas do observador", como se escrevesse um diario em voz alta, aqueles que estivessem interessados em ouvir. Senão, pareciam apenas reflexões um tanto distantes, direcionadas ao vento. Apenas fazia esse comentário antes da cena que se iniciava a seguir

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 30 Nov 2012, 07:34

Draennelle

A elfa olhou o homem ser arrastado aos berros, gritando sobre armadilhas e Domo. Mais alguém enganado na história, além deles e Malak? Afinal, quê tava acontecendo? Ficou olhando o bandido, que esperneava e já dizia coisas desconexas. Teve a atenção voltada imediatamente para Joshua, quando a paciência deste explodiu, observando-o em silêncio e sem interferir. Concordava com os motivos do dragão, possivelmente faria o mesmo se não estivesse com os pensamentos distantes. A atitude da Ex-Imperial era absurda, os empecilhos todos para uma diplomacia decente eram absurdos, estar ali também o era. Afinal, qual a boa razão para estar metida nessa coisa toda, boneca? Novamente não viu motivos muito fortes. Agora já estava ali, paciência. O falatório de Lei e Zzrill pareciam zumbidos em seu ouvido, porém a chamou de volta para o que se desenrolava. Malak já se afastava e o comandante falava praticamente sozinho. Franziu o cenho, a cabeça já começava a doer e o humor estava se esgotando. Engoliu um "cala essa matraca", entregando o orbe para um dos flamejantes. Começa a escolta para descerem do navio, exceto pelo dragão. A elfa resistiria por alguns segundos, não querendo deixá-lo sozinho naquela situação, no entanto teve de ceder e ser retirada. Talvez uma nova baderna só piorasse as coisas, teria de se contentar em procurá-lo e ajudá-lo depois, caso não o fizesse sozinho. Por fim, desce, escoltada, tendo o mascarado de igual modo logo em frente. O olhava, pensando na identidade do mesmo, passando em mente os candidatos possíveis para tal vaga. Tentava rejeitar o que parecia óbvio, e o gosto amargo do medo por alguém querido lhe desceu pela garganta -imaginava que engolir a lava daquela terra não doeria tanto quanto a impressão que sentia no esôfago e estômago, este último parecendo uma espécie torta de coração, contraindo e dilatando. No chão, duas carroças os esperavam, e o grupo foi dividido. Para começar, em condições "normais", Draennelle não aceitaria se render assim, e faria o maior auê caso cogitassem colocá-la em uma jaula... Só que não, aquelas condições estavam longe de "normais". Entraram nas respectivas jaulas, a elfa se acomoda e vê o mascarado na outra cela, a encarando. A sensação de que estava terrivelmente certa sobre a suposição trouxe outra vez aquele gosto, que agora descia garganta abaixo como se carregasse vidro moído junto. Assim como ele, sentou-se quieta em um canto da cela, mantendo os olhos no homem. Este, por sua vez, era como se pudesse ler todos pensamentos e ver todos sentimentos nos olhos de Drae, na expressão facial e o modo tenso como os ombros se colocavam. Draennelle não demonstrou ouvir o comentário de Keylosh, e realmente não processaria a informação ainda, o cérebro automaticamente guardando-a em um canto. Como dito, ela permaneceu em um canto, sentada e a fitar o mascarado, desviando os olhos deste apenas ao ouvir a explosão. Levantou-se de imediato, olhando de canto para o homem e depois para o restante do seu grupo, tanto na própria jaula quanto na ao lado. Assim que a fumaça vermelha se dissipou, viu os corpos espalhados pelo chão e olhou na direção do castelo. É, a porra ficou MUITO séria. Os grilhões se dissipam, e enquanto saía da jaula, prendia as tonfas aos antebraços. Zzrill já fazia a ceninha de sempre [hahahha Will, sabe que te amo <3] e os outros tomavam seus lugares, não demoraria para Joshua se juntar ao grupo. Drae parou ao lado do mascarado, mas não disse nada, ainda fitando na direção da explosão.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 02 Dez 2012, 19:56

PARTE 19

Enquanto isso, em Terânia, nos portões da Cidade Imperial

Ação do exército de Joshua:


Passaram-se algum tempo de caminhadas que dificilmente precisaram de paradas por causa da resistencia dos dragonborns. E em pouco tempo estavam numa cidade enorme, e por causa de sua extensão, daria para notar que milhares de pessoas moravam lá. Ral'Ylin dirigiu a voz diretamente diante dos portões da cidade enorme explicando a situação atual e a aliança que uma vez havia sido oferecida pelo próprio imperador, e que agora estavam aceitando ela. Suas papeladas mostrando que estavam em nome de Uris que era regido por Joshua era uma boa parte da desculpa para liberarem a entrada, a outra parte era mais burocrática onde precisavam comprovar tudo isso. Algumas horinhas, mas finalmente Melantha e todos alí poderiam entrar na Cidade Imperial.


--//--


Melantha:

Não demoraria muito para que algum oficial fosse até o exército parado aos portões da Cidade Imperial. Aqueles documentos foram úteis para que o contingente passasse pelos outros postos espalhados ao redor do território. A vinda deles foi anunciada por mensagens psiônicas até a Cidade Imperial.

Um homem que devia ter seus quarenta anos de idade se aproximou. Trajava a armadura completa azul teraniana e caso os homens de Joshua usassem o mesmo tipo de patente militar, reconheceriam a insígnia de capitão no peito do oficial. Como Ral’Ylin havia anunciado seu próprio grupo, o capitão julgou que ele era o líder e foi ter direto com ele:

- Saudações. Eu sou o capitão Lawrence. Recebemos o aviso de que estavam se aproximando. Entendo que queira oficializar a aliança entre Uris e Terânia, mas receio que vieram em má hora. O Imperador Renon anda afastado e os principais Cavaleiros Imperiais partiram em missão, incluindo o líder de sua cidade e o comandante Keylosh. Eu fui designado para comandar no lugar dele, mas não posso tomar uma decisão desta magnitude.

Olhou para os portões, que já estavam abertos. Cidadãos e comerciantes levando suas mercadorias transitavam por ali, juntamente com grupamentos de soldados. Era possível notar que a cidade anexava diversas rotas de comércio e os portões eram muito movimentados. O capitão continuou então:

- O que posso fazer é oferecer estadia para você e sua unidade. Poderão deixar as montarias nos estábulos do setor militar, incluindo eles. – O capitão apontou para os lagartos gigantes. – Temos estrutura para abrigar wyverns, acho que eles se adaptarão. E seus homens poderão ficar nos aposentos até o retorno do Imperador ou dos demais Cavaleiros. Guarde os documentos por hora e fiquem o tempo que acharem necessário.

O capitão então fez um sinal para que o grupo o seguisse. Adentraram a rua principal da cidade através dos portões. A Cidade Imperial era grande e agitada e era perceptível uma grande diversidade de raças, culturas e religiões. (Imagem: http://imageshack.us/a/img15/2552/cidadeimperial01.jpg ) Lawrence ordenaria a alguns soldados para que escoltassem os dragonborns e suas montarias até o bairro militar, conforme o desejo de Ral’Ylin, enquanto o resto o seguiria até os prédios com diversos aposentos que ficava no bairro residencial. Seria permitido a todos também manter suas armas e nenhum soldado teraniano faria algo contra isso. Isto não impediu, entretanto, as verificações mágicas nos dragonborns, mas não era uma questão de desconfiança e sim puro protocolo da cidade.

Os prédios funcionavam como alojamentos, mas eram melhores e mais confortáveis do que no bairro militar. Era preciso acomodar duas pessoas em cada aposento e Lawrence deixaria Ral’Ylin decidir as duplas de seu grupo. Em seguida, funcionários os levariam até os quartos. Lawrence disse por fim:

- Fiquem à vontade para aproveitar os recursos da cidade. Poderão fazer refeições livremente na taverna. – Disse, apontando a direção. – Estarei no quartel caso precisarem de qualquer outra coisa. Esperamos que nossos Cavaleiros e o Imperador voltem logo. Com sua licença.

Lawrence fez uma continência e foi embora. Caso Melantha fosse a única mulher no grupo e Ral’Ylin não quisesse coloca-la com nenhum outro soldado, ela poderia pegar um quarto só para si. O quarto era espaçoso e as camas eram boas. Havia móveis espalhados pelos cantos onde pertences pessoais poderiam ser guardados e uma tina d’água aos fundos, onde ela poderia requisitar um banho às responsáveis pelos aposentos.




Minami

O navio voador havia saído de manhã e o dia já havia passado de sua metade. Não havia nenhuma previsão de que voltariam no mesmo dia, todos sabiam que isto seria quase impossível, mas era de se imaginar o que acontecia nas terras flamejantes.

Minami poderia transitar livremente pelo território teraniano, nenhum soldado de nenhum posto avançado a impediria. Se ela estivesse perambulando em alguma floresta nas redondezas, veria algo muito estranho. A partir de certo ponto, a floresta estava completamente morta. As árvores estavam definhadas, não havia nenhum animal ou qualquer outra forma de vida por perto. Quase que ao mesmo tempo, Minami ouviria gritos por ajuda não muito distantes. Eram vozes masculinas e pareciam muito debilitadas. Se a metamorfa fosse verificar, veria um posto militar teraniano completamente destruído. O prédio estava em chamas e corpos de soldados por todos os lados.

Havia apenas um sobrevivente, um jovem recruta com um ferimento terrível nas costas, se arrastando pelo chão. Se Minami chegasse perto o suficiente para estar visível, ele apontaria a mão a ela, sua voz mal saindo.




Em Firelands:

Joshua


A invocação do Elemental surpreendeu os soldados flamejantes, que tentaram, em vão, atacar o corpo de ar. O Elemental conseguiria subjugar aqueles soldados, que permaneceriam enterrados no solo, inconscientes devido à força dos golpes. O ar quente não seria prejudicial a eles, uma vez que eram seres nascidos em Firelands e acostumados às condições daquele reino.

A explosão distraiu as forças ao redor o suficiente para que Joshua conseguisse subir ao navio. Se quisesse expulsar os soldados de lá, entretanto, teria que lutar contra eles. Os flamejantes não sairiam voluntariamente, uma vez que tinham a ordem de sua Senhora para cumprir. Iriam combater Joshua até colocar o Imperial no Flagellum Folis, o que significava que não combateriam de maneira letal. O objetivo era render Joshua inconsciente para que ele não continuasse sendo uma ameaça às forças de Firelands.

Joshua tentaria atacar sorrateiramente o primeiro soldado, mas sua presença já era conhecida. Os soldados que estavam no Deck Superior viram o Elemental de Joshua em ação lá embaixo e chamaram os demais. Quando o draconiano terminou de flutuar para atacar o primeiro guerreiro, os outros nove soldados se posicionaram ao redor dele na Ponte. As criaturas flamejantes lutavam juntas e, apesar de não terem a mesma disciplina e sincronia do exército teraniano, compensavam em força bruta e coragem.

(Os dez soldados serão considerados como um único inimigo para efeitos de rolagem. Eles rolam 5d20 para ataque e defesa, valendo o maior resultado, e possuem 3 pontos de Vitalidade. Joshua rola 2d10 e possui 5 pontos de Vitalidade.)

Antes que Joshua pudesse acertar a cabeça do primeiro soldado, um companheiro à sua direita teve reflexos rápidos e o empurrou para o lado, fazendo o draconiano errar o golpe. [Defesa 20] Agora cada um deles segurava a arma com a qual tinha mais afinidade. Cinco deles portavam espadas flamejantes, dois deles tinham lanças, mais dois possuíam correntes e o último arremessava pequenas facas que deixavam rastros de fogo no ar.

A Ponte era um lugar extremamente pequeno para que onze pessoas lutassem, portanto, havia pouquíssimo espaço para se movimentar. Três dos cinco soldados que tinham espadas avançaram contra Joshua em três direções ao redor do draconiano, formando um triângulo cujo centro era Joshua. Eles deram golpes perfurantes com as espadas, mas não letais, de forma que tentavam acertar pontos vulneráveis da armadura do Imperial para debilitar o corpo dele. [ Resultado 17 ]



Todos, menos Joshua

Seeje fitou Malak e deu sinais de que não só iria contrariar a ordem da campeã, como faria algo bem pior, pior do que todos os protestos que havia feito até o momento. Entretanto, ele fez um afirmativo com a cabeça, sorrindo:

- Agora está começando a agir como uma verdadeira campeã de Firelands. E bem na hora de expulsar esse humano desgraçado de nossas terras. Se aquilo realmente for humano. – O soldado passou o orbe a ele, que segurou à frente do rosto e continuou falando. Algo que Malak disse fez Seeje agir imediatamente diferente. Ele estava concentrado no problema e não mais em desmerecer a posição de Malak. Teria ele finalmente aceitado a hierarquia e respeitado Malak?

- Este objeto é quase igual ao que Domo nos levou no castelo. Acha que este partiu dele também? – Lembrando-se de como havia ativado o outro orbe, Seeje ativou aquele e o entregou à Malak. Depois, fez sinal para os soldados para que abrissem as jaulas e retirassem as correntes e grilhões de todos.

Agora Malak conseguiria se concentrar o suficiente para ouvir toda a mensagem do orbe, pois o exército flamejante também aguardava novas instruções. Era claro que continuar atacando o castelo diretamente não adiantaria. (A mensagem pode ser lida nesta página, na Parte 2: http://novaterania.forumeiros.com/t202-a-conquista )

Lei teria respondido à indagação de Ahmik durante o trajeto:

- Essa possibilidade existe e é grande, Ahmik. Não sabemos se Drake está vivo. Mas, mesmo se não estiver, temos que saber o que aconteceu com ele. E com certeza este tal de Domo Halosis sabia onde estávamos. Do jeito que aquele saqueador falou, Domo provavelmente indicou as coordenadas exatas. Se analisarmos, foi uma estratégia genial. Afinal, lá estávamos, os principais Cavaleiros Imperiais, o grupo de elite do Império, em pleno ar, completamente vulneráveis e longe de casa. Seja quem for este inimigo, ele é extremamente perigoso.

Responderia a Sieg enquanto os soldados flamejantes abriam as jaulas e retiravam as correntes:

- Acho que um pouco dos dois, Sieg. Veja, ela está ouvindo o orbe. E, pelo visto, seu exército está com sérios problemas. De qualquer maneira, fico feliz que tenhamos chegado à razão. Agora podemos agir para cumprir nosso verdadeiro objetivo aqui. Mas admito que estou curioso, mais do que qualquer coisa, para saber como Malak veio para Firelands e como ela conseguiu esta posição. – E, em seguida, respondeu ao segundo comentário dele sobre Malak não esquecer o passado. – Não sei, Sieg. Eu vejo mudança nela. Mudança em seus poderes e em suas atitudes. Algo causou esta transformação radical e agora estamos vendo outro lado de Malak, ou um lado que estava adormecido até então.

Os soldados flamejantes parados ali ao redor da área da explosão permaneceram olhando para Zzrill, intrigados, depois do que o drow bradou a plenos pulmões. Não gostaram nem um pouco de ouvir o lema dos Cavaleiros Imperiais e nenhum deles se moveu frente ao incentivo do drow. Mesmo assim, Seeje se certificou de que nenhum deles seguiria a sugestão do Imperial, dizendo:

- Não avancem. Se estiver procurando por sua morte certa, Imperial, então se sinta à vontade para prosseguir e ser desintegrado por aquela coisa na torre do castelo. Não o retomaremos atacando diretamente. Precisamos de um plano, uma estratégia. – E depois diria à Malak, depois que ela terminasse de ouvir o orbe. – Há um posto avançado perto daqui. Podemos recolher o exército para lá e pensar em um plano, enquanto reunimos mais tropas dos postos ao redor. Este bastardo não sabe o que o espera.

Lei concordaria com Seeje e impediria que qualquer soldado teraniano avançasse também. Toda a tripulação que estava na outra jaula agora se juntaria aos Imperiais novamente. Tana correria na direção de Sieg e o abraçaria fortemente. Lilyana permaneceria ali perto, fitando Ahmik, mas não se aproximaria dele. Sentia que seu mestre mantinha distância dela, provavelmente por estar decepcionado. Ela fazia seu melhor, entretanto, tentando ser forte e ajudando os outros ao invés de ser um empecilho. O mascarado se aproximou de Draennelle, esfregando os próprios pulsos que agora estavam livres dos grilhões, e disse:

- Viajamos em um navio que quase caiu e dentro de uma jaula passando por rios de lava. Eu nem quero imaginar o que vem a seguir. Mas estamos melhores do que seu amigo Imperial que ficou para trás, imagino.

Lei ordenou aos soldados teranianos que levassem os dois bandidos sobreviventes até Malak. Ele esperaria a campeã terminar de ouvir o orbe e depois diria:

- O homem que ordenou o ataque ao nosso navio se chama Domo Halosis, Malak. Estes dois vermes poderão lhe explicar melhor como isso aconteceu. Não tivemos tempo de interroga-los antes de chegarmos até a fronteira.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 03 Dez 2012, 07:11

Sieg

- Não questiono que ela tenha mudado, mas ainda carrega dentro de si fardos que deveria ter superado. Não a estou julgando de qualquer forma, apenas ela ainda não tera reeescrito seu destino completamente enquanto não deixar o passado para tras. A vida é muito curta para perseguir vinganças que pouco significam atualmente, "passado" tem esse nome por uma razão.

Era uma linha de raciocinio simples. Até mesmo Lei, que havia mudado de lado na balança Bem X Mal algumas vezes durante sua vida poderia entender, mas não obrigatoriamente concordar, da mesma forma que Sieg entendia o que ele queria dizer. Impressionou-se de sua forma (sem grande reação) ao discurso de Zrill, para então ouvir ao comandante e fazer conforme indicado, concordava com a cabeça e era "atacado" por Tana tão logo pensasse em observar onde estavam os demais. Olhava para ela por um segundo, logo em seguida olhando ao redor e vendo Lilyana também em segurança.

- Esta tudo bem Tana, precisamos sair daqui, fique comigo.

Falava com aquele tom calmo que era quase que perturbador, como se realmente nada o causasse uma fração de preocupação que fosse. Orientaria os soldados e demais membros da tripulação a seguil-os conforme fosse possível em meio a todo aquele caos, ainda verificando se Lilyana havia compreendido a ordem. Entretanto, lembrou-se de fazer uma ultima analise com respeito a uma ausência:

- Comandante, creio que o regente Joshua de Uris foi em outra direção, acredito que tentando recuperar o navio, que deve estar com uma boa quantidade de defesas de Firelands o protegendo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 03 Dez 2012, 07:12

Ahmik

Ahmik estava em desvantagem ali, com aquele calor forte ele demoraria para se concentrar, ele queria ir ver o que tinha lá dentro, e isso era possível, mesmo que entrasse inutilizado, ainda assim poderia investigar o que estava lá dentro do castelo e o que os aguardava adiante.

- Eu posso verificar o que nos aguarda adiante, mas como de costume terão que me dar 15 minutos ou não serei capaz de fazer nada com esse calor! - Disse se aproximando dos comandantes Lei e Malak. Ele pegou uma folha de pergaminho em seus pertences e começou a se abanar, sabia que jamais voltaria em Firelands, só se fosse para ter uma enorme gratificação pessoal, aquilo era pior que se proteger das areias do Dja-akh.

Acaso lhe fosse conferido o tempo de esperar ele iniciaria os preparativos, o calor o atrapalhando, mas daria certo. Se deitaria na carroça em que tinham vindo e em seguida projetaria sua alma ( Separar o Ka = Projeção Psiquica de Vampiro ), logo sua alma estaria viajando sobre as terras quentes de Firelands, direto ao castelo, lá ele iria investigar o caminho até encontrar Domo, recolhendo informações acerca das proteções que teriam que enfrentar acaso fossem retomar o castelo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 03 Dez 2012, 08:44

Minami



A lupina ainda amargava a raiva que estava sentindo de Lei e sua conduta na tal reunião com outros imperiais. Nunca havia escondido nada dele e agora via que o oposto poderia ser constante.

Caminhava sem destino certo, apenas para observar o que havia e, quem sabe, aventurar-se a caçar algum animal que a atraísse. Ao se deparar com uma floresta morta Minami interrompeu os passos: não se lembrava de uma paisagem assim tão perto da cidade e nem mesmo Hatsuko havia comentado algo sobre isso. Teve a atenção desviada pelos gritos de socorro e, guiada pela curiosidade que insistia em colocá-la em situações complicadas, a metamorfa seguiu as vozes até se deparar com os corpos de soldados mortos e com aquele ferido.

Farejou o ar por precaução, para certificar-se de que não havia nenhum odor estranho à cena e só então olhou outra vez o homem. Inclinou a cabeça e sem dizer nada pegou-o no colo, com cuidado para não ferir o infeliz ainda mais. Com um ferimento daqueles talvez ele não vivesse o suficiente para contar o que havia ocorrido ali às autoridades teranianas. Assim, enquanto seguia o caminho de volta para a cidade, Minami o questionou:

- O que houve aqui? Quem atacou você?





Malak



Seeje não ouviu uma palavra sequer de Malak sobre estar agindo ou não como uma campeã, muito menos um sorriso ou qualquer outro tipo de agrado. Toda a insolência dele ainda estava bem viva em sua memória. Segurou o orbe ativado e ouviu com atenção a mensagem que estava sendo repassada ali, suspirando ao terminar de ouví-la. Entregou ao soldado o objeto e virou-se para Seeje.

- Recolha as tropas para o posto avançado. Não atacaremos ainda, muito menos sem a mínima estratégia. – respondeu o mestre de armas, virando-se em seguida para observar o imperial. - Se Imperiais quiserem avançar, que avancem. Mas será de uma tolice imensurável... Algo que não me surpreenderia depois dessa dita abordagem “diplomática”.

Observaria Seeje organizando as tropas para levá-las ao posto citado mas desviou o foco quando Lei se aproximou com os dois prisioneiros. Olhou fixamente o barbudo por segundos e era claro que aquela em nada lembrava a Malak que vivia no Império. Agora era forte, altiva, agora era melhor e poderosa, não mais uma mera arqueira vítima dos jogos de Renon. Por fim olhou os soldados, erguendo a mão e fazendo surgir uma chama que a envolvia.

- Domo Halosis. Sim, ele nos mostrou um orbe semelhante em que o império mobilizava todo um exército para invadir as Firelands. Não me surpreenderia se ele estivesse também envolvido. – aproximou-se do primeiro soldado e “gentilmente” acariciou sua pele com o fogo, em uma tortura imediata e até bem... “sutil”, “delicada”. – Fale tudo o que sabe, querido... Agora.

O “carinho” ia da mão em direção ao rosto do prisioneiro, lentamente para que ele tivesse tempo o suficiente para respondê-la ou desesperar-se.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 03 Dez 2012, 12:42

Melantha

Durante toda a viagem a ruiva permanecera em silêncio, apenas dedilhando na sua própria perna. Estava agoniada, achava que estava atrasada para achar qualquer coisa e precisava falar com o único da região que a conhecia. Achava aquela cordialidade e normais chatos e irritantes demais naquele momento. Queria informações e rápido.

A notícia que o assunto diplomático seria adiado e provavelmente teria se deslocado até lá por nada a irritou ainda mais. A única informação no meio daquelas todas que a agradou seria as refeições gratuitas. Depois de tanto tempo de escassez, finalmente poderia parar de se preocupar em poupar.

Solicitou um quarto separado para Ral'Ylin. Melantha queria ficar só durante a noite e não ser obrigada a interagir com uma pessoa estranha. Depois de tudo isso resolvido, queria dar uma volta na cidade para conhecer o local e quem sabe encontrar algo para acalmá-la.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 03 Dez 2012, 17:46

Joshua

Estava numa posição extremamente delicada naquele momento. Não mais podia chamar seu elemental, tinha esgotado a chamada e também não deveria ter dissipado. Não imaginava que existiam tantos lá para acabar com o navio, certamente a volta talvez aquilo nem voasse se tivesse deixado como estava.



Sem que pudesse se defender por completo, e sem sua lança, acabou por levar o ataque de cada direção diferente. Eram bons, mas estavam desafiando um dragão naquele momento.



- Formidável. Bons em tática em grupo, mas realmente são bons para sobreviverem por muito tempo? Realmente vão... - E respirou fundo... Estava em cheque, cercado, em desvantagem extrema. Segurou aquele que atacou mais próximo pela frente. Mas seu corpo começou a se alterar de imediato. Não ia se importar não poder retornar mais à forma humana naquele dia, mas era melhor estar na forma verdadeira a que a humana que era debilitada e fraca. Cresceu de tamanho, ainda segurando o soldado. - ...REALMENTE VÃO FICAR AQUI E OBEDECER SSSCEGAMENTE SUA CAMPEÃ QUE SSSSE QUER AGE COMO UMA LÍDER DESSSSCENTEMENTE, SSSSEM SSSABER COLOCAR MOTIVOSSSSS PESSSSOAISSS A SSUA FRENTE? PENSSSSEM BEM, SSUASS FAMÍLIASSSS ESSTÃO ENVOLVIDASSSS NESSE ATAQUE. E AINDA ASSSSIM, QUEREM ME ENFRENTAR? ... - Deu tempo para eles pensarem. - Vocês destróem nosssssa carona de volta, enquanto que seu próprio povo sofre as consssequenciasss de uma campeã tola. Não duvido que os civissss essstejam precisando de ajuda agora. Ou por acaso vão continuar como mero animaissss que ssó ssservem para ssserem comandadossss, como essscravos que nunca terão ssse quer um pingo de arbítrio!? Sssse for asssim, realmente não passsam paus mandados. - Apontou para os soldados de fogo enterrados até os ombros. - Vejam... se eu realmente importasse em ter sssido condenado para uma prisãozinha, acha mesmo que, em minha posição, eu realmente teria poupado teusss companheirosss?

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 05 Dez 2012, 13:00

Sieg

Sieg ainda olhava a movimentação, um tanto disperso percebendo até mesmo depois dos demais que suas habilidades mágicas haviam sido restauradas. Ao confirmar isso, colocava uma das mãos a poucos centimetros do próprio peito e seus ferimentos de queimadura eram magicamente curados (ou não, caso falhe, lol) mesmo que não fossem graves, parecia o menos "resistente" dos presentes ali. As suas vestes em seguida eram restauradas em cópias identicas a anterior que pareciam "brotar" dos restos da antiga. A cura se extendia a Tana, apesar de saber se isso era pela vontade do arcano ou por ela estar "grudada" nele não era possível de se confirmar.

Permanecia próximo a Lei, talvez aguardando maiores instruções, observando a ação de Malak, olhando para o comandante logo em seguida.Mesmo sem dizer nada, era um tanto simples de ver que apenas reafirmava seu ponto anterior, de que o que havia acontecido com ela no passado era um fator determinante da pessoa que esta havia se tornado.

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