A Conquista (Encerrado)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 04 Fev 2013, 07:05

Malak

Malak não poderia estar mais furiosa com a habilidade inesperada daquele homem. Será possível que havia sido dado a ele algum poder a mais? A campeã ouviu sua gaisra com atenção, ainda que o olhar estivesse fixo naquele que a desafiava de maneira tão insolente, agora de pé sobre o telhado das quase ruínas de seu castelo.

- Não, não será preciso. Eu já me cansei de toda essa brincadeira. – respondeu-a pouco antes de erguer o braço, de palma aberta.

De cada rio de lava próximo e de cada fenda das terras flamejantes, chamas surgiam e seguiam até o centro da palma de sua mão, gerando um imenso vórtex de calor imensurável para qualquer ser que não fosse feito de puro fogo.

Malak ainda olhou Ezequiel e sorriu, quase cínica. Rápida e subitamente aquela quantidade de energia e chamas foi lançada sobre Ezequiel, envolvendo-o do pé até a cabeça para em seguida consumí-lo por inteiro. Todo o ódio da campeã havia sido despejado no mudo em forma de seu maior poder e seguramente apenas uma criatura mais poderosa que o próprio Lord Pyron conseguiria sobreviver.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 04 Fev 2013, 07:05

Minami

Minami aquietou-se em um dos cantos mais vazios e assim permaneceu por algum tempo, apenas observando e ouvindo os diálogos. Wall… Talvez ele pudesse ajudá-la ou pedir que alguém o fizesse. E Kraven? Tinha uma vaga ideia de quem era, apesar de nunca ter conversado com ele diretamente. O cheiro daquela mulher também não era de tudo estranho, já que Kraven deveria ter contato com ela quando uniformizado.

E Joshua? Aquele nome também não era estranho. Enfim, após alguns minutos recuperando-se e observando onde e com quem estava, Minami retornou à sua forma humana. Estava debilitada, pálida e longe da altivez e elegância que exibia costumeiramente. O quimono estava sujo pelo sangue e até por respingos da gosma que havia vomitado tempos antes.

- Wall… - murmurou, sem se aproximar do rapaz ou de outra pessoa, temendo alguma agressão ou que contaminasse alguém ali dentro. - Wall, eu não me sinto bem. Me ajuda…?

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 04 Fev 2013, 07:06

Joshua

A criatura era jogada e vencida pela esfera de trovão de Joshua. Deu um rugido alto em comemoração, rugido suficiente para todos ouvirem sem exceções. Não tinha levado nenhum arranhão e isso certamente daria uma boa condição para ele dar suporte em terra, mas se a raiz não fosse cortada logo, mais problemas iriam surgir.



- Forças armadas aladas de Firelandsssssssss, ATAQUEM AAAAAGOOORAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!! - Gritou para o campo onde liberava para que finalmente avançassem com força total no suporte aéreo. Aquilo certamente traria uma vantagem sobre toda a arena. Foi em pouco tempo que viu também o turbilhão de fogo subir pelos céus. Gaisra que até então estava com Malak não estava mais com a campeã. Cada um ali parecia estar derrotando seu adversário, e quando não característicamente um, vários menores. Achava estranho não encontrar Sieg e só pode concluir, o mais viável pelo menos, que ele estaria dentro do castelo.



- AHMIK, MALAK, PARA DENTRO DO CASSSSSSTELO! Não deixem SIEG sssssozzzinnnho!!!! - Joshua daria toda a cobertura necessária para o amenti e a campeã, usando de várias lanças de trovões para abrir o caminho para os dois.



- <draconico> GAISRA, me ajude... a abrir o caminho! - Joshua partiu diretamente num voo rasante contra os soldados que obedeciam ao comando de Domo. Procurava a fonte do que poderia estar fazendo aqueles corpos se moverem, uma vez que era fácil detectar isso com o cheiro pútrido. [ataque 8]

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 04 Fev 2013, 14:41

Zzrill

'Aquilo parecia ser um desafio de Domo Halosis diretamente á ele. Claro que Domo não contava com o poder aumentado - e cada vez maior - do Arqueiro Imperial. Ele evocou seu arco, que agora brilhava em um tom carmesim, como o fogo das Firelands. Das asas, pequenas linhas de energia se condensaram até o arco formando uma flecha tão rubra que ardia mesmo nas mãos do arqueiro. E ele condensou-a mais, tornando-a um fino projétil de fogo. Então ele resolveu colocar um toque final naquela flecha tão carregada: Trevas. a mesma começou a rodopiar loucamente com chamas rubras e negras. Não mais suportando tamanha carga energética, ele soltou a flecha com um grito'

MAGISCHE SYNC! FEUER UND DUNKELHËIT!!!!!! [ Sincronizar com Magia - Fogo e Trevas ]

'Tal projétil fora disparado em uma velocidade tal que não deu tempo do arqueiro reagir. Arqueiro e torre arderam em um fogo negro e vermelho que não se apagaria até nada restardaquele que ousou fazer frente ao Arqueiro Imperial. Zzrill olhou para baixo e viu Ahmik entrar no castelo, escudado pelo que parecia ser zumbis. Achou tal coisa estranha para um sacerdote, mas perguntaria depois. Voando, ele entrou no castelo e estendeu suas asas e gritou *

ESCORIA! TREMAM DIANDE DO PODER DE TERÂNIA!

'Assim, ele pousou no meio de um grupo de soldados, e sacando de suas Seelenschneiders - que ardiam em brasa - girou sobre o próprio corpo, cortando e queimando tantos solodados quanto pudessem. [ Ataque 3 ]

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 04 Fev 2013, 18:17

Terânia – Cidade Imperial


Ral’Ylin

Os soldados teranianos com escudos, juntamente com os dragonborns, fariam um perímetro de proteção ao redor de Ral’Ylin na cobertura do prédio enquanto ela conjurava. A elfa do sol já podia ver uma horda de criaturas negras indo em direção ao prédio. Havia pedaços da gosma em forma humanoide; habitantes possuídos; animais como cachorros ou gatos que, ao serem possuídos, se transformaram em bestas malignas ferozes. A massa negra se materializava de diferentes formas e ia assimilando tudo o que via pela frente.

Metade daquela horda permaneceu em solo, tentando arrombar a porta principal e entrar pelas janelas do primeiro andar, enquanto a outra metade começou a escalar o muro do prédio, de forma lenta, mas ininterrupta, para alcançar a cobertura e tentar impedir a conjuração de Ral’Ylin.



Minami

As pessoas ao redor de Minami foram, naturalmente, as primeiras a perceberem a transformação dela. Alguns se assustaram um pouco, por não estarem acostumados com licantropos, mas a maioria apenas observou. Wall só percebeu a presença de Minami quando ela falou e citou o nome dele. Elizabeth e o velho mago também olharam naquela direção.

- M-Minami?! – O soldado correu até ela e observou as manchas de sangue e gosma na roupa dela. – Não havia percebido que era você! Você está pálida, parece muito doente. Está ferida?!

Quase que imediatamente, pesadas batidas à porta foram ouvidas. Todos ali olharam para a porta, assustados, crentes de que era uma das criaturas negras tentando invadir o prédio. Então uma voz foi ouvida do outro lado:

- É o sargento Kraven! Abram, por favor!

- Kraven! – Exclamou Elizabeth, que fez um esforço para se levantar da cadeira, segurando a própria barriga, mas foi interrompida pelo velho mago, que disse: - Fique longe da porta, Elizabeth, pode ser perigoso.

Um homem do outro canto da sala principal disse:

- Você vai abrir a porta?! Os monstros vão entrar, seu velho demente! – Elizabeth respondeu prontamente ao homem. – É o meu marido que está lá fora, senhor!

No meio disto tudo, Minami sentia a ânsia de vômito voltando. Despejar mais gosma negra ali teria resultados catastróficos.



Melantha

Kraven respondeu à pergunta de Melantha imediatamente, enquanto continuavam caminhando pela rua deserta:

- Ela tem a pele branca, cabelos castanho-escuros e está com uma barriga enorme. Acho que nosso filho está perto de nascer. Bela hora ele escolheu, não? – Kraven sorriu ligeiramente, mas apenas para disfarçar seu medo. Sequer queria pensar em algo acontecendo à sua esposa e filho. Ele continuou em seguida:

- Ela se chama Elizabeth. Ela acha que será uma menina, mas eu estou seguro de que será um garoto forte e saudável. Mas se não a acharmos log...

Kraven parou de falar e andar porque algo chamou a atenção dos três. O primeiro clarão veio do alto do prédio dos aposentos. Era Ral’Ylin, que concentrava grande quantidade de sua energia. O segundo clarão veio virando a esquina, na rua onde ficava uma escola de magia, acompanhado de sons de criaturas negras. Kraven correu até aquela esquina e pendeu a cabeça para o lado, para observar o que estava acontecendo. Se Melantha o acompanhasse, veria um soldado teraniano, com sua característica armadura azul, ao lado de uma mulher de cabelos castanhos e grávida. Atrás deles, uma porta se abria e de lá saía um velho segurando um cristal que emitia luz muito forte. O velho fez um sinal para o soldado e a grávida para que entrassem. Os dois adentraram o prédio, seguidos de um lobo acinzentado, e a porta se fechou.

- É ela! Elizabeth! – Disse Kraven. Havia criaturas negras ao redor da porta daquele prédio, mas estavam atordoadas pela luz emitida pelo velho mago. Sem nem ao menos consultar Melantha ou D’Raven, Kraven correu até a porta da escola, passando pelas criaturas.

Se Melantha e D’Raven o seguissem, não teriam que enfrentar as criaturas próximas, mas elas voltariam ao normal em minutos, portanto, era arriscado ficar ali. Para piorar a situação, Melantha e D’Raven ouviam um enxame de criaturas negras vindo na direção deles. Eram pedaços de gosma, habitantes possuídos, animais e até mesmo objetos inanimados, como troncos de madeira ou armas brancas, que se juntavam através da gosma para formar uma criatura bizarra. Eles iriam cercar Melantha, D’Raven e o sargento em questão de minutos. Kraven bateu à porta e se anunciou na esperança de que abrissem logo:

- É o sargento Kraven! Abram, por favor!



Firelands

Todos – Situação geral

A criatura gigantesca que Joshua derrotou caía longe do campo de batalha e seu grande corpo explodiria no chão, abrindo uma cratera no solo escuro devido ao peso do monstro. A ordem do dragão azul faria com que as bestas flamejantes voadoras dessem rasantes e a cada passada, destruíam dois ou três soldados de Domo. As unidades de ataque à distância, que consistiam em conjuradores e arqueiros, se aproximaram do campo de batalha e atacavam a curta distância. Desta forma, seus disparos eram precisos, não havendo possibilidade de acertarem seus companheiros, e os ataques eram rápidos e mortais.

As lanças de trovão de Joshua também davam cabo de dezenas de soldados de uma vez só. Combinado a isto estavam os soldados de Domo que Ahmik conseguiu controlar através de sua necromancia. Eram apenas dois deles, mas fariam um belo estrago até os soldados originais de Domo perceberem a “traição” de seus colegas. Lei e Seeje também eliminaram muitos soldados cada um e a formação em duas frentes de ataque acabou encurralando os soldados de Domo em um círculo da morte no centro do campo de batalha. As chamas invocadas por Malak para derrotar Ezekiel também incinerariam qualquer soldado inimigo que estivesse no caminho, e os teranianos teriam que tomar cuidado para não serem feridos. Os soldados flamejantes eram imunes, mas a energia era tanta que até mesmo eles teriam que ter cautela.

O exército de Domo no lado de fora do castelo estava completamente derrotado. A batalha foi vencida de maneira espetacular. O exército flamejante parou e todos os soldados ergueram suas armas e vibraram, acompanhados por Seeje. Todos eles fizeram uma saudação à campeã, que ainda sobrevoava a área com sua gaisra. Os teranianos, por outro lado, comemoraram com Lei e depois fizeram uma saudação para Joshua. Flamejantes e teranianos, feridos e cansados, cobertos por restos de carne podre do inimigo, sangue, suor e chamas. Eles se cumprimentaram, celebrando a grande vitória. Seria um dia a se lembrar na história de Firelands.

Porém, a batalha no interior do castelo continuava...



Extra – Joshua

Joshua pôde sentir que a força que controlava todos os soldados de Domo estava vindo de dentro do castelo da campeã. Mais precisamente, de uma passagem presente embaixo da escadaria do hall de entrada, o que seria uma evidência de que havia uma parte subterrânea no castelo. Era preciso alcançar esta fonte, entretanto, se esperavam interromper o controle dos soldados.



Malak e Joshua

A batalha do lado de fora estava acabada. Enquanto os soldados vibravam apontando para a campeã e os teranianos apontavam para Joshua, Malak finalmente observaria os danos ao castelo. Havia duas torres caídas, diversas rachaduras e buracos nas paredes de todos os andares e quase tudo ali estava incinerado ou chamuscado. A última batalha estava acontecendo no hall do castelo, onde Sieg, Ahmik e Zzrill batalhavam contra um pelotão numeroso. Não parecia haver mais nenhum adversário além daqueles no hall. Caberia à Malak agora decidir qual seria o próximo passo para seu exército flamejante. Apesar de a entrada do castelo ser grande, a gaisra não conseguiria entrar ali, muito menos Joshua. O exército, entretanto, poderia entrar, mas apenas um punhado de soldados passaria por vez através da pesada porta dupla da entrada.



Sieg (5 Vit), Ahmik (5 Vit) e Zzrill (5 de Vit) vs Batalhão no hall do castelo (3 de Vit)

Ao que parecia, o batalhão no interior do castelo estava melhor preparado para enfrentar os Imperiais do que o contingente que foi derrotado no lado de fora. (Todos os ataques ao exército foram defendidos)

Sieg: Na hora da rajada de vento de Sieg, alguns soldados pesados posicionaram seus escudos à frente de seus corpos e seguraram o ataque do sacerdote do tempo, se mantendo firmes, mesmo com o longo tapete se despedaçando completamente. O restante saiu do campo de impacto do golpe de maneira rápida e hábil.

Ahmik: Antes que pudesse socar algum soldado de Domo pelas costas, um deles percebeu a chegada do sumo-sacerdote e avisou os outros. Os soldados se afastaram e se defenderam dos golpes do Amenti, recuando um pouco para preparar um novo ataque a ele.

Zzrill: Os golpes de Zzrill foram habilidosos, mas ele havia pousado no meio dos assassinos de Domo, os melhores de seu exército. Alguns deles defenderam os golpes do drow com suas próprias lâminas e outros pularam para todos os lados com grande habilidade.

O batalhão se dividiu em três partes e cada uma delas agora atacaria um dos Imperiais presentes ali. Havia muitos soldados para cada Imperial, seria uma batalha complicada. O hall era bem grande e havia espaço para que todo aquele grupamento lutasse ali dentro.

Sieg: Alguns soldados pesados arremessaram seus escudos na direção de Sieg. A borda dos escudos possuía uma lâmina, o que transformava os escudos em grandes discos cortantes. Ao mesmo tempo, alguns dos assassinos lançaram adagas na direção do sacerdote do tempo. ( Ataque 8 )

Ahmik: Os soldados de Domo ao redor do Amenti decidiram entrar na dança. Alguns dos soldados se aproximaram, trajavam um manto branco com capuz e não usavam camisa, revelando o tronco com a pele enegrecida e pútrida. Cinco deles se posicionaram a frente do sumo-sacerdote e começaram a atacar todos juntos com socos e chutes colocados. A especialidade deles parecia ser o combate corpo a corpo. ( Ataque 7 )

Zzrill: Os assassinos brancos ao redor de Zzrill eram extremamente habilidosos. Moviam-se com extrema rapidez e giravam suas espadas com habilidade. Mesmo naquela forma, Zzrill teria algum trabalho para lutar com tantos e tão habilidosos. Um deles pulou no pescoço de Zzrill, prensando-o com as próprias pernas, e o resto tentaria perfurar Zzrill em diversos pontos de seu corpo em golpes rápidos e precisos. Eles se moviam a todo instante ao redor do drow, nunca permanecendo em um mesmo ponto por muito tempo. ( Ataque 7 )

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 04 Fev 2013, 20:12

MINAMI

Àquela altura dos acontecimentos Minami certamente não se importava com qual seria a reação de qualquer pessoa próxima diante de sua transformação. Tudo o que queria era alguém conhecido, alguém que fosse capaz de apoiá-la e dizer que tudo aquilo terminaria bem. Preferia que fosse Lei mas… Sabe-se lá onde estava…

- Eu acho que vou morrer… Estou…… - interrompeu sua fala ao ouvir as batidas fortes e a voz de um sargento. Os segundos que se passaram não foram completamente compreendidos por ela, tamanho o mal estar que tomava seu corpo mais uma vez.

Não poderia vomitar ali dentro… Em meio à discussão sobre abrirem ou não a porta, Minami não pensou, hesitou, não perdeu um segundo: empurrou qualquer pessoa em seu caminho e abriu a porta, empurrando também Kraven. Vacilante, andou alguns metros e caiu de joelhos, outra vez vomitando. Mais daquela gosma, mais mal estar. Terminaria deitando-se por ali mesmo, sem ter mais o que fazer para tentar reverter tudo.

- Lei…..



MALAK

Não era momento para comemorar. Não sabia ainda com certeza se todos haviam sido derrotados e os prejuízos causados por aquela guerra eram visíveis e pareciam imensuráveis. Todo o castelo, inúmeras baixas… Malak não estava mais em seu melhor humor apesar da vitória estar tão próxima. Diante da saudação de seu exército a campeã saudou-os de volta, instruindo a gaisra a pousar próximo ao grupo de Seeje.

Desmontaria, aproximando-se de Seeje e do grupo de seus guerreiros. A gaisra ficaria livre para ajudar Joshua caso ele assim pedisse.

- Não é o momento para comemorações. Não ainda. Seeje, escolha seus melhores homens e entre no que resta do castelo. Assegure-se de que todos os inimigos foram mortos, quero a cabeça de Domo aqui, em minhas mãos. - ainda estava séria, ainda estava sentindo a irritação do combate com Ezequiel em seu sangue. O olhar vagava entre seus soldados eufóricos, o cenário recoberto de podridão e o castelo quase destruído, nada estava se quer perto do que esperava ver naquele período inicial de seu "reinado" como campeã.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 04 Fev 2013, 20:13

Ahmik

Ahmik tinha sido surpreendido com a defesa dos soldados, afinal esperava, aliás, tinha certeza que conseguiria. Mas as fortunas nem sempre acompanhavam um só e pelo jeito tinham mudado de lado, pois logo o Amenti se viu cercado por malditos soldados, e dessa vez esses eram especializados, ao que parecia, em combatê-lo frente a frente.

Reparou neles se afastando e voltando como um turbilhão de chutes e socos. Ahmik não conseguiria sair tão bem dessa, com tantos pés e mãos dos quais tinha que se defender, não tinha tempo nem de conjurar alguma defesa, nada. Então fez o melhor que pôde. Segurou alguns pés, socou mãos de alguns, foi tentando se afastar, mas eles eram bem rápidos. Estava indo bem até um deles conseguir lhe acertar o fazendo cair no chão. ( Dei uma de mestre agora...rs )

- Infernos! - Ao que parecia a euforia de vencer uma batalha talvez o tivesse amolecido.

O Amenti aproveitou-se da queda e afastou-se um pouco, rolou no chão e saltou, voltando a ficar em pé. Abriu um pergaminho e aquilo que estava escrito nele subiu pelas suas mãos, deixando-as enegrecidas, pouco a pouco aquele visco que envolvia a mão de Ahmik, envolvia também seu corpo, dando a ele uma aparência assustadora, como se o oblívio viesse se apoderando dele.

- Conheçam a morte definitiva....

O Amenti tomaria sua posição de ataque e avançaria sobre as tropas que o cercavam, provavelmente muitos daqueles corpos não se levantariam mais uma vez.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 05 Fev 2013, 14:24

Melantha

Melanta deu um leve sorriso em resposta ao de Kraven, confirmando com a cabeça. Teve sua atenção desviada com os clarões e depois seguiu o homem, já que ficar para trás não era uma boa opção na situação atual. Olhou a cena com o mago um pouco aliviada, já que ao menos ali parecia um lugar seguro. Arregalou os olhos quando o sargento resolveu ir por instinto até a porta, fazendo gesto para D´Raven ir junto com ela até o homem.

Enquanto se aproximava da porta e ouvia as criaturas, conjurou um elemental do fogo médio, pelo menos para impedir que a gosma chegasse perto. (supondo que ação de Minami não foi interrompida ao abrir a porta) Quando ia sugerir um teleporte, a porta foi aberta pela causadora do caos da cidade. Não sabendo se o fato da mulher ter se deitado na rua era tentativa de salvar quem estava la dentro, suicídio ou apenas pra espalhar mais perigo na cidade, esperou algum comentário de Kraven ou de quem estava la dentro, enquanto se preocupava em fazer seu elemental impedir a aproximação da gosma.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 06 Fev 2013, 07:15

Ral'Ylin

- Vamos, filhos de charires, mostrem todo o potencial do que o fogo pode fazer. Soldados teranianos, por favor, cubram a retaguarda. Se tudo ocorrer harmoniosamente, poderemos evitar o máximo possivel de casualidades. E aqueles que estiverem disponíveis, tragam todos que estão dentro para a cobertura. Em breve... farei meu melhor para aquecer a todos.

A sacerdotisa ainda precisaria de um tempo, e por isso recitava já a maior magia que usaria para invocar o próprio sol. Enquanto isso, mantinha sua aura pronta e nas pontas de seus dedos, acumulava luz suficiente para atingir as criaturas que mais estavam próximas. Os dragonborns vermelhos que ela tinha reunido ficavam nas bordas para protegerem a cobertura, e logo os poucos que sobravam com tempo livre convocavam os restantes das forças armadas e os sobreviventes daquele prédio. Ral'Ylin estava gostando do seu plano, estava calmamente esperando o momento que serviria de isca para todas as criaturas negras. Sua concentração não podia ser quebrada e logo sua própria guarda pessoal a assegurava que nada lhe aconteceria. Dragonborns dourados e vermelhos eram os que mais faziam seu trabalho pela eficiencia contra as criaturas estranhas. Todos esses ganhavam bonus da aura solar da sacerdotisa.



Melantha, D'Raven e Kraven:

- Se tiver alguma magia pronta de foogo ou luz, agora é a melhor hora, orelhuda. - D'raven puxou o catarro e depois soltou uma baforada de ácido sobre as criaturas. Aquilo certamente ganharia tempo o suficiente para entrarem na casa, ou ao menos ele achava. O jeito que D'Raven se expressava, lembrava muito a Melantha de uma certa pessoa complicada, mas ele não parecia transparecer essa complicada personalidade, pelo contrário, tinha um ar de experiencia que bloqueava isso. E assim que a porta foi aberta, não esperou, empurrou tanto Kraven como a ninfa. - ANDEM LOGO. - E por entender-se de empurrar, o dragonborn tinha força suficiente para carregar Kraven no ombro e Melantha com um braço só e assim fez quando fechou a porta novamente depois de entrar.

No que D'Raven se encontrava na porta, aquela muralha em pessoa bloqueou a tentativa de fuga da lupina oriental. Infelizmente Minami não estava em suas melhores condições tão pouco na sua forma híbrida. Minami[6] esbarrou com tudo contra D'Raven[10], o que acabou fazendo com que caísse para trás a medida que o Dragonborn de cobre entrava no estabelecimento.



Joshua

- ESSSSSSCUTEMMMMMmm! - Disse Joshua em voz alta. - Em baixo da escadaria... tem alguém dominando osssss corposssssssss!!! Domo deve esssstar no subterraneo ssse não for ele mesmo a controlar asss tropassss. A não sssser que queiram que derrube o cassssstelo todo, mobilizem logo... - Joshua olhou para Malak, a mesma deveria entrar lá por causa de seu tamanho. Para o dragão, deu apenas uma bufada, eliminando seja o que tivesse restado e jogando o resto dos corpos sobre as chamas e labaredas que tivesse acesso.

Se assim terminasse, pousou ainda sobre a frente do castelo, não impedindo a entrada, mas a procura de ver o que se passava por dentro. Miraria seusolhos à procura do general atual, se demoravam tanto para dar baixa nessas tropas de Domo, provavelmente eram de rank mais alto e ao mesmo tempo deveriam estar perto de Domo.

- APARESSSSSÇAAAAA DOOOOMO, SSSSEUUU COVARDEEE... - Sua boca novamente começava a juntar várias fagulhas elétricas assim que mais e mais trovões caíam sobre seu chifre.


Última edição por Admin em Qua 06 Fev 2013, 07:17, editado 1 vez(es)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 06 Fev 2013, 07:16

Sieg

os soldados ao menos pareciam mais habilidosos que os demais, logo arremessando suas armas e escudos de forma a destruir parte das janelas e da decoração do castelo, sem levar em conta o sacerdote do tempo que corria e saltava para tras de um pilar buscando proteção, não antes de ser atingido duas ou tres vezes por adagas, uma ate mesmo ficando cravada em seu ombro, a qual o sacerdote arrancava em uma expressão de dor.

Felizmente a situação parecia melhorar a medida que alguns imperiais adentravam o local Sieg observou a aproximação deles, lembrando que aquele encontro nada mais era do que um atrazo do verdadeiro desafio que poderia ser definitivo.

- Estava cogitando quanto tempo os imperiais levariam para me alcançar. Eles são apenas mais marionetes nas mãos do senhor do fim. Arqueiro Imperial Zrill, Sumo Sacerdote Ahmik. Devo lembra-los que o inimigo aqui presente NÃO PODE ser morto, ou toda essa realidade esta condenada. Conto com ambos, ja que não sei se a campeã das chamas entende a importância disso. Mas eu mesmo a deterei caso necessário.

A adaga que continha o sangue de Sieg se erguia no ar, criando o que pareciam ser dezenas de copias que flutuavam e iam em direção aos adversarios, cravando no chão e nas armaduras inimigas, quebrando ate mesmo as janelas do local.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 06 Fev 2013, 07:16

Zzrill

Infelizmente, Zzrill caíra justamente no pior lugar para ele: no meio de um bando de assassinos! Embora seus ataques com a Destruidora de Almas fossem rápidos, ele seram mais e saltavam em todas as direções. Um deles saltou no pescoço de Zzril, e outros o perfuraram. Rangendo os dentes de dor [ -1 de vit ] Ele percebeu, porém que seus atacantes teriam uma ingrata surpresa: o sangue dele ardia como lava! E aquilo se espalhou, queimando todos que tentaram atacar Zzrill, e ainda conseguiu desestabilizar o que tinha se grudado nele. Irado,o drow efiou a Destruidora no homem [ Não pergunte onde! ] E o tirou dali, o mesmo virando churrasco no espeto [ lol] Se livrando do corpo, Zrrill dardejou por entre os assassinos, quando ouviu o que Sieg dissera

' Quê? Está dizendo que devemos manter Halosis vivo? Pelo que me consta ele pode ser um Dos Cavaleiros do Apocalipse! De onde tirou esta idéia, Sacerdote??'

Não tinha tempo para conversas, pois tinha que desviar e atacar um bando de assassinos sedentos por sangue de drow

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 07 Fev 2013, 18:32

PARTE 27

Terânia – Cidade Imperial


Ral’Ylin

As criaturas negras eram repelidas pelos dragonborns e soldados teranianos com eficácia, mas elas continuavam se multiplicando e escalando o prédio. A ordem foi enviada até os soldados no primeiro andar e eles começaram a levar os civis para os andares superiores, enquanto tentavam segurar a invasão lá embaixo através da porta principal e das janelas.

Seria possível continuar repelindo as criaturas por algum tempo sem surpresa, até que algo aconteceu à frente do prédio na rua. Parte das criaturas que avançavam começaram a se juntar, se unindo umas às outras para formar uma bem maior. Logo, havia uma criatura negra gigante que tinha o tamanho do prédio. Ela possuía vários braços que ainda agiam descoordenadamente. Em questão de momentos, a criatura seria capaz de desferir um golpe com um de seus braços em Ral’Ylin.




Melantha e Minami

O elemental de Melantha impediu que as criaturas negras mais próximas atacassem ela e seus companheiros. D’Raven conseguiria carregar a ninfa e Kraven para dentro da casa com sucesso. Também conseguiria empurrar Minami de volta, pois a metamorfa estava fraca e debilitada, sem condições de resistir ao encontrão de um dragonborn como aquele. Entretanto, o vômito de Minami cairia diretamente sobre D’Raven, o líquido negro e viscoso escorrendo por sua armadura e escamas.

Uma vez dentro da casa, o velho mago voltaria a selar a porta com um símbolo brilhante, o que repelaria as criaturas por enquanto. Mas também havia outras portas e janelas no prédio, e ele ordenaria a seus aprendizes que tentassem conjurar selos sobre estas possíveis aberturas de invasão também. Ao ver que o vômito de Minami começou a tomar forma e logo viraria uma criatura negra, o velho conjurou uma pequena barreira de luz que manteria a gosma negra inerte.

Kraven avistou Elizabeth e correu até ela, abraçando-a. Melantha, naturalmente, reconheceu Minami e sabia que a gosma negra havia vindo dela. Mas agora todos ao redor haviam presenciado Minami colocando a gosma para fora e não demoraria para que um deles, o mesmo homem que não queria que a porta fosse aberta antes, fizesse a associação:

- É ela!! Essas coisas vieram dela! Matem-na, ou isto nunca vai acabar!! Matem-na! – O soldado Wall, que permaneceu ao lado da oriental o tempo todo, responderia imediatamente ao homem: - Está insano?! Minami nunca faria uma coisa destas! Ela foi infectada, não está vendo?!

O barulho que as criaturas faziam lá fora era ensurdecedor. Esfregavam suas garras nas portas e janelas do prédio e mais delas apareciam. Devia haver centenas delas lá fora agora, todas elas emitindo um grunhido bizarro e tentando entrar no prédio de todas as maneiras.
Antes que alguém pudesse responder ao homem que acusava Minami, Elizabeth colocou a mão na barriga, fazendo expressão de dor. Um líquido transparente escorreu de suas pernas em grande quantidade, molhando a barra de seu vestido branco e parte do chão. Ela olhou para Kraven e disse:

- Kraven! O bebê... Ele está nascendo!



Firelands

Luta contra o batalhão no hall do castelo


Ahmik (4 de Vit)

Ahmik estava certo. De fato, muitos daqueles corpos não se levantariam mais uma vez. O ataque dele destruiria dezenas de soldados lutadores, que agora se arrependiam de ter escolhido o Amenti para enfrentar. (Defesa 6. Batalhão: -1 de Vit) Ahmik mataria todos os soldados que o atacavam, limpando aquela parte do hall de entrada. A batalha continuava no resto do grande átrio, mas não por muito tempo, como o sumo-sacerdote conferiria em seguida. (Seguir para “Todos”)



Sieg (4 de Vit)

O que seria o último ataque de Sieg ao batalhão do hall do castelo, infelizmente, falharia. As adagas voariam ferozmente, mas os soldados ao redor de Sieg estavam preparados. (Defesa 10) Aqueles que possuíam escudos o colocariam à frente do corpo, repelindo as adagas mesmo se elas fossem mágicas e incorpóreas. O restante usaria de sua própria habilidade para se desviar dos projéteis. E, claro, as vidraças de todas as janelas do hall se quebrariam, os tapetes se rasgariam, colunas cairiam, e o que mais pudesse acontecer para que os prejuízos totais aumentassem exponencialmente.

Sieg não precisaria se preocupar, entretanto, pois o batalhão estava preste a ser derrotado, como ele observaria a seguir. (Seguir para “Todos”)



Zzrill (4 de Vit)

Os espadachins habilidosos perceberam tarde demais o erro que haviam cometido ao perfurar Zzrill. (Defesa 1, Batalhão -1 de Vit) O que estava em cima de Zzrill teve uma morte horrível quando foi perfurado em deuses sabe-se lá qual orifício. O sangue do drow queimou todo o resto, e os corpos carbonizados se amontoavam no hall do castelo.

Zzrill derrotou o grupo que o atacava e, apesar de ainda haver mais inimigos ao redor, ele observaria que também seriam dizimados muito em breve. (Seguir para “Todos”)



Todos

Conforme a ordem de Malak, o Mestre de Armas Seeje reuniu seus melhores soldados ainda vivos e partiu rumo à pesada porta dupla do castelo. Não conseguiria colocar todo o exército flamejante lá de uma vez, muito menos as bestas e criaturas voadoras, elas eram inúteis no momento. Entraram com tudo, atravessando as grandes portas, e atacaram o batalhão de Domo com ferocidade. Lei estava junto deles e fez sua parte, destruindo muitos soldados pelo caminho. Seeje também lutou com grande habilidade, acabando com o que restava do batalhão. (Rolagem bem sucedida, -1 de Vit do batalhão. Os danos combinados somam 3 de Vitalidade, batalhão derrotado.)

Graças aos esforços combinados, todo o exército de Domo Halosis foi dizimado. Pouco a pouco, o campo de batalha ficou mais silencioso até que só se ouvisse os trovões nas nuvens carregadas conjuradas por Joshua e os sons do próprio exército flamejante. Seeje ordenou que os soldados vasculhassem os outros andares para procurar por mais soldados inimigos e sobreviventes. A gaisra, presa em sua forma draconiana até que o dia passasse, ficaria do lado de fora, próxima de onde Joshua estava, em cima da entrada do castelo.

Apesar de não haver mais nenhum inimigo, a situação nos andares superiores não estava muito melhor. Havia alguns sobreviventes, entre eles serventes do castelo, mas muitos foram mortos ou violentados pelos soldados de Domo. Praticamente não havia uma sala inteira, quase todas estavam depredadas, em estado lamentável. Seria preciso vários meses para limpar e reconstruir aquele castelo.

Muitos flamejantes perderam suas vidas e se juntaram à Grande Chama. Teranianos também morreram em batalha e seriam lembrados mais tarde em seu reino natal. Os corpos de aliados e inimigos jaziam inertes no campo de batalha, as fagulhas do solo flamejante flutuando no ar quente. Espadas fincadas no chão, escudos caídos, pedaços de armadura espalhados. Era um cenário terrível. Não havia silêncio mais pesado do que aquele que se tem após uma batalha desta.

A missão não havia acabado, entretanto. Seeje esperaria Malak se aproximar, enquanto alguns soldados levavam os sobreviventes até o posto militar para que fossem tratados. Conforme Malak passava pelo hall de entrada, os soldados flamejantes abriam caminho. Não comemorariam, fazendo apenas uma saudação respeitosa à campeã. Antes que mais alguém pudesse dizer algo, uma voz ecoaria por todo o castelo. Estava aumentada magicamente e era nítido que aquela energia emanava da sala embaixo da escadaria principal. Era a voz de Domo:

- Excelente! Excelente, Cavaleiros Imperiais! Vocês finalmente chegaram até mim. Venceram todos os obstáculos que eu impus em seu caminho. Incrível! Realmente são a elite do Império! Permitam que eu vá congratula-los pessoalmente!

Em seguida, uma pequena portinhola na lateral da escadaria principal foi aberta. Era uma porta pequena e discreta que continha o símbolo da cabeça de um dragão. Malak se lembraria desta porta como sendo a que dava acesso até a câmara subterrânea da gaisra. Desta porta sairia Domo Halosis, ainda em seus trajes nobres e impecáveis, e começaria a andar lentamente em direção ao centro do hall, batendo palmas de forma extremamente irônica, assim como o sorriso em seu rosto.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 08 Fev 2013, 06:54

MINAMI
,
A própria garou, após ser mandada de volta para dentro da casa e vomitar em cima daquele estranho, não parecia disposta a lutar pela própria inocência ou por sua vida. Depois do que havia presenciado acontecer com o ferreiro e com tantas outras pessoas e até animais, estava certa de que seu destino seria só aquele, longe de Lei, Hatsuko, as únicas pessoas que verdadeiramente amava.

De volta ao chão, olhou aquele que a acusava, olhou Wall e terminou com o olhar em Elizabeth. Sério? Nascer ali? No meio de tudo aquilo? O lado instintivo de Minami pouco entendia da natureza humana e sua incrível capacidade de parir e outras atividades vitais nos piores momentos. Segurança não parecia um pré-requisito para que nascessem outros humanos. Enfim, limpou os lábios com a manga do quimono e devagar se levantou, arrastando-se até o canto onde estava antes e sentando-se, de olhos fechados. Não queria se envolver em nada daquilo, queria sentir-se quase invisível e estimular o mínimo possível qualquer ânsia, qualquer indício de piora.



MALAK

Apesar de não entrar junto com o grupo designado por Seeje e com o próprio mestre das armas no hall do castelo, Malak cedeu a cada um deles um pouco de sua chama. Aliás, todo o poder demonstrado minutos antes com a derrota de Ezequiel ainda parecia palpável, quase como uma aura flamejante mais intensa e constante. O tempo que seus soldados levaram para terminar a batalha foi usado pela campeã para observar toda a devastação causada em Firelands, todas as vidas de guerreiros devotados que agora - esperava ela - estavam mesmo de volta à Grande Chama. O silêncio estava mesmo ensurdecedor.

Entrou no castelo devagar, séria e obviamente incomodada com todo o cenário presenciado. De fato os corpos podres ou mesmo de imperiais não a incomodavam mas tantos soldados flamejantes… E seu castelo, serventes, tudo devastado. Recomeçar quase do zero poderia demorar meses e ainda precisava se preocupar com o que Lord Pyron pensaria ou determinaria depois de tudo isso. Já estava, aliás, incomodada com essa posição "inferior", "submissa" a alguém. Bastante incomodada.

Cumprimentou os soldados brevemente e um olhar mais prolongado - e grato - foi dispensado a Seeje. Ao ouvir a voz de Domo e sua óbvia saudação aos Imperiais, Malak faltou apenas soltar labaredas pelas narinas. Esperava, sinceramente, que aqueles malditos reconhecessem a valorosa e essencial ajuda a de todo o contingente flamejante.

- Elite do Império... Pf. - murmurou, sem conseguir conter-se completamente. Já estava puta o suficiente com todas as perdas, com o estado em que seu castelo estava e o inimigo ainda a "ajudava" a piorar tudo. Imperiais.

Estava a frente de seu grupo quando Domo deixou seu "esconderijo". Malak ainda sorriu meio de lado, irônica, ao rever Domo e cruzou seus braços. O que ele queria agora, uma reunião com Renon - o covarde? Em Firelands? Claro, ótima estratégia para atacar Terânia.

- Já decidiu qual será seu último desejo, Domo? Ter a cabeça exposta em praça pública me parece bastante adequado e nobre para alguém que se esconde abaixo do hall. - era óbvio que Domo não sairia dali nem vivo nem inteiro. Não depois de tudo aquilo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 08 Fev 2013, 06:54

Sieg

Os inimigos finais eram extremamante mais habilidosos do que os anteriores, mas Sieg Hart mal teria tempo de reagir antes que esses fossem derrotados por uma nova ajuda externa que chegava. Aproximou-se de Lei, olhando os corpos que estavam pelo caminho. Muitas perdas com certeza. O combate ainda não havia acabado, mas apesar disso, alguma coisa ainda o destraia. Olhou por alguns instantes para o rosto que parecia pacifico de uma jovem guerreira que parecia ter perdido a vida ali. Onde sera que estava...

Sua linha de pensamento logo era interrompida por Domo, que descia pelas escadas aparentemente indiferente a situação. Isso era no minimo estranho. Trocaria olhares com todos aqueles ali (quem quer que olhasse para ele claro, lol) enquanto comentava em voz baixa com Lei e qualquer outro que estivesse interessado.

- Ele parece seguro demais. Existem duas explicações para isso, e acredito que a razão para isso deva ser extremamente sólida, precisamos ter cuidado.

Novos avisos de nada adiantariam, poderia dizer o que fosse para Malak que não iria impedi-la, teria que contar com a sorte e com quem ainda tivesse em mente que caso Domo fosse o Cavaleiro do Apocalipse, sua morte resultaria na destruição de todo aquela realidade.

- Domo Halosis...Você é o "senhor do fim",desta realidade? Aqueles que os nativos desse plano chamam de "cavaleiros do apocalipse" Ou ele ainda vai nos revelar sua identidade?

Permanecia com seu tom calmo, apesar de pelo menos desta vez não corresponder com suas ações, logo tudo estaria terminado, de uma forma ou de outra.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 09 Fev 2013, 10:37

Ahmik

Ahmik se livrou do suor que aquele ambiente e a luta intensa lhe causavam. Ele estava quase irreconhecível, graças ao uso intenso das magias de seu Khaibit. A mão da morte era bem poderosa e influía em seu corpo.

Ao que parecia tudo tinha se acabado, o exército de Domo tinha sido apenas um breve divertimento. O Amenti ofegava, não parecia também muito sociável para emitir opiniões naquele momento. Por isso apenas assistiu a chegada da prepotente Malak, da fatia de seu exército flamejante que cabia no castelo e dos demais Imperiais, excetuando-se o dragão que não iria caber ali.

Notar a voz de Domo e depois observá-lo, trouxeram as imagens de volta, o que o deixou ainda mais ofegante, mas dessa vez por raiva. Para que não fizesse nada naquele instante, conhecendo a natureza de seu ser Ahmik se misturou aos demais soldados, se afastando da presença do homem que tanto lhe provocara a mente, ele não iria lutar e para isso precisava se afastar. Uma luta com Domo daquele jeito não seria como lutar com zumbis podres.

Quando se afastou o suficiente, apenas virou-se de costas, somente para ouvir o que o homem tinha a dizer, esperaria os próximos passos, mesmo que não os dessem.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 13 Fev 2013, 06:53

Zzrill

Ele derrotou com uma agilidade incrível todos os que estavam ao redor dele. Assim que todos caíram, o exército de Malak e Seeje simplesmente esmagaram o resto das tropas. Zzrill se virou para ver quem estava precisando de ajuda. Sieg tinha sido ajudado pelos soldados, logo não estava muito ferido. Já Ahmik dera cabo da maioria dos que o enfrentaram e estava em uma espécie de fúria divina, pelo que a energia dele emanava. Os olhos de Zzrill novamente se encheram de energia, para analisar a magia ao redor deles. Estava tudo muito caótico, com diversas camadas de magias completamente opostas. ele virou os olhos para a figura que chegou e deu dois passos para frente e saudou o recém-chegado com a saudação dos seres do abismo. Apesar de inimigo, ele tinha feito um magnífico plano.


' Ora, então você é Domo Halosis, eu presumo. ' O drow bateu palmas junto com o mesmo. 'Fale por você. Você conseguiu entrar no castelo da Senhora das Chamas, tirar TODOS os Cavaleiros Imperiais de Terânia com uma mensagem falsa e ainda por cima atacar Terânia enquanto não tem quase ninguém para defendê-la. Certamente um plano bem elaborado, sem dúvidas... ' e o drow sorriu malevolamente para o homem 'Só que se esqueceu de um detalhe: Aonde tem um drow, uma armadilha é quase inútil. E sabe por quê? Somos paranoicos com nossa segurança, ou da nossa casa. ' Se lei estivesse por ali ele se viraria e diria para o Comandante : ' Não se preocupe com terânia... um 'amigo' nosso acaba de chegar lá. Só o desculpe pela demora. De onde ele mora, mesmo ele demoraria um tempinho! ' E ele apenas moveu a boca de um jeito que só Lei entenderia. Quatro letras que o faria se aliviar um pouco: E-R-G-O.



Ergo

Enquanto isso, nos portões de Terânia, a despeito da confusão e do massacre que as criaturas negras faziam, uma criatura além delas caminhava tranquilamente. Era alta, quase duas vezes mais alta que qualquer homem, mas esguia e graciosa em seus movimentos. Tinha a pele negra, como mostrava as mãos ligeiramente ocultas por um longo manto marrom. Sua face, porém era mais curiosa: era metade branca, no que parecia ser uma máscara branca que se alongava para além da cabeça, em pequenas e ondulantes faixas que pareciam ser de tecido, e que se misturavam ais cabelos curtos e negros da figura. Os olhos, porém brilhavam com um poder avassalador, que nem mesmo as criaturas negras ousavam chegar perto. Ele olhou para o céu e viu a barreira sobre a cidade e suspirou: '.. A cidade parece estar sob ataque... ' Calmamente ele caminhou para perto de um soldado que estava conseguindo se defender melhor das criaturas. Apenas com a presença dele as criaturas correram, como se o próprio Satanás estivesse no encalço delas. Ele perguntou em uma voz suave e compassada

'Diga-me, bom soldado.. o quê está acontecendo exatamente em Terânia? Achei que o Arqueiro Imperial tinha me chamado apenas para que pudéssemos treinar juntos novamente e encontro a cidade lacrada... '

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 13 Fev 2013, 06:53

Melantha

Melantha levou um leve susto ao ser levada a força para dentro, mas se recompos rapidamente. O vômito em cima de D'Raven a preocupou. Felizmente o mago tinha parado com a gosma que estava do lado de dentro.

O grito do homem pedindo a morte da mullher não agradou a ninfa mas por sorte que o soldado já respondia. Ter confusão ali dentro não iria ajudar em nada. Deu um longo suspiro. Tinha que pensar no meio de tantas coisas acontecendo e o barulho só piorava. Tentava se concentrar pensando em como ela poderia garantir a própria sobrevivência e claramente foi em vão, ao ver que tinha um bebê a nascer. Por um momento, desejo sua mãe por perto que com certeza ela saberia lhe dar com a situação.

-Precisamos de um lugar limpo para ela se deitar e panos limpos. Temos alguma parteira aqui? - perguntava para os outros, nas esperança de uma resposta afirmativa. Deixaria a gosma com o mago e aoriental com o soldado, esperando que Ral'Ylin conseguisse terminar logo sua magia.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 13 Fev 2013, 06:54

Ral’Ylin

Tímidamente as mãos de Ral’Ylin tocaram dois sobreviventes mais próximos. Sua aura calorosa se desfez por completo enquanto a recitação da segunda magia em conjunto havia terminado. Respirou fundo, e próxima desses dois que foram abençoados, avisou apenas uma vez, em voz alta e bom tom.

- Fechem os olhos...

Calma, ela encarou a figura que estava pronta para dar seu primeiro punho e deixou as luzes finalmente iluminarem tudo e ao redor com a intensidade equivalente a três sóis ao mesmo tempo.

O corpo de Ral’Ylin soltou um turbilhão equivalente ao raiar do sol da manhã, intenso, de azul a amarelado, forte e cegante. Enquanto que as duas pessoas que Ral’Ylin havia tocado, ganhavam uma luminscencia completamente esbranquiçada, uma luminiscencia digna dos celestiais.

Os três pontos iluminaram ao mesmo tempo em que a sacerdotisa do sol recitou suas magias mais luminiscentes. Três luzes, duas radiações divinas e uma solar, naturais e cegantes contra apenas uma criatura gigante cheia de sombras.



Melantha e Minami

- Ceeerto... isso foi um tanto nojento... Mas obrigado, velhote. - D’Raven deu um bom suspiro diante daquela situação e segurou sua lança. - Muito bem, façam com tranquilidade. Eu ficarei de olho da lupina e na guarda da casa. - D’Raven mostrou seu sorriso como que estava para retribuir aqueles segundos que foi salvo. - Velhote, se puder, gostaria que tirasse qualquer doença da peluda ali. - D’Raven apontou Minami.



Joshua

Joshua jogou em si mesmo uma espécie de benção parecida com que Lilyana havia lhe dado no navio, claro que seguido a uma fé e crença diferente, mas a natureza igual. Virou-se para Gaisra ao ver Domo sair, estava se juntando ao resto dos teranianos.

- <draconico> Gaisra!... Preciso que lance sua baforada assim que eu terminar de carregar todossss esses trovões em meu corpo. Enquanto isso, guarde ssuass energias... para o ato. - Mirou a vermelha, tinha um plano direto que teria de dar certo para causar a maior quantidade de dano possível em Domo.

Seu plano era que a baforada de Gaisra fosse dada só depois do sinal dele e isso seria o suficiente para evitar que Domo visse de onde a rajada de trovão viria. Era uma estratégia de dois gumes que poderia afetar os dois dragões, mas a situação exigia também que todos os teranianos e criaturas de firelads não estivessem na área, talvez não tanto pelo fogo, mas sim o raio que iria atingir numa reta.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 13 Fev 2013, 13:43


Terânia – Cidade Imperial


Ergo Proxy

Não havia nenhuma criatura negra do lado de fora da barreira mágica que circundava a cidade. Havia apenas um grupamento parado diante dos portões bloqueados. Não era possível ver o que acontecia na cidade, pois aquela gosma negra havia revestido a barreira por dentro.

Caso Ergo Proxy estivesse com aparência totalmente diferente da que ele possuía quando visitou a Cidade Imperial, os soldados teranianos apontariam as armas a ele, exigindo alguma identificação. Em todo caso, o capitão Lawrence ordenaria a todos para que baixassem suas armas e se aproximaria:

- Eu sei quem é você. Visitou a cidade com o Comandante Keylosh e o Arqueiro Imperial Zzrill certa vez. Eu sou o capitão Lawrence. Ordenamos a conjuração da barreira mágica ao redor da cidade, mas a ameaça veio de dentro. A barreira durará mais uma hora e não conseguimos atravessá-la, não sabemos o que está acontecendo lá dentro. Relatórios de postos militares ao longo do território informaram que é algum tipo de praga ou peste que apodrece a carne. Antes da barreira se escurecer, pudemos ver um tipo de gosma preta possuir várias pessoas e tomar formas humanoides. Se isto continuar, a cidade será dizimada!




Ral’Ylin

Os sobreviventes que Ral’Ylin usou para realizar sua magia permaneceram parados, com medo, e não refutaram a ação dela de nenhuma maneira. O gigante feito de gosma negra foi atingido em cheio por toda aquela luz, soltando um urro estridente e se desintegrando. As outras criaturas que subiam pela parede do prédio também sentiram o impacto e caíam do muro como moscas mortas. Até mesmo a gosma que revestia a barreira mágica ao redor da cidade reagiu. Uma ruptura no revestimento negro foi feita, por onde a luz do verdadeiro sol entrou e iluminou a cobertura do prédio. Ral’Ylin agora era alimentada por sua principal fonte de energia.

As criaturas seriam repelidas do prédio na área ao redor e todos ali estariam seguros, por enquanto. Mas Melantha ainda estava em algum lugar daquelas ruas, e não haveria como saber se ou quando um segundo enxame os atacaria.




Melantha, Minam e D’Raven

O velho mago atenderia o pedido de D’Raven e iria até Minami no canto da sala, realizando verificações mágicas para tentar ajudar a oriental. O soldado Wall deixou o velho com ela e voltou ao centro da grande sala onde estavam para tentar defender o lugar, caso as criaturas entrassem. Wall permaneceu ao lado do dragonborn e, segurando sua própria espada, ele disse:

- Apesar de estar curioso para ver a sua raça em ação, escamoso, eu não desejo que aquelas coisas entrem aqui! Mas, se entrarem, estaremos prontos para eles!

Kraven ficou mais desesperado ainda com a notícia da esposa e tratou de conseguir o que Melantha pediu. Outro mestre mago que estava próximo foi até uma extensa mesa e jogou tudo o que havia sobre ela ao chão, limpando-a com um pano em seguida. Ordenou a uma parte dos aprendizes que trouxessem mais panos e baldes d’água, e à outra parte que conduzissem Elizabeth até a mesa para que ela pudesse se deitar. Kraven se esqueceu das criaturas lá fora por um momento e segurava a mão da esposa, que ela apertava com força e gemia de dor, e foi deveras difícil fazer Elizabeth se deitar sobre a mesa.

Felizmente, a pergunta de Melantha foi respondida de forma afirmativa. Uma senhora de cabelos grisalhos se levantou entre os civis que estavam amontoados em um canto da sala e foi até a ninfa:

- Eu já fiz alguns partos em minha vida, senhorita, mas... E-eu não sei se poderei ajudar, eu estou com muito medo, e se aquelas coisas entrarem?!

Neste momento, todos puderam perceber um clarão lá fora, como se o próprio sol tivesse sido apontado para a cidade. As criaturas gritaram de forma mais estridente e o raspar de garras nas portas e janelas cessou por um instante. Melantha sabia que era Ral’Ylin em ação, mas a luz foi capaz de chegar até ali com toda a intensidade? As criaturas teriam apenas se assustado ou foram destruídas?

A resposta viria em seguida. A senhora parteira achou que a ameaça havia acabado e foi na direção de Elizabeth, apenas para sentir um tremor que quase a fez ir ao chão. Todos ali sentiram, junto com um barulho muito grande e o teto quase caindo sobre a cabeça de todos. Pelos sons, não parecia haver mais centenas de criaturas negras, mas apenas uma. Seu urro era mais grosso e mais alto e sua força era muito maior. Parecia tentar invadir a casa quebrando-a com murros.





Firelands – Hall do castelo


Todos

Domo Halosis riu da ameaça de Malak enquanto continuava andando na direção dos Imperiais e do batalhão flamejante, e respondeu a ela:

- Ahh, sim, minha cara Malak Nawar. Achei que iria gostar de rever seus ex-companheiros. Achei que apreciaria esta pequena reunião que organizei. Claro, você também merece minhas congratulações. Belíssimo trabalho em tomar seu castelo de volta, Senhora das Chamas. Ou melhor, o que sobrou dele. – Deu uma gargalhada irônica.

Lei responderia ao comentário baixo de Sieg:

- Também acho. Ele está tramando algo, deve ser uma armadilha de algum tipo. Precisamos ficar atentos.

Domo deu nova risada ao ouvir a pergunta de Sieg e respondeu imediatamente:

-“Senhor do Fim”. Já ouvi este termo antes. Nosso Lorde Supremo já o citou, contando sobre inimigos que viajariam através das dimensões para tentar Impedi-lo. Nós acreditamos Nele, pois Ele é nosso Senhor, e nos preparamos para isto.

Domo deixaria a pergunta principal de Sieg sem resposta por enquanto, e depois responderia ao que Zzrill dissera:

- Ora, é mesmo? Então deveria ser um pouco mais paranoico, drow, pois você se esqueceu de um detalhe. Vocês carregaram consigo o orbe falso que enviei, o que me possibilitou ver tudo o que ocorreu. Eu vi a partida de vocês na Cidade Imperial, subindo a bordo daquela monstruosidade aérea. Eu vi o ataque ao navio dos Salamandras, aquele grupo ridículo que contratei – ou melhor, enganei – para saqueá-los. Eu já esperava que falhassem, pois eles nunca conseguiriam fazer frente aos melhores Cavaleiros Imperiais. Tudo fazia parte do Grande Teste.

Domo continuou falando, mas agora fitava Malak e Seeje alternadamente:

- Eu avisei o sacerdote cultista de vocês. – Ele devia estar se referindo à Ahmik. – Apenas os selecionados participariam do Grande Teste, apenas os escolhidos teriam o direito de enfrentar o desafio final. Só podem me tocar aqueles que estavam próximos dos dois orbes no momento em que eles foram ativados pela primeira vez. Eu me lembro de quem estava em Terânia ao redor do objeto. O comandante loiro, os dois sacerdotes, o dragão, a elfa e o drow. Em Firelands, apenas Malak e seu braço direito possuem este direito. Qualquer outro que tentar me tocar irá falhar miseravelmente.

Domo deu alguns passos para o lado, continuando. Estava extremamente tranquilo, apesar da situação:

- Os dois orbes eram falsos. O orbe enviado a vocês, Cavaleiros, continha uma mensagem falsa de Drake Arcannis, ex-Imperial. Depois que me instalei em Firelands em segredo há meses atrás, eu enfrentei e capturei Drake, e usei a essência dele para produzir o orbe. É por isso que as verificações mágicas não acusaram nenhum efeito nocivo. – Fez uma pausa, continuando:

- O orbe que a Senhora das Chamas viu, que mostrava o comandante loiro anunciando uma invasão às Firelands, também foi produzido de maneira semelhante. Mas, para ele, eu usei parte da energia desta terra, através de minhas explorações subterrâneas. Meus lacaios cavaram até alcançar este castelo por baixo e eu consegui acesso à câmara da montaria da campeã, e tenho extraído energia dela desde então. Meses e meses cavando e planejando, alcançando o castelo sem que sua dona percebesse, entendendo e manipulando a energia flamejante de Firelands. Querem a prova? Eu mostrarei com todo o prazer.

Domo então retirou um pequeno amuleto de dentro de suas vestes e o ativou. Neste momento, a gaisra estava ao lado de Joshua em cima da entrada do castelo e fez um afirmativo para a explicação do plano dele. Ela estava juntando energia e concentrada, mas quando Domo acionou o objeto, a gaisra soltou um grito e ficou zonza, caindo ao chão, seu grande corpo draconiano se esborrachando no solo, até mesmo esmagando alguns soldados flamejantes. Domo soltou outra gargalhada e guardou o objeto na roupa, voltando a fitar todos:

- Alguns de vocês já haviam feito a associação óbvia. É hora de revelar quem eu sou.

Domo então abriu os braços e seu corpo flutuou. Um brilho o envolveu e uma armadura branca e reluzente se materializou em seu corpo, tornando-o um pouco mais alto e robusto. Enquanto a transformação ocorria, a voz dele era ouvida:

- Eu sou um dos Cavaleiros do Lorde Supremo! Em algumas culturas, sou conhecido como aquele que traz a doença. Mas em outras, eu sou aquele que veio primeiro, aquele que anuncia a chegada do Lorde Supremo! Eu sou o Cavaleiro do Apocalipse, A PESTE!!

O brilho sumiu então e agora estava apenas um homem de grande altura e vestindo uma armadura completa muito branca. ( Imagem: http://img543.imageshack.us/img543/584/peste01.jpg ) Peste então voltou a falar:

- Que todos saibam que Lorde Apocalipse está voltando! É minha tarefa anuncia-lo. Eu sou o primeiro Cavaleiro, aquele cuja missão é analisar os inimigos de Nosso Senhor. Conhecer o inimigo é saber como derrota-lo, e agora eu conheço todos vocês. Conheço suas habilidades, seus pontos fortes e suas fraquezas. Mas antes do Teste Final, vejamos o que está acontecendo na capital do grande Império.

Peste então ergueu a mão e uma superfície mágica se formou acima da cabeça dele, flutuando no ar. Era como um espelho e uma imagem se formou nele. Mostrava o lado de fora da cidade, onde um batalhão teraniano estava reunido e entre eles estava Ergo Proxy. Havia uma “bolha” negra ao redor da cidade. A imagem então mudou e agora era possível ver o prédio dos aposentos, o mais alto da cidade. No topo, uma elfa do sol emitia luz em grande quantidade, que desintegrava um gigante feito de uma gosma negra. A imagem mudou novamente e agora era possível ver a escola de magia atacada por outro gigante negro, que desferia murros nas paredes e teto do prédio. Em seguida, a visão mudaria para uma gosma que estava inerte dentro do recinto, de onde era possível ver Melantha, D’Raven, Kraven, o soldado Wall, uma mulher em trabalho de parto em cima de uma mesa, e Minami no canto da sala, debilitada e indefesa.

Lei gritou ao ver aquela última imagem:

- Minami!! Não!! O que fez com ela, seu desgraçado?!

Peste manteve a imagem ativa e voltou a falar em seguida, abrindo os braços de maneira desdenhosa:

- Minha missão aqui está cumprida, Imperiais e Senhora das Chamas. A decisão cabe a vocês agora. Terão de me manter vivo se esperam algum dia enfrentar e destruir o Lorde Supremo do Apocalipse. Nós, seus Cavaleiros, somos a chave para alcança-lo. Entretanto, se eu permanecer vivo, as informações que coletei serão passadas aos demais e a ameaça na Cidade Imperial continuará. Aquelas criaturas não serão destruídas a menos que eu morra. - Peste deu nova gargalhada, ainda de braços abertos, e finalizou:

- Decidam, guerreiros!!

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 14 Fev 2013, 06:56

Sieg

- Sempre existe algo por tras...

Dizia em resposta a Lei, mas logo era interrompido pelo comentário de Domo. Logo ele se revelaria a verdadeira ameaça, e seu aviso e seus medos se comprovaram, se as coisas não fossem ainda mais complicadas do que primariamente havai sido profetizado. A decisão era complexa demais.

- Ele...É a chave. Ele esta certo, é como eu disse, a UNICA chance de determos a verdadeira ameaça é se ele escapar com vida, ou estariamos condenando toda realidade, não apenas esse mundo, mas todos...

O próprio Sieg Hart se interrompia, olhando para a imagem naquele portal. Ele precisava ser morto, e não podia ser morto? Qual eram as escolhas afinal de contas, ja que ambas pareciam perdas?

- Se ele morrer, o destino aponta que jamais vão deter a ameaça que vira. Mas não aceito que sacrificar a capital imperial e todos que la vivem seja a unica resposta. Se vocês imperiais me mostraram alguma coisa, é sua capacidade de reescrever seus destinos. Espero que Tana me perdoe por desconsiderar seu aviso...

Sieg assumia postura ofensiva, juntaando ambas as mãos e materializando uma espada de energia, aguardando a movimentação dos demais e suas decisões.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 14 Fev 2013, 06:56

MALAK

Sentia o sangue ferver e uma única vontade de matá-lo ali, naquele momento e independente de qualquer outro plano. Imperiais não mandariam ali. Não mandarão, corrigiu mentalmente. Mas manteve-se séria, ouvindo cada palavra e risada de Domo enquanto a mente tentava encontrar onde ela ou seus soldados haviam falhado tão absurdamente para abrigarem um inimigo por tempo suficiente para serem quase derrotados.

Malak continuava calada, engolindo sua falha diante dos tais ex-companheiros. Que ótimo modo de se apresentar a eles, ahn? Por instantes um sentimento de fracasso rondou sua mente - além de alguma vergonha - mas felizmente nada que durasse mais que segundos. Agora estava comprometida a retomar seu domínio e honrar sua terra. Se era isso que Domo queria, era isso o que teria. Apenas após virar-se e ver a gaisra caída que a Senhora das Chamas voltou a falar. Fez um movimento negativo com a cabeça, lentamente.

- Tsc. Péssima ideia mexer com a gaisra. Péssima!

Assistiu a toda a demonstração de poder e "astúcia" de Domo, voltando a cruzar os braços enquanto aguardava o final do "show". Já havia tomado uma decisão e sabia que teria Seeje completamente disposto. Enquanto tudo aquilo acontecia Malak voltava a concentrar sua chama, a fazê-la lentamente tão poderosa quanto o que derrotou Ezequiel momentos antes. Seeje seria também contemplado com parte de sua energia. As imagens de Terânia não pareceram abalar a campeã. Era parte de um passado distante e não possuía mais relações com qualquer uma das pessoas mostradas. Aliás, eram todos desconhecidos. Não surpreendeu-se em ver a cidade desamparada pelos pomposos e inúteis Renon e Agatha, que provavelmente estariam cavalgando unicórnios no vale encantado da cidade flutuante. O casal, o filho autêntico e o bastardo… Bufou, olhando Seeje e em seguida Lei. Falaria em tom mais baixo.

- Ele não sairá daqui vivo. E eu derrotarei qualquer um que ousar contestar a minha decisão no MEU domínio. Qualquer. Um. Pelo bom senso acredito que não teremos decisões divergentes. Seeje… Pela gaisra e por Firelands.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 14 Fev 2013, 10:46

Joshua

No que Domo nocauteava Gaisra com um simples ataque, se é que existia algum, os olhos do dragão azul se enchiam de fúria e apanhou a dragoa antes que causasse mais perdas para o exército e a machucasse. Seus olhos de orbes amareladas passaram pelo corpo da dracônica com calma para ver se ela estaria bem e dessa vez e se precisava de algum socorro imediato, dando apenas o tempo suficiente para soltar uma magia de recuperação. Gentilmente a deixou aos cuidados dos soldados de Firelands e retornou para aonde estava.


Um dos principais motivos de fúria ser perigosa era a sua associação com o domínio que Joshua utilizava, a tempestade. No entanto, quando avistava tanto Ral’Ylin como Melantha na imagem que Domo mostrava, as nuvens mais pesadas se acumularam sobre sua cabeça, nos céus. Controlados pelos ventos que Joshua comandava, geravam muito mais estática, algumas pequenas fagulhas sendo possível serem avistadas em qualquer lugar que pudesse haver condução elétrica.

- Então, nesssssse caso, terei de te destruirrrr, cavaleiro da Pessssssssssssste! Há sssssempre um meio de evitar Apocalypse... há sssssssempre um meio de parar o cretino que não dessssscanssssssa. - Suas patas agarravam-se sobre onde estava com força, cravando suas garras longas e resistentes. - .... eu ssssssim participei do passssado, fui um desssssa degenerada ordem, com outro nome, com outro penssssamento. Masssss hoje, hoje terei o maior prazer de derrubar um dosss quatro cavaleirossssss de Apocalypsse. Não importa... quantass vezess novoss aparessçammmmmm.... E como SSssssieg dissse... VAMOS REEESSSSSSCREVER ESSSE DESTINO e.... ARRRRUINARR OSSSS PLANOSSS DE APOCALYPSSSSEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Joshua soltou um rugido alto, onde algumas fagulhas se estralavam perto de sua boca.

- Vamossss Lei, pela paz, por ssssua família; Ahmik, por tudo o que é importante; Sieg, por quem lhe é importante; Zzrill, por seu novo lar; Seeje, por sua amada gaisra; e... Malak pelo seu filho! POR TUDO O QUE NOS É IMPORTANTE E DE VALOR... MORRRRA CAVALEIRO DA PESTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Certificando-se que não haveria ninguém na linha, Joshua abriu sua boca e soltou sua baforada diretamente contra Domo. O clarão e a velocidade descomunal do trovão eram fator de milésimos de segundo, o tempo difícil de mensurar [Ataque 8].

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 15 Fev 2013, 09:37

Ahmik

Ahmik estava se escondendo em meio aqueles soldados, mas ouviu bem o discurso de Domo. Finalmente ele revelava a natureza de suas intenções e dos planos de Apocalypse. O Amenti talvez pudesse resolver o imapasse, algum ritual de prisão de alma, mas novamente eles não teriam tempo para rituais, e muito menos Ahmik estava concentrado e preparado para algo do tipo.

- Maldito...mexeu com minha cabeça... - Sussurrou a si mesmo enquanto as proporções dos ataques de Halosis cresciam até provocar Gaisra.

Não faria coisa alguma a partir dali, queria tanto o sangue de Halosis que mal podia se mexer, porque estava com medo. Até mesmo sua alma perfeita podia sentir tal coisa, e pior, sentia ainda mais que qualquer um.

Joshua, a respeito do que Domo havia falado, já se decidira. Atirou-lhe uma baforada mágica. Ahmik esperava que aquele fosse o ponto final da guerra em que tinha se metido. O Amenti se afastou ainda mais, indo para fora do castelo para observar a gaisra.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 15 Fev 2013, 09:37

Melantha

Por um momento, parecia que apesar de muitas coisas estarem acontecendo ao mesmo tempo, começavam a se encaminhar. Alguns cuidariam a doente, o material solicitado para o parto vinha e uma parteira se manifestava. Antes que pudesse responder, veio o clarão com o silencio e logo após novos ruídos A ninfa suspirou.

-Senhora, por favor, faça seu trabalho com calma. Se precisar peça ajuda a outros aptos a isso... Que impedirei maiores danos a todos aqui. - sorriu para tentar acalmar a todos.

Respirou fundo enquanto se aproximava da parede e começou a cantar para erguer uma parede prismática na frente do prédio.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 15 Fev 2013, 12:31

Ral’Ylin

Cansada, a sacerdotisa finalmente desfez as duas luzes celestiais que rodeavam aquelas pessoas que ela tinha pego e transferiu para dois dragonborns.

- Ux Bahamuti(dragonborns), a missão de vocês agora é... procurar e destruir! - Deixou bem claro para os dois dragonborns enquanto, desgastada, foi atrás de mais dois onde dividiu o raio de sol entre eles. Passou o mesmo objetivo, deixando que os quatro dragonborns reluzentes como o Sol se espalhassem a procura de sobreviventes. Mas o código dos dragonborns não era apenas irem sozinho, o treinamento deles, disciplinado, era que fossem sempre em grupo de três. E assim os quatro que foram encantados pela sacerdotisa, acompanhandos de mais dois, ao todo de 12 dragonborns, saíam pela cidade a procura de destruir o resquício da criatura.



Ral’Ylin deu o sinal de que agora estava tudo certo, e por mais que quisesse descansar, não poderia. Desceu para procurar Melantha, conjurando uma magia para achar o rastro de D’Raven que deveria ter seguido junto.







Melantha, Minami, D’Raven



- Heh, não foram diais fáceis, mas melhores do que sermos escravizados. - D’Raven estava bem com a situação, por mais que uma criatura gigante estivesse vindo e batendo na porta. - Pronto para uma aposta, soldado Teraniano? Quem conseguir derrubar esse bicho tem direito de ser pago pelo outro por um tonel (10L) inteiro de cerveja. Mas primeiro vamos ver se podemos ganhar tempo para esse grupo. Ei, NINFA! - D’Raven falou alto para Melantha. - Vamos precisar da sua ajuda e...



A barreira prismática de Melantha chamou a atenção de todos ali sem exceção, além de uma das proteções mais eficientes que existem no mundo arcano, era conhecida por chamar a atenção e pasmar um tanto.



- HAHAHAHAHA! Excelente, mas ainda precisamos chamar a atenção da criatura e afastar ela daqui, soldado! - Entusiasmado, D’Raven encarou a barreira e a criatura primeiro, esperando ver a reação dela. Caso continuasse a lutar, sairia do local, e do lado de fora soltaria um rugido alto e cuspiria ácido para chamar a atenção, e claro, fugiria para não ser atingido.

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Re: A Conquista (Encerrado)

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