A Conquista (Encerrado)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 16 Fev 2013, 23:44

Zzrill

Zzrill apenas olhou para o Cavaleiro e gargalhou ' acha MESMO que eu faria TUDO perto daquela coisa? Eu não mostrei nem mesmo um pouco do meu verdadeiro poder, meu caro. E nem sequer conhece um aliado meu que excede em poder todos o que aqui se encontram, incluindo você, 'Cavaleiro do Apocalipse' ' Fez questão de colocar o 'quote' o fazendo com o dedos.

Ia dizer mais mas fora interrompido pela baforada gigante de Joshua. A energia era tamanha que ele sugou um pouco sem querer ao mesmo tempo que recebia mais energia da Chama que Malak usava. Tal sobrecarga fez com que as asas mudassem novamente, uma queimando em chamas vivas e outra em que eletricidade corria em velocidade insana. Um dos olhos dele ardia em chamas enquando o outro crepitava em eletricidade.

'Donner und Feuer.[ Trovão e fogo ] ' Ele esticou a mão para frente e oarco reapareceu, envolto nas duas energias que absorvera ali. Claro que o arco estava bem instável, devido a sobrecarga, mas ainda atiraria flechas. E as atiraria se Domo resistisse ao ataque de Joshua


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Ergo

'Hm... um ataque de criatura negras que tomam os corpo...' Ergo pensou um pouco 'Acho que é algo que os Deuses gostariam que eu verificasse... ' Ele se aproximou da barreira e a tocou. Sentiu a força natural da barreira, bem como a energia maligna da gosma. antes que a gosma reagisse ele retirou a mão e se voltou para o soldado.

'É melhor se afastar. Pode virar um verdadeiro caos quando eu abrir uma passagem para nós nesta coisa.' Dito isso ele esticoua mão direita para frente e disse em voz alta 'Dextra Emmitans et Stagnet - Diiunctio Magicam! [ Mão direita, emitir e fixar - Disjunção de Mordekainen ] ' Uma bola de energia branca surgiu na mão direita do Emissário, que rodopiava loucamente [ RASENGAAAAN! ] mas não era tudo. ele esticou a mão esquerda e gritou ' Sinistra Emittans et Stagnet! Gladia Magicam! [ Mão esquerda emitir e fixar, Espada de Mordekainen ] ' Uma lâmina mágica de granmde poder surgiu na mão esquerda do emissário.

A aura que o mesmo era tão intensa que podia se palpar no ar. e ele então aproximou as duas magias e a colidiu para formar uma só
com um grito ainda mais alto "UNISSONENT!'. agora ele segurava uma espada larga, que brilhava em uma luz esbranquiçada e ele segurava-a com a mão esquerda. 'Diiunctia Gladius [ Espada Da Disjunção ] ' E com tal espada ele golpeou a barreira, em uma tentaticva de entrar nela sem que a mesma colapsasse [ muito ] [ataque 2]

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 20 Fev 2013, 18:08

Firelands – Hall do Castelo

Todos

Domo receberia a baforada de Joshua sem nem ao menos se defender. (Sem rolagem) Seu corpo seria jogado metros para trás, os pedaços de sua armadura branca voando em todas as direções. Seu corpo bateria contra a escadaria do hall com força e lá ele permaneceria deitado por alguns momentos. As flechas de Zzrill o acertariam em seguida (conforme declarado na ação de Zzrill) e o corpo de Peste seria perfurado diversas vezes. Ele novamente não defenderia os ataques de forma alguma. Já estava sangrando e debilitado. Seu sangue era negro e pastoso. Mesmo diante desta situação de morte iminente, o antigo Domo Halosis sorria.

Antes de fazer qualquer coisa, Lei fitou Joshua surpreso. Não sabia que o dragão havia feito parte dos membros de Apocalipse no passado. Se Seeje não estivesse com todos os sentidos tomados por ódio, ele teria ficado surpreso com o fato de Joshua declarar abertamente que o Mestre de Armas amava a gaisra. A montaria da campeã, por sua vez, estava ainda atordoada no lado de fora. Joshua garantiu que o estado físico dela estivesse perfeito, mas sua mente estava confusa. Ela não teria condições de fazer qualquer coisa, mas percebeu a presença próxima de Ahmik e ficou mais tranquila.

As palavras de Joshua incendiaram os soldados teranianos, que começaram a gritar e bater suas armas e prontos para avançar contra Domo, mesmo a maioria deles sabendo que não conseguiriam sequer tocar no Cavaleiro de Apocalipse. O exército flamejante, por outro lado, ficou indeciso e calado, até que Seeje o inflamasse do seu jeito. Ele fez um afirmativo para as palavras de Malak e começou a andar na direção de Peste, as chamas se exalando em grande quantidade de seu corpo. Lei ainda estava um tanto quanto receoso, mas ver Minami naquele estado o fez desejar a morte de Domo mais do que tudo. O barbudo faria um sinal para Sieg para que ele avançasse também e diria:

- Vamos, Sieg! Se há alguém neste lugar que não deve sobreviver para o bem de todos nós, este alguém é o membro de Apocalipse!

O Cavaleiro da Peste soltou uma gargalhada junto com um bocado de sangue negro e fitou a todos, erguendo o tronco com esforço e dizendo:

- Tolos! Não conseguirão derrotar meu Mestre se me destruírem! Serão todos condenados! Eu lhes prometo uma coisa: Perderão muito mais do que a oportunidade de destruir o Lorde Supremo! Muito mais, eu lhes prometo! – Gritava como um insano, tossindo sangue, e então finalizou:

- Se eu tiver de morrer pelas mãos de um dos escolhidos, então que seja por aquela que conseguiu recuperar o que eu lhe tomei. Que seja Malak Nawar, a campeã de Firelands! Que eu, o Cavaleiro da Peste, seja sua conquista! Vamos, campeã, dê-me o golpe final!

Apesar do desejo enorme de Seeje de cortar a garganta daquele desgraçado, o Mestre de Armas reconhecia a soberania de sua senhora, e daria a ela a honra do golpe de misericórdia. Ele passaria a própria espada à Malak, se ela aceitasse, e diria:

- Que meu ódio por este ser faça seu golpe doer mais nele. – E então se afastaria, impedindo as tropas flamejantes de avançarem mais. Lei ainda achava que Domo teria algum truque quando Malak se aproximasse e que poderia ser uma armadilha, mas ele também queria ver aquela criatura morta o mais rápido possível, pois só pensava no estado de Minami. Portanto, não se manifestou sobre a ação dela.





Terânia – Cidade Imperial

Ergo

O capitão Lawrence e os soldados teranianos ao redor ficaram impressionados com a técnica do desconhecido. Foi uma pena, entretanto, que ela não funcionou. A espada mágica foi violentamente repelida pela barreira. Eles puderam ver um clarão vindo lá de dentro, que abriu uma fenda na gosma negra, mas a barreira ainda estava ativa. Um rapaz se aproximou, era um dos conjuradores. Aparentava ter certa experiência e havia ficado do lado de fora quando a barreira foi erguida. Se aproximou, impressionado com a técnica de Ergo e com a resistência da barreira:

- Incrível. Disseram-me que o poder psiônico de toda a fortaleza flutuante combinado alimentava as barreiras feitas em sítios, mas eu nunca poderia imaginar que seriam tão resistentes.

O capitão Lawrence se enfureceu imediatamente:

- Maldita seja esta ameaça que veio de dentro! Pelo menos o período de duas horas está próximo de se expirar! A cidade não cairá, homens! Nós resistiremos!





Todos, menos Ergo

Os doze dragonborns de Ral’Ylin percorriam as ruas da cidade destruindo criaturas negras e salvando a vida de dezenas de habitantes. As criaturas pareciam não ter fim, porém. Multiplicavam-se em velocidade assustadora e a quantidade nunca parecia diminuir. Não era o suficiente para sobrepujar os draconatos, mas os deixaria ocupados por algum tempo.

A tática de D’Raven funcionaria. O soldado Wall foi com ele para fora e o ácido disparado pelo dragonborn chamou à atenção a grande criatura negra. O ácido destruiu parte da matéria negra que compunha o monstro, que logo foi regenerada. A criatura passou a perseguir D’Raven e Wall e iria se afastar da escola de magia se os dois corressem para longe.

Momentos depois encontrariam Ral’Ylin, que seguia o rastro do draconato até seu final. A elfa do sol veria seu companheiro e o soldado teraniano sendo perseguidos por um gigante de gosma negra. Isto compraria um tempo precioso para as pessoas dentro da construção.

Enquanto isso, dentro da escola de magia, a senhora parteira conseguiu se concentrar no que estava fazendo depois das palavras de segurança de Melantha e o cessar das pancadas da criatura no telhado da casa. Era um parto extremamente complicado, pois, além dos riscos naturais da operação, havia o estresse do perigo iminente ao redor. Kraven permaneceu ao lado de Elizabeth o tempo todo e a mulher permanecia segurando o amuleto dado por Joshua em uma de suas mãos. Elizabeth lutou bravamente e a velha parteira deu tudo de si. Os aprendizes ajudavam limpando os líquidos expelidos e trocando os panos e até mesmo com magias para assegurar que a mãe sobreviveria até o final.

Não demorou muito até que um choro tomasse o local. A parteira retirou a criança com cuidado e alguns aprendizes até mesmo desmaiaram, pois nunca haviam visto algo como aquilo em suas vidas. A mãe estava fraca, mas viva. O cordão umbilical foi cortado e o bebê foi limpo provisoriamente. A preocupação era evitar qualquer tipo de contaminação, do ambiente ou de qualquer rastro daquela gosma. A parteira enrolou a criança em alguns panos e depois constatou:

- É uma menina. Ela está bem! – Disse, em uma felicidade momentânea em meio a todo aquele caos. Uma vida começando enquanto muitas terminavam ao redor.

Kraven segurou a criança, os olhos lacrimejados e depois levou o bebê até o colo de Elizabeth, que ainda estava fraca e sorriu. Kraven perguntou qual seria o nome da menina e a mãe apontou Melantha, fazendo um sinal para que a ninfa se aproximasse. Caso ela assim o fizesse, Elizabeth diria, com a voz ainda fraca:

- Eu quero que você escolha o nome dela. Você tem esse direito.

O velho mago impedia que o estado de Minami piorasse, mas não havia muito mais coisas que podia fazer. Minami ainda sentia a escuridão dentro de si tentando toma-la. O líquido negro em suas entranhas agora possuía uma voz e ela sussurrava na mente da metamorfa: “Mate o recém-nascido. Mate o recém-nascido”.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 21 Fev 2013, 07:09

FIRELANDS - MALAK

Malak seguia em seu mesmo lugar, observando, ouvindo, pensando. Mesmo se precisassem derrotar um a um os Imperiais, Domo jamais sairia vivo dali. Era já uma questão de honra, de orgulho ferido por ter sido enganada tão facilmente. A morte do invasor precisava servir de aviso, de exemplo e de demonstração de fidelidade ao seu povo. O ataque de Joshua e em seguida o de Zrill a surpreenderam, mas não tanto quanto ver a "Peste" ferir-se sem tentar qualquer defesa ou truque. Então era só "papo"? Um discurso imenso, ameaçador e que no fim não era comparável à capacidade de defesa do cavaleiro.

Observou toda a manifestação dos soldados teranianos e em seguida dos seus soldados, carregados pela chama que agora estava acesa como antes do golpe baixo de Domo. Malak revirou os olhos diante das palavras de Domo.

- Blá blá blá, Domo. Tudo será exatamente como antes depois que você morrer.

Caminhou na direção do cavaleiro depois de ouvir que ele queria morrer por suas mãos. E golpe de misericórdia? Misericórdia?? Pegou a espada de Seeje e a envolveu em chamas em seu caminho até Domo. Aproximou-se um pouco mais, tocando a lâmina flamejante em sua pele levemente, apenas para que sentisse o fogo.

- Você foi quase perfeito. Quase. Mas alguém "quase" não merece viver. Não aqui, não depois de tudo isso. Vê aquela parede ali? - indicaria a parede ao lado direito do trono e, sorrindo, começou a aprofundar o corte milímetro a milímetro com alguma lentidão - Ali será seu lugar. Para sempre. - E terminaria o golpe, decapitando-o. Olhou o corpo um pouco, até que aqueles espasmos post-mortem cessassem. Estendeu a espada para Seeje e manteve a mão aberta.

- Uma lança. - assim que recebesse a arma, Malak espetaria a cabeça de Domo, pelo pescoço, e viraria-se para seu exército. - Seeje, coloque diante do meu castelo e faça o que quiser com o corpo. E que a reconstrução comece imediatamente.

Só então olharia os Imperiais, cruzando os braços e deixando um suspiro breve escapar.

- Vocês têm o que fazer em Terânia, retirem-se. Lei, avise seu Imperador que há muito a ser pago aqui. Aguardarei os recursos que me devem por tanta destruição. - olharia Joshua em seguida - Agradeça por minha misericórdia. Sua cabeça deveria estar ao lado da cabeça de Domo, mas pela amizade que tenho por Lei, vou poupá-lo. Não é bem vindo em Firelands até o fim dos tempos. Saia, imediatamente.




MINAMI

Todos aqueles sons, brilhos, conversas, gritos… Tudo aquilo estava deixando-a mais confusa, mais perturbada, um pouco menos controlada a cada minuto que passava. Ainda sentia o enjoo, aquela sensação ruim, quase como se sentisse a gosma correndo por suas veias.

O choro da criança era o pior. Estridente, chato, incessante. E ainda havia aquela voz, aquela coisa insistente que cutucava sua mente já debilitada por tudo o que havia enfrentado naquele curto período. Empurrou o velho com força, algo fora do normal se ela fosse apenas uma mulher, uma oriental qualquer. Levantou-se, rosnando, e não tardou a tornar-se outra vez aquela besta imensa. A transformação havia sido um pouco mais lenta mas ainda assim efetiva. Rosnava, caminhando apressadamente na direção da recém-parida.*

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 24 Fev 2013, 00:22

Sieg

Sieg protegia o rosto contra aquela baforada, ou a luz que ela gerava. Não conseguia deixar de lado suas duvidas com relação a tudo aquilo, e até mesmo o comentário de Lei parecia convence-lo, o qual o sacerdote apenas demonstrara atenção ao olhar ao comandante. Será que se Lei desse o aviso e Sieg o ouvisse os papéis seriam inversos? Não havia resposta.

Logo Malak, a campeã de Firelands terminaria com aquilo, Ao menos por hora. Não era grande surpresa ela ignorar o que lhe incomodava ou sua reação após tudo aquilo, por outro lado, se Lei devia responder logo o "coinvite" para se retirarem ou dizer qualquer coisa, ele não ligava, apenas olhava para o corpo caido.

- Não desconsiderem as palavras do Cavaleiro que se intitulava "Peste". Foi uma vitória vazia, tudo o que ele disse era verdadeiro. Não havia uma escolha certa ou errada, apenas... Uma escolha.

Parava perdido a alguns pensamento por alguns segundos para em seguida erguer o olhar, balançando a cabeça negativamente.

- Claro, alguns de vocês consideram isso menos que outros, é compreensivel. Todavia não pensem que eu fiz isso por ideais semelhantes aos seus, ou muito menos por uma ameaça vã como tantas...Campeã das chamas. Apenas vi que eu não poderia impedir o destino que vocês desejavam, vocês são pertencentes a esse plano de existência, assim como eu agora, e todos sofreremos as consequências disso. Se alguem tinha o direito de "decidir", eram vocês e não eu.

Olhava para Malak, Lei e todos ali. As palavras de Sieg poderia soar duras, o tempo também era. Queriam comemorar e ouvir discursos emocionados? Ele realmente não era a pessoa adequada. Entretanto, não tinha a sensação que havia falhado. Não iria simplesmente descartar a vida de todos em Terânia, de forma que entendia o pensamento deles. Como Joshua havia dito, teriam que mudar o seu destino, e nada aos olhos dele era razão de ser celebrado...

Pelo menos, por enquanto enquanto ele não lembrava de um pequeno e..."caótico" detalhe.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 24 Fev 2013, 00:23

Joshua

- Foi.... muito fácil... - Resmungou Joshua e afinou os olhos ao ver Malak matar o Cavaleiro e voltou-se para Seeje. - Sssse tenss alguma conssssiderassção pela dragoa, vá até ela de imediato. O pior ssentimento é sse vingar e sssó depoiss ssaber que ainda tinha chanssce de passar oss últimoss ssegundos com o ente querido. O “tarde demaisss” é maisss doloroso. - Bufou de leve e encaminhou-se para fora, ignorando Malak depois de dar uma olhadinha basica antes sem nem responder. - Ah sssim, Seeje, esstão maisss que bem vindosssssss a vir para Uriss quando bussscarem a longevidade, terão uma resssscepsssção calorosa. -

Apesar de cheio de ironias e sarcasmos com as palavras escolhidas para expressas a ultima frase, soou como a mais sincera verdade. Passou por Lei e respirou fundo uma vez e disse ao Cavaleiro.

- Temo que a batalha de hoje tenha sido curta e fácil demais. Jamais Apocalipse chamou alguém fácil assim. Mas agora não é mais assunto nosso. Domo foi “derrotado” e como Sieg disse, esse é o caminho escolhido por Firelands. Não temos mais nada que fazer aqui. - Seu tom ainda era de preocupação, uma guerra estava para vir, principalmente quando um nome podia mover tantas coisas. Respirou fundo. Se Apocalipse realmente estava retornando, então teriam de se armar a um extento que todas as raças vivas deveriam se unir, ao menos essa era o pensamento que tinha. Infelizmente nada faria com que a união de antigamente ocorresse novamente. Respirou fundo numa bufada e seguiu para fora, indo em direção de Gaisra. Recitou de novo uma magia de recuperação, diferente da vez anterior, procurava remover o fato dela estar confusa.

- <draconico> Gaisra, a campeã foi “generosa” em me deixar ir sem ser punido. O convite para vocês dois virem para Uris ainda está em aberto. Estarei esperando ansioso. Não é sempre que dá para reconectar com os restantes cromáticos.

Deu as costas para a dragoa e foi para onde estava o navio de Tana. Precisava ainda pedir mais vezes desculpas pelo transtorno que havia causado para a engenheira chefe.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 24 Fev 2013, 00:25

Sieg

- Não havia porque o cavaleiro oferecer qualquer resistência a nós regente de Uris. Como ele explicou, ganharia de uma forma ou de outra, não estava aqui para oferecer um desafio. Ao mesmo tempo, a responsabilidade não cabe apenas a Firelands, ela é igualmente nossa, seja você pelo seu ataque ou eu por não te-lo detido. Mas não faz sentido lamentar por elas, ja foram tomadas.



Sieg permanecia aparentemente calmo, ja olhava para a porta de saída aguardando os demais, mas estava atento a tudo que acontecia, demonstrando reações a cada frase dita, até mesmo a conversa em draconico de Joshua. Talvez entendesse, talvez apenas observasse. Entretanto, não seguia este, aguardava Lei para maiores instruções.



- A senhora da chamas permanece relevando apenas aquilo que considera importante, de forma que qualquer tipo de planejamento para deter Apocalipse agora para ela seria irrelevante em comparação a vontade maior dela em que deixemos essas terras. Sugiro por hora acompanharmos esse raciocínio limitado e partirmos, a capital do seu império precisa de auxilio.



Apesar de se direcionar ao comandante, Sieg parecia sempre fazer questão (ou ao menos não se importar) em ser ouvido por todos. Da mesma forma separando os "imperiais" como se não fosse um deles. De qualquer forma, acreditava que tudo ali estava acabado e podiam partir, as batalhas ao menos por hora tinham chegado ao fim.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 24 Fev 2013, 00:25

Melantha

Logo após Melantha terminar a magia da barreira, ouviu sendo chamada e se virou para D'Raven sem entender muita coisa, já que o mesmo não tinha continuado seu pensamento pois tinha saído logo com o soldado. Acabou ficando próxima a parede ainda por um tempo, um tanto quanto insegura que tivesse sido o suficiente.

Virou-se quando ouviu o choro, com um sorriso e se divertindo ao ver os aprendizes desmaiados. Apesar da ninfa não estar acostumada com nascimento de humanóides, já tinha visto muito na floresta animais dando a luz, logo estava relativamente acostumada ao ver filhotes cheios de meleca.

No meio da conversa de Kraven com Elizabeth, viu a mesma lhe chamar. Jogou os longos cabelos para trás ao se aproximar da mesa. Arregalou um pouco os olhos quando ouviu o pedido.

-Eu? Obrigada! Mas precisarei pensar um pouquinho, fui pega de surpresa e... -se virou olhando a mulher a se transformar. Começava a ter motivos sérios para reclamar de licantropos.

Percebendo a atitude ofensiva, com serenidade se colocou a cantar, colocando seu corpo no meio do caminho. O objetivo era afetar a lupina, para fazê-la acreditar que a ruiva era amiga e caso tivesse sucesso, pediria para retornar a forma humana e se sentar num canto. Como Melantha não tinha tomado nenhuma atitude ofensiva contra a oriental, acreditava que seria fácil afetá-la considerando o estado debilitado (Charm monster).

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 24 Fev 2013, 00:28

Ral'Ylin, Wall e D'Raven

- Mais um… grandão. - Resmungou a sacerdotisa. Viu D’Raven e Wall ocupados com a criatura negra, mas o fato dele estar não estar com a ninfa a deixou preocupadíssima. Recitou uma magia mais simples de luz, mas ao invéz de usar seu próprio corpo para hospedar a luz, lançou a luz sobre a própria criatura negra onde tornaria ela mesma a própria hospedeira da luz radiante e solar.



- D’Raven, espero que não tenha nenhuma notícia ruim. - Disse a sacerdotisa para o ex gladiador.


- ... - D’Raven por sua vez engoliu seco ao ver toda aquela cena e claro, ouvir a voz. - Tivemos que sair da construção para pegar a atenção da criatura. Tem alguém infectado, uma grávida e a orelhuda resolveu ficar ali! Eu juro que viemos para fora para só distrair a criatura!



- Muito bem, isso entrará no relatório depois. Mostre-me aonde estão.



D’Raven apontou a construção onde havia um muro de luz prismática. Ainda parecia um tanto estático, o medo maior de Ral’Ylin, talvez a unica criatura que ele teria medo, e Wall poderia notar isso claramente.



Criatura tendo cedido ou não, encantava a espada de Wall com uma aura flamejante e seguiria para a casa, cansada. Aquilo que tinha feito não era nada comparado ao esforço anterior.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 24 Fev 2013, 00:30

Ergo

A Espada da Disjunção, uma combinação de magias poderosas fora simplesmente repelida pelo poder da barreira. Ele se virou para o conjurador e deu um sorriso largo, parecendo um tanto desajeitado. 'Ora, o que esperava? Apesar de eu ser uma criatura semidivina não quer dizer que eu seja onipotente, não é? Se bem que essa barreira em si é uma verdadeira monstruosidade. Sabe lá os Deuses quanta energia é necessária pra ela funcionar bem. Enfim... vou tentar uma outra abordagem...' Ele segurou a Espada e disse. * Stagnet! *A espada regrediu para a forma de uma bola de energia que ficou pairando na mão dele 'Sinistra Sumplemmentum!' [ Mão esquerda - Magia suplementar ] Esmagando a bola de energia com as mãos, tatuagens brancas subiram pelo braço dele, marcando que havia algo ali. Saltando para o céu ele levitou até um ponto onde a gosma negra não alcançava e ali brilhava com a luz do sol. Ele olhou pelo buraco e viu dragonborns lutando contra criaturas negras. Se afastando ele apontou um dedo para a barreira e disse

'Emmitam, Diiunctio Gladios!' [Emitir, espada da Disjunção ] Desta vez ele não golpeou e sim lançou a espada como se fosse um raio mágico. Esperava que a barreira ao menos cedesse, para que pudesse ajudar todos.

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Zzrill

As flechas acertaram em cheio o Cavaleiro do apocalipse, o que ele achou facil DEMAIS. Tinha que ter um macete aí. Será que Sieg estava certo? Será que não devíamos matar ele? Infelizmente Zzrill fora lento demais para impedir a Campeã de finalizar com o Cavaleiro. Era direito dela porém. Ele praticamente aniquilara com o castelo e o reino dela. Muitas vidas foram perdidas, vidas que sentia pulsar nas chamas que Malak o dera. E então ele se aproximou da Campeã. Ele concentrou tonas as chamas que ele tinha em uma bonita chama vermelha que segurou na mão e a ofereceu de volta a dona, com um dos joelhos prostrado ao chão.

'Senhora das Chamas.' falou o drow em tom um tanto formal que não combinava com ele. 'O que pertence a ti, te devolvo, As chamas que coletei no campo de batalha. As chamas de seus guerreiros que caíram. Devolvo-a para ti, para que possa fortalecer novamente seu castelo e suas tropas. Se o que este... cavaleiro disse é verdade, então ainda teremos muitas batalhas para enfrentar. Não só Terânia vai sofrer Firelands também. Eu, o Arqueiro Do Império de Terânia, Zzrilldhrack Darrksin, vou lutar contra todos os Cavaleiros do Apocalipse se for necessário, para impedir que as trevas cheguem a superfície. Já tem trevas demais abaixo, de onde eu vim para deixar que isso ocorra. '

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 25 Fev 2013, 16:43

Malak

Malak virou-se para Zzrill quando ele começou a falar e colocou-se de joelhos. Arqueou as sobrancelhas, bastante surpresa em ver aquele droll insolente, aquele mesmo que quase causou um ataque ao navio imperial, falando com ela naquele tom formal. Aceitou de volta a chama, dispersando-a em seguida para que tudo retornasse à Grande Chama, dando descanso aos bravos guerreiros.

- Derrubaremos cavaleiro por cavaleiro… - murmurou, suspirando mais uma vez. - Mas agora preciso reestruturar o exército, o castelo, tudo. Não posso me envolver em guerras agora, não imediatamente.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 25 Fev 2013, 17:24

Ahmik

Ahmik continuou ali próximo aos dragões, em silêncio até que tudo estivesse consumado.

- O que está feito está feito. Precisamos retornar à Terânia.

Dali em diante ele relaxariaum pouco mais, gradativamente livrando-se do peso da presença invasiva da Peste. Ele iria junto com os demais assim que tudo ali fosse resolvido.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 26 Fev 2013, 14:49

Joshua

- Não, SssSieg, nós teremosss outross planoss. E essa ssserá dar assssssistênsscia àqueless que sse quer possssuem um pingo de habilidade de sse defenderem contra qualquer agente do Apocalipsssssse. Resssalto aquela pequena cidade que foi dizimada a algum tempo atrássss.

Havia alguma irritação nas palavras de Joshua. Odiava aquelas palavras incertas onde se quer iriam saber se um dia iriam poder dar auxílio a Firelands, inclusive se é que eles iriam conseguir pedir sob o nariz de Malak.



Sieg

Sieg olhou para Ahmik de forma a pensar um pouco a respeito daquilo. Era um resumo de sua linha de pensamento, de nada adiantava dicar filosofando a respeito, o que esta feito, esta feito. Não pode deixar de olhar com certa surpresa a ação de Zrill e mais ainda ao ver a reação de Malak. Realmente ele estava errado com relação a algumas conclusões, mas nada que fosse fazer alguma diferença naquele momento.

- Sua determinação é louvável regente Joshua, mas não é algo assim tão simples. Se a morte do cavaleiro Peste não tivesse consequências, ele não abriria mão de sua existência de uma maneira tão simples. O que vira sera inevitavel, e o ponto como ressaltamos é oferecer resistência.

Balançava a cabeça negativamente antes de responder Joshua, observando para os demais e começando a sair dali. Sieg parecia ate mais do que o normal indiferente ao que acontecia, tudo que importava no momento se passava dentro de sua cabeça. Ao menos enquanto um pequeno "detalhe" não ressurgisse...



Joshua

- Eu ssssei que não é ssimplessss, eu sssei que para toda asssção, exissssste uma reasssção. MAsss a pergunta é... ssserá que teremosss o sssuficiente para darmosss esssa assistência? - Sacudiu a cauda enquanto se afastava mais e mais.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 27 Fev 2013, 17:30



Firelands

Todos

Domo, ou o Cavaleiro da Peste, manteve o sorriso até mesmo enquanto sua garganta era cortada por Malak. Ele realmente parecia confiante em suas ameaças. Seeje levou a lança até a campeã e fez como ordenado: Espetou a cabeça do falecido na ponta e a ergueu. Neste momento, o exército flamejante presente ali no hall do castelo vibrou e ovacionou a Senhora das Chamas. O efeito que Malak esperava se concretizou: Sua posição como campeã foi reafirmada e consolidada para aqueles que ainda tinham dúvida. Era uma vitória que ecoaria pela história de Firelands para sempre.

Em resposta ao que Joshua disse, Seeje apenas respondeu, ainda segurando a lança com a cabeça de Domo fincada na ponta:

- Eu só pisarei em sua cidade se estivermos em guerra, dragão Imperial. Sinta-se agradecido por ter recebido a compaixão da campeã, pois não a receberia de mim. E de minha vida cuido eu, mantenha seus conselhos para você mesmo. – Em seguida se virou para Zzrill, observando o gesto do drow, e disse:

- Estas palavras gentis não o livrarão do Combate de Fogo, Imperial. Felizmente, para você, não existe nenhuma regra de quando ele deve ser feito. A luta está jurada, mas eu não a começarei... Por enquanto. Mas ela acontecerá um dia e eu irei tirar sua vida.

Lei concordou com Sieg e Joshua. Era hora de deixar Firelands. A gaisra já estava em pé quando foi responder a Joshua, mas algo a impediu. Ela engasgou e depois cuspiu grande quantidade de sangue. Voltou a se sentir atordoada e foi ao chão em seguida, quase caindo sobre Ahmik. Ela sussurrou o nome de Seeje, que a viu caindo no lado de fora e largou a lança com a cabeça de Domo, correndo imediatamente até lá.

Quase que ao mesmo tempo, uma grande explosão veio da direção onde o navio voador estava parado. Estavam longe e apenas o clarão foi visível, mas era possível dizer que foi uma explosão fortíssima. Paralelamente, a câmara embaixo da escadaria do hall também explodiu, fazendo o piso ceder. O castelo afundaria em uma grande cratera e enterraria a todos se não se movessem. Lei gritou aos soldados teranianos para que saíssem dali imediatamente e também saiu correndo, esperando que os outros o fizessem. Praticamente todo o castelo ruiria em seguida, deixando apenas um grande buraco no qual havia uma pilha de escombros.
Outras explosões aconteceram nos rios de lava e terreno ao redor da área em um raio de quilômetros. Um dos locais destruídos foi o posto militar avançado, onde todos estavam anteriormente, que foi feito em ruínas, matando todas as criaturas flamejantes que haviam ficado lá, incluindo soldados de prontidão, curandeiros, e outros.

Seeje correu até a gaisra, abraçando o grande focinho, que já estava caído ao solo. Ele gritava e tentava fazê-la acordar, sem sucesso. Ela então disse em Comum, com grande dificuldade:

- Seeje... Prometa que ficará com a Senhora sempre enquanto viver. E Senhora... – Virou-se para Malak, caso ela já tivesse saído. – Foi uma honra servi-la. Que minha chama a ajude a derrotar os outros inimigos.

A voz dela sumiu em seguida e seu corpo lentamente foi se transformando em chamas. Metade de sua energia foi para Malak e a outra para Seeje, que permaneceu ali, ajoelhado, a cabeça abaixada e em silêncio.

Caso alguém fosse até perto da fronteira (como Joshua), onde o navio havia ficado, encontraria destroços do navio voador espalhados por todos os lados. Os pedaços começavam a surgir dezenas de metros do centro da explosão, onde agora havia uma grande cratera. As partes do navio, incluindo os condensadores psiônicos, estavam completamente destruídas e espalhadas. O mesmo se poderia dizer dos corpos: Havia pedaços de corpos de habitantes, soldados e conjuradores flamejantes e de soldados e conjuradores teranianos. Aparentemente, todos os que haviam voltado ao navio foram dilacerados pela forte explosão, que também levou parte da vila da fronteira.




Terânia – Cidade Imperial

Ergo, Ral’Ylin e D’Raven

A barreira ao redor da cidade desapareceu exatamente no momento em que Ergo lançou sua magia. Era impossível dizer se ele havia conseguido desfazer a barreira com sucesso ou se a duração dela havia acabado. De qualquer maneira, o capitão Lawrence finalmente adentrou a cidade com seus soldados, prontos para a luta contra as criaturas negras, mas não encontraram nenhuma. As criaturas se dissolveram aos poucos, limpando a cidade. Os habitantes foram saindo pouco a pouco de seus esconderijos. Ergo poderia ver, de onde estava, um único foco remanescente de luta na cidade. O único que ele reconheceria naquela confusão era o soldado Wall, que já havia encontrado em suas visitas anteriores à cidade.

Enquanto isso, justamente naquele foco, a grande criatura negra desapareceria frente ao ataque de Ral’Ylin. O sol voltava a banhar as ruas e os guerreiros ali fora. Não havia mais nenhuma criatura negra na cidade, a ameaça havia terminado. O soldado Wall olhou para a própria espada com a aura flamejante e se surpreendeu, mas suspirou de alívio quando viu as criaturas e a barreira sumindo. Em questão de momentos, o capitão Lawrence chegava com seu batalhão, enquanto o resto do contingente se certificava de que os habitantes estavam bem. O capitão Lawrence olhou para Ral’Ylin e D’Raven e disse:

- Agradeço profundamente pela ajuda de vocês. Sem vocês, a cidade nunca teria conseguido superar esta ameaça. Mas a hora de agradecimentos adequados virá depois, no momento precisamos saber se ainda há sobreviventes em perigo!




Minami e Melantha

O velho caiu ao chão com o empurrão de Minami, temendo o pior. As pessoas ao redor acharam que Minami havia se recuperado, pois estava se transformando, e ninguém percebeu a ameaça iminente até ela estar perto demais do recém-nascido. Elizabeth ouviu o rosnado e viu aquele grande lobisomem se aproximando. Estavam sem forças para gritar, então apenas se encolheu e segurou o bebê fortemente nos braços. Kraven a abraçou, estando pronto para colocar seu corpo em risco pela esposa, percebendo depois que Melantha já o fizera. A ninfa era a única coisa que podia impedir aquela família de ser dilacerada.

O feitiço de Melantha funcionou em parte com Minami, servindo para retarda-la, até pelo estado debilitado da metamorfa. Mas algo mais fez a licantropa parar completamente. Os raios de sol de repente entraram através das frestas das janelas e portas bloqueadas da escola de magia. Até mesmo o ar parecia mais respirável. Não havia sinal da criatura negra lá fora e nenhum som estranho vinha das ruas. Minami não ouvia mais a voz em sua mente e sua infecção desapareceu. Ela voltou a si rapidamente. Ao que parecia, a ameaça havia acabado.

Enquanto todos ali se recuperavam do susto, já podiam ouvir as vozes dos soldados teranianos lá fora.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 28 Fev 2013, 08:15

MALAK

Malak sorriu, finalmente aliviada com o fim de tudo. Cumprimentou seu exército e não demorou a sorrir da resposta de Seeje ao dragão e a Zzrill. Sabia que ele nunca esqueceria o Combate de Fogo e que Zzrill certamente pagaria um preço alto por seu desafio ao mestre das armas.

Tornou-se outra vez séria quando viu, pelo grande portão do hall, a gaisra cuspir fogo e cair. Empurrou quem estava em seu caminho, correndo na direção de sua fiel montaria, deixando de lado todo imperial, a cabeça de Domo, tudo. Mal pisou fora do castelo e viu a explosão ao longe. Pouco depois seu castelo inteiro desabou, outras explosões em diversos locais. Malak estava sem fala, surpresa mas sem reação imediata. Ouviu a gaisra e aproximou-se, ajoelhando-se ao lado de seu grande crânio.

- Sua lealdade será sempre lembrada. Firelands nunca esquecerá tudo o que fez… E desculpem-me por falhar. - murmurou, olhando-a e em seguida para Seeje. . Ninguém mais além dele precisava ouvir, talvez nem ouviriam se ela falasse em alto e bom tom, a julgar por outras possíveis explosões e pelo alvoroço. Levantaria-se apenas após a morte da gaisra, após receber sua chama.

Passou as mãos pelos cabelos e bufou. Estava mais frustrada que irritada, certamente. Sem palavras, simplesmente isso. E foi assim que permaneceu por longos minutos, a despeito de qualquer bagunça ao redor. Apenas então praguejou inúmeras vezes. Praguejou, amaldiçoou todo o Apocalipsia, a alma do cavaleiro da Peste, tudo. Até o Império entrou nas pragas. Tudo.

Afastou-se do grupo em muitos metros, até que se isolasse um pouco. Sentia o sangue ferver, o corpo queimar em chamas, tamanho o ódio que corroía sua mente. Agora tudo, absolutamente tudo teria que ser reconstruído… E sabe-se lá qual a perda de seu exército. Muita coisa estava em jogo, muito precisava ser decidido e feito.

- Seeje… - chamou o mestre de armas, aguardando que ele se aproximasse o suficiente. - Convoque o exército. Temos muito a reconstruir e organizar… Não podemos ficar susceptíveis por muito tempo e ainda precisamos honrar a morte da gaisra e de todos os guerreiros. Não ficará UM cavaleiro do apocalipse de pé, mesmo que tudo isso custe a minha vida.


MINAMI

Os rosnados diminuíram um pouco com a magia de Melantha, bem como a velocidade com que avançava rumo ao recém nascido. Mas estava decidida… Aquela coisa enjoada, chorona, precisava morrer. Ou pelo menos foi o que pensou até que viu os raios de sol, até que tudo parecia subitamente… normal. Parou de avançar e lentamente tornou-se outra vez humana. Sentia-se bem outra vez, embora confusa por não entender como tudo havia sumido assim subitamente.

Afastou-se outra vez para um dos cantos, sem saber se poderia outra vez se tornar uma ameaça para as pessoas ali. Mas sentia-se sozinha, insegura… Onde estava Lei? Ou alguém que ela conhecia? Ficar no meio de tantos estranhos não era tão confortável, ainda mais após ter sido acusada e ameaçada.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 28 Fev 2013, 08:16

Sieg

Enquanto saia juntamente com Lei, Sieg ouvia ainda as palavras de Seeje. Realmente os nativos daquelas terras valorizavam seus costumes, visto que mesmo diante de uma ameaça daquelas mantinham seu juramento. Ou apenas talvez, Seeje sabia que as proporções da ameaça que estava por vir era muito maior do que aquilo, e ambos os soldados seriam importantes para defender o mesmo lado daquela guerra, gostando disso ou não.



Não podia entretanto deixar de perceber a reação de Gaisra, que faria com que interrompesse sua saida. A série de explosões que viria em seguida faria com que o comando de Lei mal precisasse ser ouvido por completo para que o sacerdote fosse o mais rápido possível para longe dali de forma a evitar ser soterrado. Ao chegar no chão entretanto, finalmente sua linha de pensamento era alterada para algo mais próximo da realidade.



- O navio...



Foi tudo que Sieg disse antes de erguer-se rapidamente no ar e voar em velocidade até a mesma direção que Joshua havia ido antes, cruzando o céu com uma certa sensação de urgência. Não levaria muito tempo para ver todos aqueles destroços, parando logo que via os primeiros corpos e ficando de joelhos, olhando para baixo. Batia com violencia contra uma grande peça de metal ali de forma a fazer com que a mão sangrasse com o ferimento causado, falando baixo consigo mesmo em um tom de raiva.



- A culpa foi minha... Eu deveria ter escutado. Troquei o destino das pessoas de Terania pelo dos soldados, e provavelmente o de toda realidade. Foi um aviso claro, e mesmo assim...



Talvez Joshua pudesse lhe ouvir, talvez não, pela primeira vez não estava realmente atento a grande parte dos eventos a sua volta. Ficou em silêncio por alguns instantes, para então bater contra a peça mais uma vez, e outra, e mais outra, repetindo por diversas vezes ja com as mãos bastante machucadas, para que em um ultimo golpe ela se envolvesse na mesma energia azulada e fazer o placa em pedaços ainda menores, dando um grito de frustração que poderia ser ouvido por qualquer um não muito longe.



- Você morreu duas vezes, por minha causa...



Ficaria ali em silêncio olhando para baixo sem grande reação. Não sentia nada e seus pensamentos estavam completamente vazios. Tudo que queria era permanecer daquela forma.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 28 Fev 2013, 14:13

Malak receberia aquela carta de declaração de guerra contra a humanidade. Era um mensageiro que ainda estava machucado, mas esteve fora do alcance de Domo. Mas receberia a carta só quando estivesse mais reservada, e afastada das “visitas”.

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Joshua

Mau humor. Eram as duas palavras casadas que agora descreveriam Joshua. A vida de Gaisra e depois as explosões... e NADA do navio. Fez com que uma lufada de vento levasse a areia em volta, e deixasse boa parte descoberto, precisava ver se realmente não tinha nenhum sobrevivente, se quer nenhum... que tinha sido soterrado. Estava mau humorado, estava irritado, mas sim, aquelas eram as consequencias. Ficou pensativo enquanto procurava.

“Se esse é realmente o jogo que a Peste realizou, então ele realmente conseguiu pegar todos desprevinidos. Escolhasss....”

Fechou os olhos por alguns segundos, e voltou a procurar de novo com o faro também, faro em Tana e Lilyana primeiro. Caso achasse alguma delas viva, aplicaria primeiro a magia mais forte de cura ou regeneração, caso fosse apenas os corpos inertes, não faria nada. Mas se nada realmente tivesse restado, abriria suas asas enormes.

- Eu vou voltar para a Capital e depoisss para Urisss... Melantha esstá na Capital... quero resolver logo esssssesss assssuntos pendentesssssss - Não pareceu esperar muito por alguma interrupção, mas se certificou que nada teria, e levantou o voo.



Ergo, Ral’Ylin e D’Raven

- Guarde bem essa espada, soldado. - Disse Ral’Ylin. - E sempre que puder, alimente sua espada com chamas. Será uma ótima companhia. - Era um pequeno presente que necessitaria de reagente para funcionar, mas era como se fosse encantada agora. Impedida de prosseguir, a sacerdotisa parou para olhar Lawrence.

- No momento, temos quatro grupos de Dragonborns procurando qualquer resquício dessa criatura estranha. São fracas à luz mágica principalmente pelo jeito, mas qualquer outro método de dano que não seja comum, pode afetar a criatura. - D’Raven era quem se expressava, mostrando um conhecimento alto pra quem aparentava ser apenas um guerreiro. - MAs quem poderá dar mais detalhes é a Porta-Voz de Uris, a sacerdotisa Ral’Ylin. - O ex gladiador virou-se para dar espaço para a elfa. - E agora estarei retornando para minhas atividades. - Reverenciou para a elfa, que por sua vez reverenciou de leve de volta.

Ral’Ylin virou-se para Lawrence, completamente calma, mas um pouco cansada.

- Se a criatura não estiver morta, ao menos posso assegurar que está bem adormecida em algum lugar. Agora falta procurar de onde foi sua origem.

- Eu sei de alguém ainda infectada que manteém sua consciência. Podemos tentar rastrear ela e ver se ela pode nos levar da onde conseguiu contrair. - Disse D’Raven se voltando para Lawrance e Ral’Ylin. - Vamos...

D’Raven levaria Lawrance e Ral’Ylin diretamente para a escola arcana.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 28 Fev 2013, 14:18

Melantha

A ninfa ficou apreensiva porque o efeito de sua magia não tinha sido bem como o planejado mas ver o sol mais uma vez e a licantropo ter parado e voltado a forma humana. Deu um suspiro profundo, aliviada. Esperava que realmente tudo tivesse acabado. E agora nem sabia mais quem ajudar primeiro: a mulher que acabara de ter um filho, o velho mago ou a oriental que se colocava no canto. Por fim, pelo mego ter seus alunos e a mulher era da região mesmo e tinha se isolado, se aproximou da mesa onde a família se encontrava.

-Acho que agora... tá tudo bem. - deu um sorriso e jogou o cabelo para trás, para não cair em cima da mesa.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 02 Mar 2013, 23:06

Zzrill

Zzrill se voltou para Seeje assim que se levantou. Apesar de não ter mais o poder da Chama, ainda tinha o do trovão que absorvera de Joshua, o que dava a suas 'asas' um brilho azul-elétrico e crepitante.

'Ora, por mim tudo bem. Mas não pense que vai ser como a ultima luta. Vai ser sem restrições de poder. E eu não vou morrer, por que você não pode me matar. Simples assim, meu caro.'

Apenas terminara de falar quando o castelo inteiro tremeu. Zzrill sentiu que algo de errado tinha acontecido e alçou voo saindo em alta velocidade. Apenas viu, do alto o navio destruido e Seeje abraçar o grande focinho de Gaisra. Pena que a forte dragonesa [É assim que escreve, Professor Pasq...quer dizer Sieg? ] tinha morrido. Triste ele voou rapidamente até os destroços do navio, pousando perto de Sieg. O vira arrasado ali, como se tivesse culpa por aquilo. Sem saber o que fazer, apenas tocou o ombro do amigo e disse.

Acalme-se Sieg. Nem sempre o destino é como aparenta. E nosso 'querido' comandante é uma prova ambulante disso...


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Ergo

Ergo não estava em um de seus melhores dias. Demorara muito para chegar em Terânia, pois tivera que lutar contra sacerdotisas furiosas de Oloth que queriam a cabeça dele para enfeitar o templo. Óbvio que não era isso que ele queria e então tivera que derrota uma a uma. Por isso chegara tarde demais. E em seguida uma barreira muito resistente o impedia de chegar de fato a Terânia. A mesma ruiu diante do segundo ataque e então ele dardejou rapidamente do céu, procurando alguma face conhecida. Achou o Wall, um dos subalternos diretos de Lei Keylosh. Voou rapidamente e se postou na frente do soldado.

'Wall! Aonde estão Lei e Zzrill? E que diabos está acontecendo aqui? Eu vi criaturas negras que se assemelhavam a espectros. E eram poderosos.... me conte o que viu..

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 02 Mar 2013, 23:07

Sieg

- Voce realmente não ENTENDE não é mesmo? Mas claro, o todo poderoso arqueiro imperial é confiante demais para entender que algumas lutas NÃO DEVEM ou NÃO PODEM ser travadas. Mas eu posso convence-lo disso? Não, voce confia tanto em si mesmo que colocou sua vida em risco, em um desafio perante uma razão que jamais vai reconhecer que você é melhor que uma destas PEDRAS mesmo que derrote a todos?

Sieg levantou-se olhando o imperial, aquilo iria acontecer de uma forma ou de outra, Zrill apenas tinha sido a pessoa que iria gerar aquela reação.

- Não era o destino deles morrer aqui, foi a NOSSA escolha. Nos condenamos essa realidade, movidos pelo fato de que "o destino é algo que controlamos" e veja o que aconteceu! Não aja como se nada tivesse acontecido, e nem pense que o seu poder ou o de todos os imperiais condenados representa qualquer tipo de ameaça para alguem que ameaça simplesmente acabar com toda existência... Aceite uma derrota quando esta acontece, ou ao menos respeite a quem aceita.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 02 Mar 2013, 23:09

Ahmik

Diante de tudo o Amenti estava perplexo e assustado. Medo, talvez essa fosse a palavra certa. Ainda não bastasse isso, o Cavaleiro da Peste escondia ainda mais truques, derrubou a montaria de Malak, que agora agonizava e parecia deixar a vida, uma lástima, ele não poderia revivê-la, não sabia de nada sobre dragões, não sabia de nada sobre suas almas. Se penalizou ao ver o sofrimento da dragonesa, mas o que lhe tomou como rompante foi a triste anunciação do fim. Peste havia implantado bombas, seja lá o que tenha usado, para explodir os seus túneis em Firelands, explodiu o castelo e ao longe o posto avançado, e pior e o que lhe tocou ainda mais a alma, Lilyana, a moça estava por aqueles lados.

- LILYANA!!

Ahmik gritou ao perceber que sua tentativa de livra-la do perigo implantado em sua mente colocou-a ainda mais em perigo, exposta e indefesa às intempéries das terras de fogo e das ideações assassinas de uma Cavaleiro do fim. Não pôde esperar ninguém, nem ouvir nem um assunto a mais naquele campo. Estava se culpando, até se esquecendo da intransigência de sua aprendiz e da capitã do navio. Iniciou sua corrida até os destroços, no intento de achá-la ainda com vida, ele poderia trazê-la de volta. Poderia lhe dar uma vida nova.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 04 Mar 2013, 15:23

Terânia – Cidade Imperial

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Os dragonborns de Uris que ainda vasculhavam a cidade em busca de resquícios de criaturas negras não encontrariam mais nada. A cidade estava livre da ameaça em definitivo. Eles voltando ou não, o capitão Lawrence iria com Ral’Ylin, D’Raven e o soldado Wall até a escola de magia. No caminho encontrariam Ergo, que o soldado Wall cumprimentaria e diria em seguida:

- O comandante Keylosh e o Arqueiro Imperial partiram em uma missão para Firelands, senhor. Os principais Cavaleiros Imperiais foram para lá, incluindo Draennelle. Eu já estava preocupado com ela e esperando notícias, e então esta ameaça chegou! Tudo de errado parece acontecer ao mesmo tempo! Mas agora vamos até a escola de magia, quero saber de uma vez por todas de onde esta coisa veio!

Enquanto isso, no interior da escola de magia, Elizabeth e Kraven tentavam se acalmar depois da confirmação de Melantha de que estava tudo bem. O velho mago estava ileso, ele apenas havia sido empurrado por Minami de maneira brusca, mas não estava ferido, assim como os outros civis presentes ali. Até mesmo o homem que havia acusado Minami de começar a praga se esqueceu disto e ficou feliz por tudo ter acabado. A oriental, por sua vez, parecia completamente curada. Qualquer verificação mágica sobre ela não revelaria qualquer traço da substância negra.

As portas da escola de magia foram abertas e os habitantes saíram, aliviados. Ral’Ylin, D’Raven, capitão Lawrence, Wall e Ergo (caso tenha seguido) adentraram em seguida. Wall viu Minami naquele estado e afastou qualquer outro soldado dela, já que ele era a pessoa com mais contato com a oriental ali:

- Está tudo bem, Minami, acabou. Estamos seguros! Vem, eu te ajudo. Vamos para casa. – Caso Minami permitisse, ele colocaria o braço dela ao redor do pescoço dele e a ajudaria a se levantar e caminhar para fora da escola de magia. Wall já havia visitado a casa deles e saberia chegar lá, ele a acompanharia se fosse necessário.

Ao ver Elizabeth ainda naquele estado, o capitão Lawrence ordenou que ela fosse levada até a enfermaria para maiores cuidados. Um grupo de soldados carregando uma maca chegaria no local. Kraven iria com ela, mas, antes de partir, ele diria:

- Os soldados teranianos fizeram um bom trabalho em defender a cidade, mas ela seria destruída se não fosse pela ajuda das forças de Uris. Eu e minha mulher agradecemos a todos e, principalmente, a você, Melantha. (Kraven sabia o nome dela, pois eles se apresentaram na taverna) Minha família está viva graças a você. Visite-nos na enfermaria mais tarde, pois você ainda tem uma tarefa muito importante: Escolher o nome de nossa criança.

Elizabeth agradeceu com um gesto e um sorriso, ainda segurando a criança nos braços, e partiram em seguida. O capitão Lawrence disse em seguida:

- Relataram que a oriental que estava aqui, a mulher do comandante Keylosh, expeliu grande quantidade daquela gosma negra. E acho que sei onde ela foi infectada. Logo de manhã ela veio correndo para o quartel, dizendo que havia encontrado um de nossos postos avançados totalmente destruído. Os soldados estavam ao chão e a carne de seus corpos em putrefação. Achamos que a ameaça viria de fora e formamos todas estas proteções, mas não esperávamos que aquela coisa fosse se alojar em Minami para conseguir entrar na cidade. Seja lá quem tenha feito esta estratégia, foi um bom plano.

Lawrence e os outros saberiam quem foi o responsável muito em breve, pois os Imperiais voltariam em breve. Mas enquanto não possuíam todas as respostas, o capitão Lawrence se adiantou e disse à Ral’Ylin, D’Raven e Melantha:

- A todos vocês que vieram de Uris, meus sinceros agradecimentos, em nome de toda a Cidade Imperial. Peço desculpas pela ausência do Imperador, mas ele saberá do que fizeram aqui hoje. Acredito que este é mais do que um motivo para concretizarmos a aliança entre Terânia e Uris, algo que já foi adiado por muito tempo. O pedido será encaminhado e oficializado. No que cabe a mim, vocês têm passagem livre pela cidade e o povo daqui será eternamente grato a vocês. O retorno dos Imperiais deve estar próximo. Sugiro que aguardem na cidade e assim poderemos esclarecer tudo com Lorde Joshua.




Firelands

Todos


“Não ficará UM cavaleiro do Apocalipse de pé, mesmo que tudo isso custe a minha vida.” Seeje ouviu esta frase, parado em pé à frente de Malak. Não chorava e não conseguiria, pois o povo flamejante era incapaz disto. Mas se via em sua expressão um misto de profunda tristeza e o mais puro ódio. Ele respondeu à frase de Malak sem precisar raciocinar:

- E que custe a minha também. Mas estes desgraçados irão cair!

Seeje concordou com Malak e começou a mover as tropas. O primeiro passo era saber quantos flamejantes foram mortos nos ataques para saber a extensão do dano. Em seguida, era necessário começar a reconstrução do castelo e o alistamento de mais flamejantes, de forma a recuperar as fileiras. Eles iriam conversar sobre a morte da gaisra, mas só depois, em particular, longe das tropas e principalmente dos Imperiais.

Seeje ignorou os Imperiais por enquanto, sequer se importava em como eles voltariam para casa. Lei foi o único que permaneceu perto de Malak e foi ter com ela uma última vez. Os olhos do barbudo estavam marejados, ele sabia que provavelmente todo o contingente que esperava no navio foi morto. Controlando suas emoções, ele disse a ela:

- Malak, eu... Sinto muito por suas perdas neste dia. Nós partiremos, mas eu voltarei. Acredito que ainda temos algumas coisas para resolver. Se você pudesse... Liberar um portal de teletransporte de volta para Terânia... Ficaríamos muito gratos... – Finalizou, abaixando a cabeça, totalmente arrasado. Dirigia-se para a fronteira, na direção dos destroços do navio, e ele agradeceria se Malak destinasse um transporte de qualquer tipo até a fronteira para ele, Ahmik e os soldados.

Enquanto isso, o resto dos Imperiais estava ao redor dos destroços. Qualquer verificação indicaria que os corpos de Tana e Lilyana estavam presentes ali e totalmente despedaçados, em meio aos restos dos outros soldados e conjuradores. Mesmo se todos os pedaços delas fossem reunidos, parte dos corpos estaria faltando. A explosão havia sido muito forte. Ajuda estava sendo enviada até a vila ao redor, pois parte dela também havia sido varrida pelo impacto. Além dos mortos, havia muitos flamejantes com ferimentos gravíssimos, com braços e pernas dilacerados.

Ahmik e Lei chegariam em breve, enquanto Joshua levantava voo. Malak concordou em conjurar um portal até Terânia (conforme consultado com a player) e enquanto o mesmo era feito, Lei se aproximou de Zzrill e Sieg, dizendo:

- Escutem! A culpa disto tudo foi de apenas um ser: O Cavaleiro de Apocalipse! Não podemos brigar agora! É isto que aquele desgraçado iria querer neste momento!

Lei parou de falar de novo, a voz lhe falhava. Olhou para Sieg, Ahmik e Zzrill alternadamente e então disse:

- Os soldados recolherão quaisquer objetos pessoais e os levaremos até as famílias deles em Terânia. Quanto a nós... Acho que é nosso dever nos despedir das pessoas que eram queridas a nós. – E fez silêncio novamente. Deixaria que cada um falasse o que quisesse, se quisesse. Havia alguns minutos antes do término do portal.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 05 Mar 2013, 19:51

Sieg

Sieg balançou a cabeça negativamente ao ouvir Lei, era apenas um pensamento conformista pensar daquela forma, voltou a falar de uma forma mais tranqüila, parecendo mais calmo ou pelo menos algo próximo de conformado.



- O cavaleiro deu uma escolha clara, nós fizemos uma escolha. Isso foi uma conseqüência dela, e temos que viver com isso. Podíamos ter feito diferente? Talvez, acredito que sim. Isso tudo é fruto de nossa escolha. Você já alterou diversas vezes seu destino comandante, deve saber que isso atrai conseqüências. Não é a melhor maneira de mostrar isso, mas é exatamente isso que guardiões do tempo lutam para defender, que conseqüências de tamanha grandeza aconteçam. Eu lhe disse no momento que nos conhecemos, aqueles a sua volta parecem impulsionados a desafiar a ordem natural, eu deveria saber que isso acabaria acontecendo comigo. Não que o considere mais culpado que eu, considero que todos somos culpados de igual forma.



Sieg faria uma pausa e ficaria em silêncio, havia dito instantes atrás o que queria. Ficaria olhando para um ponto “ vazio” em direção ao solo, aguardando o que os demais falariam. Olhou com especial atenção a chegada de Ahmik, que talvez fosse quem a reação e pensamentos mais lembra-se os do sacerdote, e exatamente por isso saberia que nada poderia dizer para conforta-lo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 05 Mar 2013, 19:51

Joshua

Joshua recolheu os corpos daquelas duas mulheres, ou pelo meno as partes deles. E os levaria para Uris. Não tinha as "ferramentas" necessárias, mas sabia que dentro do conhecimento dos clérigos, havia uma solução, e com tantos aprendizes de Ral'Ylin, já sabia do andamento e nível do que poderiam realizar. Lembrava-se das reminescências de suas lembranças da antiguidade. Certamente aqueles conhecimentos lhe poderiam ajudar para dar a luz para as duas ao menos. Lamentava muito ainda o que tinha acontecido e certamente por ter sido o primeiro a tomar a decisão, iria se tornar o bode espiatório, e nesse quesito, não ligava e de certa forma ainda assumiria quando apontassem os dedos. Jogou uma magia para ambos os corpos, onde conservariam contra o calor local, evitando que o processo degradativo acelerasse. Primeiro necessitava ir diretamente para Uris. Mudanças de Planos. Virou-se para os Imperiais restantes, Zzrill, Lei, Sieg, Ahmik e ponderou alguns minutos, a quietude mostrando o mau humor. Abriu a boca e soltou uma lufada de vento bem menor, quase dando a impressão que fosse soltar uma baforada. Os ventos formaram pequenas correntes que se enrolaram num pequeno círculo que se dissipou sobre Lei.

- Deixei... uma mensssssagem em ssuassss "mãoss", Lei. Pessço que cumprimente com um aperto de mão para a minha porta-voz e ela entenderá tudo. Deixei Urissss nasss mãosss dos generaisss, mass esstá na hora de retornar antesss para ver ssse nenhuma tribo drow voltou a atacar nesssse meio tempo.

Joshua ergueu os dois corpos com suas patas dianteiras os segurou com firmeza e partiu para Uris por fim. Com alguns segundos, ganhava uma velocidade maior, e sobre isso, mais velocidade, em pouco tempo, já não podia ser avistado mais, mesmo por mais que o interrompessem verbalmente. [desconsiderar se usarem alguma interrupção física]

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 05 Mar 2013, 19:52

MINAMI



Estava aliviada por sentir-se “normal” outra vez, sem aquele mal estar constante e o sentimento de que era uma ameaça a todas as pessoas de Terânia. No fim, Lei não a levou junto para Firelands e mesmo assim Minami esteve perto de morrer, mesmo no ambiente “seguro” da cidade imperial.

Os olhos percorriam cada pessoa, aguardando um momento mais adequado para sair dali e seguir para sua casa. Queria descansar e sentir-se segura, além de precisar saber se Hatsuko estava bem. Acreditava que a filha estava na cidade suspensa para o tal treinamento para se juntar ao exército teraniano. A presença conhecida de Wall a ajudou a ter coragem e mais forças para se erguer, apoiada por ele. Aguardou que saíssem da escola para finalmente falar o que sentia.


- Nunca mais confiarão em mim, Wall. Eu não sabia que aquilo estava dentro de mim, eu só queria ajudar, avisar que havia algo errado. Só queria caçar e terminei quase destruindo toda a cidade... O capitão vai reclamar com Lei, tenho certeza! - poucos metros depois já andava normalmente, retirando as partes do quimono que poderiam estar sujas da gosma ou de qualquer resquício daquilo. Se terminasse nua? Essa era a menor preocupação de Minami.


- Quero queimar essas roupas. Antes que qualquer coisa preta volte...




MALAK



Ao menos toda essa batalha havia servido para que Seeje percebesse que Malak merecia o posto que ocupava e que não mediria esforços para manter Firelands e sua população protegidas de qualquer ameaça.

Observou Seeje se distanciar para que iniciassem a recuperação das terras, do exército e construções destruídas ou prejudicadas pelos inimigos ou por consequências das batalhas. A visão de cima do penhasco onde ficava seu castelo não era das mais agradáveis... As explosões haviam causado bons estragos e o número de baixas de suas tropas era considerável.


Voltou-se para Lei apenas quando ele pediu um portal. Não carregava no olhar ódio, asco ou algum outro sentimento similar por Lei, pelo menos naquele instante em que se viam em posições semelhantes, quase em condição de igualdade nas perdas.


- Um portal... Claro. Também sinto por suas perdas. Jamais poderia imaginar que Domo havia arquitetado tudo tão bem mesmo após sua morte. A gaisra... – suspirou, abaixando-se para pegar a lança com a cabeça do cavaleiro e em seguida fixando-a de pé no solo de pedras e terra nada fértil. Precisava que todos os sobreviventes se lembrassem de que nada havia sido em vão. – Enfim, aguardarei seu retorno em algum momento mais... próspero. E, claro, se puder deixar seus cavaleiros mais exaltados em Terânia, eu agradeceria. Não suportarei mais desacatos... – despediria-se por aqui, afastando-se rumo aos destroços do castelo.


Malak convocaria 3 conjuradores, ordenando que fizessem um portal adequado para que os imperiais retornassem à Terânia. Foi oferecido também um transporte, uma daquelas bestas enormes, para que todos fossem mais rapidamente até a fronteira. A campeã não demorou a sumir entre os restos do castelo. Muito precisava ser considerado. Muito precisava ser mudado.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 05 Mar 2013, 19:52

Lei disse para Sieg:



- Sim, eu já alterei meu destino diversas vezes e em todas estas vezes eu tive que fazer uma escolha, como agora! Mas meus inimigos me colocaram nesta situação, a culpa é deles! Eu admito, nós devíamos ter ouvido a você, Sieg, pois você era o único que tinha a informação. Você era o único capaz de portar esta mensagem e nós a ignoramos. Mas acha que ninguém aqui gostaria de ter salvado todo mundo?! Acha que eu não gostaria de ter salvado Tana e Lilyana tanto quanto queria salvar Minami?? É injusto nos colocarem para tomar estas decisões, mas a culpa não é nossa! Nós fizemos o que era possível, mas caímos na armadilha de Domo!

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Re: A Conquista (Encerrado)

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