A Conquista (Encerrado)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 28 Out 2012, 21:55

Ahmik

O Amenti tinha conseguido um sucesso parcial, no entanto, sabia que seu feitiço agia aos poucos, incitava as sombras do inimigo a tomá-lo pra si.

O homem, já de braço quebrado, ainda assim investiu contra Ahmik, envolvendo em seu pescoço uma corda. Quando o bandido pôs o pé sobre seu peito, o sacerdote tratou de se desvencilhar para que o enforcamento fosse concluído.
- Mandarei sua alma para o eterno oblívio, onde ninguém o resgatará! - Caçoou sadicamente do homem.

Ahmik o segurou pelo rosto, apertou-lhe o maxilar, e olhando em seus olhos finalizou o feitiço, trazendo Khaibit para fora, envolvendo o bandido naquela escura manta de estase. Ahmik se livraria do corpo do homem e ( finalmente) seguiria rumo ao mago voando com sua mais nova aquisição, um Wyvern inimigo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 29 Out 2012, 07:05

Sieg

Da mesma forma que o adversário, Sieg desferia um golpe com sua espada de energia que deixava um risco luminoso no ar, dando cabo do adversário. Apesar de aparentemente não ser "sólida", a espada pingava sangue lentamente, enquanto o sacerdote ia até o adversário e arrancava a parte do simbolo com uma das mãos guardando consigo, poderiam verificar do que se tratava mais tarde. Ouviu os sons de combate pouco antes de ver Lei e os outros adentrarem, se aproximando de Lei, Tana e os outros que ali estavam.

- Estão todos bem?

Cuidaria dos ferimentos dos ali presentes com magias rapidamente, apesar de não fazer o mesmo consigo enquanto ouvia as instruções de Lei. Concordou com a cabeça e deu uma ultima olhada para tras antes de seguir com os soldados, apenas para ver que Lei diria que controlaria aquele novo ataque. Se ele mesmo havia os derrotado com facilidade, não seria daquela vez que o comandante seria vencido. Reforçou a ordem para os soldados enquanto avançava ainda com a espada materializada em uma das mãos.

- Vamos, eles precisam de nós la emcima!

Ao sair pode ver as proporções do combate, apesar de tudo eles pareciam estar levando a melhor naquela investida. mas por quanto tempo aquele navio se manteria no ar? Logo o novo atacante arremessava um tipo de projetil sobre ele, que era prontamente evitado com a ajuda de uma forte rajada de vento controlada pelo arcano, que era violenta o bastante para erguer o objeto no ar o afastando o maximo possivel o mantendo no alto e distante de forma a não prejudicar o navio o quanto fosse possível (defesa ja rolada)

Observava o atacante que se afastava e sussurrava uma série de palavras em tom baixo demais para ser compreendido, especialmente naquela situação de intenso ataque, a medida que um relampago parecia cruzar os céus em direção ao bandido que estava sobre o Wyvern. (ja rolado)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 29 Out 2012, 15:17

Joshua

- Hmmpffff… - Respondeu num humor estável para Tana e desferiu o golpe contra o grandão que entendeu o recado ao voar longe sem asas e sem magia. E no fim, todo aquele ar de fortão daquele homem grande estava sendo esmagado, principalmente depois do primeiro ataque e logo... querendo demonstrar que nada aconteceu, queria devolver no mesmo troco, dando um ataque com tudo. Mas dessa vez, iria botar o grandão para cair fora do navio.



Segurou seu machado de haste e esperou pacientemente ele vir com aquela força de brutamontes. Ele poderia ser o humano mais forte, e de fato, poderia ser no grupo desses piratas-saqueadores voadores, mas no mundo lá fora, existiam muitas outras criaturas mais fortes que os humanos, e infelizmente, algumas criaturas faziam diferença por causa da raça. E aquele homem tinha a má sorte de cair com aquele que era não só um dragão, mas um veterano de guerra.



Assim que chegou pelo salto, desviou a cabeça de leve e estufou o peito da mesma forma que o grandão para dessa vez conseguir parar a maçada sem problemas. Sorriu bem largo e girou seu machado de haste e com as duas mãos, usando a parte da lamina mesmo contra o grandão. Não iria deixar barato para aquele que tinha gabado por seu tamanho e tinha eliminado um próprio companheiro.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 29 Out 2012, 15:47

PARTE 11

Malak


- Insolente, sem dúvida. – Respondeu a humanoide com um pequeno sorriso, que tinha a pele rígida e vermelha, característica do povo das Firelands, e chifres que mais pareciam peças ornamentais em sua cabeça. Continuou em seguida:

– Ele insistiu em algo que era impossível. Nós, os Gaisras, somos as montarias dos campeões de Firelands. Nós somos antigos e existimos apenas para servir nossos mestres e proteger Firelands. Mas Seeje viu em mim algo mais. Algo tão forte que minha convivência com ele neste castelo passou a ser impossível. O campeão anterior e eu concordamos que seria melhor que eu me isolasse aqui até ser chegado o momento de agir novamente.

A “mulher” então se levantou, esticando os braços. Malak podia sentir o poder emanando dela, mas sabia que aquela criatura não era mais forte. Nenhuma montaria é mais poderosa que seu mestre. A mulher então deu alguns passos na direção de Malak, fitando-a. Não usava trajes e não tinha nenhum pudor, apesar de ter um corpo feminino. A pele grossa, entretanto, a cobria de forma que parecesse uma roupa fina. Ela continuou:

- Seeje não pode ser campeão, não importa o que ele faça. A chama não queima dentro dele com força suficiente, apesar de ser um bom guerreiro e fiel à sua terra. Mas a sua chama queima, Malak Nawar. Queima com uma intensidade que eu nunca havia visto. Qualquer outro não conseguiria sequer se aproximar de mim. Você é uma verdadeira campeã de Firelands e eu irei servi-la.

A criatura se curvou diante de Malak e depois olhou para a escadaria: - Eu precisarei de espaço. Podemos ir até a área à frente do castelo, se desejar, Senhora. Suas chamas quebraram meus selos, agora poderei acompanha-la para onde for.

Teriam que sair de qualquer maneira. A criatura responderia qualquer pergunta, caso Malak desejasse fazer alguma. Se estivessem prontos, subiriam as escadarias de volta até o hall do castelo e de lá deixariam a construção rumo ao campo à frente do mesmo. Tropas já estavam organizadas ali, lideradas por Seeje, e começariam a se movimentar dentro de poucos momentos até o ponto da fronteira indicado por Domo Halosis. Seeje olhou para as pesadas e largas portas do castelo e avistou Malak e sua montaria. Ele fitou fixamente a humanoide por alguns momentos, voltando a prestar atenção nos soldados em seguida.

A mulher apenas sorriu ao trocar olhares com Seeje. O fato de usar aquele corpo, conseguir falar a língua Comum e ter trejeitos humanos mostrava que ela teve muito contato com a raça no passado. Ela começou a se afastar então e só parou quando tomou uma boa distância dos demais. Ela se agachou e envolveu o próprio corpo com os braços, olhando para baixo. Seu corpo foi tomado por fogo e, em seguida, por um brilho muito forte. Estas chamas começaram a crescer até formarem um corpo flamejante gigantesco, e depois se extinguiram, revelando um enorme dragão. ( Imagem: http://imageshack.us/a/img842/9215/345largej.jpg ) Uma sela se materializou na nuca do dragão e ele abaixou o pescoço ao nível do chão para que Malak pudesse subir.

Seeje aguardaria uma ordem de Malak para que as forças começassem a se mover. Além dos soldados normais, havia conjuradores, bestas de fogo montadas, criaturas aladas, e todo tipo de ofensiva que Seeje conseguiu reunir naquela região das terras flamejantes. Havia criaturas humanoides gigantescas que seguravam o que lembrava um arco e que podiam lançar projéteis flamejantes a longas distâncias. Os soldados eram colocados em grandes jaulas de madeira amarradas a criaturas aladas e terrestres, de forma que poderiam mover uma boa quantidade de soldados de forma rápida. Esforços não foram poupados para reunir uma força bélica incrível. Chegariam até a fronteira em uma hora, onde deveriam encontrar o exército particular de Domo Halosis.


Ahmik (4 de Vit) – Sobre um wyvern

O bandido resistira bravamente, mas nunca conseguiria fazer frente aos feitiços de Ahmik. (Bandido Vit 0, derrotado) Khaibit o tomaria por completo, fazendo o homem ficar paralisado e gritando, caso sua voz não fosse abafada pela feitiçaria. O corpo dele cairia sobre o Deck Superior perto de Sieg e ficaria ali agonizando em uma dor terrível.

Ahmik finalmente tinha o controle do wyvern. Mesmo que não tivesse nenhuma experiência em montar criaturas aladas, ele pegaria o jeito rapidamente, pois o wyvern parecia bem treinado. Se olhasse ao redor, há alguns metros de distância do resto da ação, estava Zzrill e um bandido, ambos sobre wyverns e apenas metros separando os dois, trocando flechas e magias. No Deck Superior, Joshua lutava contra um bandido brutamonte e Sieg impedia que uma bomba alquímica explodisse ali. Tana e Lilyana não se encontravam ali e, supondo que aquela era a única parte externa da embarcação e não haviam caído ou sido capturadas, deviam estar em segurança no interior.

Se fosse atrás do mago daquele grupo saqueador, o encontraria voando abaixo da barriga do navio. O conjurador estava lutando contra Draennelle, que montava um belo Pégaso negro. O ar estava menos congestionado, uma vez que os bandidos que não eram derrubados começavam a fugir, pois perceberam que o saque ao navio voador havia falhado terrivelmente.

Como o mago estava em combate ferrenho com Draennelle, Ahmik poderia fazer um ataque surpresa a ele facilmente. Independente do que fizera, Drae finalizaria o mago em seguida cortando a cabeça do mesmo. Qualquer que fosse a posição de Ahmik em relação a ela, o sumo-sacerdote não correria perigo de receber qualquer dano do golpe da elfa. (Pode descrever o ataque de Ahmik normalmente, o dano que ele causou ao mago foi automático, pois foi um ataque surpresa. Ahmik tirou 1 de Vitalidade e Draennelle mais 1, portanto matando o mago.)



Draennelle (5 de Vit) – Sobre o Pégaso

Draennelle se desviou com perfeição da bola de fogo do mago e preparou um excelente golpe do qual o mago não conseguiria escapar. Não era certeza, entretanto, se o golpe de Drae seria letal. A confirmação disto viria em seguida, quando Ahmik, montando um dos wyverns, atacasse o homem de surpresa. (Tirando 1 de Vitalidade dele. O golpe bem sucedido de Drae tira mais 1 ponto, matando o mago. Pode descrever o golpe final livremente, considerando que o golpe não pegará em Ahmik, qualquer que seja a posição dele)

A cabeça do mago rolaria em queda livre e seu corpo cederia, fazendo o wyvern perder a direção e voando para longe da embarcação, sem rumo aparente. (Se Drae decidir matar o animal, poderá fazê-lo sem necessidade de rolagem) Ahmik estava ali perto dela, voando sobre um wyvern, e havia um buraco na barriga do navio, por onde os bandidos tiveram acesso ao alçapão da Sala de Espera, onde Draennelle e Zzrill estavam no começo da invasão. O buraco, entretanto, não comprometeu a estabilidade do navio, de forma que os condensadores psiônicos estavam intactos, graças ao trabalho conjunto dos Imperiais.

Os únicos focos de luta agora eram: Zzrill, que montava um dos wyverns e lutava contra um bandido há apenas metros de distância; Joshua, que lutava contra um brutamonte no Deck Superior; E Lei, que ainda batalhava contra invasores na Ponte. Talvez ajudar Zzrill fosse mais fácil no momento, pois não precisariam descer de suas montarias e também porque os combatentes dos outros focos pareciam estar indo bem.



Sieg (4 de Vit ) – Deck Superior

O dispositivo alquímico explodiria no ar distante de todos os outros, produzindo apenas um clarão e um barulho ensurdecedor. Sua fumaça seria rapidamente dispersa no vento. O bandido que jogou a bomba agora seria atingido pelo raio conjurado por Sieg, fazendo ele e seu wyvern tremerem. O animal começou a perder altitude rapidamente e os dois saíram da vista de Sieg. Aquele bandido precisaria de sorte para acordar o wyvern em plena queda antes que os dois se esborrachassem lá embaixo.

Sieg viu o corpo de um dos bandidos cair ao seu lado. Estava vivo e consciente, mas paralisado por algum feitiço e sofrendo uma dor terrível. Zzrill estava sobre um wyvern e lutando contra outro bandido que também montava o seu próprio e Joshua lutava contra o brutamonte ali mesmo no Deck. Os bandidos restantes eram derrubados pelos projéteis dos soldados teranianos ou fugiam, portanto, o Deck estava fora de perigo. Se Sieg olhasse para baixo, se inclinando sobre o parapeito, veria Ahmik e Draennelle lutando contra o conjurador do bando. Os dois homens estavam sobre wyverns e a elfa sobre um belo Pégaso negro. Os dois Imperiais trabalharam em conjunto e conseguiram derrotar o mago, possivelmente o mais perigoso do grupo.

Caberia a Sieg decidir o que fazer agora. Ele tinha duas opções: Ajudar Joshua ou voltar para a Ponte e ajudar Lei. Joshua era o Imperial mais próximo e ele poderia auxiliar o draconiano contra o bandido grandalhão, ou poderia voltar até a Ponte e ajudar Lei e os soldados a se livrarem do restante dos invasores. Zzrill estava mais distante no ar e seria mais difícil ajuda-lo.


Zzrill (5 de Vit) – Sobre um wyvern

O mercenário que batalhava com Zzrill era habilidoso com o arco e flecha, mas não era páreo para as técnicas do Arqueiro Imperial. A teia formada pelas quatro flechas lançadas envolveu o homem e em seguida ele queimaria em fogo negro, juntamente com parte do wyvern. O bandido se debatia, agonizando, enquanto o animal soltava um grito e se desestabilizava em voo. Por mais incrível que parecia, o bandido ainda estava vivo e consciente e tinha forças para batalhar. (Vit 1) Ele então soltou um grito, o pano que cobria seu rosto agora se desfazendo, e sacou três flechas ao mesmo tempo (as que estavam inteiras em sua aljava, pelo menos), arremessando-as na direção de Zzrill. (Rolado, resultado 8 )


Joshua (5 de Vit) – Deck Superior

O grandão olhou assustado para Joshua quando ele levou o golpe de sua maça no peito e sequer piscou. O homem, entretanto, tinha a sua força e, mesmo que morresse (pois sabia que aquele era um adversário muito mais poderoso), queria provar para o Imperial que ele tinha seu valor.

O grandão ergueu o braço e bloqueou o golpe de Joshua segurando a lâmina do machado com a mão nua. (Golpe defendido) O golpe deceparia a mão de qualquer outro humano, mas a pele rígida daquele brutamonte conseguiu bloquear a arma. Ele parecia ter entrado em uma espécie de frenesi, pois soltou um grito e, ainda segurando a arma de Joshua pela lâmina, desferiu uma cabeçada no draconiano. (Rolado, resultado 10)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 29 Out 2012, 19:24

Malak

Malak ouviu com atenção tudo o que a mulher falou antes de se levantar. O que, afinal, Seeje havia visto? Será que havia se apaixonado? Bom, era a única justificativa que vinha à mente da campeã naquele momento. De braços cruzados, continuou em silêncio por mais alguns minutos.


- Hm… Obrigada por me servir e por ajudar as Firelands. Não quero que fique confinada aqui mais tempo. Não me é plenamente útil estando aqui… - murmurou enquanto se virava para a escada, subindo sem pressa por todo o caminho de volta. Ainda com feição irritada, séria, seguiu com a mulher até o pátio externo.


Parou a poucos metros do portão para observar o que Seeje havia conseguido recrutar. Sim, aquilo deveria ser suficiente. Deveria, já que ninguém sabe ao certo quantos estariam marchando rumo às terras flamejantes. A breve troca de olhares entre o 'casal' foi notada mas nada foi dito já que não houve interrupção ou problema em decorrência disso. A atenção da campeã foi logo desviada para a Gaisra, aguardando o que poderia surgir daquele corpo que era tão especial.


A expressão alterou-se um pouco, demonstrando a surpresa e o breve deslumbre pelo porte daquele dragão. Sem dúvida era poderoso. Menos que ela, claro, como havia notado minutos antes ainda no subsolo, mas ainda assim digna de respeito e admiração. Malak sorriu sutilmente, montando na sela oferecida e acomodando-se. Olhou, do alto, todo aquele grupo e pediu à dragonesa que se aproximasse mais de Seeje e ficar a sua altura.


- Seeje, selecione os 5 melhores guerreiros e deixe o exército pronto para defender o reino na fronteira, sob comando de seu melhor subalterno. Eu, você e os 5 iremos em busca dos imperiais. Quero ver com meus olhos se o que Domo diz é verdade ou se serviremos sua cabeça hoje no jantar.


Dito isso, pediria ao dragão para que voasse na direção que o estranho havia indicado horas antes. Queria ver aqueles malditos, queria ver sua ousadia em tentar destruir um reino sob a defesa de Malak.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 30 Out 2012, 13:13

Zzrill

*O bandido ou era muito burro ou era persistente demais, e aquilo era funesto, ele bem sabia. Novamente, mesmo com o corpo semi-carbonizado por causa da bola de fogo, ele lançara tres flechas, mas novamente as veria ser agarradas, duas com as mãos e uma com a boca. Se ele era habilidoso, Zzrill era um verdadeiro mestre dos arcos. Com um meneio de cabeça, ele lançou a flecha ao chão e fez o mesmo com as duas que ele agarrara * Eu te disse, bandido, eu sou o Arqueiro Imperial. Prove do meu poder e vá para o inferno! *Ele lançou mais três tubos de Contenção de magia no ar e eles pairaram no are ao mesmo tempo que eles lançavam raios negros, Zzril disparou três flechas brancas como a luz. * MASGISHE SYNC - LICHT UND FISTERNIS! *Tanto os raios negros quanto as flechas brancas se juntaram em projéteis pontudos em que luz e trevas rodopiavam em uma mistura insanamente potente.Quando aquilo atingiu o inimigo as flechas explodiram em pequenos tornados de luz e trevas, que literamlente sumiram com o inimigo e com o wyvern. Recolhendo o arco, Zzril atiçou sua nova montaria [ hehe, também tenho um, Ahmik!] e sacando da sua Destruidora, e se atirou na batalha contra os bandidos, tentando de todos os modos matar quem tentava matar seus irmãos de armas. *

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 30 Out 2012, 13:14

Sieg

A situação parecia lentamente sendo controlada, a medida que os imperiais iam assumindo o controle. Era de se esperar no final das contas. Protegeu o rosto da explosão erguendo uma das mãos a altura dos olhos, enquanto via o adversario cair em queda livre com sua criatura voadora. O navio não parece mais uma ma escolha de como se locomover pelo ar.

Observou o resto dos imperiais e pensou em retribuir o favor de Zrill, mas este estava muito afastado,e haviam outros que não encontravam uma situação muito facil naquele momento. Lei certamente era o que menos precisaria de ajuda, especialmente pelo auxilio dos soldados. Fechou os olhos e conjurou uma magia em silencio e fazendo com que se erguesse no ar, enquanto dizia para os soldados que haviam se aproximado junto dele.

- Voltem a ponte e ajudem o comandante...Nós cuidamos dele.

Se projetaria no ar voando em velocidade, caindo em um rasante rapido como uma flecha, desferindo um golpe contra o homem que lutava contra Joshua e provavelmente não havia o notado, deixando um novo rastro da espada enquanto caia perto do imperial sem nada dizer, fitando o inimigo com aquela arma feita de energia em mãos. (ja rolado, 9)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 30 Out 2012, 13:14

Ahmik

Ele seguiria para junto do mago, que ocupado com Draennele, não o vira. Ele se colocou em pé sobre o Wyvern e após recitar seu cântico e esfarelar outro de seus pergaminhos ele se aproximou pelas costas do inimigo e saltou sobre o outro animal, segurando o mago por detrás e incitando nele o khaibit da alma. Ahmik já sorria e cravou suas unhas negras na pele do homem.

- Você não deveria ter vindo!! - Sussurrou para o mago, em seguida olhou para Draenelle, um sorriso sádico e olhar negro, meio sem vida - ELE É MEU, ELFA!

Gritou a Draenelle, no entanto não sabia se ela deixaria que o mago ficasse vivo para seus desígnios. Aguardaria, segurando o mago, e sussurrando em seu ouvido o cântico de incitação.

Assim que Ahmik percebesse que Drae iria atacar, soltaria o mago, deitando-se no Wyvern para não ser atingido, em seguida tomaria o controle do animal.

- Droga, elfa! Eu iria usá-lo! - explicou o sacerdote ao terminarem a batalha.

- Voltarei para o deck, examine se há bandidos dentro do casco - Ele apontou o buraco no casco e em seguida partiu, sem sequer se incomodar se Dare iria atender ou não seu comando. Sairia atrás de outro bandido, estava adorando lutar depois de muito tempo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 31 Out 2012, 08:21

Draennelle

Draennelle chegava com o rasante e a lâmina prontas, cortaria de cima para baixo o pescoço do mago, na diagonal. Compenetrada, os olhos -agora pretos com riscos vermelhos- quase fechados em expressão de concentração abrem-se totalmente, de súbito. Vê Ahmik trocando de wyvern e atacando o mago DELA, e bufou. Ah não, o mago é MEU, pensou; faltou só os dois rosnarem para o "osso". Maaah, o cara era dele, só o que faltava. Não parou o que estava prestes a fazer, apenas executou o ataque com cuidado adicional, arrancando a cabeça do conjurador e por milímetros não fazendo um corte de cabelo novo no Imperial. Contornou o wyvern do IK e partiu para o buraco no navio, respondendo a "ordem" (sim, entre aspas. Ele ordena o carallo, ma baby u.ú) com um _|_ improvisado, flexionando o antebraço de modo que a lâmina formasse o "|". Então sorriu, aquele parecia ser o tipo de guerreiro e de gente que ela respeitava. Até porque no momento que o viu agir daquele modo com o homem e a resposta para a elfa, ela se viu no espelho, mas com algo mais entre as pernas e algo menos no tórax. Deu uma olhadinha para trás em seguida ao gesto, permitindo que ele compartilhasse daquele sentimento, retomando a expressão séria dois segundos depois ao voltar o rosto para a frente. Prendeu a outra tonfa no antebraço livre e desmontou do Pégaso, entrando pelo buraco. As lâminas em posição de defesa, e se ninguém estivesse pelo caminho ali, procuraria seguir para a Sala de Espera em silêncio. Caso um dos bandidos estivesse impedindo o caminho ou aparecesse, ela lutaria, naturalmente.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 31 Out 2012, 13:57

Joshua

E novamente, Joshua resistiu tranquilo à cabeçada do grandão apesar do mesmo ter resistido aquela “machadada”. Mas não iria deixar barato. Prendeu-se ao braço do mesmo depois de receber a cabeçada e devolver uma outra com muito mais força. Não estava em fúria frenética, mas iria testar cada força sua da raça draconica.



Enfim, esperava que tudo acabasse logo, aquele grandão estava consumindo mais tempo do que queria. Não era do tipo que diretamente brigaria tanto. Não, Joshua era um clérigo, e mesmo assim não havia mostrado todo o talento mágico que ainda possuía. Embora tenha aceitado a cura de Lilyana. Precisava ver ela depois para agradecer de maneira mais educada.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 01 Nov 2012, 09:01

PARTE 12

Malak


Seeje ficou inerte frente à presença da Gaisra. Ele fitou o grande dragão por alguns momentos e só depois olhou para Malak.

- Sim, minha Senhora. – Foi tudo o que disse, e depois voltou a fitar a criatura.

Era de se perguntar quando Seeje pretendia revelar a existência da montaria. Ele havia cometido uma transgressão: Era seu dever entregar o Gaisra logo que Malak chegasse ao castelo, mas não o fez. Um ato completamente irracional vindo de alguém como ele, pois Malak saberia por outra fonte mais cedo ou mais tarde, o que acabaria na punição dele de qualquer maneira. Algo aconteceu no passado e Seeje deveria ter um motivo muito forte para ter feito isto. Ele sabia que seria punido depois de toda aquela confusão acabar, provavelmente pelas mãos da Senhora das Chamas.

Ele voltou a se concentrar segundos depois e tratou de cumprir a ordem da campeã. Selecionou cinco exímios soldados, três guerreiros e dois conjuradores, e foi com eles até uma base de madeira montada sobre as costas de uma grande criatura alada. Assim poderiam voar com a campeã. O resto do exército começaria a se movimentar até a fronteira.

Não demorariam até passarem sobre as delimitações do território flamejante. As criaturas que conseguiram acompanhar Malak e Seeje já se aprontavam no local, enquanto esperariam o restante do contingente. Havia um pequeno grupo de soldados com roupas brancas e azuis e detalhes em dourado parado diante do lado de fora da fronteira. Aqueles deveriam ser os homens de Domo Halosis. Mas onde estava Domo? Não havia sinal dele. Aquele era o “exército” do qual ele falou? Reforços chegariam? Era impossível saber no momento.

Seeje ficou estranhamente quieto e parado durante a viagem e fitava o dragão quase que ininterruptamente. Ele nunca havia agido assim, tão distraído e aéreo, desde que Malak o conheceu. Sua atenção foi recobrada novamente apenas quando haviam percorrido uma boa distância longe da fronteira. Um dos soldados dentro do veículo o chamou e apontou uma direção ao horizonte. Era possível ver o vulto de algo grande surgindo ao longe; provavelmente era a embarcação que Malak viu nas imagens proporcionadas por Domo. Mas não havia uma frota, nenhuma embarcação semelhante ao redor. Estariam próximos em questão de minutos.


Zzrill – Sobre um wyvern

A poderosa técnica de Zzrill fez o bandido e seu wyvern se desintegrarem em pleno ar. (Vit 0, derrotado) Com certeza não seria o arqueiro de um bando de saqueadores que faria frente às habilidades do Cavaleiro Imperial. Zzrill conseguiria derrubar mais alguns bandidos no ar e o resto fugiria, encerrando assim aquela tentativa de saque. Se olhasse na direção do navio, veria Sieg e Joshua à frente de um brutamonte caído no piso e Ahmik com seu wyvern chegando até eles. Drae provavelmente teria reentrado no navio por baixo e seu fiel companheiro Pégaso desaparecendo tão rapidamente quanto surgiu.

O único foco de batalha ainda era a Ponte, onde Lei e alguns soldados estavam finalizando o embate com os últimos invasores. (Se Zzrill for até a Ponte, ir para a ação “Sieg, Joshua, Ahmik e Zzrill”)


Sieg e Joshua – Deck Superior

O bandido brutamonte era forte de fato; não tão forte quanto Joshua, mas poderia derrotar qualquer outro humano normal. Entretanto, não era muito resistente, como iria demonstrar nos próximos ataques que receberia. A cabeçada do draconiano faria o grandalhão cambalear para trás, atordoado, e o golpe com a espada energética de Sieg finalizaria o homem. (Ele tinha apenas 1 de Vitalidade e o ataque surpresa de Sieg é um sucesso automático, portanto, ele seria derrotado de qualquer maneira. Por isso não farei a rolagem final.)

Se o golpe seria letal ou não, teria sido uma decisão de Sieg assim que ele executou o movimento. (Sieg vai determinar se ele morreu ou não) Independente da decisão, o brutamonte cairia inconsciente sobre o piso do Deck Superior. Joshua sabia, no fundo, que iria sair como vencedor daquele embate, mas nunca saberia quanto o grandalhão teria resistido.

A ameaça aérea estava terminada. Zzrill, montado em um wyvern, venceu seu adversário e teria derrubado ou afugentado qualquer outro bandido que ainda estava voando próximo do navio. Veriam Ahmik montado em outro wyvern e voando ali para o Deck onde estavam. Os soldados que antes estavam com Sieg agora voltavam até a Ponte, que era o único lugar onde ainda havia batalha. (Se Sieg e Joshua seguirem para a Ponte, vão para a ação “Sieg, Joshua, Ahmik e Zzrill”)


Ahmik – Sobre um wyvern

Não havia mais nenhum adversário no ar. Os que não foram derrubados agora estavam fugindo, correndo por suas vidas. Perceberam tarde demais que nunca conseguiriam saquear aquela embarcação com os membros de elite do Império.

Draennelle acatou a ordem de Ahmik e entrou no navio através do buraco na barriga do mesmo. Ahmik voltaria para o Deck e veria Sieg e Joshua parados diante de um bandido brutamonte inconsciente ao chão. Ele também viu que o homem que prendeu com seu feitiço ainda agonizava. O único lugar onde ainda ocorria uma batalha era na Ponte, entre os saqueadores e Lei e alguns soldados. (Independente do que Ahmik fizer no Deck Superior, se ele for para a Ponte, vá para a ação “Sieg, Joshua, Ahmik e Zzrill”)


Draennelle – Reentrando no navio por baixo

O buraco na barriga do navio dava no compartimento de carga, onde as caravelas de areia estavam aprontadas. Havia uma pequena escada na outra ponta do compartimento e uma portinhola escancarada, a mesma pela qual a bomba de fumaça foi jogada no começo do saque, que dava acesso ao andar da Sala da Espera.

A fumaça da bomba já havia se dissolvido. Apesar de ser dia lá fora, estava escuro lá dentro, mas não o suficiente para atrapalhar a visão élfica de Drae na penumbra. Ela veria vários corpos de bandidos ao chão e os soldados teranianos subindo as escadas até a Ponte. Apenas uma pessoa permaneceu ali. Era o mascarado, que estava encostado na parede e ofegava. Ele ajeitou a máscara, guardando uma adaga de onde escorria sangue, e fitou Draennelle:

- Ei, bom ver você viva. Tenho a agradecer a você e Zzrilldhrack por me deixarem aqui sozinho contra esses mercenários. – Disse, ironicamente. E continuou em seguida: - Como estão as coisas lá em cima?




Sieg, Joshua, Ahmik e Zzrill – Ponte

Se os Imperiais, menos Draennelle, voltassem até a Ponte, veriam o último bandido cair ao chão inconsciente. Lei e os soldados estavam ofegantes e após a derrota do último saqueador, Lei gritou uma ordem para que vasculhassem todo o navio e se certificassem de que estavam todos mortos ou derrotados e de que a tripulação do navio estava bem. Enquanto o barbudo recuperava o fôlego, Tana e Lilyana subiram até a Ponte novamente, deixando que os soldados fizessem a procura na embarcação. Agora precisavam decidir o que fariam com aqueles corpos, e Lei sabia que talvez Ahmik fosse a pessoa certa para isto.

Tana ia passando por entre os corpos dos bandidos e soltou um grito quando um deles acordou repentinamente. Estava com a perna quebrada e gemia de dor e começou a se arrastar para a porta da Ponte, provavelmente em uma tentativa pífia de fugir. Lei olhou para os Imperiais e disse:

- Algum de vocês reconhece o símbolo nestes homens? Eu não acredito que este ataque tenha sido casual. Eles sabiam que estaríamos aqui e se prepararam para isto. Não sei quanto a vocês, senhores, mas estou ansioso em saber como e por que este ataque foi realizado. – Finalizou, olhando para o bandido que se arrastava.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 01 Nov 2012, 10:56

Sieg

Sieg Hart não havia calculado exatamente seu golpe pensando em poupar o adversário. Conforme havia dito aos "colegas" dele, seus destinos haviam sido selados. O homem sem vida ia de encontro ao chão, enquanto a espada de energia brilhava mais forte por um segundo antes de desaparecer por completo. Levava a mão até o próprio peito e conjurava uma magia de cura para o ferimento anterior, olhando para Joshua e fazendo um leve sinal com a cabeça, devia ser a forma do sacerdote de dizer "conseguimos" e "bom trabalho", responderia qualquer coisa dita, mas como sempre era de poucas palavras.



A ameaça aérea estava terminada. Zzrill, montado em um wyvern, venceu seu adversário e teria derrubado ou afugentado qualquer outro bandido que ainda estava voando próximo do navio. Veriam Ahmik montado em outro wyvern e voando ali para o Deck onde estavam. Os soldados que antes estavam com Sieg agora voltavam até a Ponte, que era o único lugar onde ainda havia batalha.

PONTE

Independente de ser seguido pelo regente de Uris ou não, iria até a ponte. Seu manto estava rasgado de forma a mais parecer um sobretudo, dando espaço a uma blusa negra e calças brancas, provavelmente para a mancha de sangue localizada na frente do manto não ser tão visivel. Oferecia ajuda para qualquer soldado ferido através de magias divinas de cura, falando pouco ou quase nada. Observava a chegada de Tana e a jovem que nçao conhecia, perguntando se elas estavam bem e oferecendo o mesmo auxilio.

Estava ainda empenhado nessa atividade quando ouviu o grito da engenheira, aproximando-se e vendo a fuga que provavelmente logo seria frustrada. Não sentiu nenhuma urgencia dele mesmo o faze-lo, observando ao lado de Tana a cena voltando-se para Lei ao ouvir aquelas palavras, puxando o pedaço rasgado da roupa do inimigo que havia derrotado antes.

- Provavelmente esta tudo ligado. Isso talvez ajude a provar nosso ponto com o regente dessas terras...

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 01 Nov 2012, 13:43

Malak

Malak permanecia observando aquela estranha relação existente entre a Gaisra e Seeje. Questionava-se o que havia acontecido aos dois para que precisassem se separar daquele modo, com a montaria presa no subsolo. Tendo Seeje acatado sua ordem, Malak concentrou-se em observar o território das Firelands em busca de qualquer sinal a mais de invasão. Estava séria, tensa com a situação e as consequências que poderiam ocorrer: não conseguiriam se defender se o Império juntasse todos os exércitos, não teriam a menor chance.

Deixou escapar um suspiro quando ultrapassaram a fronteira, talvez pelo alívio de nada estar estranho por enquanto. Não escondeu a surpresa - e a raiva - ao perceber que Domo havia mentido sobre o tamanho do exército e por ainda não estar presente como disse que estaria. Olhou Seeje, séria.

- Assim que voltarmos quero que você me traga Domo. - foi tudo o que disse, secamente. Não gostava de pensar que toda aquela mobilização de forças militares havia sido em vão ou estivessem deficientes. Se o exército já não era como Domo havia falado, poderiam encontrar nada de invasão, alguns poucos homens ou um enorme contigente. Nada agora era certeza.

Tudo foi esclarecido minutos depois. Uma única embarcação. Uma! Malak sentia o sangue ferver de ódio de Domo e estaria certamente pronta a cortar sua cabeça com requintes de crueldade - ou pedir a alguém que o fizesse. Indicou ao dragão a direção que seguiriam, aproveitando para olhar ao redor na dúvida de uma emboscada ou algo assim.

- Estejam a postos. Em face de qualquer ameaça, ataquem. - ordenou a Seeje e aos 5 guerreiros que os acompanhavam.

A uma distância de pouco mais de 300m, chamaria em voz alta - gritando, quase - a atenção daqueles presentes no navio.

- Imperiais!! Sua presença em terras de Lord Pyron não é permitida ou bem vinda.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 01 Nov 2012, 14:22

Draennelle

Foi entrando, devagar, olhando em volta. Viu a portinhola, a escada, o caminho parecia limpo. Entrou na Sala de Espera, dando de cara com o mascarado ali, que guardava uma adaga imunda de sangue fresco. Lhe lançou um olhar desconfiado e passou os olhos pelo lugar, conferindo se não havia ninguém morto além dos bandidos que ele dera conta. Feito isso, o cara ganhou 0.1% da confiança dela, mas ainda assim a elfa não baixou a guarda diante ele. Olhou para trás ao ouvir as ordens de Lei, lá em cima estava tudo certo, também. Assim que encarou o homem outra vez, este teceu o comentário com pontadas de ironia. Ela o fitou com os olhos ainda escuros e riscados de vermelho, porém tornou-os ao tom normal logo em seguida.



- Se não soubesse se virar sozinho com aqueles, não sei o que faria nessa missão, e suponho que não esteja querendo um suicídio tão dramático e doloroso assim.



O tom de voz foi neutro, não demonstrando desconfiança, tampouco dando o braço a torcer. Resolveu baixar as tonfas, porém não se aproximou. Relaxou os braços apenas para não se cansar desnecessariamente, mas manteve a distância para não ser pega de surpresa -caso isso pudesse acontecer. O observou mais alguns segundos e disse, prosseguindo com a voz neutra e rosto impassível.



- Se estiver ferido, sugiro que suba agora e vá se curar antes de chegarmos. Mas antes, tire a máscara. Nem uma palavra, tire a máscara ou a retirarei eu mesma após cortar sua cabeça fora.



E deu três passos em frente, não estava brincando. Ele sabia algo sobre ela, ou sabia quem ela era ou qualquer coisa assim. E desse modo, ele deveria saber que a nervosinha não toleraria qualquer brincadeira desse nível ou até menor. Draennelle conviveria muito melhor com a curiosidade do que com o conhecimento de que algum espertinho que tirou seu tempo está bem belo andando por aí, rindo às suas custas. Então deu mais um passo, ficando perto o suficiente para transpassá-lo com as lâminas, no entanto ainda lhe dando espaço para que retirasse a máscara, se o fosse fazer. Era bem menor que ele, mas quando disse a última palavra, ele teve a impressão de que os tamanhos estavam invertidos.



- Ti-re. - Sílabas separadas claramente, em tom de "sutil" ameaça, e o ponto final caindo e pesando como uma bigorna de gelo sobre o homem.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 01 Nov 2012, 18:05

Zzrill

*O terror aéreo que Zzrill provocava fez com que os bandidos restantes morresem ou fugissem como se o próprio demônio lhe chicoteassem as canelas. Por fim ele pousou com seu mais novo 'bichinho' um pouco próximo de Lei. Desmontou e então se aproximou do Comandante * Lei... por que diabos eu estou com a impressão de que isso é uma armadilha? Nós enfrentamos esses 'bandidos' por tempo de mais e não percebemos uma coisa: Firelands está proxima e com certeza já não temos mais chances de entrar nela sem sermos vistos. O plano que colocaria eu, Draenelle e o mascarado já não serve mais. * Drow inclinou a cabeça, como se escutasse algo muito, muito distante. Seus olhos se arregalaram e Lei se recordaria daquela expressão de surpresa que Zzrill só usava quando estava REALMENTE surpreso. *

Parece que o exército das Terras Ardentes nos esperam, Lei. nos FOMOS vistos. Acabei de ouvir um chamado de uma mulher que está muito distante, naquela direção *E aponta para onde as terras ardentes começavam * Certeza que tomaram nosso navio como um navio de guerra e desejam nos atacar. Sugiro que peça a senhorita Tana para que pouse essa geringonça antes de entrar no território deles. Eu irei e tentarei a diplomacia, pois algo me diz que se você for, não será bem recebido. *Zzrill se aproximou do comandante e sussurou-lhe uma informação* Eu conheço a dona desta voz. A vi apenas uma vez e nunca mais em Terânia. É a voz da minha predecessora no posto de Arqueiro Imperial: Malak Nawar...

*Dito isso, Zzrill montou em seu wyvern e o incitou para ir mais á frente. O animal alçou vôo e partiu como um dardo dali, voando em alta velocidade para onde a voz vinha. Não demorara muito para avistar o exército flamejante, acompanhado de um outro, que parecia ser mais normal. Uma aliança das Firelands com algum outro reino? Descobriria logo a seguir. sua atenção se voltou para o imenso dragão que era usado como montaria por uma figura que lhe era até familiar¹. O Drow planou e fez com que o wyvern se emparelhasse com o dragão, para que ele falasse com a sua mestra cara-a-cara, ignorando completamente os soldados. Ele tirou o capuz, revelando a pele negra e os cabelos brancos de um elfo negro - ou drow como era mais chamado - Ela o reconheceria também. * Que surpresa. Não imaginaria que você pararia nestas terras, minha irmã de armas que se foi, Arqueira Imperial Malak Nawar! Pare seu exército, viemos em paz!

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 02 Nov 2012, 11:03

Joshua

- indo para a PONTE -




Sieg havia dado o golpe final. Não, não pretendia eliminar o grandão, queria pegar um vivo ao menos para obter informações necessárias. Deu um suspiro em longo fechando os olhos, cumprimentou Sieg de volta, mas não diria que aquilo era vitorioso, ninguém havia deixado algum vivo. Mas mesmo assim desceu para a ponte. Tinha algo a comandar para os soldados imperiais. Assim que caminhou onde Lei e os outros estavam, ouviu o barbudo falar e virou-se para os soldados do navio.



- Se encontrarem mais algum que esteja vivo, não o eliminem, prendam-no e tragam ele a nós. Faremos um interrogatório para obter as informações que precisarmos.



Assim como Lei, suspeitou de ser algo... combinado demais para ser tanta gente junta e ataque organizada. Ou eram saqueadores completamente competentes e veteranos, ou eram realmente alguém que tinha mandado esse grupo.



Assim que Tana deu aquele grito, aproveitou e seguiu para o que estava vivo ainda e respirava. Prendeu as duas mãos daquele homem antes que pudesse fazer algo. Jogou o sobrevivente para os imperiais prenderem ele em cordas e correntes. - Prendam ele no mastro. Faremos do jeito bem clássico como nos mares.



E depois disso, soltou um peteleco nada forte na cabeça de Tana. - Você quer ver MESMO minha ‘baforada de fogo’? - Olhou a engenheira chefe de lado com certo humor.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 04 Nov 2012, 00:04

Ahmik

Ahmik desceria da sua montaria conquistada assim que notasse que nao havia mais qualquer bandido a ser abatido. Caminhou pelo deck até a sua mais nova aquisição:um bandido agonizante. Aproximou-se e colocou o homem em estase, o bandido pararia de sentir dor, pararia de envelhecer, aquela capsula de magia pararia o homem no tempo, o que daria ao sacerdote o tempo para lhe extrair informações.




Segurou a capsula e seguiu para a Ponte arrastando o corpo do homem. Ahmik ia respirando lentamente, buscando restaurar sua paz de espírito. Logo que chegasse a Ponte veria que ainda tinha outro bandido vivo, jogaria o corpo envolto naquela capsula negra proximo ao homem vivo. Estava sério.




- Posso descobrir o que está por detrás dessa invasão em um dia... - proclamou ao receberem ordens para vasculhar o navio flutuante. Observou Tana e Lilyana se aproximarem, no entanto ainda estava com raiva devido a luta e também pela teimosia de sua aprendiz, portanto não demonstrou sua preocupação, apesar de aliviado por ela estar bem. Desviou o olhar para Lei.




- Gostaria que alguns corpos me fossem garantidos Imperial Keylosh.


Ahmik agachou-se diante dos homens no chão e começou a vasculhar-lhes as roupas. O bandido que estava em estase nao tinha como ser revistado até que o sacerdote lhe tirasse o feitiço. Ahmik ficou aguardando ordens por enquanto, mas ele retiraria informações daqueles corpos de qualquer forma. Se Keylosh permitisse ele já pediria para alguns soldados encaminharem alguns corpos e o bandido enfeitiçado para suas acomodações.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 04 Nov 2012, 01:45

PARTE 13

Draennelle – Sala de Espera, no último andar do navio


O mascarado guardou a adaga em um coldre que ficava em uma cinta de couro que passava por seu peito. Ele acomodou a adaga exatamente quando Drae disse que veria o rosto dele nem que tivesse que cortar sua cabeça. O mascarado deixou a adaga guardada, mas não largou o cabo da mesma. Ele permaneceu fitando a elfa e totalmente parado, apesar da aproximação dela, e se o ponto final havia caído como uma bomba nele era impossível saber, pois a máscara e a voz alterada impediam a leitura de qualquer reação da parte dele. Ele disse, por fim:

- Infelizmente, Draennelle, não poderei acatar seu pedido. Espere... Foi uma ordem, não foi? Não esperava menos de você, que é uma pessoa que sempre consegue o que quer, mesmo que tenha de usar força para isso. Você é assim desde que chegou a Warjillis. – A menção da cidade piorava a situação. As possibilidades da identidade daquele homem agora eram afuniladas drasticamente. As evidências apontando para Wall aumentavam, mas a personalidade não batia com a do rapaz. Ele continuou então, a mão ainda segurando a adaga no coldre frontal firmemente:

- Acontece que minha identidade é uma propriedade do Império e revela-la será considerado crime real. Felizmente, para você, estão todos nos andares superiores do navio. Ninguém vai saber se você me derrotar, tirar minha máscara e coloca-la no lugar antes que alguém chegue. Será que consegue fazer isso, Draennelle? Só há uma maneira de descobrir.

O homem então empurrou Drae para trás com a mão, aproveitando que ela mantinha as tonfas abaixadas e, portanto, não conseguiria ataca-lo imediatamente. Ele sacou outra adaga do cinto de couro e as segurou a frente do rosto.

- Você viu que sou mais do que capaz para estar nesta missão. Mas e você? É boa o suficiente para o brasão azul no peito? – Fez um sinal com a mão para que ela atacasse. A Sala de Espera estava arruinada. Havia corpos no chão, mesas e cadeiras quebradas ao redor. Lutar ali, por si só, seria um desafio. (Drae poderá fazer o primeiro ataque. O mascarado é habilidoso, portanto, ambos rolarão apenas 1d10 para ataque e defesa. Ele não possui a mesma resistência, porém. Ele tem apenas 3 pontos de Vitalidade, contra 5 de Drae.)




( As ações a seguir ocorrem todas na Ponte do navio: )



Sieg

- Ou foram eles que ordenaram este ataque. – Respondeu Lei a Sieg, apontando a possibilidade de que aqueles mercenários foram designados por Firelands para atacar o navio. Sieg veria os outros Imperiais chegando a Ponte, com destaque para Ahmik, que veio trazendo o corpo de um dos bandidos ainda vivo, mas em êxtase causado por um feitiço.

Tana receberia um peteleco de Joshua e responderia algo a ele, dando um beijo no rosto do draconiano, para em seguida ir até Sieg:

- Ahhh, meu Siegzinho, eu tive tanto medo! Que azar o nosso, minha criação ser atacada por um bando de homens sujos justo em nossa lua-de-mel! – E o abraçou fortemente. (Seguir para “Todos, menos Draennelle”)




Zzrill

Enquanto os outros Imperiais iam adentrando, Lei deu uma olhada para a janela lateral da Ponte e constatou o que Zzrill dissera:

- Você tem razão, Zzrill. A luta durou tempo demais. O navio passou do ponto de liberação das caravelas. Teremos que repensar este plano. Por falar nisto, onde está Draennelle? Ela está bem? (Seguir para “Todos, menos Draennelle”)





Joshua

Os soldados fizeram um afirmativo frente à ordem de Joshua sobre capturarem qualquer bandido que pudesse estar vivo dentro do navio e em seguida desceram aos níveis inferiores para começar a busca. Não encontrariam nenhum bandido vivo na embarcação além daquele preso pelo feitiço de Ahmik e do que estava com a perna quebrada, que Joshua havia imobilizado definitivamente. Três soldados que permaneceram na Ponte seguraram o bandido assim que o draconiano o jogou para eles. Eles olharam para Lei depois de receber a ordem de Joshua para que prendessem o homem no mastro, para conferir se o barbudo concordava. Lei pediu para que esperassem e se aproximou do bandido, falando a ele:

- Olhe ao seu redor. O saque de seu grupo falhou. Acha que vale a pena sofrer por aquele que ordenou tudo isto? Apenas nos diga quem foi e garanto que receberá um julgamento justo de acordo com as leis teranianas. Mas não pense que somos os Justiceiros Sagrados, homem. Se não falar, não terei nenhum remorso em dar prosseguimento à ideia de meu companheiro, ou talvez algo pior. – Apontou o outro bandido que permanecia paralisado pelo feitiço de Ahmik.

Enquanto aguardavam para ver se o bandido falaria algo, Tana receberia o peteleco de Joshua e olharia para ele, comentando sobre a frase do Imperial:

- Pelos deuses, que cantada horrível, Joshua! Mas tarde demais, escamoso. Meu Siegzinho chegou primeiro e nós estamos em um relacionamento muito sério. Mas você ajudou a manter minha obra-prima inteira... Quer dizer, a maior parte dela. – Olhou de relance para o buraco na parede da Ponte. – E, portanto, você merece isto.

Tana teve que dar um pulo para conseguir dar um beijo no rosto de Joshua. Em seguida ela acenou, sorridente, e foi saltitando na direção de Sieg, se desviando dos corpos dos bandidos no chão.





Ahmik

Lei responderia à Ahmik:

- Infelizmente não teremos um dia inteiro para isto, Ahmik. Já passamos do ponto de liberação do grupo de infiltração, teremos que repensar nossos planos. Mas, para isto, é crucial que saibamos quem ordenou este ataque organizado. Caso Firelands tenha sido o autor, então devemos considerar total hostilidade deles. Entretanto, concordo que vasculhar os corpos possa nos dar mais informações sobre quem são e quais seus propósitos. Isto é, se ele não falar. – Apontou o bandido que Joshua havia imobilizado.

Ahmik ouviu a ideia de Joshua de amarrar o bandido com a perna quebrada no mastro para retirar informações. Depois viu Lei indo até o homem, tentando faze-lo falar de forma pacífica. Mesmo assim, os corpos escolhidos por Ahmik seriam levados até o aposento dele pelos magos e clérigos a bordo.

A rápida busca de Ahmik pelos corpos na Ponte revelaria alguns elementos: Todos os bandidos tinham a tatuagem do que parecia um lagarto envolto em chamas, feita em sua maioria no meio da testa ou nos braços. Alguns tinham melhores roupas e armas e, portanto, deviam ocupar uma posição mais alta na hierarquia do grupo. Quase todos possuíam alguma cicatriz em alguma parte do corpo, de profundidade e tamanho variados. Um deles trajava um colete de couro vermelho e no bolso interno do mesmo havia um papel enrolado. O papel era um cartaz de “Procurado” com um desenho aproximado de um membro característico daquele grupo: A tatuagem de salamandra, o rosto coberto por uma máscara vermelha e cicatrizes de diferentes tipos. A recompensa por qualquer um daqueles bandidos, vivo ou morto, era de 250 moedas de ouro. Naturalmente, aquele devia ser o valor para os membros comuns do bando, de forma que os líderes deviam valer mais. O nome do grupo estava escrito no cartaz: Salamandras. Não devia ter sua base no território teraniano, já que ninguém lá nunca sequer havia ouvido falar daquele grupo. Com certeza deviam agir próximos ao território das Firelands.

Antes que Ahmik pudesse concluir suas investigações, Lilyana se aproximou, se ajoelhando ao lado dele, hesitando ligeiramente ao falar:

- Mestre, você... Está bem? Eu nunca... Nunca o vi da maneira como entrou aqui. O que fez com aquele homem paralisado? – Perguntou Lilyana, o medo presente em sua voz e expressões. Nunca havia visto Ahmik em ação, portanto, era muito estranho para ela vê-lo daquela maneira, mesmo que por poucos segundos, quando adentrou a Ponte. (Seguir para “Todos, menos Draennelle”)




Todos, menos Draennelle


Dentro do navio:

Antes que pudessem aguardar para ver se o bandido revelaria pacificamente quem ordenou o ataque daquele grupo, todos ouviriam uma voz vinda de fora do navio, familiar para alguns. Zzrill foi o primeiro a perceber a dona da voz e quando informou à Lei, o barbudo arregalou os olhos, em choque. A surpresa só não foi maior ao ver a reação do drow, que montou no wyvern e voou na direção de onde a voz vinha. Lei gritou a Zzrill:

- Não! Zzrill! Não vá! – Mas já era tarde, ele já estava voando naquela direção.

Através das janelas da Ponte era possível avistar um enorme dragão flamejante montado por alguém e ao seu lado uma criatura alada carregando um grande suporte de madeira, onde residiam seis pessoas. Na lateral do suporte se via o símbolo oficial das Firelands. A voz vinha da pessoa que montava o dragão. Lei não queria acreditar no que Zzrill dissera, mas ele também reconheceu a voz, que ecoava fortemente através das estruturas da embarcação, apesar de ainda estar há uma boa distância. A voz enviou um aviso:

- Imperiais!! Sua presença em terras de Lord Pyron não é permitida ou bem vinda.

Tana apertou o braço de Sieg mais fortemente, olhando na direção da grande criatura, e disse: - Eu não quero ver a baforada de fogo daquilo! – Lilyana teve a mesma reação de medo, ficando próxima de Ahmik. O bandido com a perna quebrada, segurado por soldados, também temia a criatura e parecia não ter reconhecido a voz feminina ou as criaturas. Era um sinal de que Firelands não havia enviado aquele grupo de saqueadores, afinal?

Lei permaneceu parado frente à janela da Ponte, extremamente surpreso: - É a voz de... Malak Nawar! Isto não é possível, não faz nenhum sentido! – E depois se virou para o resto, dando um grito: - Ninguém deixa o navio! Não façam nada! Veremos o que Zzrill consegue!

Tana discordou do plano imediatamente: - Eles irão nos atacar se não fizermos nada, seu barbudo desmiolado! Aaahhh, meu pobre barquinho!



Fora do navio:

Assim que ouviu a ordem de Malak para que atacassem frente a qualquer ameaça, Seeje fez um sinal para seus cinco homens. Os dois conjuradores prepararam suas magias e os outros três sacaram seus arcos flamejantes e o apontaram ao navio. Com apenas um movimento de mão de Seeje, eles atacariam. O próprio Mestre de Armas sacou sua espada, pronto para qualquer possível conflito. A criatura alada sobre a qual eles estavam planou, estabilizando o voo e oferecendo maior precisão aos soldados.

Foi então que alguém montando um wyvern deixou o barco e foi na direção de Malak. (Ver ação anterior do Zzrill) Os cinco guerreiros miraram Zzrill a partir do momento em que ele deixou o navio e Seeje gritou para Malak:

- Estamos prontos para derruba-lo! Autorize, Senhora!

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 04 Nov 2012, 11:48

Malak

Malak seguia em sua montaria com o olhar fixo naquele navio que estranhamente navegava pelos ares. A aproximação de um homem montado em um wyvern forçou-a a preparar uma flecha para usar em caso de qualquer ameaça. Em posição, permitiu que ele se aproximasse uma vez que não parecia armado. Sabia que Seeje não hesitaria em defendê-la se aquilo fosse algum tipo de ataque “disfarçado”. Franziu discretamente a testa ao reconhecer aquele drow, mas não demorou a voltar à seriedade de segundos antes.



- EX-arqueira imperial. EX! – fez questão de ressaltar que era uma ex imperial. - Sou Malak Nawar, Campeã das Firelands. Em paz? Discutiremos isso quando estiverem detidos. – virou-se para Seeje – Tomem o navio, matem quem resistir. – Sim, confiava na superioridade de seus guerreiros, bem como no simples fato de estarem prester a invader o território que devia defender. Claro, estava ali para interceder caso tudo desse errado.



Olhou outra vez o drow, apontando em seguida o navio.



- Renda-se. Volte para o navio e renda-se se não pretende ser morto. – era doce a sensação de vingança que estava provando naquele momento, mesmo que o atacado não fosse Renon em pessoa. E claro, não seria um drow que a convenceria que enviariam uma invenção daquelas em paz. Por que não um diplomata? Um aviso prévio de sua aproximação? Aquela invasão sem qualquer aviso seria sim considerada uma ofensiva.



Quando se aproximassem mais do navio Malak falaria mais uma vez em bom tom, dessa tendo o corpo físico substituído por labaredas que ainda mantinham sua forma:



- Rendam-se! Estão detidos pela invasão e ofensiva às Firelands. – aguardava que Seeje e os outros 5 guerreiros entrassem no navio e rendessem todos os a bordo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 04 Nov 2012, 11:49

Zzrill

Campeã das Firelands, que seja. *O drow sequer mudou a face enquanto falava. Ele olhou para os comandados de Malak eo que parecia ser uma espécie de comandante de pelotão,, devido à sua armadura flamejante ter mais detalhes lhe chamou um pouco a atenção. * Oh, vai mesmo mandar seus soldados para a nossa embarcação, Malak? Para quê tanta hostilidade? A nossa situação não é das melhores e se nós formos lutar aqui não teremos chance de lutar contra Apocalipse. Não foi para invadir que viemos, e sim para uma aliança. *Aparentemente as palavras de Zzrill não chegariam a Malak. Ela estava com a idéia de que os imperiais invadiriam o território que agora ela protegia. Ele viu o avanço de Seeje resolveu entrar em batalha. Voando tão rápido quanto a outra criatura alada, zzrill se interpôs no caminho e pousou no chão. * Ei, você! NÃO VÃO PASSAR DAQUI!.

*Zzril ostentou a mão esquerda, uma manopla de adamantite negro, que ele tinha colocado recentemente apareceu. Ela brilhou com uma luz azul e ele golpeou o chão com força * NEUER SPIEL! SANKT ZWINGEL! [Nova Melodia - Barreira Sagrada. ] *Uma barreira estupidamente alta e larga, terminada em cruzes de vários tipos e feita de uma energia branca e sólida tinha se egruido entre os soldados e Zzrill¹. Voando em seu wyvern, ele atravessou a barreira [ era o conjurador dela, então podia fazer isso. ] e voltou para onde Malak estava. Ela tinha se transformado em uma mistura de mulher e fogo puro. * Então quer mesmo lutar? Não tenho outra escolha. *Ele ergueu as mãos para o céu e concentrou toda a energia da Trama da Magia que poderia concentrar em apenas um segundo. A energia fluiu rápido para o corpo dele, o envolvendo em uma espécie de casulo, que quando se abriu revelava que o drow usava um arco de energia que parecia uma teia de aranha de oito pontas e ostentava o que pareciam um 'penacho' de energia que saía do lado direito das costas dele e se alargava, parecendo uma asa. A voz dele agora precia ser como uma voz que era falada por uma multidão. * Vollstandig [ Encarnação da Trama. ] Muito bem, ex irmã de armas. Se deseja lutar, então lute comigo, Zzrilldhrack Darrksin, o Arqueiro Imperial!

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 04 Nov 2012, 11:52

Joshua

- Isso não foi uma cantada, Tana, pode ter certeza que faria uma se não tivesse uma esposa. - Sorriu para a menina e fez um cafuné com sua enorme mão, bagunçando os cabelos dela por completo. Mas a situação a seguir não era das melhores, todo o planejamento ia água abaixo. Zrill era impulsivo e isso era sua nova conclusão. - Garoto impulsivo... será que todos os jovens são assim?



Estava acontecendo tantas coisas... que realmente chegava a suspirar profundamente. Virou-se para quatro arqueiros imperiais.



- Vocês quatro procurem por Draenelle, e Lei, pode ir junto a eles? O resto dos arqueiros, quero todos prontos na proa(frente do navio) comigo. Qualquer outro armamento de longa distância ou arma de cerco, quero pronto para dispararem. Só disparem para se defender. Senhorita Tana, gostaria de um relatório de danos. Ahmik e Sieg, fiquem prontos para o combate, mas no navio, usem qualquer meios para proteger o navio, caso realmente recusem nosso pedido. Eu realmente queria evitar combate, derramamento desnecessário de sangue... mas não dá para deixar Zzrill sozinho lá. E Tana caso os céus se fechem rapidamente, tenta pousar logo, não posso garantir que os ventos poupem o navio.




Pediu para providenciarem um pano branco grande e depois disso, retirou sua capa de imperial onde guardava o símbolo do brasão. Tomou certa distância na ponte e saltou pela proa, mudando rapidamente para sua forma draconiana. Planou pela frente do navio até se estabilizar e levantou as duas mãos respectivamente com o símbolo dos Imperiais e o pano branco que simbolizaria paz. Encheu seus pulmões de ar e soltou um rugido bem alto para chamar a atenção, mesmo de Zzrill... e falou alto, forte e rígido.



- PAREM COM ESSSSSSSSSA TOLISSSSSSCE! VIEMOSSSS EM MISSSSSSÃO DE DIPLOMASSSSCIA! SSSE REALMENTE QUISÉSSSSEMOSSS COMBATER, TERÍAMOS ENGAJADO TÃO LOGO E COM MILHARESSSS TROPASSS. PENSSSSSSE... BEM SSSOBRE ISSSSSO, AFINAL NÃO VIEMOSSSS PARA SSSERMOSSSS APRISIONADOSSS. É UM PEDIDO, SSSSENHORITA MALAKKKK.



Eles poderiam ter um dragão vermelho do lado deles, mas os Imperiais tinham um dragão azul tão grande quanto, mas mais velho. E SE não acatassem ao pedido, então pela primeira vez na frente de tantos, liberaria sua aura draconica. Aquele mesmo medo causado nos imperiais, agora era dada contra ao próprio comitê de recepção.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 04 Nov 2012, 15:38

Ahmik

O sumo sacerdote achava que toda informação era positiva, no entanto frente aos acontecimentos frenéticos não teria mesmo um dia inteiro para retirar dados inegáveis dos corpos, mas ainda assim era bom que se investigasse. Começou a procurar nos corpos indícios de quem seria o mandante, pareciam sem dúvida algum tipo de facção. Ahmik nunca tinha visto aqueles símbolos, nem se lembrava de ter ouvido falar de bandidos daquela espécie nas terras de Terânia, principalmente com aquela força mágica. O Sumo sacerdote acompanhava de perto as facções que tinham mágicos envolvidos, e por isso mesmo tinha sérias restrições quanto ao seu plano de treinar necromantes.

Continuou a mexer nos corpos, e aproveitou-se de um que tinha morrido há pouco para utilizar-se de um feitiço que lhe daria mais informações ( - Nome do feitiço: Revisitar a morte. Efeito: o utilizador pode ter visões, sensações, cheiros, fragmentos de lembranças do que o corpo morto passou. Preciso sabe se há necessidade de rolagem de dados). Independentemente do seu feitiço ainda conseguiu descobrir o provável nome do grupo, no tocante dos símbolos que combinavam com o nome afinal.

- Salamandras..... - Ponderou, e por fim falou em voz alta para que todos soubessem ( o mascarado do papel é o mascarado que está no navio? ) - ...pertencem a um grupo chamado salamandras...me parece que passam por algum tipo de ritual. Receio que sejam algum tipo de mercenários ou então essa facção pretende algo....Mas o que me intriga é como souberam de nossa viagem...

Ahmik achava que era uma distração o que parecia se confirmar com os fatos posteriores. Deu pouca atenção a Lilyana, apenas lhe segurou no ombro, como se a confortando, não tinha tempo para lhe detalhar nada, pois logo viu Zrill correndo e em seguida ordens de Joshua.

- Que tolo? Ele colocou toda a missão em xeque.... - sentiu como se tivesse proferido uma maldição, tão logo sentiu a força mágica sendo manipulada fora do navio.

Virou-se para Tana.

- Deveria parar o navio antes de invadirmos as Firelands realmente.

Em seguida caminhou para fora.

- Infernos....Não fosse o talento com o arco teria morrido há muito....

Andou para o deck do navio, retirou uma série de pergaminhos de dentro da bolsa que trazia consigo e os jogou no chão. Se posicionou frente a amurada e iniciou os cânticos. Ficaria ali durante um tempo considerável até que dos pergaminhos uma gosma negra começasse a se mexer e a escorregar para o casco do navio, concentrando-se na proa.


Última edição por Ahmik Tseeru em Sab 10 Nov 2012, 16:06, editado 1 vez(es) (Razão : Correções)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 05 Nov 2012, 13:43

Sieg

- A antiga arqueira imperial é uma campeã em firelands? Coincidências realmente o perseguem comandante...

Falava de maneira calma em resposta a Lei, na verdade não fazia qualque menção de se mover. Tana segurava seu braço e falava a respeito de um ataque. Ele entretanto, parecia descordar.

- Imagino que não Engenheira-Chefe Tana, eles querem um confronto apenas em último caso, nenhuma nação quer uma guerra com os imperiais. Se quiserem teriam explodido o barco sem avisoEstamos bem...Por hora.

Realmente era uma situação meio "nervosa", mas Sieg permanecia calmo olhando para o alto. Observava ainda ações e reações de todos ao seu redor sem demonstrar muito, em especial para as ameaças de Malak frente a aquela situação.

- Não sei muito sobre a partida daquela que anteriormente ocupou o posto de Arqueiro Imperial, mas pelo visto não foi nos melhores termos.

Ouvia as instruções de Joshua com atenção, e apenas demonstrava a primeira reação, de proteger seu próprio rosto do vento quando o dragão se erguia nos céus. As proporções cresciam a cada isntante mas Sieg...Ali parado, do lado de Lei, Tana e os outros não parecia alarmado. Permanecia ali vendo os demais tomarem medidas defensivas e mais vendidas, enquanto ele parecia pouco se mover.

-Fique atras de mim...Reagirei apenas em ultimo caso ou parar proteger o navio. Outras instrtuções comandante?

Talvez a situação não se mantesse daquele jeito para sempre, então dizia para Tana não fazer nada tão "arriscado" quanto o arqueiro Drow. Se direcionava para lei e permanecia imóvel. As coisas seguiriam seu rumo natural, não estava ali para definir viitória ou derrota, as forças envolvidas no conflito resolveriam enquanto ele apenas agiria em ultimo caso ou opção...

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 09 Nov 2012, 06:59

Draennelle

Ele manteve a mão no cabo, e isso a fez franzir o cenho. Não gostou de começar a ser confrontada daquela maneira, porém ela odiaria ainda mais se ele fosse covarde e retirasse a máscara. A expressão furiosa não começou quando ele disse que não acataria, isso ela não ligava, agora, quando disse que ela era 'mandona' em palavras mais sutis... ... O homem segue falando, e mencionou Warjillis. Aquilo de primeira a fez entreabrir os lábios, em um misto de surpresa e raiva. Quem era, que a conhecia desde lá? Kronig estava morto, e naturalmente passava mais tempo com W... .... ...Wall... Wall. Seria ele? Normal seria dar uma bronca e ir se resolver com Lei, mas aquela situação era diferente... Se fosse Wall, estaria sendo exatamente o que ela pedira -sim, dessa vez pedira-, forte e um tanto atrevido. E se não fosse, quem merda era aquele cara?! Bufou quando ele seguiu falando, realmente deveria ser alguém do Império e a trapaça toda -ao menos dentro da cidade e entre os soldados- parecia ter acabado. Se fosse Wall, estaria jogando muito sujo, aproveitando-se do que sentia por ele. E se fosse o cara, depois dessa história de Firelands, iria se ver com ela. Ficou em silêncio o tempo todo até então, a raiva crescendo por não ter informações suficientes para uma escolha, tendo de ponderar tudo caso ele fosse Wall. Ele a empurrou, fazendo-a perder o controle por alguns segundos, devolvendo com uma rasteira, sentando sobre o mesmo e colocando um pé sobre cada punho, encostando uma das tonfas no pescoço dele.

- Não seja estúpido. Viu a zona que isso tá? Quer mesmo arriscar quebrar um tornozelo e partir pra briga maior em boa desvantagem? Bem, eu não quero ter o azar de levar uma facada sua e enfrentar seja lá quem for e seu exército com as tripas caindo fora da barriga. Resolvemos isso depois do problema maior. - E baixou o rosto, aproximando-se dele. -Se não for... -Interrompeu-se e olhou para cima, em reflexo ao ouvir o berreiro de Malak, Zzrill e Joshua. Baixou novamente os olhos para o mascarado. -Resolvemos isso mais tarde.

Soltou-o e se levantou, indo na direção da escada.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 09 Nov 2012, 07:33

PARTE 14

Apenas Ahmik


O feitiço de Ahmik permitiria a ele ver as últimas horas daquele bandido morto. O número de horas que o sumo-sacerdote conseguiria ver antes da morte do homem dependeria do nível do Amenti, mas não havia nada de interessante nas visões, exceto pelas últimas cinco horas de vida do bandido.

Ahmik podia se ver na pele do defunto há cinco horas. Ele estava sentado em um lugar que parecia um covil secreto e rodeado por seus companheiros que agora jaziam mortos, espalhados pelo navio. À frente deles estava o que parecia ser o líder do bando, pois carregava armas melhores e tinha mais tatuagens, além de parecer mais velho. Ele falou aos outros:

- Muito bem, Salamandras, ouçam! Para explicar a missão de hoje, ninguém melhor do que nosso contratante. Ele pagou metade do serviço em adiantamento e já é muito mais do que recebemos por qualquer serviço até hoje. Portanto, se quiserem seus rabos cheios de moedas de ouro nas próximas horas, ouçam com atenção! E se esse homem não cumprir com sua palavra, ele já sabe o que acontecerá com ele!

O líder terminou de falar com uma risada bizarra e deu alguns passos para o lado, deixando que outro homem assumisse sua posição frente aos bandidos. Era alguém que se trajava e portava de maneira muito diferente e claramente não era da região. Ele falava de forma eloquente, mas não demonstrava fragilidade. Não mostrou medo frente à ameaça do líder do bando; ele tinha poder através do dinheiro. ( Imagem: http://imageshack.us/a/img18/4241/firelands26.jpg )

- Meu nome é Domo Halosis. Um navio voador passará pelos céus desta região em algumas horas. Quero que o ataquem e que matem todos a bordo. Em caso de falha, derrubem a embarcação. Se sua incompetência não permitir fazerem isto também, deixem que sigam até Firelands. Entretanto, não receberão o pagamento neste caso.

Ele retirou um pequeno orbe de tom alaranjado de uma bolsa de couro e a colocou em cima de uma mesa ao seu lado. Ao lado do orbe colocou um amuleto negro, e continuou:

- O orbe indicará a vocês a exata localização do navio, basta segui-lo. E este amuleto, quando for ativado pelo mago de seu grupo, os ocultará completamente no ar, de forma que poderão se aproximar do navio sem serem detectados. O resto cabe a vocês, cavalheiros.

“Cavalheiros” foi gentileza da parte de Domo, já que estava à frente de assassinos, bandidos e estupradores. O resto da visão mostra o bandido se preparando para o saque e não há mais sinal do líder e nem de Halosis. O líder não participou do saque como poderia ser facilmente constatado ao se olhar para os corpos no navio. A visão acabava com o bandido recebendo um golpe de Zzrill, que foi dado enquanto o homem lutava com Sieg Hart na Ponte. (Seguir para “Todos”)



Draennelle

O mascarado tentou saltar para trás quando Drae deu a rasteira e conseguiu evitar o golpe em parte. Ele não caiu, mas uma de suas pernas recebeu o chute e ele cambaleou para trás, retomando a postura em seguida. (Os dados empataram, mas não vou fazer você rolar de novo.) Mesmo tendo ficado em pé, estava vulnerável o suficiente para que a elfa conseguisse colocar a lâmina da tonfa em seu pescoço. Antes que ele pudesse responder ao que ela disse, ele também ouviu as vozes de Malak e Joshua, as duas únicas que soaram estrondosas à distância, virando o rosto e olhando na direção das escadas.

- Claro, não esperaria outra coisa de você. Sempre terminando o que começou.

Assim que Drae se afastou, os dois sentiram um tranco no navio, como se a embarcação estivesse sendo puxada por algo à força. O mascarado deixaria Drae passar em direção à escada e a seguiria logo depois. (Seguir para “Todos”)




Todos

Lei gritou algo imediatamente depois que Joshua havia ordenado aos arqueiros para irem à proa:

- NÃO!! Cancelem esta ordem! Ninguém vai para fora! Como esperam resolver isto pacificamente, se estão se preparando para o combate?? Nossa única alternativa é nos entregar. Nós somos os invasores aqui e seremos considerados como tal até que nos rendamos! É a única forma de entrarmos em Firelands! Não sabemos o que Malak está fazendo aqui e que forças ela tem em seu auxílio, mas se existe alguém que pode trabalhar a nosso favor, é ela. Mas se atacarem, nós estaremos sozinhos neste navio, seremos derrubados facilmente!

Tana ordenou aos magos para que manipulassem a força psiônica dos condensadores, de modo a fazer o navio parar no ar. Depois ela falou a Joshua:

- Relatório de danos?? Estamos com mais furos do que o peito desse bandido no chão, mas estamos no ar e nenhum condensador foi afetado, então acho que estamos bem, por enquanto!

Assim que Joshua saiu do navio, Lei gritou a ele: - Diga a Zzrill para que volte! É nossa única alternativa! – Não tinha muita esperança nisto, já que até Ahmik havia saído da Ponte e estava conjurando algo. Só depois o barbudo olhou para Sieg:

- Instruções? Torcer para que o temperamento de Malak tenha melhorado desde a época em que a conheci em Terânia, apesar de duvidar disto, julgando pelo aviso que ela mandou. Eu não acho que estão tão preocupados em começar uma guerra franca com Renon; O problema é que não temos meios de enfrenta-los com este navio, portanto, estamos em desvantagem. Eu não sabia que Malak havia vindo para Firelands, Renon nunca me contou isso.

Enquanto Lei divagava, Tana grudou no pescoço de Sieg por trás e não largava de jeito nenhum. Lilyana acabou ficando perto de Sieg também, já que ele era o único Imperial, além de Lei, que permaneceu na Ponte.

Lá fora, Seeje fazia um afirmativo com a cabeça. A ordem havia sido dada por Malak: Eles iriam render o navio, independente da vontade dos Imperiais. O Mestre de Armas então guiou a criatura alada sobre a qual ele e mais cinco soldados estavam. Ignorou completamente Joshua planando à frente da embarcação e deu a volta, fazendo a criatura flutuar poucos metros acima do Deck Superior. Três soldados guerreiros desceram e os dois conjuradores permaneceram com Seeje no animal. (Imagem dos guerreiros: ( http://img13.imageshack.us/img13/369/firelands10.jpg ); Imagem dos conjuradores: http://imageshack.us/a/img198/3809/423large.jpg )

Seeje então afastou a criatura novamente e os dois conjuradores que estavam com ele apontaram suas mãos ao navio. Um rastro flamejante de grande espessura saiu das mãos dos dois conjuradores, se assemelhando a um tubo de chamas, e foi na direção do navio, grudando no casco do mesmo e agindo como uma grande corrente de fogo que agora estava acoplada à embarcação. Seeje então conduziu a criatura na direção de Firelands e o navio era lentamente rebocado, rumo à fronteira, onde o resto das forças bélicas aguardava. Os três guerreiros no Deck Superior apenas aguardavam, se certificando de que ninguém tentaria escapar enquanto o navio se movia.

Draennelle e o mascarado chegariam até a Ponte apenas para ver três grandes guerreiros flamejantes parados no Deck Superior e o navio sendo puxado por uma grande criatura alada através de uma corrente de fogo formada pelos conjuradores. Também veria Joshua, Zzrill e Malak lá fora, Sieg na Ponte e Ahmik no Deck Superior. Lei os avistou e comentou algo de que era bom ver que Drae estava bem. O mascarado observou tudo aquilo e murmurou para a elfa:

- Mas que bagunça. Podemos voltar lá para baixo?

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Re: A Conquista (Encerrado)

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