O Despertar - Parte 1 (Encerrado)

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O Despertar - Parte 1 (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 13 Out 2013, 21:41

[Categoria: Aventura mestrada por Renon Slade.]

[Resumo: Katherine Raven, que retornara havia dias atrás, convocou Lei, Malak e Joshua a comparecerem em um estabelecimento no território teraniano. Ela ofereceu um líquido estranho para que todos bebessem. Ao fazer isto, todos embarcaram em uma memória coletiva sendo revelada aos poucos em suas mentes.

A memória mostrou uma batalha contra Apocalypse que ocorreu na cidade flutuante, envolvendo Renon, Celestia e Rhea. Os Imperiais vencem, mas a essência de Apocalypse se divide em partes e precisa ser guardada, ou ele retornará. Renon, Celestia e Rhea ficam com cada uma destas partes e Renon usa o poder do prisioneiro de Oblivion Mindtwister para apagar a memória do combate de todos os envolvidos, o que explicou seu desaparecimento há um ano atrás.]






Narrador
*Na manhã do dia anterior foram enviados pergaminhos para alguns, e outros foram comunicados pessoalmente, sobre o local onde a Ex- Inquisitora Katherine Raven havia marcado para esclarecer os obscuros acontecimentos que cercavam o desaparecimento de muitos Cavaleiros Imperiais a cerca de um ano atrás. Alguns foram mandados em missões de "exploração" em lugares jamais revelados, tipos como missões secretas, e jamais deram notícias. Outros, notadamente figuras proeminentes e de grande poder no grupo, simplesmente desapareceram no ar, sem deixar rastro. Hoje, era a hora de "Despertar", palavras utilizadas no pergaminho enviado por Raven.
O local que o pergaminho indicava era uma vila discreta, nos suburbios da Cidade Imperial. Sequer tinha nome, não passava de uma meia-dúzia de casas de fazendeiros, ma rua principal na estrada para a Cidade Imperial, e um ENORME casarão no meio de tudo.
Aquele casarão, por anos, havia sido um refúgio para a cúpula do Império. Um local onde eles podiam se despir de seus cargos e burocracia, e ser apenas... Pessoas normais. O Imperador deu ordens expressas para que o local fosse mantido sempre limpo, abastecido com comida, e protegido, sempre de forma discreta, sem despertar suspeitas. Já fazia mais de um ano desde que fora utilizado pela última vez, e seria ali que Raven havia marcado. Todos seriam recepcionados por um Sr. de aparência formal, nem muito velho, nem muito novo, trajando roupas nobres. *
"Senhor/Senhora, por favor, acompanhe-me. Informo que que este local, conhecido como 'O Punho de Khalmyr, é protegido contra sortilégios mágicos. O senhor/senhora podem portar seus equipamentos, porém os mesms serão desativados por esta medida de segurança."
*Formalidades a parte, empregados se ofereceriam para guardars os pertences de todos, e o Sr. Que abriu a porta os conduziria até um grande salão principal, com uma enorme mesa, bem servida de alimentos e bebidas, Katherine Raven estaria ali, de costas, observando as pinturas nas paredes do local...*
- Sejam bemvindos ao Punho de Khalmyr... Aposto que não imaginavam nada parecido neste lugar afastado e tão simples. - *Raven usava um longo vestido branco, laterais abertas, sem maiores detalhes. SIM ela era uma mulher de VERDADE... E o vestido deixava isso bem claro! * - Sirvam-se, estou aguardando mais um convidado... E peço que vocês sejam cordiais com ele, mesmo se tiverem... "rancores" do passado com o mesmo... -

Malak
*De fato jamais poderia imaginar que o local marcado fosse ali, em um casarão no meio de uma vila tão simples. Não estava exatamente ansiosa para saber o que seria revelado. Seu filho era o único herdeiro do trono e retirá-lo de Firelands não a agradava sob hipótese alguma. Agradeceu ao sr que a recebeu e não questionou as informações ou o fato de qualquer sortilégio mágico estar desativado.*
*Caminhou sem pressa até o grande salão, já ciente de que encontraria a "agradável e educada" Katherine. Olhou-a com certa 'estranheza' por ver curvas femininas naquele corpo tão brutalizado pela armadura pesada que usava. Já Malak usava um vestido liso, de cor de sangue. O corpete era justo, para realçar mesmo o que havia de feminino e a saia do vestido era mais simples.*
*Permaneceu próxima à mesa enquanto aguardavam, sem conversar com Katherine para evitar novos "elogios" mútuos.*

Joshua
Era um encontro marcado dentro do território. Não se sentia necessidade de portar arma, embora uma armadura era sempre bom para não ser pego. Não usou nenhuma armadura completa, apenas uma regata de cota de malha que ficaria de baixo das roupas e claro algumas poucas placas metálicas que ficariam ocultas e por fim, perneiras. Tinha vestes negras que se camuflavam com a armadura por baixo. Terania estava voltando a ter paz novamente depois dos fatos ocorridos recentemente. Joshua tinha finalmente encontrado um pouco de paz interna. Coisa que mal sabia que iria durar pouco.
E assim que foi recebido e entrou no local, o nome de Khalmyr lhe trouxe um pouco de nostalgia a ponto de franzir o cenho. Joshua sorriu de leve. Raven estava viva.
- Vejo que deve ser realmente um motivo muito especial para este ser aparecer aqui do jeito que está avisando. - Joshua, passou pela mesa olhando de relance para Malak e depois se aproximando de Katherine para ver a mesma pintura.

Lei
* Ao chegar ao local, Lei imaginou quantos segredos mais o Imperador possuia que ele nao sabia. Por que alguem como Katherine Raven, que era da Inquisicao, sabia daquele local e nenhum outro Imperial, mesmo os de confianca, nao sabiam? Deixou as perguntas de lado ao adentrar o local. Cumprimentou Joshua e Malak com um aceno de cabeca, nao estando surpreso pela presenca deles, pois Raven ja havia dito que falara com eles. O conforto e o estado bem cuidado do lugar o surpreendiam, porem.*

Narrador
*Virou-se para ver a todos os presentes. Logo seguiu para a cabeceira da mesa, sentando na cadeira ali presente. Assim que ela fez isso, o som da porta da frente do lugar se abrindo foi ouvido. Da entrada veio um Sr. Vestindo um mando acinzentado, capuz sobre as costas. Seu rosto, extremamente enrugado, demonstrava que ele era MUITO velho. Os olhos quase não se abriam. Ele era curvado, e curvou-se ainda mais, com dificuldade, para cumprimentar a todos.* - Saudações, nobres imperiais!- *Tossiu de leve após falar.* *Raven meneou com a cabeça para ele, observou a todos, juntou as mãos, apoiando os cotovelos sobre a mesa, uma expressão pensativa.. Cobriu o olho perdido, coberto pela lente avermelhada, com uma mexa de cabelos. E falou.* - Por favor, sirvam-nos... Cerveja Imperial para Joshua, Vinho para Lei e Hidromel para Malak. Eu e o Sr. Atrasado beberemos rum deskraussiano...- *Logo o pedido foi atendido, todos sendo servidos com o que ela falou.*
Senhores, senhora. A um ano atrás uma série impensavel de eventos aconteceu no coração do Império. Não estavamos preparados para aquilo. - * Raven deu uma generosa golada do rum, acompanhada pelo velho sr.* - Algum de vocês sabe do que estou falando? Ou sequer faz idéia do que possa ter acontecido?

Malak
*Sentou-se em uma das cadeiras mais afastadas de Malak, após ter cumprimentado em silêncio Lei e Joshua. Pouco depois o som da porta abrindo-se chamou sua atenção para o homem velho e encapuzado que entrava. "Nobres imperiais", resmungou em pensamento, ela não era mais uma imperial. Nunca havia sido, talvez.*
*Agradeceu a quem a serviu de hidromel, bebendo apenas um pequeno gole enquanto ouvia a mal humorada Raven. Não a responderia, já que era óbvio que não sabia de nada. Ninguém ali sabia de coisa alguma ou não teriam sido convocados.*

Joshua
- Um Ano atrás... ocorreram muitas coisas. - Apanhou da cerveja, não se sentou na mesa, preferindo ficar mais afastado, mas mais pensativo. - Sinais de Apocalipse retornando, sendo uma pequena cooperação com as valquírias... e - Coçou o queixo. - Não sei o que mais estaria esquecendo... - Deu um gole na cerveja.

Lei
*Lei se sentou e surpreendentemente nao aceitou a bebida. Primeiro porque gostava de hidromel e nao de vinho, e segundo porque toda aquela cerimonia estava muito estranha. Ele falou olhando para Raven.* - Raven, nao quero ser mal educado, mas toda esta hospitalidade 'e desnecessaria. As informacoes que vc possui sao cruciais para o futuro do Imperio. Portanto, se pudessemos nos apressar em resolver isto...

Narrador
*O Sr. Escutou a todos pacientemente. Abriu um sorriso estranho, e quando falou, com uma voz fragil, deixou a língua bifida a mostra. Forçou a abertura dos próprios olhos, deixando claro também as pupílas verticais na cor dourada...* - Vocês não se lembram de nada por minha causa. Foi um trabalho muito, MUITO bem feito. Nem mesmo o grande Zenon Anchev Slade, primeiro Imperador, jamais tentou uma façanha deste tipo. Eu bloqueei as lembranças que tinham do que aconteceu. Não só de vocês, mas de milhares de outras criaturas menores. Podemos dizer que foi o maior psiônico jamais feito! Isso me custou muito, mas devo admitir que a vida dentro da Prisão Imperial era muito pior. Alguns me conhecem como Prisioneiro 0001, Lei deve se lembrar de mim como Mindtwister, já que impediu minha fuga em um episódio no passado, ele e aquela armadura mágica que anda. *Raven fez um movimento com as mãos para que ele ficasse quieto.* - Esse é o ponto Lei. Um ano atrás, justamente no surgimento das Sombras, alguém conseguiu trazer um DEUS MAIOR para o plano material primario, que por acaso é o nosso mundo. Este DEUS MAIOR lançou um ataque devastador contra Nova Terânia. E, não sei se sabem, mas não há meios de se defender dos poderes de um Deus Maior. *Katherine se ergueu da cadeira, apoiando as mãos na mesa.* - Este Deus foi Apocalipse, o ataque foi realizado com força total. As perdas foram enormes... - *Deteve-se por um instante antes de continuar.* E todos vocês participaram desse evento... Que foi... Escondido de todos... Pela criatura que assumiu a autoria disto.
Porém chega de falar. Lei tem razão.
- *Raven mandou entrar os empregados, trazendo pequenos vidros com um líquido esverdeado dentro.* - Senhores e senhora.. Se querem a verdade, bebam. - *ela mesma pegou o frasco dedicado para ela e bebeu em uma só golada.* Vocês só irão acreditar em tudo caso se lembrem... Mas, caso a verdade possa ser... Forte demais... Para alguém aqui dentro... Tem total liberdade para ir embora... E viver na ilusão que o resto das pessoas vivem até hoje.

Malak
*Por vezes franzia a testa, em outros momentos permanecia mais neutra, apenas ouvindo. A língua bífida, as pupilas verticais e toda a história contada pouco levaram a Malak alguma lembrança sobre quem era aquele que contava tanta vantagem.*
*Pelo o que lembrava, há um ano estava longe de Terânia. Ou será que havia sido a dita ilusão? Olhou os frascos com desconfiança, ainda mais por virem de quem a chamou de meretriz para baixo na noite anterior. Talvez valesse a pena... Pelo seu filho, para tentar entendê-lo melhor. Malak pegou o pequeno vidro, abriu-o e bebeu.*

Joshua
Não entendia simplesmente como tratavam aquela criatura como deus. Apocalipse não era tão poderoso, influente sim, mas não tão poderoso. Existiram tantas outras coisas no passado, inclusive um encontro com Voltaire.
O pelo da nuca eriçou... não por pavor, mas por raiva. Não, ilusão jamais, jamais aceitaria isso, não para um dragão azul. Tragou o cheiro do conteúdo do frasco primeiro mas dessa vez como Malak, manteve-se quieto e virou de uma vez para beber a maior parte, deixando apenas uma gota dentro, onde fechou e guardou no bolso.

Lei
*Lei nao acreditou muito na historia contada por Mindtwister e Raven. Ficou olhando o frasco com o liquido e em seguida olhou para o reptiliano, dizendo.* - Se isto 'e verdade, entao por que nao apagou minha memoria de te-lo encontado na prisao? Eu era o unico que podia lhe reconhecer. E como Malak participou destes acontecimentos, se ela ja estava em Fireland ha um ano atras?

Narrador
*O Velho deu de ombros, sorrindo.* Porque o "chefe" foi bem especifico: Dá alvorada do dia 27/12 até o dia 29/12. Acha mesmo que é algo fácil manipular lembranças em um nivel tão profundo, e de tantas mentes diferentes? Ou vocÊ manipula o inconsciente coletivo em massa, ou pode por tudo a perder. Fora que o fato de... *Contou nos dedos.* uma dezena de mortos, num ataque, no centro de tudo, demonstra que todo o poder que o imperio tem não é lá muito grande.

*Joshua havia sido convidado pelo Imperador para discutir alguns assuntos sobre a possibilidade de se "colonizar" o Deserto de En Sabah Nur e tornar Uris a capital de um possível novo reino para o Império. Havia solicitado que Joshua estivesse em Nova Terânia nas primeiras horas do dia, logo o dragão, após beber o conteúdo do vidro, se via voando alto nos céus, já vendo a fortaleza voadora... E também notando os clarões, raios e explosões que ocorriam diretamente no castelo imperial... Ao longe ele ouvia os sinos de alerta...*

Joshua
- E por que a necessidade de ter escondido tudo isso? - Permanecia calmo. Parecisa curioso que tudo aquilo tinha sido extremamente cuidado até nos mínimos detalhes para não ser nada deixado para trás.


Narrador
*Joshua havia sido convidado pelo Imperador para discutir alguns assuntos sobre a possibilidade de se "colonizar" o Deserto de En Sabah Nur e tornar Uris a capital de um possível novo reino para o Império. Havia solicitado que Joshua estivesse em Nova Terânia nas primeiras horas do dia, logo o dragão, após beber o conteúdo do vidro, se via voando alto nos céus, já vendo a fortaleza voadora... E também notando os clarões, raios e explosões que ocorriam diretamente no castelo imperial... Ao longe ele ouvia os sinos de alerta...*)

Joshua
Massageou a Tempora... o que era aquilo? Memórias... visões? Colonizar En SAbah...e transforma Uris em cApital... aquilo era um projeto gigantesco em que se quer pensava... levaria anos sem apoio... Mas o branco parecia desaparecer cada vez mais... Terania sendo... atacado por trovões? Continuou massageando a tempora para tentar não perder o restante. Seus olhos fechados, concentrado para ver o que viria depois..

Lei
*Lei notou que nada havia acontecido com Malak e Joshua apos terem bebido o liquido, pelo menos por enquanto. Mas fora imprudente da parte deles beberem sem nem ao menos questionar se Raven dizia a verdade.* - Perdoem minha falta de confianca, mas como posso aceitar beber isto vinda de uma antiga Inquisitora, que agora 'e aliada de um ex-prisioneiro? Vc nao disse nada sobre trazer um prisioneiro em liberdade para o territorio teraniano, Raven.

Narrador
*Raven sorriu... E fez sinal de positivo com a cabeça.* - Trouxe-o para ser preso novamente e... - *Riu baixo, balançando a cabeça.* - VocÊ disse açgo parecido naquela manhã, quando te autorizei a usar a arma "anti deus". Você disse "Como posso ter certeza de que isso não é um truque de vocês da Inquisição para tomar o poder?"
*Apontou para o frasco dele.*
Dê-me, beberei metade do seu... Se for um veneno... Eu morro antes de você, ao menos.

Lei
- Voce ja tomou o seu e nada aconteceu com os outros tambem. Assim que isto acabar, este ser decrepito volta para Oblivion. *Apontou Mindtwister.* - Sem mais truques, sem mais mentiras. Compreendeu, Raven? *Nao esperaria a resposta dela e beberia o liquido de uma vez.*

Narrador
(JOSHUA) *Quanto mais próximo, mais o dragão sentia uma aura mágica que não devia ser possível ser sentida naquele mundo. Um poder mágico maior do que qualquer coisa já vista nos reinos. A aura de horror era tão forte que, de longe, ele podia ver soldados caídos por todo o caminho até a entrada do palácio, rostos deformados, mortos por puro horror. Ao lado dele, voando, e anunciada por um estrondoso trovão, uma figura feminada alada surgia. Era Rhea. Ela tinha uma expressão estranha no rosto enquanto voava ao lado de Joshua.*
Sentiu isto também? Dezenas de valquirias tiveram um colapso horas atrás, e a arauto de Balder disse que ao olhar na direção de Terânia, sua visão era bloqueada por uma cortina de sangue...-


(MALAK)
MALAK *Malak bebeu, curiosa em saber o que havia ocorrido... E logo se viu na saída da Caverna do Oráculo, logo após seu renascimento. Sentia o novo poder no próprio corpo. Porém aquela alegria foi interrompida abruptamente. A frente dela, repentinamente e sem aviso, surgiu a figura de Celestia. Tinha a outrora imaculada armadura dourada, sempre brilhante, coberta de sangue. Surgiu, já segurando no braço de Malak, e olhando-a nos olhos enquanto falava.* - Temos pouco tempo, seu filho corre perigo e precisa de você agora. - *embora urgente, falava de forma serena e com um sorriso no rosto. Um filete de sangue desceu pelo lado direito da face dela nesse momento.* - Vou te levar direto para o quarto de Arthur, em Nova Terânia. Você vai pega-lo e FUGIR, entendido? Não importa o que aconteça, você foge com ele. Me entende?
*Não houve tempo para resposta. Malak ficaria enjoada quando reaparecesse, já nos aposentos dos principes e da princesa do império. E lá encontraria três crianças assustados, abraçadas juntas num dos cantos do comodo. Celestia cairia de joelhos, pálida com o esforço, e ofegante. Sons de combate vinham dos corredores do castelo, com gritos de horror a todo o instante.*
- Preciso ajudar a defesa... Não somos páreo para... Isto. Mas se cairmos... Pelo menos os próximos Imperiais devem sobreviver para nos vingar. - *A jovem de longos cabelos loiros sorriu, erguendo-se e indo para a saída.* -Pegue as crianças e desça pelo caminho que vai encontrar a esquerda desta porta. - *Apontou um corredor mais afastado.* E não pare por nada neste mundo, tudo bem? - *Com um sorriso ela abriu a porta do quarto, correndo para fora...*

*Após tomar o primeiro gole do líquido, e piscar os olhos, Lei despertou com o som forte dos alarmes de ataque sendo badalados de forma frenética pelo quartel. Lembrava-se de ter iso deitar cedo, e aquela hora ainda era alvorada, antes de qualquer movimento na cidade. Estava em seus aposentos no quartel, dormindo. Antes que fosse possível levantar, o som de batidas a sua porta, fortes batidas. Soldados Imperiais gritavam seu nome, alertando em bom som.* - COMANDANTE, OS SINOS DE ALERTA ESTÃO SENDO TOCADOS NA FORTALEZA FLUTUANTE!- *Na verdade não eram necessários os sinos para saber disso, pois os sons do combate, como se deuses duelassem no firmamento. Algo acontecia, e pelo som do combate titânico, algo grave. A Vingadora de Aço surgiu correndo e invadiu o quarto de Lei, também parecendo transtornada.*
Comandante... Alguma coisa muito ruim está acontecendo na Fortaleza. Há uma presença de poderia mágico que eu só posso classificar como... Divina... Que surgiu sem aviso a instantes atrás

Lei
*Lei se levantou imediatamente, indo pegar sua foice e dizendo para a Vingadora* - Vamos! Mostre-me onde!

Narrador
(Joshua)
*Quanto mais próximo, mais o dragão sentia uma aura mágica que não devia ser possível ser sentida naquele mundo. Um poder mágico maior do que qualquer coisa já vista nos reinos. A aura de horror era tão forte que, de longe, ele podia ver soldados caídos por todo o caminho até a entrada do palácio, rostos deformados, mortos por puro horror. Ao lado dele, voando, e anunciada por um estrondoso trovão, uma figura feminada alada surgia. Era Rhea. Ela tinha uma expressão estranha no rosto enquanto voava ao lado de Joshua.* - Sentiu isto também? Dezenas de valquirias tiveram um colapso horas atrás, e a arauto de Balder disse que ao olhar na direção de Terânia, sua visão era bloqueada por uma cortina de sangue...-

Malak
*Lembrava-se vagamente de Celestia e era uma das últimas pessoas que esperava encontrar em qualquer lugar, especialmente ali. Não a questionou, aquele sangue por toda sua armadura e pelo rosto era convincente o bastante para acreditar que Arthur estava mesmo em perigo.*
*O mal estar passou rápido diante de todos aqueles sons de batalhas e gritos, além da visão de três crianças amedrontadas em um dos cantos. Malak ainda estava tonta com tudo aquilo: havia acabado de renascer e agora precisava ajudar em um ataque devastador em Terânia.*
- Por nada. - repetiu, aproximando-se das três crianças, pegando Arthur no colo e beijando seu rosto docemente. Olhou as outras duas para decidir quem seria mais apto a correr. No fim, os dois teriam que correr. Uma das mãos de Malak precisava ficar livre. - Vamos. Nós quatro vamos sair daqui, juntos! Vai ficar tudo bem. Vamos!
*Caso as outras duas aceitassem - aceitariam nem que fosse na porrada - seguiu com todos para o corredor indicado por Celestia. A todo instante olhava para baixo para certificar-se que Diana e (esqueci o nome do pirrralho) estavam próximos e seguros. Seguiria para a esquerda, conforme explicado.*

Joshua
- R-Rhea?! O que faz aqui? Achei que tivesse problemas de relacionamento com Terania! - Encantou seu próprio corpo com uma magia de velocidade, a fim de prosseguir com mais rapidez em direção ao castelo. Qualquer que fossem a ameaça ali, Joshua sentia uma urgência mais forte em querer chegar logo.
- Rhea! Esses raios e trovões, são seus? - Tentava afastar as nuvens mais pesadas para dar mais claridade à visão.

Narrador
(Lei) *O construto avançou, abrindo caminho entre os soldados que corriam para se preparar pro combate, mesmo sem saber ao certo do que se tratava. Foi diretamente para a sala de transporte.* - Sinto uma grande emanação de poder diretamente no castelo imperial. - *Virou-se para Lei, e o rosto pálido da mulher que vestia a armadura tinha um ar de preocupação.* Devo adverti-lo que a escala de poder, comparada com o que já vimos desde então, ultrapassa qualquer coisa já vista e que... - Lei foi abordado com brutalidade no corredor. Alguém o jogou contra a parede, segurando-o pelo ombro. Era Raven. Tinha o rosto transtornado.*
Lei, venha comigo. Precisamos pegar uma arma antes de subirmos, ou tudo estará perdido. A arma anti-deus será usada.

(Malak) *Os pequenos não questinavam nada. Apenas conrodaram, se entreolhando, e correram atrás dela. Aquele corredor era em espiral, descendo, e rumava em direção as masmorras debaixo do castelo. Não era uma prisão, mas sim um conjunto de despensas e salas, algumas vazias, outras lacradas. Após alguns minutos, os sonos do combate pareceram estar longe... Só pareceram. Logo atrás deles, com um estrondo, o teto desabou. Ninguém ficou ferido, mas uma figura sombria surgiu, descendo suavemente pelo buraco aberto. Ele vestia um mando negro, e uma máscara sem face.*
Vamos, seja boazinha, entregue as crianças e deixo você fugir... - *Falou o estranho, com uma voz estranhamente doce e convincente...*

Malak
*O suspiro de alívio pelos sons que pareciam mais distantes foi brutalmente interrompido assim que houve o estrondo, a queda do teto. Não fazia ideia de quem era aquele, mas não o deixaria ter seu filho ou qualquer outra criança. Malak colocou-se entre eles.*
- Nunca. - não parecia muito lógico continuar correndo com uma ameaça assim logo atrás.

Narrador
*Sacudiu a cabeça negativamente.* - Sim, não quero mais relação com vocês... Mas minha filha estã em Nova Terânia, e se... - *Apenas agora ela se dava conta do que Joshua perguntou.* - Não, acabo de chegar devido ao alerta da Arauto de Balder... Por Ysgard... Há alguma coisa errada! *girou o poderoso mjolnir enquanto voada depressa, tentando afastar a tormenta... Mas não teve sucesso. O que a deixou mais preocupada.* - A arma do Deus do trovão, um deus menor, não pode afastar uma tempestade... - *Virou-se denovo para Joshua.* Prepara-te... Há um poder ACIMA do poder de um deus menor atuando neste local. *Sem mais esperar ela arremessou o martelo com toda força, segurando-o pela fivela, e lançando-se no meio da tempestade, abrindo caminho para Joshua.... E ele pode ver quando a mulhe alada foi golpeada inclementemente por raios de tempestade, arremessando-a através da parede lateral do castelo e fazendo desmoronar o teto do salão principal, abrindo um buraco onde ele veria, com clareza, uma enorme criatura, pele cinzenta, armadura negra, exalando uma aura de poder vista apenas nos tempos antigos, quando deuses andavam entre mortais nos reinos...*

Lei

Raven! *Exclamou Lei, enquanto era empurrado contra a parede. Ele respondeu imediatamente, lembrando-se de quando ela havia levado o barbudo para conhecer a tal arma.* - A arma anti-deus... Se este e' o caso, entao esta' na hora de usa-la. Vamos pega-la!

Narrador
*O estranho estendeu a mão na direção de Malak... E falou denovo, com um to mais firme.* - Passe as crianças... AGORA. - *Malak podia sentir que aquilo era uma magia para controla-la. Mas, de alguma forma, ela resistiu. Na verdade ela só se deu conta que era alvo de uma magia devido a aura tênue de chamas que a envolveu. No mesmo instante o bracelete brilhou em seu pulso.*
- Fascinante... Fui bloqueado. Então faremos da maneira antiga. - * O homem agourento fez surgir tentáculos de sombras, chicoteando o ar.* - Ultima chance...
*O pequeno Roland, mas velho devido a herança elemental, puxou Malak pelo braço, e apontou um caminho, por uma porta a direita.* Isso aqui vai sair na sala onde papai fica! Ele vai nos salvar!
*Falou num to confiante...*

Joshua
Não... não faria perguntas, a derrubaria e depois faria perguntas. Invocou seu machado de Haste e seguiu em uma investida diretamente para golpear a criatura de frente. Energizava o machado com fagulhas de raios e trovões, o elemento da sua natureza. Girava seu machado, queria primeiro desarmar a criatura, inutilizar qualquer membro dela. Sabia claramente que se deixasse, qualquer criatura dessas antigas ficariam fortes demais.

Malak
*Malak se quer tinha noção dos poderes que possuía, do que poderia impedir ou como atacar, surpreendendo-se ela mesma ao sentir aquela aura tão leve de chamas.*
- Roland, leve Arthur e Diana para lá. Eu irei logo atrás. - tudo o que foi falado foi sem nenhum contato visual com Roland. Precisava guardá-los e dar as costas não seria uma boa estratégia.

Narrador
(Lei) *Praticamente arrastou Lei para o subterrâneo do quartel, onde havia uma entrada para o lugar onde estava aquele metal tão secretamente guardado.* - Fatos rápidos: Estamos sendo atacados por uma força divina. Os que foram mortos diretamente por ele não puderam ser trazidos devolta a vida. Não temos nenhuma defesa preparada para uma invasão de um deus, afinal, pensavamos que eles eram criautras ocupadas para querer derrubar a capital dos ares. - *Abriu a porta selado para o projeto secreto com um grande chute.. E para surpresa dela, ali dentro encontravam-se todos mortos... E o Sentinel Imperial, a arma secreta, havia desaparecido...* - Isso... Complica as coisas... *Encostou na parede, de costas, surpresa com o que via.* *Ela agia de forma frenética, rápida, sem dar explicações a Lei. Correu para o que parecia ser uma parede, e tocou o lugar, fazendo ela se abrir e revelando o que parecia ser um ombro de um braço direito de metal prateado.*
Bem... Se conhecer o deus dos ferreiros... Pode começar a orar para ele, pois isso é tudo o que temos do metal anti-deus! - *Pegou aquele peça e a arremessou para Lei. Era incrivelmente leve.*

Lei
*Lei segurou o braco de reflexo, quase deixando cair, e tambem se surpreendeu ao ver o quao leve era. Ele fitou Raven.* - Se e' tudo o que temos, tera' que ser o suficiente. Vamos! Quanto mais demorarmos para repelir esta ameaca, mais dificil sera'!

Narrador
*O ataque selvagem de Joshua foi certeiro. Porém, antes de sua arma tocar a criatura, uma força invisivel a deteve em pleno ar. A voz cavernosa gargalhou antes de explodir nos tímpanos de todos ali.* - Você ameaça o Deus do Massacre com um instrumento de destruição que eu criei e ensinei as raças inferiores a manejar...? - * Joshua era mantido no ar, na inércia do golpe.* - A arma do forte... É seu próprio corpo! - *O punho direito da criatura se ergueu, e o mero deslocamento de ar abalava as estruturas das pilastras ainda de pé no local. Quando ele golpeou para frente, na direção de Joshua, era como a força de um tsunami, invisivel, jogando todos para longe. Ali, Joshua via vários Cavaleiros Imperiais... No chão... E muitos, muitos deles mortos. O lugar era uma canificina. Renon estava no meio do salão, um dos joelhos no chão, tinha sangue saindo do nariz, dos olhos, ouvidos, e parecia usar seus poderes apenas para contrapor o poder da criatura, minimizando, na medida do possível, os danos causados por ele. Ao notar a presença de Joshua, gritou.*
- Joshua! Não ataque! Tire quem vocÊ conseguir tirar daqui, leve os vivos para fora!.- *Renon mal teve tempo para falar, pois o grito de guerra da Valquiria rompeu a comunicação, e com um impulso, usando o martelo divino abrir caminho, Rhea também gritou para Joshua.*
ATAQUE ATÉ ELE CAIR!!! - *A mulher girava o Martelo com raiva, e mesmo ferida, saltou por cima de Joshua, golpeando de cima para baixo a criatura. Esperava Que Joshua também atacasse.*

(Malak) *Roland pegou o bebê no colo, e mandou que a menina segurasse sua camisa.* -Sim Sra.! - *Os dois partiram correndo através da porta.*
*Os tentáculos slataram no ar, tentando segura-los, e o bracelete de Malak brilhou mais uma vez... Parecia indicar o que ela deveria fazer... Sombras não conseguem existir onde há muita luz... Fogo seria a resposta.*

(Lei)
*Raven saltou devolta para onde Lei estava e o empurrou pelo caminho.* - Leve isso... E vamos ver o que pode ser feito. Eu vou logo depois, vou ordenar a evacuação da capital. Parece que o problema esta localizado no Castelo apenas... Mas não podemos arriscar. Mate se tiver que ser feito. Parece que chegaram mais reforços, lidere-os até termos instruções mais precisas.

Joshua
Joshua agarrou Rhea. Notava que tudo tinha sido amenizado por Renon. Mau humor, não tinha costume de recuar numa batalha... e não era cabeça quente o suficiente para continuar lutando contra um oponente imposs''ivel. E faria exatamente o que Renon fazia se pudesse e salvaria os vivos o máximo que poderia dentro dos que sobraram. Jogou sobre si mais uma magia de rapidez e apanhou quem mais estaria vivo, nemq ue tivesse que carregar Rhea no ombro como um porco e o resto na mão mesmo como podia.

Lei
- Vou para o castelo entao. Boa sorte. E se nada der certo... Obrigado pela ajuda. *Lei fez um afirmativo com a cabeca e logo depois rumou para o castelo, levando seu reforco consigo. No meio do caminho, colocou o ombro metalico em si, esperando que a peca lhe transmitisse pelo menos uma parcela do poder anti-deus.*

Malak
*Fogo! Óbvio, fogo! Havia renascido do magma, era campeã de uma terra de fogo. Malak fez o corpo brilhar por meio de chamas que a envolviam por inteiro. Se conseguisse afastá-lo um pouco ao menos, recuaria para mais perto de onde daria para a sala do pai.*

Narrador
(Hiro) *Foi uma cena espetacular quando Joshua segurou Rhea (pelas pernas) e a puxou para baixo, fazendo ela cair no chão, desequilibrada, com um grande estrondo do martelo golpeando ferozmente o chão a frente da criatura, causando um grande estrondo e fazer uma cratera. O poder do golpe foi grande o suficiente para arremessar Joshua, Rhea e Renon para trás, fazendo-os cair todos. Joshua notaria que poucos ali estavam vivos.*
- Criatura ignorante! - *Rhea gritou, ainda confusa pelo que ocorreu.* - Não tome Renon como a sabedoria suprema! Acha mesmo que essa coisa vai enfraquecer se nós fugirmos ou não lutarmos?
*A criatura se moveu. E a cada passo que dava, emanava uma aura que fazia os ferimentos enels piorarem. Pequenos sangramentos aumentavam. Ossos partidos esfarelavam. A menor das dores era amplificada 1000x. Ela falou novamente.*
- Então há entre vocês uma criatura disposta a provar seu poder contra o meu? Eu respeito isto! Mas apenas o mais forte prevalece, e ninguém é mais forte do que o APOCALIPSE!- *Urrou o próprio nome, fazendo aquele som ecoar com quilometros a partir dali. O som erra insuportavel, opressor. Ele ergueu a mão, onde um acumulo de energia pode ser visto crescendo... Enquanto Joshua lutava para tentar tirar sobreviventes, ele golpearia contra todos.* - É direito dos fracos serem exterminados de forma rápida! Morram! - *Seria o fim... Não fosse o surgimento de Celestia, que usando seus poderes em conjunto com Renon, impediu a propagação daquela força destrutiva, um feixe de desintegração, que foi direcionado para o chão... Fazendo sumir uma enorme porção do mesmo, abrindo uma enorme cratera no meio do salão.*
*Renon, ainda caído, tinha o braço erguido na direção da criatura, e Celestia usava as próprias mãos para empurrar o braço da criatura para baixo. Rhea chutaria com toda força contra Joshua para se soltar...*

(Malak) *Os tentáculos desapareceram com a chamas. A criatura avançou contra Malak, rapidamente, e o que veio depois foi providencial. O recuo de Malak garantiu que ela não fosse aniquilada quando, do teto, um grande feixe de energia caiu sobre a criatura, iluminando todo o lugar. Por poucos Centimetros ela não foi atingida... E tudo a frente dela, incluindo a criatura, foi desintegrado. Malak correu até a passagem, e para sua surpresa ela levava direto para a SALA DO TRONO, onde tudo acontecia. Ao chegar lá, ela veria a cena dantesta, corpos despedaçados, paredes tingidas de sangue. Mas o mais aterrorizante seria olhar quem havia feito aquilo: Aquela criatura, mesmo de costas, paralisaria a mulher por vários instantes, aterrorisada... Do mesmo jeito que as duas crianças estavam agora... Paradas, logo a frente dela.*

Joshua
- ESCUTA AQUI, LOIRA, OU VOCÊ ME OBEDECE, OU TEU MAIOR INIMIGO NATURAL VAI JOGAR TODO O PESO SOBRE SUA CABEÇA E TE DESMAIAR. O QUE PREFERE? SER SALVA COMO UMA DONZELA OU ASSISTIR COM CALMA A CRIATURA E TENTAR ACHAR QUALQUER PONTO FRACO? SEM MAIS NEM MENOS... - Os poucos sobreviventes, Joshua tentou o melhor, criando uma barreira divina e logo depois se concentraria em fazer alguma magia de cura contra os feridos, a sobrevivencia deles era importante, eram testemunhas.
Uma ou outra vez via de relance o que se passava no salão, seus olhos arregalavam.
- Apocalipse....!?

Narrador
(LEI) *Assim que acoplou aquilo, Lei sentiu suas forças serem sugadas. Todas elas. E caiu desajeitadamente pelo corredor. De alguma forma aquilo anulava totalmente qualquer força magica, mistica, qualquer coisa. Era um tanto inexperado... Mas aquele era um indicio que tal "arma" não era apenas contra deuses, mas sim contra qualquer tipo de ameaça não natural. Obviamente ele se recuperaria rapido, e em instantes ele, e a Vingadora, estaria de frente para o castelo imperial.*
Comandante... - *A armadura não conseguiu completar a fala, pois a imagem de Joshua, Rhea e Renon sendo lançados para trás por uma grande explosão dentro do salão foi perturbadora. Logo depois a grande imagem daquela criatura... E então o urro ensurdecedor dizendo "APOCALIPSE", fizeram o construto recusar pelo menos um passo. Se Lei ainda estivesse "vestindo" a peça da arma anti-deus, ele não seria afetado pelo efeitos mágicos de horror.*

Malak
*Não era tempo para tentar entender quem havia enviado aquele feixe de luz ou quem era aquela criatura. Assim que passou pela porta, a campeã surpreendeu-se com a cena e ainda mais com aquilo que estava destruindo tudo. Precisou lutar contra seu pavor para, em silêncio, pegar o bebê nos braços e empurrar as crianças de volta ao corredor. Seria melhor se nem mesmo fossem percebidos ali, por aliado ou inimigo. Tirar os filhos de Renon com vida, apenas essa era sua missão. Murmuraria perto do ouvido de Roland e Diana. * - Vamos, vamos pela passagem anterior. Vamos, andem.

Lei
* Lei observou, assustado, enquanto Joshua, Rhea e Renon eram lancados para longe. Nao sabia o que Rhea estava fazendo ali, mas, no momento, toda ajuda era necessaria. Lei teve a prova de que a arma o protegeria quando nao sentiu os efeitos de horror da criatura. Neste momento ele gritou para o constructo.* - Apocalipse nao prevalescera!! Venha, criatura!! Vingadora, vamos!!

Narrador
*Quando Joshua virou-se para o salão, Apocalipse não estava mais no local de antes. Quando Malak tentou empurrar as crianças para o esconderijo, ela não pode faze-lo, pois Apocalipse estava a sua frente... E tinha Roland em uma das mãos, erguendo o moleque, que se debatia, até a altura do próprio rosto.*
- Você, pequenino. Você tem o poder e o potencial que preciso. Será o primeiro... - *Não houve tempo para muita coisa, e foi até dificil entender o que ocorreu. Mas todos puderam ver quando o pequeno garoto definhou, teve sua essência consumida por Apocalipse... E seu corpo mumificou, sendo descartado logo depois. Apocalipse sorriu, malignamente, e voltou seu olhar para Diana, e logo depois para Malak, que tinha Arthur no colo.* -Ora... A linhagem de Zenon é maior do que foi dito... Consumirei os dois! *Nem mesmo um Deus Maior poderia contar a fúria de uma mãe, ainda mais uma semi-deusa valquiria. Ao ver aquela cena, Rhea explodiu em fúria. Sua cria era ameaçada... E qualquer coisa pensaria duas vezes antes de ficar a frente dla nesse momento. Ela nada falou, apenas estendeu a mão, chamando o martelo, que voou. Ela girou o corpo preso, usando técnicas de combate corporal para girar ao redor de Joshua, rolou no chão e arremessou o martelo com toda a força que tinha, fazendo o chão rachar sobre si com o ataque... Seria mortal, caso o martelo não fosse parado com as mãos nuas pela divindade, sem afeta-lo.*
- Tolos fracos e inuteis... Armas... - *Ele cerrou o punho, pulverizando o martelo, destruindo a arma lendária...* - Nada são para mim... *A Vingadora observou Lei... Ainda paralisada.* - Mas... o que faremos contra ISSO? - *Katherine chegou logo atrás deles, observando a cena e falando.* - Lei, você vai pela frente, ajude a tirar eles dali de dentro. Vou distrair a criatura... E você Vingadora... Deixe este corpo atual e vista-me.. Preciso de proteção.
*Katherine tinha uma ENORME espada as costas.. E Lei a reconheceria... Kadaryan, a espada de Apocalipse....*

Malak
*Não fazia ideia de como em tão poucos milésimos de segundos aquele ser podia se mover e ainda pegar uma criança que estava sob sua tutela. Observou sem muita ação a morte de Roland, quase em choque, enquanto abraçava com mais força os dois sobreviventes. Aqueles segundos de distração proporcionados pelo ataque de Rhea seriam usados por Malak para fugir, para pelo menos sair da frente daquele... Apocalipse?*

Joshua
- FELIZ? - Resmungou. Àquela altura, realmente já não tinha mais como continuar. Joshua desceu os feridos que deveriam estar melhores e os afugentou. Seu corpo transformou-se em draconiano em instantes, jogando Rhea de leve para o lado.
- Se essas tempestades não vão embora nem com a força da ex sagrada Mjollnir, então que elas se acumulem a um ser. - Seu corpo se carregou com os raios e trovões dele mesmo, força suficiente para começar a atrair os outros raios, mesmo que mágicos ou maculados para que caíssem em seu chifre na cabeça. Controlaria aquela intensidade toda para se tornar o próprio avatar dos trovões. Precisava de mais tempo para outros terem tempo, para os lerdos agirem. Naquele momento não importou. Daria chance para MAlak, daria chance para qualquer um agir enquanto tentaria distrair Apocalipse. Abriu a boca e na velocidade de um trovão, fez com que a sua baforada de avata partisse diretamente contra a figura caótica.

Lei
*Seguindo a sugestão de Raven, Lei partiu em ataque contra a criatura, segurando sua foice que agora não passava de uma arma comum devido ao poder do metal anti-deus. Ele iria desferir um golpe contra o inimigo com a foice, tentando debilita-lo e dar tempo para que os outros saíssem de perto.*

Narrador
*Rhea caiu de joelhos no chão, incrédula, ao ver a arma divina ser destruida sem dificuldade. Não teve maior reação, ficando abalada por seu grande poder ter sido rechaçado. O ataque de Joshua foi devastador, mas também foi detido pela mão que deteve o Mjolnir, e, ao contrário da arma, não foi destruído...*
- A pura energia da tempestade. A força destruidora do raio e do trovão, que pulverizam tudo aquilo que não tem poder o suficiente para subjulga-los! Um ataque devastador, admito. Porém... - Joshua notaria que não conseguia encerrar a emanação de energia destrutiva, e sabria que estava sendo DRENADO, de forma bastante rápida...* *Renon lutava para não perder os sentidos, e quando o raio passou por ele, queimando-o com o calor no ar, ele observou a situação... Viu Lei passar por ele, golpeando Apocalipse, e viu o primeiro golpe fazer efeito contra o Deus. Ao tocar Apocalipse, o efeito do metal anti-deus arrancou-lhe a proteção da armadura divina que vestia, cortando-o. Nesse momento, desconcentrado, Apocalipse deu um passo vacilante para trâs, levando a mão até o ferimento, e logo a rajada elétrica de Joshua o arremessou para trás, para longe de Malak, Arthur e Diana. Renon viu ainda Katherine, vestida com a Vingadora, correr ao lado de Lei, girnado Kadariyan a arma do próprio Apocalipse nas mãos, saltando no ar e pulando contra o peito da criatura, fincando ali a arma do próprio Deus que, parecendo espantado, bateu de costas contra a parede de trás do salão...*

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