Campo de Batalha: Stormhigh (O Ataque do Enxame - Em Andamento - Trama de Firelands/Stormhigh/Terânia)

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Campo de Batalha: Stormhigh (O Ataque do Enxame - Em Andamento - Trama de Firelands/Stormhigh/Terânia)

Mensagem por Imperador Renon em Qui 09 Jan 2014, 20:04

Participantes atuais: Joshua Stranford

Jogo em andamento, tópico para inclusão de imagens e arquivos referentes a aventura.

ROTAS DE VÔO ATÉ TEMPESTRA

ROTA VERMELHA
É uma rota que sobrevoa a cidade da Inquisição e segue perigosamente próxima a fronteira de Deskrausser. Também passar por territórios CONTESTADOS, o que por si só pode ser algo perigoso. Pode vir a ser uma rota tranquila, ou apresentar dificuldades...

ROTA AMARELA
É praticamente um desafio a Deskrausser, cruzando o mar ocidental daquela nação do sul ao norte. É a rota mais rápida, porém de longe a mais perigosa...

ROTA VERDE
É o caminho padrão que sempre foi utilizado pelo Império. Embora os Planaltos Ocidentais não mais façam parte da Aliança, há um acordo velado de boas maneiras. Com os rumores de uma possível coligação com forças hostis podem ter mudado o pensamento... É uma rota longa, porém notadamente a mais segura.

Rotas de Vôo


Última edição por Imperador Renon em Ter 04 Fev 2014, 16:29, editado 2 vez(es)
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O Líder dos Cavaleiros Wyverns! Garadon de Solaris e seu perigoso pedido. (Joshua Stranford e Garadon de Solaris)

Mensagem por Imperador Renon em Qui 09 Jan 2014, 21:30

OBJETIVO DO JOGO: Iniciar os eventos que levarão a viagem de Joshua até Stormhigh.
OBJETIVO REALIZADO? SIM. O pedido de Garadon de Solaris foi parcialmente aceito por Joshua, levando Garadon a considera-lo honrado ao se preocupar com o seus comandos Cavaleiros Wyverns.
JOGO TERÁ CONTINUAÇÃO? SIM. Joshua e Garadon irão se encontrar com o novo/velho aliado, Rezon'hozar


Garadon de Solaris, Líder dos Cavaleiros Wyverns Terânianos

*Quase todos os Cavaleiros Wyverns haviam deixado a capital. A revoada de centenas daqueles imensos animais foi um evento comentado no reino, e quando eles não voltaram por mais de 15 dias... Isto se tornou um motivo de temor. Das centenas de cavaleiros, apenas o líder deles, Garadon de Solaris, e seus 12 mais fieis comandados, havia permanecido na capital. O clima era um misto de tristeza, temor e falta de esperança no futuro. Em uma das vezes que Joshua esteve na capital, Garadon o abordaria. Usava uma armadura pesada completa e trazia duas cimitarras presas as costas. Sua armadura lembrava um dragão negro.* General Stranford? Poderia me conceder um minuto? *Era cordial e tranquilo ao falar. Era engraçado, mas aquele homem tinha um forte cheiro de dragão, mesmo não aparentando ser um...*

Joshua Stranford, Regente de Uris e Cavaleiro Imperial

- Ora... eu não possuo esse título oficialmente que me lembre. Por isso poderá me chamar por meu nome apenas. - Virou-se para o homem. E de fato, a armadura sempre foi um detalhe que arrancava uma franzida de cenho do general. Mas proximidade desse homem... era a primeira vez que era abordado por ele... sem muita interferência externa. - Claro. Conto que fale rápido, senhor! - Sorriu de leve de maneira amigável.

Garadon de Solaris, Líder dos Cavaleiros Wyverns Terânianos
A linha entre o oficial e o não oficial é apenas a palavra de uma pessoa... *Falou sério... e logo depois fez uma expressão de desagrado...* Se bem que esta pessoa não está por aqui para faze-lo. *Consentiu com a cabeça.* Certamente. Quero permissão para ir até Stormhigh, Sr. Minhas tropas... quero dizer, as tropas que estavam sob meu comando, e agora não estão, partiram a pelo menos 15 dias... e desde então não obtenho nenhuma mensagem daqueles lados. Não há barcos chegando, nem comerciantes ou mercadorias vindas de lá. Digo isto mais por parte de meus soldados restantes, pois alguns deles tem família por lá e estão preocupados. *Falava com um ar real de preocupação...*

Joshua Stranford, Regente de Uris e Cavaleiro Imperial
E por fim...o cheiro dele podia sempre levar a algum lugar que tivesse mais, desde metalicos a cromaticos. - Hmm... - Coçava a cabeça um pouco enquanto pensava. - Sim tenho ciencia que partiram... - Ponderou mais um pouco até que algumas duvidas se apegaram. - Enfim... o que sobrou dos wyverns? Que outras forças aéreas possui aqui em Têrania? Se vais viajar, precisará de toda a ajuda. Se eu lhe permitir, quando pretende partir?

Garadon de Solaris, Líder dos Cavaleiros Wyverns Terânianos
*O cheiro não era de nenhum tipo de dragão conhecido por Joshua, algo único, novo. Garadon o observou e falou em tom calmo, porém firme.* Sr, ao todo temos apenas TREZE cavaleiros wyvern... e nada mais. Estou incluso nesta conta. Apenas meu esquadrão, os melhores, devo dizer, ficaram. Pretendo ir sozinho para não despertar mais temor no reino, partindo a noite consigo passar em silêncio. E como meu Wyvern também ficará... praticamente não haverá mudança na rotina das patrulhas. *Tirou um pergaminho da cintura e o mostrou a Joshua.* Estou avaliando as opções, Sr. Mas pretendo seguir amanhã a noite...

Joshua Stranford, Regente de Uris e Cavaleiro Imperial
Deu um suspiro longo. Os olhos fechavam, pensava, pensava e refletia. Era um erro mandar alguém de escalão mais alto. Seria mais errado...tantas coisas.... - Há algum tempo tenho interesse em ir para Stormhigh e depois Valkyrion. O que podemos fazer para matar dois coelhos em uma cajadada é minha pessoa ir contigo nessa viagem. Se vais deixar teu wyvern, então irá nas minhas costas. Estou acostumado a viagens de longa duração. - REsmungou um pouco. - Desde que eu entrei aqui, me parece que as caronas nas costas têm aumentado um tanto. - MAs num bom humor abriu os olhos. - Nos encontraremos fora daqui... longe. E terá minha permissão em mãos no começo da tarde de amanhã.

Garadon de Solaris, Líder dos Cavaleiros Wyverns Terânianos
*Acenou com a cabeça positivamente.* Agradeço pelo favor que presta a meus homens, Sr... *Sorriu, olhando para os lados, e cochichou...* E não se preocupe... "sozinho" não é bem o termo correto. E o Wyvern fica porque... há alguém que me levará, e não é o senhor. Ele é um pouco truculento, ranzinza, mas é um irmão de sangue para mim. Anos no passado, quando cheguei as comarcas, antes do Império, eu fiquei conhecido devido a meu aliado em batalhas... batalhamos contra Drakul Tenebres e vários outros dragões malignos... ele se chama Rezon'hozar, meu irmão de sangue... amanhã irei apresenta-los... E se me permite, irei avisa-lo de nossa partida... *Prestou continencia, pronto para se retirar...*

Joshua Stranford, Regente de Uris e Cavaleiro Imperial
Sorriu mais largo, mas um sorriso de alguém interessado. - Drakul Tenebres... quanto tempo... - Cruzou os braços. - Muito bem. Te alcançarei como der. Nos veremos em breve e estarei curioso em conhecer esse teu colega. Até outra hora. - Foi andando e acenou de leve, iria assinar essa permissão o quanto antes e mandar entregar para aquele homem.



CONTINUA...
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LAÇOS DE FAMÍLIA! O ENCONTRO ENTRE OS TROVÕES DO PASSADO E DO FUTURO! (Syènna e Rhea)

Mensagem por Imperador Renon em Ter 04 Fev 2014, 16:17

OBJETIVO DO JOGO: Introdução de Syènna Hildr Valkyr e ressurgimento de uma importante peça do quebra-cabeças do desaparecimento dos Imperiais: Rhea Valkyr
OBJETIVO REALIZADO? SIM. Syènna e Rhea tiveram um encontro de soltar faíscas.
JOGO TERÁ CONTINUAÇÃO? SIM. Parte da trama de "CAMPO DE BATALHA: STORMHIGH"

NARRADOR
*A trombeta de Heimdall tocou. Toda a cidade praticamente congelou, imóvel. A trombeta só tocava quando decisões extremamente importantes... ou anuncio de guerras. Syènna estava com sua guarnição, guardando o perímetro de Valkyrion, quando o som chegou até elas. Aquilo era um chamado imediato a todas as Valquírias, todas as filhas de Odin devem ir até o salão real, onde a Rainha Brunhylde Hildr Valkyr as estaria esperando. As outras três valquírias do grupamento de Syènna a observaram, aguardando as ordens dela. No chão ela veria dezenas, não, centenas de criaturas subindo as escadarias de Valkyrion, curiosas, e muitas temerosas, por ouvir a trombeta...*

Dama da Guerra Syènna Hildr Valkyr
*O som dos pássaros e animais que por perto transitavam cedeu, ouvindo-se apenas o longo e alto trovejar daquela trombeta em especial. Ergueu os olhos para o céu, e deixando algumas ordens com os demais guardas, abriu as asas e foi atender ao chamado. Fechou as asas assim que entrou no palácio, sendo acompanhada por suas irmãs, todas dirigindo-se ao salão e à postos, aguardando o que a Rainha teria a anunciar. Vez por outra desviou o olhar, verificando com curiosidade aquelas criaturas, imaginando a importância de tal acontecimento para reunir tanta "gente", tantas espécies;*

NARRADOR
*Elfos, Eihenjar, Anões, elementais diversos, gigantes do gelo e do fogo, elfos negros... Raças que antes eram inimigas e que, para poder existir, haviam unido forças. O salão real era como um enorme coliseu onde apenas as valquírias, a raça dominante de Valkyrion, tinham acesso. As arquibancadas era onde todas as demais criaturas estavam... no centro dali, de joelhos, sendo segurada por outras valquírias e sob a mira das lanças do trovão de outras tantas, estava aquele que deveria ser a embaixadora de Valkyrion no Império... e desaparecida a cerca de um ano... RHEA HILDR VALKYR... filha da rainha e um dos membros fundadores dos Cavaleiros Imperiais. A rainha Brunhylde, mãe de Rhea, sentava no trono e um local elevado daquela arena. Ela manteve-se sentada ao falar em um tom de trovão.*

Rainha Brunhylde Hildr Valkyr, A Vontade de Odin
- Meus súditos Ysgardianos... A trombeta de Heimdall anuncia não o Ragnarok novamente, mas sim o retorno daquela que deveria ter liderado nossas forças contra o Ragnarok. Minha própria filha pródiga, RHEA VALKYR! *Usou o tridente para apontar para Rhea. Esta, presa pelos braços, parecia inerte, alheia a tudo aquilo. Tinha ferimentos por todo o corpo, parecia ter sido seperamente espancada... Syènna era apenas prima de Rhea. Mal tiveram contato, mas os contos de bravura daquela valquíria eram entoados. Ainda mais quando ela foi eleita a Senhora do Trovão, e portadora do magnífico Mjölnir... a própria encarnação do deus do trovão... Mas aquilo parecia não ter sentido agora.

Fenris, a Senhora dos Lobos
Uma valquíria, tendo ao seu lado dos enormes lobos brancos, chegou perto de Syènna... e comentou...* - É tua parente, não? Não acha perigoso ser taxada como traídora por erros de outros que tem seu sangue?

Dama da Guerra Syènna Hildr Valkyr
*O salão estava lotado, representantes de cada espécie, Syènna duvidando de que alguma raça houvesse faltado ou sido esquecida. Colocou um ponto final em suas considerações mentais assim que Rainha se fez ouvir, sua voz ecoando como se uma tempestade seca resolvesse transitar pelo local. Desviou os olhos para a Valquíria no trono, surpresa por não se tratar do Ragnarok ou qualquer coisa desse nível, prestando total atenção nas palavras proferidas, curiosa sobre o quê seria tão grandioso que merecesse tal reunião e raiva da Rainha. Então parte da resposta diante aquele mundaréu de olhos, que correram da Valquíria-Rainha para Rhea, pendurada e machucada, visivelmente em posição de prisioneira. Franziu o cenho sem realmente compreender de primeira, desenrugando a testa conforme a explicação era dada. Não sabia exatamente o que pensar sobre aquilo, teria Rhea seus motivos? O poder havia lhe subido à cabeça e suas atitudes tomaram proporções colossais para merecer tal reunião? Fora vítima de alguma parceria que resultou em más atitudes? Seria tudo mentira dos cânticos e contos, e Rhea não passava de uma gananciosa que venderia a própria alma à troco de poder? Suspirou, sendo arrancada de seus pensamentos pela valquíria dos lobos. Syènna a olhou com o típico fuzilar de alguém que odiava fofocas, em especial em tal ocasião e sobre a própria família.* Não. Como dizes, os erros são dos outros, não meus. Mesma vertente, rios diferentes. *Fitou novamente a Rainha, encerrando qualquer tentativa de conversa da outra.*

Fenris, a Domadora de Lobos
- Diferentes braços de um mesmo rio. Se vocÊ derramar tinta vermelha na nascente, ela tingirá todos os braços, ao menos um pouco. Então não fi...

Rainha Brunhylde Hildr Valkyr, A Vontade de Odin
*Novamente a voz da rainha trovejou, estremecendo o lugar.* - SILÊNCIO! Vou dar a traídora a oportunidade de falar algo antes que seja aprisionada. Justifique seus atos contra sua mãe e irmãs! Será presa nas masmorras logo após!

Dama do Trovão Rhea Hildr Valkyr, A Vontade de Thor
*Rhea... sorriu nesse momento... começou um riso baixo, até explodir em uma gargalhada.* - HAHAHAHAHAHAHAHA! Não sou eu quem estará presa aqui... Serão VOCÊS que estarão PRESAS aqui comigo. Não abusem de minha gratidão por não arrancar-lhes as asas, uma a uma, de cada uma de vocês, e enfia-las em suas gargantas, amarrando-as em seu rosto usando suas próprias entranhas, minhas irmãs. Levem-me para minha cela e encerrem este show... antes que eu repense sobre tudo o que falamos. *Arrogante? Cheia de Si? Enlouquecida? Que diabos aquela valquíria tinha na cabeça para desafiar o mundo, e naquele momento???*

Rainha Brunhylde Hildr Valkyr, A Vontade de Odin
*A rainha rosnou de raiva com aquela resposta, e as demais valquírias misturaram reações de receio, revolta e indiferença. A rainha decretou de uma vez.* - PARA AS MASMORRAS! SYÈNNA, LEVE SUA GUARDA E TRANCAFIE ESTÁ PÁRIA PARA SEMPRE!!! *A Rainha usou o tridente para apontar onde Syènna estava... e as valquirias ao redor simplesmente deram um passo para trás, deixando-a em evidência.*

Dama do Trovão Rhea Hildr Valkyr, A Vontade de Thor
*Rhea olhou de soslaio, curiosa.* - Syènna...? Que coincidencia... condenada pela minha mãe e encarcerada por outra parente... *Sorriu, cuspindo sangue no solo.*

Dama da Guerra Syènna Hildr Valkyr
*Controlou-se para não mandá-la longe, não precisando se incomodar muito, já que a Rainha retomava a palavra. Mas Syènna não ficou olhando-a, e sim à prima. Esperava pedidos de misericórdia, uma explicação plausível, qualquer coisa que fosse atenuante e explicasse a conduta que outrora exemplar valquíria tivera. E sua expressão não foi diferente das demais, as sobrancelhas erguidas diante tal surpresa. Ao contrário da maioria das valquírias e de muitos presentes ali, Syènna não sentira raiva, pena ou qualquer coisa parecida. Estava curiosa, realmente curiosa. Aquele comportamento era no mínimo... Se não estranho, peculiar. Tinha alguma coisa ali no meio que os outros não captaram, ou ela que estava vendo cabelo em ovo, mesmo. A reação da Rainha não poderia ser diferente, mas o que intrigou geral fôra a tarefa ser incumbida à Syènna, mera prima. Com tantas irmãs de Rhea ali e outros de maior patente, por quê diachos justo ela? E esse pensamento transparecia em seus belíssimos olhos azuis, que tornaram a recair sobre a mandante. Syènna deu um passo à frente, desconfortável, sentindo aquela estranha sensação de quem necessita se mexer ao ser alvo de tantos olhos, apontados para si como lanças ao redor de um inimigo prestes a ser prestes a ser prisioneiro. Rhea, com seu sarcasmo, dera tempo à Syènna para retomar a pose e organizar os pensamentos. Não olhou a parente, apenas meneou em afirmativa, chamando a própria guarda e se aproximando de Rhea, tomando as correntes que a prendiam em mãos. Sem uma palavra, começou a retirá-la dali, não gostando nem um pouco de ser o centro das atenções.*

Dama do Trovão Rhea Hildr Valkyr, A Vontade de Thor

- Prestem seus respeitos a sua superior, garotas. *Rosnou, falando entre os dentes, para Syènna.* - Nome e posto, mesmo aprisionada eu ainda estou acima de todas vocês, franguinhas se achando Valquírias. *Caminhou com elas para a saída do coliseu. Houve um silêncio perturbador quando ela saiu, sorridente, cabeça erguida. Assim que entraram nos corredores, ela continuou.* - Sente o cheiro? *Farejou o ar.* - Medo... é adocicado. Quando eu ceifava as almas dos guerreiros caídos eu sentia esse cheiro. Temem que eu ceife suas almas? *Sorriu de modo sarcástico, cuspindo sangue novamente no chão.* - Porque minha própria mãe não me escoltou até as masmorras? Ela tem a lança de Odin, poderia me fulminar quando quisesse! *Olhou uma a uma, parando os olhos sobre Syènna* - Porque ela teme que eu quebre o pescoço dela, como estou pensando em fazer com vocês... começando com você, minha prima... *De onde vinha essa merda de confiança?*

Dama da Guerra Syènna Hildr Valkyr

*Ainda mantendo a neutralidade, comenta, displicente, enquanto segurava as correntes.* - Não vejo necessidade, agora você é uma prisioneira como qualquer outro nas masmorras, Rhea. *E a levou para fora do coliseu, a guarda atrás, às vezes ouvindo-se um tilintar de metal, alguns tão trêmulos que suas armaduras balançavam. Dentro dos corredores, aquela aura cheirando à ferrugem molhada parecia intensificar-se, assim como o nível de provocação da Valquíria. É bem verdade que Syènna já estava começando a perder a paciência com tanto falatório, mas procurava manter a postura. Consegue a atenção da prima quando toca no assunto da lança, e aquilo a intrigou ainda mais, quase que confirmando haver algum caroço nesse angu. Realmente, a Rainha tinha a lança de Odin e poderia matá-la, e não o fazia por algum outro motivo muito maior do que amor materno -que estava enterrado, visto os rosnares e palavras dirigidas à filha. Estava tudo muito bem, apesar de inconveniente, até aquela clara ameaça. Em alto e bom som, Syènna disse.*
- PAREM! *E aproximou-se de Rhea, os olhos brilhando como gelo tocando pelo sol.* - Se não quiser apanhar um pouco mais antes de ser jogada à masmorra, eu prefiro que mantenha sua boca fechada. A rainha com certeza não se importará de ter uma prisioneira desprovida de língua para não irritar mais nossos ouvidos. Estamos de acordo?

Dama do Trovão Rhea Hildr Valkyr, A Vontade de Thor
- Já achei o que eu procurava... *Sorriu e de novo começou a gargalhar.* - Pelo menos honra a porcaria de sangue que tem nas veias. Eu não teria perdido tempo argumentando, nesse exato momento, minha prisioneira já estaria sem os dentes da frente, pelo menos. Já fiz com comandantes, imperadores... *Olhou-a dentro dos olhos, de maneira firme. Aquela valquíria não tinha olhos de valquíria. Olhar em seus olhos e ver a morte, não a clássica figura da morte, mas sim a morte violenta, como se ali houvesse uma guerra sendo batalhada, e sem vencedores, apenas tendo a morte como fim.* - Você pode tentar... Eu faço um acordo. Quando chegar a hora, eu não matarei você. Mas vai desejar que tivesse morrido. Onde eu estava descobri diversões muito maiores do que simplesmente matar. *Olhou para todas ali, sorrindo, e quando fez isso, estalou as correntes que seguravam seus pulsos com tamanha força que o metal rangeu... e um dos grilhões trincou, sem quebrar totalmente.* - Ops... Acho que me exaltei... *Sorriu, continuando a caminhar.* - Quando quiser medir forças, menina, venha até minha cela... Quem sabe eu não te ensinou uma coisa ou outra? Em nome da família...

Dama da Guerra Syènna Hildr Valkyr
*Syènna estava relativamente tranquila, mas uma ameaça direta a tirava imediatamente do sério. Quase rugiu, exibindo parte dos dentes alvíssimos, aproximando-se o suficiente para ambas sentirem a respiração uma da outra diretamente no rosto. O som das correntes estalando, do grilhão trincando fez o resto da guarda tremer, alguns recuando, outros tratando de segurar firme em suas armas; entrementes, Syènna não se moveu. Quando terminou de falar e iria retomar a caminhada, a prima a impediu, encostando o peito no de Rhea, empurrando-a, ficando parcialmente na ponta dos pés por ser mais baixa e abrindo as asas em único e sonoro movimento, uma ou duas penas enfeitando o chão.* - Pois com certeza eu irei visitá-la em sua cela, assim que tiver tempo. Me espere, e em retribuição, EU lhe faço uma promessa: Arrancarei sua língua, para nunca mais proferir esses resmungos de verme em meus ouvidos. *Lhe deu um maior empurrão com o próprio peito, quase fazendo-a tropeçar nas correntes.* - Siga calada o resto do caminho, prisioneira Rhea.

Dama do Trovão Rhea Hildr Valkyr, A Vontade de Thor
*Não cedeu um milímetro sequer. Manteve o sorriso no rosto escutando aquilo.* - Hmm... muitas palavras... *Seguiu caminhando calada o resto do caminho. Sempre com um sorriso no rosto. Logo chegaram a cela. As guardas a abriram, e Rhea entrou. Ninguém fez menção de tirar as correntes... Nem mesmo Rhea pediu isso. Aguardava ser trancada, sempre com aquele sorriso irritante no rosto.* - Espero que tenha palavra, menina...

Dama da Guerra Syènna Hildr Valkyr
*A empurrou de uma vez para dentro da cela.* - Não me faça arrancar agora a sua língua. E me espere, não serei indelicada de deixá-la aguardando muito. Fechem a cela. *Feito, retirou-se com a guarda. Estava com a face rósea de raiva.*

Dama do Trovão Rhea Hildr Valkyr, A Vontade de Thor
*Antes de sair ela viu mais uma evidência de que algo não estava certo... Sem esforço, ou ao menos aparentemente sem esforço algum, a prisioneira quebrou os grilhões e correntes dos pulsos, e sem maiores dificuldades arrancou os grilhões das canelas, e quebrou a corrente, com as mãos nuas. Fez aquilo sorrindo.* - PALAVRAS... muitas... coragem? *Sentou-se, jogando-se no fundo da cela.* - Coragem... nenhuma... *Assim que a cela foi fechada uma soldado correu até Syènna, trazia palavras da Rainha...* - Syènna, a rainha pede que mantenha sua guarda aqui, até segunda ordem. Você deverá se apresentar a rainha para maiores instruções...

Dama da Guerra Syènna Hildr Valkyr
*Virou-se, com uma raiva sem tamanho, ouvindo o estilhaçar do metal mágico como se fosse cristal. Cruzou a curta distância até a cela.*
- Pois muito be... *Interrompida pelo soldado, bufando de modo a fazê-lo recuar à cada palavra de seu recado.* - Pois bem, fiquem por aqui até que eu volte com melhores instruções. Vamos até a rainha. *Olhou a valquíria.*
- Você, me aguarde.



A TEMPESTADE SE ANUNCIA...

(Continua...)
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Re: Campo de Batalha: Stormhigh (O Ataque do Enxame - Em Andamento - Trama de Firelands/Stormhigh/Terânia)

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