Herdeiros do Trono - Parte I[encerrado]

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Herdeiros do Trono - Parte I[encerrado]

Mensagem por Joshua Stranford em Sab 11 Jan 2014, 20:38

PARTE I

[Resumo: Joshua chama Sieg para discutirem sobre a carta enviada por Lei Keylosh. Joshua está focado em fazer dos herdeiros bastardos de Renon os novos regentes, ao invés de Lei.]




Joshua Stranford:
Era um dia diferente para Joshua. Desde aquela carta de Lei, algo tem lhe incomodado um pouco. Por que aquele que era o Comandante queria ascender para o trono quando ainda existiam dois herdeiros? Aquela vez que suas memórias foram restauradas... lembrava-se de algum fatos que eram confusos ainda, e que os herdeiros ainda estavam vivos. E aquela reuniào era simplesmente para conversar com Sieg sobre esse fator, a carta e os herdeiros atuais.[+]
Antes que a reunião começasse, havia anunciado a nova porta-voz e representante de Uris em Terania. Esta elfa permaneceria para sempre representando Joshua quando ele não estava presente. E ela também teria um importante papel para o regente de Uris, fazer qualquer papel burocrático que o draconiano não tinha tempo para passar sobre. Para aquela reunião em especial, precisava de todas as informações que precisava sobre os dois herdeiros, um dia antes havia pedido para que ela recolhesse o que pudesse. Nesse mesmo dia ainterior, havia mandado uma carta para Sieg se encontrar com o dragão numa sala de reunião em Terania.
Chegado esse dia, esperava tranquilamente, tanto a elfa como Sieg.

Sieghart e Lilandra:
Talvez como fosse esperado, Sieg chegava acompanhado de Lilandra, sua escriba que ja havia sido vista uma vez ou duas pelo regente, carregando os tradicionais itens usados para anotações. Sieg ia juntamente com ela ate o local indicado, com ambos fazendo uma referência quase simétrica frente a ambos, mas so o representante de Úris falava:
- Seu convite foi de certa forma surpreendente Joshua de Úris. Creio que ja conhece Lilandra de outras ocasiões. Pelo visto também tem uma companhia representando alguma posição semelhante talvez?

Alathea:
*Havia tido trabalho para conseguir algumas das informações, principalmente as relativas ao garoto, visto que as relações entre firelands e Uris eram quase nulas. Após muito esforço, subornos e outros meios, ela conseguiu dados mais precisos... quase que em cima da hora para a reunião agendada. Vestia roupas nobres, de seda. Aparentava serenidade ao caminhar carregarndo junto ao peito aqueles pergaminhos todos. Era bela, mas de expressão fria, "um rosto de mármore", era como chamavam: Belo, frio e duro... Logo que chegou prestou o devido respeito a todos os presentes.* REgente... *Curvou-se levemente para Joshua.* Senhor, Senhora... *Curvou-se para eles também.* Sou Alathea Blanchard, responsável encarregada pelo Regente Joshua de Uris na administração de assuntos da Cidade...

Joshua Stranford:
- Peço perdão para todos primeiro pelo fato de pedir para marcar uma reunião prontamente para o dia seguinte, tenho costume de não marcar reunião e se mesmo marcasse, daria pelo menos 3 dias. Mas os dias em que passo em Terânia E Uris estão se tornando cada vez mais curtos com outros assuntos e urgências que me aparecem ultimamente. - Reverenciou para cada um. - Agradeço por conseguirem comparecer, creio que Lilandra também terá um papel bem importante. - Colocou a carta de Lei mais recente. - Sieg... hoje vamos deixar de lado as nações que representamos... pois quero mais é discutir sobre essa carta. Diga-me... o que achas desta carta de Lei? - Apoiou os dois braços na mesa.

Sieghart e Lilandra:
*Sieg não podia deixar de traçar comparação entre Alathea e Lilandra, uma vez que não era algo dificil de ser percebido especialmente pelos papéis que ambas carregavam e a expressão focada em suas funções, apesar da companhia de Joshua ser levemente mais social, o que não era muito difícil. Lilandra simplesmente não via grande necessidade de se apresentar, não tendo uma reação maior do que piscar, e somente quando Sieg fazia menção de sentar a elfa aquatica fazia o mesmo, abrindo o livro e virando diversas páginas preparando a caneta tinteiro. Sieg por outro lado parecia se posicionar confortavelmente, olhar ao redor sem destacar muita coisa em especial a não ser a carta*
- Uma reação compreensivel tendo em vista os acontecimentos recentes... Ja que aparentemente a ausência de um "líder", ou de um imperador esta transformando as coisas lentamente na direção do caos, mas imagino que você também deve saber o que estou falando.
*O sacerdote parecia olhar para um ponto la fora, provavelmente algum ponto especifico da capital enquanto Lilandra colocava ao lado da carta deixada por Joshua uma cópia das "acusações" a alguns imperiais, Sieg dava um ligeiro e raro sorriso*
- Interessante, não havia percebido que seu nome não consta nas mesmas. Devo imaginar que se ausentar da captial tem suas vantagens.

Alathea:
*Calmamente colocaria alguns dos pergaminhos sobre a mesa, dispondo-os separadamente. Parecia organizar tópicos, ou coisa semelhante. Alguns dos pergaminhos traziam selos que não era de Uris, notadamente um deles tinha o selo de Valkyrion e outro de Firelands. Agora apenas aguardaria ser chamada no assunto.*

Joshua Stranford:
- Talvez seja porque não chegaram a mim ainda. Não sei quem está investigando, mas a esse ponto, eu tenho preocupações maiores. - Observou a reação de cada um e fechou os olhos de leve. - Se Lei quer tanto o trono, porque os herdeiros reais deveriam ser pulados? Nem todos pereceram, e mesmo que sejam bastardos, eles estão 'na fila' ainda. Eles são novos... mas é o que restou do legado dos Anchev Slade. - Olhou para Alathea. - Alathea, por favor, coloque na mesa o que conseguiu sobre os herdeiros. - Voltou a olhar Sieg de imediato, antes que o sacerdote tocasse nos documentos e colocou a mão sobre eles. - Apenas me responda primeiro, qual tua opinião? Lei ou um dos herdeiros? Imagino que mesmo que seja um sacerdote do tempo, eventualmente algumas informações obtidas aqui serão algo banal que saberá, mas uma decisão hoje poderá mudar bastante o rumo desse império.

Sieghart e Lilandra:
*Sieg fez uma expressão estranha ao ouvir "Lei quer tanto o trono", e não fazia questão de disfarçar. Lilandra permanecia quase como um robo, passando pelas folhas lentamente a medida que seus olhos cruzavam as linhas. Tanto Lilandra quanto o sacerdote não pareciam assim tão determinados a colocar em mãos os documentos ali a frente deles.*
- Eu acredito que o Comandante Imperial não busca o trono por qualquer outra razão a não ser tentar resolver essa e outras crises internas e externas que a falta de um imperador causam. O regime de Renon é totalmente falho sem um imperador, uma prova disso esta nesse documento ridiculo e a outra na reunião, onde eles não foram capazes de coisa alguma que impedissem as nações de deixar a aliança.
*Lilandra direcionava um olhar para Sieg ao ouvir a palavra "ridiculo", ver ele falar daquela forma não era exatamente comum*
- Eles são herdeiros mas não tem idade para governar, muito menos acabar com essa crise. Sequer considero uma opção valida na verdade.Um selo de Valkyrion? Como você... Enfim, acredito que esta vendo a situação pela visão errada Lorde Joshua. Eu acredito que Lei apenas quer apenas reagir a tudo que esta acontecendo, o que conhecendo ele é até de se estranhar que não tenha feito antes.
*Sieg sabia que devia se tratar de Diana, mas não era aquilo que chamava atenção dele. Ele não pegava o arquivo simplesmente pelo fato que Joshua colocava a mão sobre o mesmo, e isso era visivel. Naquele instante de silêncio, a voz calma e desprovida de emoção de Lilandra era ouvida*
- Durante os eventos da posse da atual regente de Firelands, a antiga arqueira-imperial deixou claro ao comandante imperial que não permitiria que ele governasse ele a ve como um sucessor ao seu trono e seu retorno a aliança provavelmente não altera esta decisão.
*Lilandra piscava após terminar de ler aquilo em algum ponto de suas anotações e olhava para Joshua e a elfa a sua frente, mais uma vez sem grande expressão*

Alathea:
*Notou a surpresa sobre o documento de Valkyrion, e falou.* Não foi fácil e custou mais do que podem imaginar. Mas é um documento oficial sobre a passagem de Diana quando sua mãe, Rhea, a treinou em Valkyrion.* Como quiser... *Abriu os primeiro o pergaminho de Valkyrion, desenrolando-o. A linguagem dele era celestial, a mesma das valquirias. * Começando com a mais velha, Diana Valkyr Slade... Filha de Renon com Rhea, princesa de Valkyrion. Tendo sangue "divino" em suas veias, técnicamente ela é uma valquiria. Tanto que foi treinada nos ritos de guerra de sua família, aprendendo o básico de combate, disciplina, estratégia e assuntos relacionados. Segundo as valquirias... *Tossiu levemente ao citar o pergaminho.* Diana possui a ferocidade de combate da mãe e a nobreza de espírito do pai. Não herdou todos os enormes poderes de Renon, mas apresenta uma fascinante e curiosa capacidade de percepção extra-sensorial e a fantastica habilidade de controlar armas, quais quer delas, usando poderes específicos de telecinese restrita. Durante os treinamentos básicos ela ganhou o apelido de Princesa das Lâminas. Até o momento de seu desaparecimento é dito que ela consegue materializar e manupular até QUARTO armas, apenas concentrando-se nisso. E duas, caso também tenha que lutar fisicamente. Tem um temperamento dócil e gentil. Utiliza uma venda sobre os olhos o tempo todo. Não se sabe se é devido a influencia de Agatha ou por qualquer outro motivo. Saúde perfeita. Seu crescimento acelerado coincide com o metabolismo das Valquirias, dando a ela a idade aparence de 12 anos. *Parou de ler o pergaminho.* As valquirias parecem não saber o paradeiro atual da menina... Mas temos informações que ela vive junto com Lei e sua família, na cidade Imperial. Não consegui informações de desde quando, ou como ela apareceu sob a custódia de Lei...
*Pegou o outro pergaminho, de Firelands.* Relatório de evolução de Arthur Nawar Slade. Filho de Renon e Malak. Humano com habilidades psiônicas distintas. As informações sobre Arthur são nebulosas, visto que a segurança do Palácio de Malak é forte. Arthur deveria ser apenas uma criança de dois anos, mas por algum motivo seu metabolismo é tão acelerado quanto o de sua irmã, Diana, dando a ela a aparência de 9 anos de idade. Arthur, diferente da irmã, sempre foi mais retraído e introspectivo... Mas isso parece ter mudado nos ultimos meses. Reportes internos dizem que o garoto tem tendências egocentricas, muitas vezes se valendo do seu poder, classificado por forças de Firelands como "ARMA DE GUERRA"... *Parou de ler o pergaminho.* Senhores, se o que está escrito aqui é verdade, esse garoto tem o poder de controlar qualquer um. E ele demonstra uma habilidade perturbadora de fazer isso. O controlado parece ter consciência do controle, mas não pode agir contra os comandos de Arthur. Particularmente isso me parece um exagero, visto que nem Renon, herdeiro direto do Avatara Psiônico de Khalmyr, Zenon Slade, era capaz de controlar alguém sem que houve resistencia ou dificuldade... *Franziu o cenho.* Perdão por expressão esta opinião própria... Continuando... *Tornou a ler o pergaminho.* Arthur é mantido isolado no castelo, onde tem tutores diversos e o garoto não parece se importar em controlar alguém do jeito que quiser. Também não sabemos como Arthur chegou a Firelands, ou quando.
*Fechou o pergaminho.* A última data de avistamento dos dois fo a 13 meses atrás, em Nova Terânia, junto com o ainda desaparecido principe herdeiro, Roland. *Encerrou o discurso.* Apenas como informação complementar... Não foi visto um limite de criaturas que Arthur possa controlar... e até o momento nenhuma raça, exceto elementais, fugiram ao seu controle. Os motivos ainda são ignorados pelos sábios.

Joshua Stranford:
Joshua apenas suspirou balançou negativamente.
- As capacidades de Alathea são impressionantes. - Respondeu sobre o selo de Valkyrion com um sorriso no rosto. - Lei quer ajudar, mas eu quero a aliança com as duas nações que perdemos E Valkyrion. E para isso, por mais que Lei seja uma pessoa muito boa, eu não acredito que ele tenha o punho de ferro digno. - Encostou-se na cadeira. - Eles são jovens, jovens que são guiados por conselheiros corretos tendem a se tornar grandes pessoas. O primeiro nome que pensei em dar para ser conselheiro, foi o seu Sieg. Possui um conhecimento largo e sua sabedoria passa a minha. Qualquer que seja um dos herdeiros, terá seus conselheiros como suporte. A história provou já que isso funciona. - Mencionaria de um que os livros teriam guardado os relatos, um caso bem parecido ao de Dom Pedro II. - Veja... eu me oponho ao Lei ter o Trono enquanto existirem herdeiros, mesmo que jovens, caso contrário, não teria tanto interesse nesse assunto de hoje.

Sieghart e Lilandra:
- A leitura era desnecessária, fiquei apenas surpreso. Surpreso por não ter questionado a mim Joshua, uma vez que eu sabia grande parte delas excluindo detalhes que não considero relevantes. Até mesmo "quando e como", até onde me consta Katherine Raven foi a responsável.Ambos os documentos apenas confirmam alguns elementos, especialmente a respeito de Arthur...Apesar que o filho de Malak ter problemas de ego não é exatamente uma surpresa. Bem, creio que o próprio documento mostra o quão perigoso seria o deixar no comando. Lilandra por favor atualize o documento de Arthur quando voltarmos com prioridade.
*Ouvia a elfa e logo podia ver uma diferença entre ela e Lilandra, sendo que a sua escriba parecia incapaz de qualquer tipo de comentário pessoal sobre qualquer coisa. Sieg não parecia surpreso com o comentario de Lilandra e a maioria daqueles fatos. Talvez ja soubesse ou apenas conhecia Malak bem o bastante para saber que ela não iria tolerar aquilo, para ele era mais estranho Joshua não estar pensando da mesma forma.
- A decisão de Lei não ter feito isso de início, uma vez que convenhamos que ele tinha os meios para faze-lo no desaparecimento do Imperador apenas mostra que ele provavelmente sequer considera ser a melhor opção isto. Contudo como disse, são os eventos que estão o pressionando a isso. Não faz o menor sentido a elite escolhida pelo imperador e o senado estarem em direções opostas. E os eventos atuais apenas mostram que eles não parecem dispostos a aceitar de uma forma menos... Energica. [+]

Sieghart e Lilandra:
*Lilandra ja estava mais uma vez voltada para suas anotações, Sieg entretanto fazia uma nova colocação*
-Conselheiros como...Os do senado? Homens de confiança escolhidos a dedo por Renon?
*Sieg olhava para os documentos mais uma vez, antes de perder o foco ao ouvir o que havia sido dito por Joshua sobre seu nome. Lilandra até claramente fazia um risco em uma das paginas que quase se estendia até a mesa. Sieg contudo, após ficar boquiaberto por alguns segundos se recompôs e respondeu*
- Essa é exatamente a questão. Não acredito que os mesmos homens permitiriam algo desse tamanho,eles querem restaurar a "ordem" e se veem extremamente capazes de faze-lo sem nos. Não vamos medir palavras, Lei pretende por assim dizer um claro golpe de estado. E frente a situação, sou obrigado a dizer que não me soa uma decisão ruim. Mas se me permite uma pergunta Joshua de Úris, você parece se preocupar com o fato de Lei ser o imperador...Não confia nele para tal posição? i

Alathea:
Senhor Sieg Hart, o Senado era regido pela Imperatiz Agatha Adamatti, sem aparente intervenção do Imperador. Nossos tratados se deram todos com a Imperatriz, a parte administrativa e diplomática cabia totalmente a ela. *Após aqueles discursos, agora ouvindo atenta, ela indicou outro pergaminho, contendo o selo imperial.* Senhor Sieg Hart, talvez fosse interessante conhecer os detalhes desde documento... São regimentos pétreos criados na fundação do Império. Entendo que talvez a... Como direi... "desinformação" que todos nós temos impede-nos de observar todos os instrumentos que foram criados para garantir que uma sucessão "não autorizada" pelos regimentos pétreos deverá ser considerado um golpe de estado... *Olhou para Joshua, Lilandra e Sieg.* E se apenas metade do que está descrito nestes documentos estiver correto, as forças opositoras a este golpe de estado são: A INQUISIÇÃO. Lembrando que eles tem toda uma cidade, praticamente isolada de todo o Império, e poder desconhecido, embora estimado como muito grande. As Legiões Astartes. Estes foram os primeiros combatentes do Império, tendo como líderes descendentes diretos de algums fundadores do Império da época de Zenon Slade. São reconhecidos como "Martelo do Império"... E sinceramente eu não gostaria de saber o porque. Todas as tropas estacionadas em Nova Terânia... É notorio que "o mundo das nuvens" é praticamente um mundo a parte. Pense assim: Você é um dos escolhidos do Imperador para viver no paraíso nos reinos. A elite sobre a elite. Então este imperador é "destronado". Que garantias você teria de continuar a viver no paraíso? E o POVO... Porque um golpe trará uma guerra civil declarada.
Em paralelo... As forças que temos para opor uma estrutura feita primordialmente para a guerra e conquista, são: Alguns Cavaleiros Imperiais. As forças na Cidade Imperial, apenas as que desertarem Forças de Firelands Forças de Atlan...
Perdão pelo que direi, mas achar que pode enfrentar algo que foi criado para encerrar guerras pela FORÇA, é demasiado utópico.
Mesmo que meu regente Joshua resolvesse ter o trono para si... Eu o aconselharia ter o MUNDO preparado para invadir Terânia... E preparado para perdas inimaginaveis. Se estiver preparado para um banho de sangue, a ponto de ter ruas e avenidas cobertas por ele... Eu digo que vão em frente e dêem o golpe.
Seja quem for que vença ainda terá de lidar com a nova aliança ao norte... O que será uma derrota.
*Calou-se, observando Joshua.*

Joshua Stranford:
Joshua sorriu, a garota tinha feito uma lição de casa completamente memorável. E soltou por assim um comentário:
- Não é atoa que Ral'Ylin(sacerdotisa do Sol e segunda em autoridade de Uris) pessoalmente te apontou para essa função. - Colocou os dois braços na mesa e se inclinou em direção de Sieg. - Nós seremos os conselheiros. Pensei primeiro em sermos nós dois para avaliarmos o que temos sobre esses dois. Eventualmente quando um herdeiro mais apropriado fosse escolhido, que formasse esse conselho com os representantes de cada nação, E a idéia é de que o/a herdeiro/a veja o que se passa em volta dele para dar um Ângulo de visão vista de cada nação. Se o conselho se formasse hoje, seríamos somos só eu por Uris, tu por Atlan, Malak por Firelands e provavelmente Lei por Terania... agora se conseguíssemos a volta de Stormhigh e Planaltos ocidentais, o conselho ganharia as nações que originalmente comporam o Império... e por fim eu vejo grande vantagens se conseguirmos Valkyrion. Sieghart, eu planejo ir em breve para Stormhigh e Valkyrion depois.
Suspirou por alguns segundos.
- Eu sou apenas um dragão, não tenho paciência para todos esses problemas que Alathea tenha citado e por isso ela agora assume esse cargo, mas a pessoa que mais confiaria para dividir essas idéias comigo é a sua pessoa Sieg. Podem ocorrer exceções ou pequenas mudanças durante o caminho, mas a história provou que esse plano que trouxe aqui em jogo não tem como dar muito errado. Estamos falando de várias variáveis, mas se ao menos conseguir derrubar a primeira que é a sua participação, temos grandes chances de não só tornar isso tudo mais própsero como também ter forças necessárias para enfrentar qualquer ameaça que Apocalipse traga!
Recuou e respirou fundo de novo enquanto ponderou com o outro tópico levantado por Sieg.
- Mas se seguirmos o que foi estabelecido, que é sobre os herdeiros, acho que eles reclamariam um tanto menos. E um golpe de estado seria a morte de Diana e Arthur, tanto de forma figurada como de forma literal.
Embora ainda enquadrasse dentro do roteiro do que foi estabelecido nos IKs, Joshua praticamente queria dar uma visão maior para o que estava a vir pela frente... talvez nÀo fosse o melhor para explicar isso, mas ainda se perguntava se o sacerdote do tempo entenderia isso...

Sieghart e Lilandra:
- Que tambem esta ausente. Meu comentário dizia direito a uma "figura de autoridade", mas obrigado pela observação. Da mesma forma, eu acredito que ouviu eu dizer que parece a melhor idéia, mas eu não disse ser uma boa idéia. Se não foi claro, mesmo sem as suas observações eu SEI que não é uma boa idéia. Talvez a sua solução de boa idéia é deixar o senado seguir como autoridade até mesmo sobre os imperiais, até o ponto de sermos descartados?
*Sieg apoiou os cotuvelos nas mesas, apoiando o rosto nos dedos cruzados das mãos, voltando a falar em sequência.*
- Eu considero que o senado não pode ocupar a posição que ocupa hoje, o mesmo devia ser uma ferramenta e não um obstaculo. Quanto a Lei tomar o trono, vocês sabem que ele não o faria frente as consequências. Ele é impulsivo mas não insensato. Tudo isso...Vocês estão tentando me convencer por alguma razão que eu não entendo, uma vez que Lei Keylosh não precisa de meu "apoio" para fazer isso. Mas se o ponto é todo fazer com que ele não tome esta atitude, devia apresentar esses fatos a ele. Ele vai ouvi-lo, se vai se deter...Como disse, ele apenas não quer que o senado tome conta do Império com autoridade absoluta. Se apresentarem um plano alternativo concreto...Mas nada me faz crer que colocar o filho megalomaniaco de Renon no comando é uma boa idéia. Fora que o próprio senado não aprovaria.
*Uma Lilandra ja recomposta parecia acrescentar uma informação*
- Analizando os dados apresentados aqui, o mais correto sera convencer a regente de Firelands ao invés do representante de Atlan. Todavia, as chances de obterem exito são minimas tendo em vista atitudes e comportamento da mesma. Considerando o desapreço que ela tem por grande parte dos imperiais, seria praticamente impossível alguem fora Lei fazer com que ela mudasse de opnião.
*Sieg levantou-se, Lilandra pareceu olhar na direção dele e colocar seus papéis em ordem*
- Façamos isso claro: O Adeptus Administrum esta determinando o que acontece, fazendo acusações que não apenas nos prejudicam quando voltam a posição do povo contra nós. Eles estão por assim dizer comandando o império, vejam isso ou não. Você teme que atitude de Lei crie algo maior e isso é completamente compreensivel, sua idéia é melhor que a de Lei. Mas a sua idéia é apenas isso, uma idéia enquanto a de Lei é uma atitude. Eu não vejo porque um senado que se ve atualmente querendo nos destituir aceitaria que determinassemos como o imperio funciona regente de Uris.
*Sieg apoiou ambas as mãos na mesa olhando para aquela série de documentos, olhando para frente em seguida*
- Vocês tem meu apoio se precisam dele, mediante um unico ponto: Precisam saber que como sua representante disse Joshua, não temos uma imperatriz e portanto o senado da forma atual não deve mais existir. Eu não irei aceitar uma organização que se volta contra nos dessa maneira e ocupando tal posição. Isso me faz pensar que não aceitariam. Mas como parecem tão dispostos, se essa "caça as bruxas" sem sentido for encerrada e o senado aceitar, eles precisam aceitar tambem que o conselho deve estar acima das decisões deles, o que mais uma vez o torna inutil em seu modelo atual.
- E se pretendem deter o comandante de realizar a dissolução do senado a força, seu tempo é extremamente restrito. Pode ocorrer a qualquer instante, agora ou até ja ter ocorrido. Sieg Hart é uma pela util mas não fundamental.

Alathea:
*Meneou a cabeça, concordando com o que é dito.* Acho que devemos usar a solução diplomática... Enviem representantes de Uris e atlan.. e de Terânia também... como embaixadores. Eles podem agir como "negociadores" e preparar o terreno. É IMPERATIVO que as legiões não sejam convocadas... Eles obedecem apenas ao Imperador... E não temos um Imperador agora... O mesmo vale para a Inquisição. Caso estes jogadores entrem no tabuleiro agora, todos perdemos. Também há um outro ponto que gostaria de expor. Em tese, o Administratum não é o instrumento de legislação Imperial. Seria interessante entender o que levou-os a estas acusações. Lembro aos senhores, e senhora, que além do Imperador há apenas duas forças capazes de invocar as legiões. Os Juízes Arbites e a própria Inquisição. Acho estranho que ninguém até agora tenha notado essas movimentações tão... estranhas... Porém dentro de um padrão estranhamento perturbador...
Eu esperava chegassemos a esta conclusão, então preparei um trabalho para nos ajudar a visualizar um possível levante armado contra a capital...
*Alathea pegou da cintura uma orbe de cristal.* Os protocolos de defesa de Uris nos levaram a criar o que chamamos de simulações sobre possiveis cenários que podem acontecer caso seja organizado um levante contra a máquina Imperial. Lembrando que são simulações.
*A Orbe foi colocada sobre a mesa, e logo uma imagem projetada surgiu, mostrando o mapa dos reinos. E imagens da movimentação das tropas.* Dia 1 - A decisão. Forças de Firelands e Atlan se deslocam para as fronteiras de Terânia. Soldados baseados no solo são convocados para o levante, visando tomar a capital flutuante. Estimo que cerca de 60% da força militar responda ao chamado. A primeira onda visa dominar o ponto de embarque principal da capital: O Salão de teleporte, o que limita as forças ali. Um grupo de até três Cavaleiros Imperiais aborda a cidade, enfrentando oposição imediata das tropas de elite ali estacionadas. Os números são: Tropas em terra equivalem a 4x as tropas na capital. Para cada 2,4 soldados em terra (devido a tropas não unidas no golpe), existiria um soldado na capital. As tropas da capital são melhor treinadas e equipadas. Seria impossível dominar a capital, e o alerta de golpe seria dado, movimentando poderes da Inquisição e fazendo serem chamados os Legionários. Dia 2 - Firelands e Atlan ainda em movimento. Focos de resistencia em terra atrasariam o avanço deles. Não haveria maiores mudanças na disputa entre a capital e a cidade imperial. Perdas civis seriam enormes no fogo cruzado. Dia 3 - Aqui o paradigma mudaria... As forças da Inquisição chegariam maciçamente. Estimativas dizem que até 10.000 entrariam em combate, fora os campeões da luz, que seriam oponentes diretos para os Cavaleirios Imperiais. Dia 4 - Forças de Firelands chegariam primeiro... Juntamente com as primeiras Legiões. Isso permitiria os líderes em Nova Terânia mudar o jogo, já que as legiões são muito superiores as tropas que temos aqui, neste mundo. Dia 5 - Atlan estaria logo atrás de Firelands. Todas as 5 principais legiões estariam unidas contra este levante. Baixas SEVERAS tomariam os revoltosos devido ao acesso complicado. Cavaleiros Imperiais teriam que lidar com Campeões da Inquisição, Generais da Legião... Tropas legionarias possuem uma pequena frota de naus voadoras, dando a eles a mão superior no conflito aéreo. Dia 6 -Nova Terânia empurra a resistencia para fora da cidade, promovendo o desembarque maciço do seu efetivo de guerra.... Cavaleiros Imperiais estão todos mortos ou enfraquecidos contra não menos de 15 oponentes de força semelhante. Forças de Firelands são as primeiras a fugir. Atlan pondera a sabedoria em continuar este ataque... As legiões tem a instrução do EXTERMINATUS... Aniquilação total das forças revoltosas... E isso inclui cidades, vilas e quem quer que não jure fidelidade ao IMPERADOR... Dia 7 - Não há mais inimigos no continente. A liderança das Legiões começa os planos de recapturar todos os estados revoltosos. Data Indefinida - As extensas baixas, Deskrausser, ilesa, desce do norte. Valkyrion, sabendo do retorno de Diana e o perigo que ela corre, se alia a Deskrausser. Stormhigh manda todo o efeitivo aéreo que pertencia a Terânia em apoio a Deskrausser. Os Planaltos enviarão tropas para garantir o domínio da nova aliança.
*A orbe deixa de mostrar imagens...* Não é necessário continuar daqui em diante. O cenário sempre é o mesmo...

Joshua Stranford:
Joshua suspirou profundamente.
- A verdade é que têm muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Verei o que podemos fazer o mais rápido possível e evitar a dissolução nas mãos de Lei. Também precisaremos avaliar logo quem é merecedor do trono dos dois herdeiros, e por causa das relações diplomáticas entre Uris e Firelands, Sieg, poderia tentar conversar com Malak e tentar trazer Arthur? Não imagino que ir buscar Diana seja um problema grande. - Coçou a cabeça. - E assim que conseguir alguma luz, ver o que consigo com a ida para Stormhigh e Valkyrion.
De uma maneira comica, o regente de Uris apertou o rosto em tantos lugares, e se expremeu.
- Esse orbe... e mesmo com a força de Elite que Uris irá providenciar, seria só apenas um retardamento de tempo. Mas essas alianças com Deskrausser... são extremamente preocupantes. - Encarou a data indefinida e os eventos que precedem ela.

Sieghart e Lilandra:
*Sieg riu ao ver aquilo, uma atitude que ate mesmo Lilandra parecia estranhar de alguma forma ele balançou a cabeça antes de falar*
- A minha idéia de simulação começaria com um levante de soldados do comandante buscando ir até a sala do senado, não imagino proporções tão grandes em um primeiro momento. Mas eu entendo o que mostram...Só digo que deveriam ir algo próximo de...Agora falar com o comandante. E eu disse, agora.
*Lilandra voltaria a falar*
- A escolha de Sieg Hart para ir até Firelands parece óbvia em vista que não existe outro imperial disponivel no momento. Entrentato a mesma deve se mostrar indiferente ao que acontece em Terânia e não permitir que Arthur venha, por razões ja citadas, é o cenário mais provavel.
*Sieg olharia para sua escriba e somaria*
- E porque conhecemos Malak, mas a tentativa pode ser feita apesar que não imagino um resultado diferente.

Joshua Stranford:
- Acho que não custaria nada, de novo não teria como agradecer mais, eventualmente se precisar de algum apoio meu, poderá contar com ele. Agradecido, Sieghart, Lilandra e Alathea. Estaremos conversando novamente em breve. - Joshua estava a se levantar... - Soldados no senado... iria causar um belo de um problema. Será que eles obedeceriam ao comandante ou ao general? - Balançou a cabeça positivamente entendendo o recado. - Pode deixar, farei o que dá sem causar muitos problemas.

Alathea:
*Recolheu todo o material que havia colocado ali... justamente não havia aberto um dos pergaminhos, mas ponderou, achando melhor não faze-lo.* As vezes me parece que "Império" é apenas um nome alegórico, Milorde... Todos se acham no direito de realizar tudo o que acham que tem direito... começo a achar que o Imperador Renon deveria ser realmente aterrorizante para manter tudo isto sob seu punho-de-ferro sem nenhuma oposição. E, se este for o caso, eu duvido que alguém consiga fazer o mesmo que ele, pelo menos de maneira tão perfeita, mantendo uma máquina deste porte unida sem se importar com mais nada...


Joshua Stranford:
- Bem, neste caso, precisa entender que Zenon também foi quem levantou tudo isso. Mas as gerações mudam, e nem tudo é movido por uma cabeça só. Agradar todos os partidos não era algo que os imperadores passados se preocupavam tanto assim. Temos muitos mais partidos hoje, novos partidos que chegarão pela frente... e partidos opositores. O fato de eu te trazer aqui é para eu poder ir para Stormhigh e Valkyrion e evita que eles se aliem a Deskrausser. - Se levantou. - E espero que essa viagem seja frutífera, uma vez que depois deles, precisaremos pensar como moldar melhor o herdeiro. - cruzou os braços, reverenciou para todos e saiu com Alathea.
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