A Conquista (Encerrado)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 04 Out 2012, 09:56

Sieg

Sieg Hart permanecia sem se manifestar, até mesmo sem esboçar qualquer reação a opinião dos demais, apenas quando Lei falava vez e outra concordava com a cabeça, mas sempre permanecendo em silêncio. Ao menos até Zzrill fazer um pedido que ao menos para ele, não pareca algo futil, exatamente o contrário.

- Conforme o regente de Joshua de uris disse, seria uma solução mais simples um outro manto ou magias voltadas a lhe proteger do que modificar o seu manto Arqueiro Imperial Zzrill. Imagino que existam uma série de pessoas até mesmo aqui capazes de faze-lo, mas se não for possível posso eu mesmo dar-lhe algumas opções, da mesma forma...Imperial Draennele, se precisarem não deixem de me procurar, buscarei fazer minhas habilidades úteis.

Fazia um gesto com a cabeça em uma leve referencia, sempre se referindo ao menos a aqueles que conhecia de uma forma extremamente formal envolvendo algum título pertencente a este, o que levou alguns segundos no caso da "aspirante" conforme determinado por Lei, se referindo a ela como "Imperial" no final das contas, aquele parecia ser o caminho que o destino da jovem estava determinando no final das contas.

Se surpreendeu e demonstrou isso em seu rosto com a entrada de Minami, mas não tanto quanto Lei. Era curioso que alguém que ja havia visto praticamente tudo ainda pudesse ser surpreendido com algo tão simples. Pensou em uma série de comentários que poderiam ser feitos em relação a ela mas...Nenhum que fosse realmente necessário naquela situação, "tudo ao seu tempo".Aguardou o comandante voltar com as ordens e se despediu.

- Estarei la Comandante Keylosh. Se me dão licença...

Olharia para os demais por alguns segundos e faria uma referencia discreta com a cabeça, saindo do local logo em seguida. Imaginava uma série de razões porque cada um poderia se direcionar a ele, mas não acreditava que isso ia acontecer. De qualquer forma, depois de responder eventuais perguntas ou simplesmente sair da sala de reunião, voltou a caminhar e o mesmo soldado de antes se aproximou, sendo que Sieg respondia enquanto caminhava.

- Não recordo de Lei Keylosh dizer nada a respeito de não ser permitido, mas parece ser o mais óbvio, tem razão. Como eu disse, a "ordem natural" não se aplica a Lei Keylosh, de forma que sua atual esposa aparentemente não se deteria por um soldado e uma porta. Ela queria ve-lo e assim o fez, ambos tem um comportamento semelhante. Apesar de tudo, não chega a ser nenhum absurdo o fato que estejam juntos e seus destinos tenham se cruzado.

Seguia andando em seu ritmo normal até os aposentos. Poderia fazer uma série de perguntas para Willian a respeito do local de sua missão, mas este possívelmente não tinha informações que não pudessem ser descobertas pelos demais imperiais. Entretanto, algo ele poderia responder, ja que aparentemente tinha tanto interesse em manter um dialogo:

- Por acaso sabe algo sobre uma aspirante aos imperiais que responde por "Draennelle"?

Comentaria sem olhar diretamente para ele, ainda rumo ao dormitório.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 04 Out 2012, 09:56

Ahmik

O Sumo sacerdote se ateve um pouco mais ao projeto, enquanto os demais falavam de suas posições acerca da sugestão de Lei. Para ele já estava resolvido, e com aquela reunião tinha ideias para que informações incorressem mais rapidamente para o Império, ainda que esse não fosse seu trabalho. Se questionava agora se seria interessante divulgar tais ideias, aquele não era o momento, deveria postergar.Um outro dia, um momento mais oportuno. Ele se manteria em silêncio, já estava resolvido como eles iriam agir, e preferia mesmo que fizesse parte da comitiva diplomática, apesar que seu Khaibit já começava a arranhar-lhe as entranhas, se preparava para uma luta inevitável, bem como perder parte de seu equilibrio conquistado em anos.

Assim que os demais terminaram de falar, aproximou-se do regente de Uris, e o cumprimentou com um meneio de cabeça:

- Imperial Joshua, é um prazer conhecê-lo! Temo não termos sido apresentados antes devido aos diversos afazeres aos quais estamos envolvidos, sou Ahmik Tseeru.

Ofereceu a mão para que Joshua o cumprimentasse.

- Uma cidade deve realmente dar problemas a todo instante, em especial se constituídas por diversas raças como Uris! Tenho conhecimento de que a localização de Uris é em En Sabbah, já ouvistes falar de Amenphis!?

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 04 Out 2012, 22:25

Zzrill

Ora.. e eu pensei que não viria... *Das sombras de uma arvore próxima Zzrill apareceu e retirou o manto que se desfez no ar como fumaça. Trajava uma armadura leve de arqueiro e carregava um saco de pano que ele depositou no chão com um ruido de metal batendo contra metal. * Estou te esperando tem algum tempo já... Pegue isso que está dentro do saco, são algumas peças de armaduras que surrupiei do arsenal. São específicas para mulheres, então não sei se vão servir exatamente, mas por gentileza quero que vista uma armadura. *Ele abrui o saco e foi tirando as peças de armaduras que iam desde luvas de um metal polido e brilhante até mesmo grevas pontudas que pareciam horrivelmente pesadas. Tinha até mesmo uma cota de malha´que se ajustaria perfeitamente em qualquer mulher ou jovem da estatura de Zzrill. E também tinha duas espadas de madeira polida de tamanho médio. Como tudo aquilo coube no saco merece uma explicação: era nada mais nada menos que um Saco de Contenção, que ganhara de um certo alguém. Ele pegou uma das espadas e então esperou que Draennelle se vestisse. *

Pois bem, Draennelle. Congratulações por entrar para as fileiras dos Cavaleiros Imperiais. Normalmente faríamos uma sagração com a presença do Imperador e toda essa coisa de nobre. Mas estamos em tempos difíceis então ao menos que tenha meus votos de sorte. *Ele se curvou, em uma vênia nobre, para ratificar o que dizia. * Como deve saber, sou Zzrilldhrack Darrksin, ou para encurtar Zzrill, atualmente o Comandante do Batalhão de Arqueiros e Arqueiro Imperial. *Ele Se curvou novamente ao se apresentar e continuou. * E eu, como comandante devo sempre escolher aqueles que são os mais aptos para a linha de frente ou para a retaguarda, ou se eles servem só para varrer o chão do estábulo. *Sorriu com o pequeno gracejo. * Bem, não estou dizendo que você não é boa no que faz, Draennelle. Eu vi sua luta contra aquele brutamontes e você deu-lhe uma bela lição. Eu quero, na verdade é ver o QUÃO boa você é e o QUANTO você pode evoluir. Não se preocupe, não vou usar nenhum golpe sujo ou força excessiva. E nem sou muito experiente com espadas, logo acho uma luta justa. Encare isso como uma espécie de 'treinamento final' O que me diz? *O drow sorria enquanto segurava a espada de um modo peculiar: empunhando-a para frente, segurando-a com as duas mãos deixando-a reta, ao mesmo tempo que se afastava um pouco e quando ganhou uma ditancia considerada justa, parou, esperando a decisão dela. *

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 04 Out 2012, 22:26

Joshua

Sua saída tinha sido interrompida. DEsejava momento melhor para conhecer melhor Ahmik, mas precisava deixar águas passadas para trás. De certo, tantas palavras de formalidade cansavam o dragão, gostava de assuntos diretos, mas entendia tudo perante a situação. Apertou a mão de Ahmik, um aperto respeitoso, mas digno de sua raça, claro, sem machucar o clérigo.


- Há tempos tenho tido a vontade de te conhecer melhor, principalmente por causa de teus antecedentes. - Sorria firmemente. - Sim, Amenphis, tenho ouvido o seu nome algumas vezes entre viajantes e comerciantes que passam por Uris. És de lá? - Mantinha sua postura relaxada.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 04 Out 2012, 22:28

MALAK:


Não revogou a ordem de Seeje, considerando-a uma boa parte da ofensiva. Malak entrou na floresta junto com o grupo, com uma flecha e o arco em mãos, além de todo o poder das chamas. O som de água, pássaros e outros animais não era tão perturbador para ela embora já estivesse mais acostumada aos sons "amigáveis" de sua nova casa.


Flores… Seria bom sentir aquele cheiro em outra ocasião. Com a aproximação da esfera, se possível for naquele ambiente, Malak conjuraria uma chama em uma das mãos para defender-se caso fosse uma daquelas fadas-monstros. O fogo foi reduzido discretamente enquanto a campeã olhava com atenção aquela criatura. Não tinha a expressão mais satisfeita do mundo, óbvio.


- A casa do seu mestre Ezekiel está nas Firelands, território pertencente e controlado por Lord Pyron. Sua presença não é permitida e muito menos bem vinda por essas terras. - responderia mesmo que a fadinha passasse a se afastar.


Parou por segundos para observar o que faziam os soldados, surpresa com o comportamento bizarro e inadequado. Se todos os outros sofressem o mesmo efeito de nada adiantariam os reforços e as ordens passadas. Bufou.


- Oras, Seeje… E por que não os dois?? Não gosto de não saber o que queimei mas pode ser útil para tirar os soldados desse estado…. inadequado. Queime, sim… Mas vamos seguir esse troço irritante para conhecer nosso invasor, mesmo que já esteja carbonizado ou reduzido a cinzas. Conhecer e combater, não apenas camuflar com um incêndio. Vamos. - chamou-o, passando a seguir a fada. Seeje tinha caminho livre para incendiar a mata, bastando a ele começar onde quisesse.




MINAMI:


Não fez a melhor das expressões ao ser abordada por Lei daquele modo, notando toda sua aflição em vê-la e a pressa em terminar a reunião que acontecia. Observou os outros integrantes, ainda sem falar nada nem mesmo para Lei e seu comportamento irritante.


- Não precisa terminar nada por mim. Estou indo embora. - murmurou naquela língua que Lei havia aprendido com ela em sua forma lupina e virou-se rumo à porta, refazendo o caminho por onde havia entrado. É, pelo jeito era mesmo melhor ficar em casa, lutando contra árvores e galhos secos e fazendo companhia às peles. Que péssima ideia a de ir até o quartel… A quem queria enganar? Já não era aqueeeela Minami de anos atrás e aquilo ali estava longe de ser os Justiceiros.


Os olhares, cochichos e suposições alheias eram ouvidas mas não consideradas. Sabia a fama que tinha, ainda que um tanto exagerada e injusta. Mas se tinha… aproveitaria.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 05 Out 2012, 08:23

Draennelle

Draennelle virou-se na direção da voz, sorrindo ao constatar que se tratava do drow.

- Eu disse que viria, e cá estou. - Cruzou os braços e ergueu as sombrancelhas, vendo aquele monte de peças. - E ninguém deu por falta disso tudo? - Balançou a cabeça, rindo, adiantando-se para as peças e escolhendo as melhores para seu tamanho. - Certo, volto já.

E saiu, dirigindo-se a um local apropriado para a troca de vestimenta. Em breve, retorna, pronta. Usava uma cota de malha, ombreiras, luvas e botas de ferro, o mais leve que encontrara. Deixara as articulações livres, para maior mobilidade. Enquanto o arqueiro tagarelava [pardon, Will Hahaha], tratou de trançar os cabelos, evitando que os fios atrapalhassem a visão. Terminado o falatório, jogou os cabelos presos para trás e pegou uma das espadas de madeira.

- Não se preocupe, não faço questão alguma de comemoração e baderna. Ainda assim, agradeço. -Sorriu e afastou-se a mesma distância do Imperial, erguendo a espada em posição defensiva, resumindo a resposta em poucas palavras. - Compreendo e aceito o que diz. Agora, vamos?

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 05 Out 2012, 08:23

Ahmik

Ahmik sorriu discretamente.

- É uma lástima não teres notícias mais aprofundadas de Amenphis. Há algum tempo que não volto a minha terra, gostaria de ter informações. Desde que Deskrausser pôs suas mãos lá não retornei. Bom, um dia irei até lá novamente e quem sabe Uris não possa fazer parte de uma aliança dos povos do deserto, ainda não me agrada as mãos daquele povo sobre o meu.

Fez uma pausa, notou uma certa apatia de Joshua.

- Bem, acredito que tenhamos muitas coisas a fazer. Precisamos nos preparar para a partida. Se tiver algum tempo, seria um prazer ter sua companhia para um chá e conversarmos mais um pouco.

O Amenti estendeu a mão novamente, aguardou respostas e se retiraria não fosse impedido.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 05 Out 2012, 15:21

Joshua

O mencionar do Imperio de Deskrausser despertou um olhar diferente de Joshua.



- Seria interessante que me apresente um dia este local. É En Sabah Nur e preciso conhecer bem os meus vizinhos, uma vez que os escravistas odeiam minha presença. Desde que ergui os muros de Uris, realmente tempo é algo que tenho sentido falta, por mais que esteja fragmentando o serviço para tantos lá que agora possuem capacidade. E... me conte mais sobre Amenphis, sim? Tens tempo? Não sei quando Lei pretende partir, mas tenho uma longa viagem de volta para Uris, gostaria de me acompanhar? - E afinal, claro, precisava urgentemente trazer os materiais necessários para os preparativos de Zzrill e Draennelle. Enquanto falava, encaminhava-se para fora, praticamente meneando negativamente quando o mesmo fez alguma menção de se separarem.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 05 Out 2012, 21:01

Zzrill

*A resposta dele foi um rápido movimento que comeu a distância entre os dois em menos de um piscar de olhos. Era uma técnica drow de assassinato, que pegava qualquer um desprevenido e ele passou um verdadeiro inferno para aprender. Apesar de ser uma técnica assassina, ele acertou a espada dela não com muita força, mas o suficiente para mandar uma pequena onda de choque espada abaixo. Em seguida, se houvesse resistencia ele desferiria uma série contínua de golpes, mas sempre visando a espada ou um local protegido pela armadura dela. Se ela o atacasse, se defenderia, mas mantendo sempre a pressão. os olhos dele ganharam um brilho vermelho, parecendo uma fornalha ardente, e que brilhava á cada golpe. *


Drae

Draennelle não se surpreendeu, já vira aquilo antes. E a recordação pareceu inflamá-la. Aparou o golpe, deslizando um tanto para trás com a força deste. Apesar disso, manteve a tensão entre as duas espadas. Retribuía os golpes, recebendo e aplicando alguns, com sucesso. Recuara passos o suficiente até um pequeno buraco no campo de treinamento, dando um saltinho curto para trás, vendo o drow desequilibrar por breves segundos. Tinha uma idéia dos "acidentes geográficos" do lugar, não ficara observando o campo de treinamento por achá-lo encantador. Nesse tempinho, bateu com a espada no punho de Zzrill, afastando a mão com a arma de madeira deste. Lhe passou a perna literalmente, derrubando-o no chão, pisando sem força sobre a mão que segurava a arma. Com a própria, encostou a ponta na nuca do arqueiro. Um detalhe, os olhos permaneciam no verde natural, porém com riscos vermelhos cruzando este.


Zzrill

*Se concentrara tando em agir de forma não-letal - algo que exigia uma dose infinita de cuidado - tanto que não notou que ela pulou para dentro de uma pequena depressão no terreno e fora surpreendido com um golpe na mão da arma, que se afastou no meio de um golpe e logo em seguiga tomou uma rasteira que o derrubou de bruços. Ele o superara, pelo menos ali. Em um segundo estava no chão á mercê dela e no segundo seguinte tinha simplesmente sumido dali e reaparecido em pé um metro á frente, batendo as roupas e cuspindo terra. apesar disso tinha um grande sorriso no rosto e batia palmas devagar. *

Isso foi brilhante. Usar a terra como sua aliada foi uma manobra digna de uma guerreira de alto nível. Estou impressionado, falando a verdade, e agora sim posso ver o que Lei viu em você. *Ele enfiou a mão no bolso e retirou dali uma espécie de tubo metálico como um cabo de espada, totalmente trabalhado em adamantite negro negro e o estendeu para Draenielle * Um presente por entrar nos Cavaleiros Imperiais. Isto é uma 'Destruidora de Almas', uma arma específica para drows. Imagino que você tenha sangue drow e consiga usá-la com perfeição. Vou te dar uma pequena demonstração... * Ele empunhou o tal tuno como se fosse uma espada e do mesmo saltou uma lâmina azulada, que parecia ser feita de pura energia azul.A lâmina era como a lâmian de uma rapieira um pouco mais longa que o padrão e com a ponta curvada.

Ele cortou o ar ao redor dela com tal espada e a mesma acertou uma árvore próxima. A lâmina atravessou o tronco da árvore como se não fosse nada, mas ele parou o movimento na metade e recolheu a lâmian energética para entregá-la a Drae. * É toda tua.


Drae

Sorriu de volta, caminhando até o saco e largando ali a espada. Voltou, parando à frente do drow, observando com curiosidade a Destruidora. Já ouvira falar de tal arma, porém nunca vira ou tocara.

-Obrigada. - Agradecimento sincero e contente, porém contido. - Sim, tenho parte drow, imagino que seja o suficiente.

Fitou o elfo e todas as manobras com a espada, sorrindo satisfeita com o presente

-Novamente, agradeço.

Recebeu-o de volta, olhou por um momento e resolveu testar. Na árvore, mesmo, aquela que ele acertara. No lugar da rapieira de ponta curvada do drow, surge uma espécie de chicote coberto por espinhos. A cor da energia era preta no centro, passando de marinho até azul claro conforme aproximava-se das pontas dos espinhos. Olhou para o arqueiro, e como teve liberdade, chicoteou um galho mais baixo. A energia enroscou-se no galho, e os tons de azul passaram a um vermelho sangue. Em segundos o galho cai no chão, a ponta onde estava o chicote encontrava-se em decomposição. Draennelle recolheu a arma, voltando apenas ao tubo, guardando-o. Virou-se para o Imperial com um "?" estampado no rosto.


Zzrill

Estou impressionado.*Ele olhou para ela, respondendo o '?' com outro. * Já ouvi falar que a Destruidora de Almas podia tomar formas diferentes de acordo com o espírito de quem a empunha, indo até mesmo a formar um machado nas mãos de duergars experientes... mas um chicote é a primeira vez que vejo.. *Ele scolocou a mão no queixo, pensando. Não era só a forma. o poder que ela apresentou podia ser avassaladoramente útil. * Bem Draenielle, você pode ficar com a armadura também. Até que ela caiu bem em você. * ele sorriu para ela * Como combinado, nos veremos amanhã no ponto de encontro que Lei mencionou. *Se ela não falasse mais nada ele se curvaria em uma despedida um tanto nobre e se retiraria para o alojamento. Tinha muito o que planejar, agora que sabia o quão poderosa era Drae *


Drae

Draennelle deu uma olhadinha no tubo, preso ao cinto.

- E isso é bom? - Referia-se sobre a forma de chicote, no caso porque ele disse que jamais vira uma Destruidora naquele 'modelo'. Concordou sobre o poder da arma¹, então voltando o olhar para o drow. - Ah, sim. Obrigada. É até confortável, vai ser útil.

Sorriu mais uma vez e despediu-se, não sendo tão exagerada na curvatura e floreios. Retornou para o alojamento, curiosa sobre o presentinho de Zzrill.


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¹ Esse chicote tem um tipo de veneno que faz um ser vivo qualquer decompor-se de dentro para fora.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 05 Out 2012, 21:31

Ahmik

Ahmik acompanhou-o até a saída, mesmo que ele fizesse questão de continuarem juntos Ahmik precisaria se separar.

- Joshua, sinto não podermos continuarmos a conversar nesse momento, mas meu convite perdurará até que o aceite.

Fez uma mesura.

- Temos que nós dois tenhamos coisas a resolver. Até breve, e que os deuses te acompanhem em sua jornada até Uris.

Esperaria somente a resposta do Imperial e depois prosseguiria rumo a Igreja.

Ao chegar na Igreja, encontraria-se com Lyliana, ansiosa como de costume.

- Acalme-se, jovem, temos tempo. Soe o sino para o culto das seis, precisaremos dos olhares dos deuses...

Rumou para antessala onde o chá os aguardava, e conforme iam tomando o chá Ahmik deixava que ela soubesse de algumas informações.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 06 Out 2012, 19:02

Joshua

- Quando essa bagunça toda terminar, estará mais que bem vindo a Uris. E que os ventos lhe protejam. - Entendia que no fim, Ahmik precisava ir. Apesar do começo apático por um momento importuno, estava um tanto pensativo e tinha vontade mais ainda de conhecer Amenphis. Fez um gesto simples de reverencia para Ahmik e se distanciou indo embora para Uris, providenciar o que Zzrill precisava mais rapido do que podia, partindo de imediato ao atingir a plataforma de voo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 06 Out 2012, 20:57

PARTE 5

Malak


Seeje sorriu por baixo de seu elmo flamejante. Aquela ordem era tudo que queria. Ele desferiu um golpe no ar com a espada que emanou uma rajada de fogo, incendiando as árvores ao redor. A energia despejada pelo golpe fez os soldados despertarem. Seeje então gritou uma ordem a eles, que começaram a queimar e destruir tudo a sua volta. Qualquer outra forma de vida ali perto correria de medo.

A floresta, porém, era um organismo e, ao ser atacada, revidou. Uma das árvores contorceu-se e dela saiu um grande galho, que desferiu um golpe horizontal que arremessou os soldados para longe. Vários cipós, de grossura e resistência suficientes para se assemelharem a tentáculos, foram para cima de Seeje, que os cortava com grande habilidade. Entre um golpe e outro, o guerreiro fitou Malak e gritou:

- Vá! Segurarei esta posição e esperarei pelos reforços! – E continuou desferindo golpes, defendendo-se como podia.

A fada Älva esperaria Malak para prosseguir pelo caminho na floresta. Enquanto voava, ela comentava:

- Que desagradável esse seu amigo! Ele é muito nervoso! Meu mestre apenas quer que sejam apresentados! Como pode querer expulsa-lo sem conhecê-lo antes??

Alcançaram então um novo descampado, onde havia um pequeno lago ao centro do mesmo. Uma canção serena foi trazida pela brisa, embora não houvesse ali nenhum instrumento e muito menos criaturas para toca-los. Älva começou a murmurar a canção, enquanto uma coisa gosmenta rastejou do lago. Aquela massa disforme logo tomaria forma e revelaria um rapaz magro de pele pálida, trajando apenas um sobretudo por cima do corpo, cujo rosto tinha muitos traços femininos. (Imagem: http://illiweb.com/fa/pbucket.gif ) Ele ficou parado ali, fitando Malak, enquanto a fadinha passou a flutuar ao redor dele. Ele era totalmente inexpressivo e sua serenidade era sombria, quase macabra. A fada continuou então:

- Este é Ezekiel Arthrakshathra, meu mestre! Ele não se comunica como nós, então eu farei isto por ele, não se preocupe! – Disse a fada, para a infelicidade de Malak. Era como se Älva lesse os pensamentos de Ezekiel e pudesse traduzi-los em palavras. – Ele diz que gostou muito de você e se desculpa por ter invadido suas terras. Ele estava a sua espera! O mestre dele ordenou que encontrasse o mais forte deste reino. Apenas o mais forte deve prevalecer, entende?? É isso o que a Rainha Gafanhoto quer! - Rainha Gafanhoto?? Do que diabos aquela fada maluca estava falando?

--//--



Minami

Assim que a reunião terminou, enquanto alguns Imperiais deixavam a sala, Lei viu Minami indo embora e foi atrás dela: - Minami! Espere! – Conseguiu alcança-la na frente do quartel, já na rua.

- Lobinha, desculpe... Você sabe que não posso compartilhar informações militares do Império. Mas se tiver interesse, posso mudar isso. Posso lhe indicar ao Imperador, poderá ser uma Imperial. É isso que quer? Apenas me diga e eu lutarei para que aconteça. Eu o faria agora, se tivesse o poder.

Suspirou, segurando os braços dela suavemente, se conseguisse fazê-la parar de andar, e a fitou novamente.

- Ouça... Partirei amanhã em uma missão de resgate de um companheiro Imperial. É uma missão potencialmente perigosa. Acreditamos que... Aqueles seres que a raptaram e tiraram nosso filho de seu ventre aquela vez... Eles estão de volta. Eu preciso ir, Minami. Se eu falhar, você, nossa filha, Terânia e todo este continente serão os próximos. (Pode responder esta cena normalmente e depois vá para “Todos, menos Malak”, caso Minami esteja presente na partida.)

---//--


Sieg

William andava ao lado de Sieg enquanto conversavam. Era estranho conversar com o Imperial usando aquele capacete com a voz alterada, mas o rapaz não podia retira-lo, já que ainda estava em serviço. Ele apenas respondeu então:

- Só o que ouvi pelo quartel. Ela veio de Warjillis, a cidade da fronteira, para fazer os testes a fim de ser transferida para cá. Ela salvou o comandante de um perigo durante o teste da floresta. Não sei maiores detalhes, apenas os capitães possuem mais informações. - Concluiu. Parecia estar sendo sincero. Era natural, como um soldado raso, que não soubesse muita coisa. Fez um último comentário: - Ela parece durona. E se salvou o comandante, será que é tão boa quanto Minami?

Pararia diante do aposento de Sieg. William não sabia de toda a operação para Firelands e provavelmente sequer seria convocado, já que Lei levaria poucos soldados e portanto escolheria homens de maior hierarquia e qualidade. Ele apenas despediu-se de Sieg:

- Boa sorte, senhor Sieg. Foi um prazer conhecê-lo! Estarei pronto caso precise de algo. - Fez uma continência teraniana e partiu.

Independente de suas atividades ou preparativos para o restante do dia, Sieg teria novo sonho estranho ao adormecer. Era a mesma mulher de antes, uma espécie de sacerdotisa trajando um manto vermelho. Sua imagem e voz eram um pouco mais claras, mas ainda longe de fazerem algum sentido. A mensagem era a mesma:

- Não lute contra os Senhores do Fim... Serão derrotados em tempo certo...

Não era possível entender mais nada do sonho. Algo parecia estar interferindo, mas uma coisa era certa: O sonho era uma mensagem de alguém para Sieg. (Siga para “Todos, menos Malak”)

--//--




Zzrill

Lei iria garantir à Zzrill que o pedido dele fosse atendido. Como Sieg havia sugerido, seria melhor usar um manto destinado à proteger os corpos dos dois drows do que modificar o de Zzrill, até porque não havia tempo suficiente para isso. Magos Imperiais trariam vários tipos de mantos, vindos da Torre de Alta Magia, para que Zzrill escolhesse, e o ajudariam em qualquer outra necessidade de equipamento mágico. Ele também poderia dispor do equipamento que Joshua citou, que seria trazido no mesmo dia com a permissão do draconiano.

Lei iria querer falar com Zzrill ainda naquele dia, antes ou depois do encontro dele com Drae ( tanto faz ). Não havia necessidade da presença da elfa.

- Zzrill, preparei mais dois infiltradores para segui-lo, além de Draennelle. Acredito que será suficiente, até porque imagino que será difícil manter oculto um grupo maior que esse. Eles estão preparados para seguir todas as suas ordens, estarão no navio amanhã. (Responda normalmente se quiser e depois siga para “Todos, menos Malak”)

--//--




Draennelle

(Parte jogada pelo Msn. Siga para “Todos, menos Malak”)

--//--





Joshua

Antes que Joshua partisse da Cidade Imperial, encontraria o soldado Kraven do lado de fora do quartel. Agora estava acompanhado de sua esposa Elizabeth, uma moça de cabelos morenos trajando um vestido leve de algodão que se moldava à grande barriga. A julgar pelo tamanho, estavam a apenas algumas semanas do parto. Kraven avistou Joshua e aproximou-se com a moça.

- Senhor Stranford. Quero que conheça minha esposa Elizabeth. - Disse, sorrindo e apontando a mulher, que esticou a mão para cumprimenta-lo e disse: - É um prazer imenso, senhor. Obrigado por nos dar atenção.

Kraven então voltou a falar, alisando a barriga da esposa: - Aqui está o garotão do qual lhe falei, senhor! - Elizabeth riu, olhando para ele e disse: - Garotão? Eu já disse que será uma menina, Krav! - Kraven voltou a fitar Joshua, dizendo: - De qualquer maneira, seria uma honra para nós que ele recebesse sua benção. (Pode responder normalmente a esta cena, depois siga para “Todos, menos Malak”)

--//--






Giovanna

Alguns meses se passaram desde o início dos treinamentos de Giovanna. As aulas eram sempre individuais e os professores nunca revelavam nada de suas identidades, alguns deles até mesmo ensinavam com os rostos cobertos. Giovanna refinou todas as habilidades que já tinha e aprendeu muitas outras. Agora ela sabia se mover silenciosamente, matar com total eficácia, usar disfarces, distrações e outros truques. Lentamente se tornava uma exímia assassina.

Lei a visitava em seu aposento secreto pelo menos uma vez por semana. Conversava com ela, verificava seu estado físico e mental. Por vezes a levava para sair, protegida sob uma identidade e aparência quaisquer, para que não ficasse enclausurada. A principal preocupação, entretanto, era o estado de Jin. Lei a atualizava sobre o estado dele, por vezes deixava que ela visse o corpo dele, que estava em perfeitas condições, mantido por magia. Apesar de se dedicar à questão, Lei não teve progressos na ressurreição do rapaz. Ele explicou isso a ela certo dia:

- Giovanna, eu não sei pelo que Jin passou enquanto estava nos Corvos, mas por alguma razão eu não consigo resgatar sua alma. Há uma espécie de tranca, um bloqueio, provavelmente colocado em algum ritual de iniciação dos Corvos. Eu fui pesquisar sobre isto, indaguei os melhores magos de Terânia e embora eles não tivessem conhecimento dos rituais exatos dos Corvos, eles me indicaram uma alternativa. - Lei fez uma pausa, suspirando, e continuou:

- Há um minério que pode fornecer a energia mágica suficiente para resgatar sua alma. É dito que essa pedra é formada das próprias penas flamejantes da grande Fênix. Entretanto, ele só existe em Firelands, o reino de fogo do Império. Firelands cortou relações com Terânia, qualquer tipo de contato com eles é uma declaração de guerra imediata. Qualquer atitude está fora do meu alcance, Giovanna. - Fez uma pausa, parecendo que havia encerrado a fala ali. Mas continuou em seguida:

- Ou melhor, estava. Organizarei uma expedição para Firelands a fim de resgatar um companheiro Imperial. Tentaremos a diplomacia, mas, se ela falhar, temos um segundo plano com um dos Imperiais liderando um grupo de infiltração. Eu quero você neste grupo. Esta será sua primeira grande missão e poderá ajudar Jin enquanto cumpre com seu dever. Talvez possamos trazer Jin de volta com isto. Quanto mais puder trazer deste minério, melhor. - Lei carregava uma bolsa de couro, colocou-a em cima da mesa do aposento.

- Aqui está o uniforme de um infiltrador. Poderá usar o nome Giovanna mas poderá assumir outro, se desejar, e pode requisitar o equipamento que achar necessário. O grupo é formado por mais duas pessoas e vocês serão liderados pelo Imperial Zzrill Darrksin. Esteja amanhã de manhã na partida, no alto da torre de observação.

Suspirou por um momento, fitando-a: - Lembre-se, ninguém pode saber que você é uma Sombra Imperial ou que recebe ordens minhas. Para todos os efeitos, você apenas faz parte dos soldados da Cidade Imperial. Terá que ser assim por enquanto. Boa sorte, Giovanna. – Havia mais de um traje na bolsa, de forma que Giovanna poderia escolher uma roupa mais padrão ou algo que cobrisse completamente seu corpo e rosto, ocultando assim sua identidade. (Pode responder esta ação normalmente se desejar, depois siga para a ação “Todos, menos Malak”)

--//--




Ahmik

Lilyana ouvia o relato de Ahmik sobre a reunião com atenção e fascínio. Todo aquele ambiente de partir para outro reino e cumprir missões era emocionante para ela. Independente do que ele revelasse na conversa, Lilyana terminaria seu chá e o fitaria:

- Mestre, eu... Eu sei que não devo, mas... Por favor, deixe-me ir com você! – Depois olhou para o lado, pensativa. – Não entenda mal, eu gosto da vida no templo e gosto do que faço. Adoro organizar os cultos e ajudar as pessoas e ouvi-las. Mas eu sempre quis conhecer outro lugar. Meu mestre de minha antiga aldeia me contava sobre vários reinos, mas eu não tinha condições para viajar até eles.

Voltou a fitar Ahmik, sorrindo e esfregando as próprias mãos:

- Alguém tem que ir para ajuda-lo em suas tarefas uma vez que chegar lá e, além do mais, estaremos protegidos pelos outros Cavaleiros Imperiais, não? Por favor, Mestre, me leve com o senhor!

Caberia a Ahmik a decisão de leva-la ou não. O Amenti tinha permissão para levar até duas pessoas quaisquer do templo consigo. Independente de sua decisão, deveria estar no outro dia de manhã no local de partida. (Seguir para “Todos, menos Malak”)

--//--


Todos, menos Malak

Relatos de que algo estava acontecendo na torre de observação da Cidade Imperial já estavam correndo desde a manhã da reunião na Sala de Guerra. Barulho de martelos batendo, magias sendo conjuradas e muitos homens trabalhando ao mesmo tempo. Na proteção do escuro da noite, uma silhueta gigante começava a se formar da torre de observação e a única coisa cortando a escuridão era a luz azulada da magia psiônica em ação.

Conforme prometido, quando os primeiros raios de sol tocaram a torre, o resultado do trabalho árduo que levou toda a madrugada estava lá. Podia ser visto de praticamente qualquer ponto da Cidade Imperial. Apesar de ser chamado de “navio voador”, a única coisa que lembrava o transporte marítimo era o formato de seu casco em madeira. Não tinha velas e muito menos mastros, mas tinha uma proa, ponte e aposentos em seu interior. Seu acabamento era pobre pela falta de tempo, mas não havia nenhuma fraqueza estrutural – aparente, ao menos. ( Imagem: http://imageshack.us/a/img534/4364/naviovoador09.jpg )

Uma multidão formou-se ao redor da torre de observação. Parte dos habitantes estava apenas curiosa e a outra parte queria conferir se aquela coisa gigante não cairia e destruiria parte da própria cidade. Lei estava lá à frente da torre de observação com cerca de 20 soldados à sua frente. Além deles, havia mais 20 pessoas que formavam a tripulação, contendo engenheiros, magos, cartógrafos e navegadores. O navio estava sob uma plataforma, ainda não estava levitando, portanto, só teriam prova de que aquela coisa flutuaria no momento de zarpar. Lei apontou um local onde os Imperiais poderiam se reunir antes de subir.

- Aí está, senhores. Não está muito bonita, mas ela funciona. Espero. A viagem levará várias horas, há aposentos individuais para nós no interior onde poderemos ficar, enquanto os soldados e a tripulação ficarão no alojamento coletivo no fundo do navio. Quero apresentar a vocês a nossa engenheira-chefe, ela foi a principal cabeça por trás do projeto, é uma das mais...

Foi brutalmente interrompido por uma moça loira que despontou no alto da escada que levava até o topo da torre.

- Não, barbudão! Eu sou A mais inteligente e bonita da Cidade Imperial! E modesta, muito modesta! Obrigado, obrigado. – Agradeceu a um público imaginário e desceu a escada tão rápido que quase caiu de cara no chão. Fez uma continência teraniana desajeitada a todos. ( Imagem: http://img853.imageshack.us/img853/92/naviovoador08.jpg )

- Boooooom dia, Terânia!! Meu nome é Tanamilla Irving Gervais, mas pode me chamar de Tana!! Fácil, não?? Estão preparados para subir a bordo da coisa mais impressionante já criada neste mundo?? – Um dos habitantes ao redor, parado ali diante do perímetro seguro feito por outros soldados, gritou de lá: - Se não cair, né?? Você é pior do que qualquer inimigo, vai matar todos os Cavaleiros de uma vez só!! – E risadas foram ouvidas de pessoas ao redor.

Tana foi acometida de um surto momentâneo de raiva e gritou na direção do habitante: - ORA, SEU FILHO DA... – E fitou todos novamente, controlando-se. – He he he. Bem, como eu estava dizendo, eu consegui criar condensadores mágicos que retém a energia psiônica, direcionando-a ao objeto anexado, de forma que crie um campo de atuação singular, permitindo que controlemos a direção em que o objeto flut...

E foi interrompida por Lei: - Muito bem, Tana, não precisamos saber dos detalhes técnicos. Precisamos apenas chegar lá em segurança.

(Seguem algumas ações especiais:)

--//--

Joshua 2

Assim que Joshua se aproximou do contingente militar, foi abordado por Kraven, que ia colocar seu elmo mas interrompeu-se para ir falar com o draconiano.

- Senhor, fui convocado para a viagem ontem! Será uma honra servir sob suas ordens mais uma vez! Elizabeth mandou agradecer pelo que fez por nós ontem (caso Joshua tenha feito o agrado) e ela mandou que eu cuidasse do senhor. – Deu uma pequena risada, fazendo um negativo com a cabeça. Obviamente aconteceria o contrário. Depois ele colocou o elmo, pronto para a partida.

--//--


Zzrill, Draennelle e Giovanna

Giovanna seguiria a descrição que Lei havia passado e reconheceria facilmente o elfo de pele escura que atendia pelo nome de Zzrill. Provavelmente ele já estaria junto de Draennelle, também elfa, e do terceiro infiltrador, que era um homem que tinha uma máscara preta. Zzrill também foi avisado, portanto, bastaria que Giovanna se aproximasse dos dois elfos.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 06 Out 2012, 21:37

Malak

Não "podaria" Seeje, especialmente quando tê-lo o mais satisfeito possível poderia ser uma boa estratégia. Além disso ele não deixava de ter alguma razão: queimar tudo poderia ajudar, já que eram imunes ao fogo e não sabiam o que havia por trás daquela floresta ou mesmo daquela fada. Ver os soldados despertos também foi um bom resultado.

Surpreendeu-se, porém, ao ver a floresta começando a revidar. Já incendiava algumas flechas e lançava-as nas árvores que iniciavam a ofensiva. Não sabia se funcionaria mas… Tentar não custava nada. Malak ouviu Seeje e partiu seguindo a irritante fada.

Não a respondeu, obviamente irritada com toda aquela situação. Estava aflita, nervosa com um possível fracasso em sua primeira missão significativa. Parou ao chegarem na clareira, arqueando as sobrancelhas com o modo peculiar pelo qual aquele ser surgiu. Homem? Aquilo era um homem? Não se faziam mais homens como antigamente…

- "Rainha Gafanhoto". Tá. Ouça, "Ezekiel"… Sua presença não é permitida por Lord Pyron nessas terras. Ordeno que saia e leve junto essa… floresta e a fada irritante. Caso não obedeça, sairá a força. Agora. - assim que terminou de falar Malak foi envolta por poderosas chamas, proporcionais ao seu posto naquele reino.

____


Minami

- Ah, claro, Lei. Claro. Império... Não, não quero fazer parte de nada. Não conhecer esse imperador que vc diz existir. - resmungou, desvencilhando-se e voltando a caminhar, embora bem mais irritada. BEM mais.

Parou de caminhar apenas quando Lei a alcançou outra vez. Suspirou e virou-se, olhando-o.

- Boa sorte na sua "missão". - e foi tudo o que disse, além de ter sido a última vez que Lei a viu. Minami passou a noite fora da cidade e até o momento da partida não havia retornado.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 06 Out 2012, 23:06

Joshua

Em meio a pressa, deparou-se com o homem. Talvez o timing perfeito, talvez não. Mas abençoou a mulher e a criança que ela carregava. Entregava aos dois um pequeno amuleto feito puramente de safira, indagando que era para proteger a família. Sua benção consistia em uma verdadeira benção de clérigo no final das contas, de como ele era, mas um clérigo elemental. A safira reluzia de leve como uma fagulha de um trovão poderoso. Terminado, deixou a família tão logo e tão apressado.

Ao retornar alguns dias depois, um pouco depois da encomenda ter chego ao local, onde era carregado junto a muitas outras coisas para o navio voador. Mas a chegada de Joshua não era simples, era levemente atrasada, tempo suficiente só para chegar como um objeto voador gigante, mas apenas 1/5 do que era o navio voador. Como um lagarto rastejante, usou da torre para se apoiar, já que não tinha lugar decente para pousar. Apesar de chegar atrasado, tinha ouvido bem, típica audição bem augmentada dos draconianos.



- Não vai cair! - Disse em uma voz retumbante, trovoante e grave. - Não pode cair. - Ressaltou contra a piada que tinham feito contra a engenheira-chefe. Joshua não estava no melhor de seus dias. Estava cansado e levemente irritado. Seu olhar intimidante caía para a figura que tinha feito a piada contra Tana, não era sempre que iriam ver um dragão quase colossal encarando frente a frente. Estava cansado, fadigado, e ofegava pela viagem. - Pessssço.... dessssculpasss pela demmmora. Problemasss... com osss túneisss de Urissssss. - Mas mais do que simples cansaço, aos olhos mais detalhistas, poderiam notar algumas escamas partidas. E ainda apoiado contra a torre, de cabeça para baixo, foi descendo a tempo suficiente de darem espaço para ele em seu corpo enorme. Assim que colocava as quatro patas em terra, finalmente se concentrava para assumir sua forma humana. Era apertado, não dava liberdade total de movimentos e era limitada, inclusive na resistência. Mas uma vez humano, sua armadura escamada lhe cobria o corpo por completo, evitando que suas feridas ficassem à vista.



Direcionava de imediato uma caixa enorme de itens que havia mencionado na reunião. Existiam 10 exemplares de cada tipo para que Zzrill e seu grupo tivessem o suficiente. O manto marrom escurecido de camuflagem que lhes protegeria do calor e do fogo, uma faca oculta que ficaria na manga do manto, oculto, mas bom o suficiente para um ataque furtivo de morte instantanea (http://www.strongblade.com/prod/prodimages/sbmu-ac-xknife1_m.jpg). Haviam botas confortáveis que eram para viajantes e escaladas, e firmes suficiente para silenciarem seus passos.



Por fim, quando menos esperava, era recebido por Kraven. Realmente achava péssimo a ideia de ter que envolver um homem que estava para ver logo seu filho nascer. Mas balançou a cabeça negativamente.



- Se não tiveres a ordem direta do Imperador para me acompanhar, estás dispensado, e isto é uma ordem. Passe esses dias com sua esposa, e presencie o nascimento da criança. Se algum comandante ou capitão vier lhe questionar, diga que são ordens diretas do General Stranford. - Joshua revolveu seu bolso e entregou ao homem, algumas moedas de ouro. Joshua não era um jogador de xadrez em que sacrificaria suas peças mais baixas para a sobrevivencia das maiores, não, preferia não ter ninguém lhe protegendo, não por orgulho, mas por questão de confiança e ao mesmo tempo por não ter encontrado ninguém a altura de peitar ele. Querendo ou não, ele era simplesmente o mais velho em tempo de guerra e idade, apesar da sua aparência de não ter mais que 30 anos de idade como humano.



Enfim, acatando ou não as ordens dele, ficaria de braços cruzados, esperando a entrada para o tal automóvel flutuante.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 08 Out 2012, 09:37

Ahmik

Assim que terminasse o chá, poria a xícara sobre a mesa. Seus olhos fitariam a jovem, ele estava sério.

- Lamento Lilyana, mas não posso te levar para um território hostil, você vem sendo instruída para ser uma sacerdotisa e não uma guerreira. Ainda que trataremos de assuntos de forma diplomática, nada garante nossa segurança uma vez em território inimigo somos nós por nós mesmos. As Firelands estão em atrito com o Império, e realmente não será nada amistoso. Sinto muito.

Aguardaria um pouco, levantaria e depois afagaria o rosto da moça.

- Cuide de tudo pra mim, sei que fará o melhor.

Se retirou, indo até seus aposentos arrumar tudo que necessitaria. Assim que terminasse, celebraria o culto, pedindo a todos que oferecessem aos deuses suas orações e que em troca os Imperiais recebessem as graças de conseguirem o que era necessário.


Tão logo o outro dia chegou e conforme a instrução passada por Lei, ele estaria no local, vestido com uma armadura leve feita de couro de wyverns, carregava consigo uma bolsa transversal, que lhe daria fácil acesso, nela estavam contidos inúmeros pergaminhos que lhe facilitariam usar de suas mágicas. Olhou aquele gigante de metal e ficou estarrecido. Foi ter com Lei e com a moça loira que se apresentava.

- Vocês tem absoluta certeza que os wyverns não são mais seguros que isso!?

Aguardaria a resposta, ainda embasbacado e fitando aquela máquina estranha. Pensava consigo "Devia ter pedido aos deuses juízo para esses loucos que me cercam"

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 08 Out 2012, 09:37

Sieg

Warjillis, a "cidade livre". O que não deixava de ser um conceito relativo como tantos outros dos imperiais, ja que a idéia dele de liberdade era um tanto diferente das dos demais. Ouvia as palavras abafadas que vinham por tras do elmo do jovem soldado com atenção, não deixando de olhar para este ao ouvir que ela havia salvo Lei de algum perigo. Mais uma vez a sua teoria de Lei parecia estar certa.

- Mais uma pessoa atraida pelo comandante Keylosh a nosso convívio. O imperador Renon devia saber muito bem desta "tendência" de Lei a medida que pessoas de talentos únicos parecem sempre encontra-lo pela frente mais cedo ou mais tarde. Se o que diz é verdade, talvez ela tenha habilidades até superiores as de Minami Keylosh.

Sim, usava o sobrenome de Lei para ela. Não deveria? Bem, ele não havia ninguém dizer dessa forma, mas parecia o mais lógico. Ao mais uma vez chegar aos dormitórios, faria uma reverência leve com a cabeça.

-Até breve soldado Willian.

Sem muita pressa ou urgência, separava alguns pergaminhos na mochila e até mesmo um par destes em recepientes aproprriados que ficariam em seu cinto. Sua posição de sacerdote do tempo dispensava completamente o uso de grimórios, apesar de algumas dezenas de livros sobre magias se fazerem presentes em seu quarto. Na verdade, era o único traço em particular em seu quarto, que parecia como qualquer outro dormitório pouco "personalizado" em relação aos demais, podendo ser confundido como vazio boa parte dos dias.

Mais uma vez um sonho...Acordaria pela manhã após aquela visão, sentando-se na cama inda um tanto abalado refletindo sobre aquela mulher. "Os senhores do fim"...Que espécie de aviso era aquele? Deveria comunicar alguém? Talvez...Mas dificilmente os imperiais deixariam de combater quem quer que fosse se a situação exigisse o contrário. Pegaria suas coisas e iria até o local de encontro na hora apropriada, observando assim como a multidão perplexa a nau voadora. Não parecia tão impressionado em suas reações, mas observava com atenção.

Se reuniu no local indicado ouvindo as palavras de Lei, e apesar de sempre ser tão fechado e inespressivo, a recém chegada Tana, que provavelmente NUNCA seria chamada dessa forma por ele chegava e se apresentava fazendo questão de chamar atenção. Observava com uma curiosidade bem clara em seu olhar, e a observação dela apesar de bem humorada não deixava de ser bastante valida.

- Acredito que nós ao menos não morreriamos... Eu posso voar, assim como Joshua de Uris e outros provavelmente são igualmente aptos, de formas diferentes uns dos outros.

Era o mais próximo de uma piada que Sieg ja havia feito, mas não era exatamente isso. Apenas uma constatação dos fatos. Falava de forma que podia ser ouvido por Tana, Lei e os demais, mas logo desviava sua atenção para algum detalhe da extrutura do mesmo. Era uma pena que Lei houvesse interrompido a explicação técnica dela, ele realmente gostaria de ouvir. Não parecia preocupado como os outros, existiam preocupações maiores.

-É impressionante de fato Engenheira-Chefe Irving. Seria interessante saber os detalhes a respeito de sua criação, quando dispor do tempo para isso.

Faria uma nova reverencia com a cabeça. Se alguém não se cansaria de uma explicação longa e demorada era ele. Era um observador afinal, e era difícil presenciar algo que acreditava ser mais único e singular em comparação as demais coisas. Ela realmente deveria ter um conhecimento amplo do assunto e uma inteligência notória apesar de seu comportamento mostrar o contrário, ainda mais comparado com Sieg que sempre parecia ter uma explicação complexa e um conhecimento sobre tudo que acontecia a sua volta. Qual seria o próximo passo? Aguardaria com os demais até que fosse iniciada a viagem antes de resolver outros assuntos...

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 10 Out 2012, 17:54

Zzrill

'Depois de um arduo 'treinamento' que tivera com Draennelle, Zzrill estava encostado em um tronco, e bebia água de um cantil de pele de cabra, ora bebendo ora jogando na cabeça para espantar o calor, quando viu Lei chegar. * Azphelumbra. *ele cumprimentou o comandante com a saudação dos abissais. Ouviu o que Lei tinha que falar e então respondeu. * Hm... mais duas pessoas... por mim tudo bem em ir com um grupo pequeno, assim creio que a qualidade de meus comandados será maior. Ah e sobre Draennele... ela é boa. Boa o suficiente para merecer uma 'Destruidora de Almas', uma de minhas armas. Não se preocupe, ainda tenho muitas e tem ainda outras nas mãos dos magos de terânia para que as converta para o uso nos exércitos. Enfim... vou descansar agora. *cumprimentou Lei novamente e se foi para o alojamento. *


*No dia seguinte ele foi para a Torre de Observação onde um monumental navio estava ancorado em uma plataforma. ele trajava a armadura que a tropa de arqueiros de terânia usavae por cima um manto negro que esvoaçava um pouco. Zzrill olhou aquela verdadeira obra de engenharia e se perguntou se já não vira algo parecido antes, uma máquina que era imbuída por magia e se usava dela para se locomover. Lei estava lá, acompanhada pela mulher mais animada que Zzrill já vira na vida. Ela parecia orgulhosa do seu feito, como se visse um filho bem crescido. Uma piada de mal gosto de algum cretino da platéia atrái uma inesperáda fúria dos céus. Joshua chegava na sua forma de dragão. Parecia abatido e ferido , mas não o suficiente para pará-lo. Sabia que era seu povo - o Povo de Megiddo - que tornava a vida dele bem mais complicada. Teria uma conversa com ele outra hora. Seguindo a caixa que ele trouxe, ele pegou um dos mantos que voejava dela e o experimentou. Não era tão leve quanto seu manto-das-sombras, mas parecia bem útil. Logo pegaria o resto do equipamentto. Ele se voltou para Tana, que explicava como o navio funcionava e infelismente fora interrompida por Lei, o que só gerou a curiosidade dele. Ah bem, perguntaria depois. Seus olhos vermelhos, então procuraram por Draenelle e pelos outros dois que ainda desconhecia. Devia achá-los logo para que pudessem discutir estratégias de invasão. Pedira para Lei algum mapa de Firelands, se estivesse disponível, mas só depois de encontrar os seus companheiros de missão. *

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 10 Out 2012, 17:55

Drae

Draennelle chegou pouco antes de Joshua, cumprimentando com a cabeça quem lhe dirigisse o olhar. Lei notou uma porcentagem menor de hostilidade contra si, porém a elfa não quis dar o braço ainda mais a torcer e logo desviou os olhos para a geringonça¹. Encostou-se na parede e cruzou os braços, em silêncio. "Onde eu estou com a cabeça, embarcando nisto?", pensou. Observou com certa irritação aquela falação e tumulto, suspirando aliviada pelo corte que Keylosh dera naquela poluição sonora. Inclinou a cabeça ligeiramente, seguindo o draconiano com os olhos, acenando para este assim que tomou sua forma humana. Zzrill percebe a presença da elfa assim que Joshua entrega o pedido do drow, e se aproxima deste, querendo ver melhor a capa e o que mais estava na caixa. O lutador mexicano mascarado faz o mesmo, e ela supõe que faça parte do grupo de infiltração. -Insira o que Giovana fizer aqui, porque a Drae vai cumprimentar com suave aceno, como com todos, nada mais -a não ser que a player queira interagir com a elfa.- Fuçou no que tinha ali ao dispor do pequeno grupo e aguardou novas ordens. Por detalhes, vestia uma cota de malha que lhe permitisse melhor amplitude de movimento [ http://img84.imageshack.us/img84/4503/elvenfemalechainarmor.jpg ], botas com duas pequenas adagas escondidas, uma em cada pé, [sem necessidade de descrição maior, já que provavelmente trocaria pelas que Joshua trouxera] e um cinto para carregar pequenas coisas. De armas, levava a Destruidora presa na coxa por um tipo de liga de couro e as tonfas adaptadas presas ao cinto.²
[¹: Lei, isso se refere ao rápido joguito por msn Lei/Drae/Wall]
[²: Tô tentando ver se consigo alguém que desenhe essas tonfas adaptadas, pra melhor explicação. Mas em base, é o bastão de uma tonfa que termina em uma lâmina. O bastão fica preso ao dorso do antebraço, e ao longo deste, por três cintas de couro. A lâmina tem a ponta de uma espada normal, mas praticamente todo o restante é composto por pequenos anzóis. Eh bien, vou tentar conseguir um desenho e mandar em outro e-mail.]

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 11 Out 2012, 14:02

PARTE 6


Malak


Parecia que iria se irritar, entendendo a demonstração de chamas como uma clara ameaça, mas Ezekiel apenas cruzou os braços, dando um ligeiro sorriso. A fada tratou de explanar o que estava se passando na mente da criatura estranha:



- Ezekiel aprova a sua atitude! É a atitude dos mais fortes! Ele sabe que é um intruso aqui, mas isso foi proposital. Tudo tem um propósito na natureza, percebe? É isso que faz de Ezekiel uma Sombra! Mas ele ainda não está convencido de que você é a mais forte! – Ezekiel olhou na direção da floresta onde Seeje estava lutando. A fada aproximou-se de Malak para falar, mas não muito, ou seria destruída por aquelas chamas no corpo da campeã:



- Ezekiel tem dúvidas se aquele guerreiro não é mais forte. Ele quer que você prove sua força, que assuma o topo de sua cadeia. Mate-o e não deixe dúvidas sobre sua superioridade. Se fizer isto, Ezekiel a levará até o mestre dele, pois você será digna de conhecê-lo!



Ezekiel estava sendo sincero ou era apenas tudo um jogo mental? Difícil dizer naquela floresta onde nada soava verdadeiro. O fato é que mesmo que Malak seguisse a sugestão da criatura, nada foi dito sobre ele deixar Firelands, o que mostrava que Ezekiel não fez nada além de ignorar o aviso dela.



Por outro lado, se Malak realmente se sentia ameaçada por Seeje, aquele era o momento perfeito para acabar com ele. Apesar de ser um ótimo guerreiro, a floresta inteira tentando mata-lo era um belo desafio. Malak não teria trabalho nenhum para dar cabo dele. Além disso, teria a chance de conhecer quem realmente estava por trás daquela invasão.



É claro que poderia também ignorar tudo isso e atacar Ezekiel, começando pela fada, que estava bem próxima e não teria tempo ou distância para defender-se de um ataque surpresa. Haveria outras maneiras também de chegar até o responsável por tudo aquilo. Caberia a Malak decidir o que fazer.











Joshua



Era de se perguntar por que Joshua havia dispensado a área dedicada à sua transformação e ido diretamente até a torre em sua forma draconiana. Pressa, talvez. O fato é que, por mais cuidado que tivesse, acabou empurrando soldados e pessoas ao redor quando se enfiou na multidão.



O homem que fez a piada, um trabalhador rural qualquer, congelou quando ouviu o dragão e quando seu olhar cruzou com o dele. O homem deu um grito e saiu correndo, abrindo caminho entre as pessoas, e quem deu risada anteriormente agora olhava para os lados, disfarçando e fazendo-se de desentendido. Tana não tinha certeza se Joshua fez aquilo para defendê-la ou se apenas estava estressado. Ela agradeceu de qualquer maneira: - Ei, obrigado, grandão! Eu acho que todo mundo devia ter um dragão de estimação! Não acham?? Tudo seria resolvido mais facilmente!



Lei aproximou-se de Joshua para perguntar sobre os ferimentos dele e sobre os “problemas com os túneis de Uris” mencionados, quando ouviu o que ele disse para Kraven. O soldado pegou as moedas de ouro de reflexo e antes que pudesse fazer alguma coisa, Lei respondeu de imediato:



- Joshua, o Imperador não teve nada a ver com esta escolha. Eu sou o responsável pelas tropas terrestres da Cidade Imperial e eu escolhi Kraven por sua qualidade como soldado. Eu não sabia da situação dele, mas devo lembra-lo de que há muitos outros soldados em situações semelhantes: Pais de família, futuros pais, noivos, ou apenas recrutas muito novos com toda uma carreira pela frente. O que estou tentando dizer é que eu não deixaria Kraven aqui por este motivo, mas, em respeito à sua decisão, eu vou dispensá-lo.



Kraven não pareceu muito contente com a decisão, pois sua vontade era de ir e lutar por Terânia conforme seu juramento. Mas ficava feliz de saber que não havia sido dispensado por falta de habilidade e, no fundo, queria mesmo estar com sua esposa no nascimento do filho, já que os partos eram difíceis e queria ficar para ajuda-la. Ele apenas fez uma continência teraniana e fitou os dois Imperiais: - Eu agradeço pelo que fizeram por mim. Desejo toda a sorte na viagem. Ficarei e defenderei a Cidade Imperial com minha vida. Fé pelo Império. – Afastou-se e outro soldado seria colocado no lugar, de um grupo já designado para possíveis ausências na viagem.









Ahmik



Lilyana ficou ligeiramente desapontada com a proibição de Ahmik, mas esqueceu de tudo isso alguns momentos depois. Sorriu ao sentir o toque do Amenti e fitou-o: - Claro, mestre, estarei esperando o seu retorno. – Ironicamente, o homem que faria a piada com Tana no dia seguinte estava naquele culto e foi o que mais rezou.



Quando Ahmik despertou no dia seguinte, não encontrou Lilyana em nenhum lugar no templo. As tarefas matinais estavam cumpridas, mas nenhum sinal dela. Teria a elfa ficado magoada com a decisão de Ahmik? De qualquer maneira, já na partida, Tana comentou frente à sugestão do Amenti:



- Wyverns?? PFFF!! São muito grandes, barulhentos e fedorentos! Já viu o tamanho das fezes daquela coisa?? A menos que queira atacar o inimigo com essas bombas fedorentas, eles não servem pra nada! Levam muito tempo para serem adestrados e se estiverem no cio, eles correrão atrás de qualquer coisa do tamanho deles que seja uma fêmea!



Lei fitou Tana surpreso: - Espere... Como você sabe disso? - Tana coçou a cabeça, sorrindo sem jeito: - Hã, eu... He he he! Vamos zarpar, marujos!! – E saiu pela esquerda, na direção de Sieg.









Sieg



Sieg Hart talvez tivesse cometido o pior erro de sua breve carreira como Imperial. Assim que ouviu o que ele disse, os olhinhos de Tana brilharam tanto que seriam capazes de iluminar todo o Abismo:



- Ouviram isso?? OUVIRAM ISSO?? Engenheira-Chefe Irving! Aqui está um exemplo de como eu devo ser tratada!



- Ahh, pelos deuses... – Murmurou Lei, juntamente com metade da tripulação, todos abaixando as cabeças e escondendo os rostos com as mãos. Eles já sabiam o que acontecia quando alguém resolvia ouvir as baboseiras técnicas da moça. Ela então correu até Sieg e quase pulou no colo dele.



- AAAAAHHHHHH!! Finalmente alguém com inteligência suficiente para dar valor ao que eu digo! Ahh, nós vamos conversar muito muito muito, eu vou explicar tudo o que você quiser saber, casa comigo, como chamaremos nossos filhos?? – Uou! Aquilo progrediu bem rapidamente.











Zzrill



Diferentes mapas de Firelands seriam entregues à Zzrill. Eram bons para visualizar os limites de território e ter uma dimensão das fronteiras, mas não eram muito detalhados. Ele e sua equipe teriam que improvisar uma vez que descessem no ponto combinado, usando as caravelas de areia de Joshua (caso ele tivesse disponibilizado), que já estavam acopladas no navio voador.











Todos, menos Malak:



Era chegado o momento de partir, enfim. A tripulação e os soldados subiram primeiro. Os habitantes ao redor acenavam e davam gritos de boa sorte. Apesar de tudo os cidadãos da Cidade Imperial eram unidos e respeitavam os Cavaleiros, principalmente depois da crise enfrentada quando Renon foi capturado e a Fortaleza despencou.



Foi a vez dos Imperiais. Tana liderou a fila e Sieg não teve escolha a não ser ir com ela, pois a moça estava agarrada em seu braço. Lei esperaria os outros subirem para então ordenar que a escada fosse recolhida. Tana assumiu seu posto na ponte do navio, de onde poderia controla-lo e coordenar as operações do restante da tripulação. Quando todos achavam que estavam prestes a partir, Tana deu um grito:



- PAREM!! PAREM PAREM PAREM!! Ninguém sai do lugar! – A tripulação entreolhou-se, confusa, e Lei aproximou-se dela: - Tana, qual é o problema? – Ela respondeu imediatamente, transtornada:



- Estão malucos?? Vocês são insanos?? Como podem navegar sem dar um nome ao navio antes?? Ele precisa de um nome! Todos precisam de um nome! Como o meu, por exemplo, que é Engenheira-Chefe Irving! Estou aceitando sugestões, Imperiais! A minha sugestão de nome para o navio é Sieg Hart. – E deu uma piscadela a Sieg se ele estivesse perto.



Ela ouviria as sugestões (se alguém quiser dar), até Lei dar uma bronca e dizer que não tinham tempo para aquilo. Ela finalmente iniciou a embarcação então. Os condensadores começaram a concentrar a energia psiônica, auxiliados pelos magos da tripulação. O navio começou a tremer e fazer um barulho horrível, como se estivesse prestes a explodir. O veículo então começou a flutuar lentamente, pendendo para os lados, totalmente instável. Quebrou o suporte onde ele estava, quase fazendo a estrutura despencar da torre.



- Está funcionando de fato! HAHAHAHA! – Exclamou Tana, comemorando. Lei olhou para ela: - Está dizendo que não sabia se iria funcionar mesmo? Você não testou essa coisa?? – E a moça respondeu tranquilamente: - Testes são para os fracos! Nada como a emoção de uma invenção novinha em folha!



A embarcação continuou tomando altura e podiam jurar que um dos condensadores falhou por alguns segundos até alcançarem a elevação ideal. Ele virou para a direção de Firelands, Tana gritou uma ordem e a força psiônica explodiu com violência, fazendo o navio dar um tranco que jogaria os menos atentos ao chão. Milagrosamente, o veículo ganharia estabilidade em alta velocidade e agora estavam realmente “navegando o ar”. Era possível ver alguns soldados trocando moedas de ouro entre si, provavelmente fruto de apostas entre eles. Tana virou-se para os Imperiais que estivessem perto, na ponte:



- Senhores, aproveitem a viagem. Estaremos nas Terras Flamejantes em algumas horas. NÃO VOMITEM NO MEU NAVIO! Existe o deck para isso! – E sairia perseguindo Sieg pelo navio se ele não estivesse próximo.



( Vocês poderão interagir nesta rodada. Existem 4 lugares onde os personagens podem estar no navio:



-PONTE, onde ficam os controles do navio e onde Lei estará na próxima rodada.

-DECK SUPERIOR, que dá para fora do navio e é apenas um andar mais baixo que a ponte.

-APOSENTOS, cada Imperial tem o seu.

-SALA DE ESPERA, onde há mesas, comida e bebida e coisas pra se fazer durante a viagem.



Destaquem em suas ações onde seu personagem está para que os outros saibam. )

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 11 Out 2012, 14:02

Malak

Só faltava Malak resmungar imitando a fada murrinhenta mas conteve-se. Ouviu toda a ladainha e deixou um longo e impaciente suspiro escapar. Por que com ela? Por que justo com ela?

- Ezequiel tem dúvidas? Hm… Isso realmente é "muito importante" para mim! Fiquei até mesmo ofendida com sua insinuação, homem. Ou mulher, vai saber… - Malak chegou a guardar a flecha outra vez na aljava, pensando por poucos segundos no que faria a partir dali.

Claro, não precisava pensar nem por um minuto. Lutar contra Seeje era tolice e não traria vantagem alguma, talvez apenas enormes problemas e inimigos são tudo o que a campeã não precisa ou precisará por um bom tempo. Já estava impaciente, cansada daquele joguinho de ilusões, ataques, floresta viva, fada irritante e um ser de sexo indefinido desafiando-a. A resposta para aquela afronta veio rapidamente: um "sopro" de chama seria rapidamente direcionado à fada. Fada assada é mais agradável que fada murrinhenta e não queria mais saber o que Ezequiel tinha a dizer, já que obviamente não seria nada útil.

- Seu… Mestre, Ezequiel, não vai ficar muito feliz assim que toda essa palhaçada terminar. - Voltou a pegar a flecha, incendiando-a e atirando no homem. Com sorte (nos dados u.u) acertaria.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 11 Out 2012, 14:03

Ahmik

A ausência de Lilyana o deixou desconfiado, presumia que ela iria fazer algo que não iria agradá-lo, mas o que lhe restava era apenas esperar para saber quais seriam as tramas do destino para si.

Durante o período em que esteve observando o navio, sentiu um frio na barriga, pois aquela estrutura era grande demais e ainda desconfiava se aquela máquina não iria explodir antes deles saírem dali, afinal fora construída da noite para o dia. Observou Tana, que parecia que tinha tomado algum chá para estar tão agitada daquela forma, e ainda que ela lhe falasse mal dos Wyverns, ele tinha certeza que os animais ao menos não seriam vistos a quilômetros de distância, além de que, aquilo parecia uma máquina de guerra. Mas tudo bem, já estava decidido, agora eles teriam que ir até as últimas consequências.

Foi adentrando o "navio de ar" e seguiu para o DECK SUPERIOR, onde ficaria por boa parte da viagem, durante a saída ele quase teve um ataque de pânico por causa de tanto barulho, como se a estrutura fosse ceder e ir ao chão, o que foi agravado pela observação de Tana, que disse em bom som que não tinham testado a máquina antes. Tinha até mesmo se preparado para o pior, mas no final transcorreu tudo bem. Se colocou em um lugar onde teria a visão de tudo que estivesse abaixo e ficou observando as paisagens mudarem, enquanto pensava no que encontrariam nas Firelands.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 11 Out 2012, 14:03

Sieg

Sieg falava aquilo como quem estivesse conversando do tempo, analizando o céu ou fazendo um comentário a respeito se o suporte de armas devia ficar a esquerda ou a direita. Não era nenhum pouco relevante ou não, ela era uma engenheira chefe, ele chamaria ela assim como chamaria o cozinheiro de cozinheiro, Zrill de arqueiro imperial e Lei de Comandante. Para ele não havia nada de errado...

Bem...Mas aquela situação realmente não era algo esperado. Pense positivo Sieg, ao menos você agora tem companhia, se depender dela até para a vida toda. Não tinha grandes idéias para o nome do navio e...Era melhor ficar quieto, quase imóvel na verdade.

- Grifos necessitam certas habilidades para serem cavalgados Sumo-sacerdote Ahmik, acredito que apesar das grandes proporções uma viagem nessa nau voadora e mais comoda e confortável para muitos...Além de carregar qualquer equipamento necessario.

Comentava ele com o imperial enquanto a sua "noiva" agarrava no braço dele e mais parecia uma adolescente apaixonada ali grudada enquanto ele permanecia na mesma posição, sem reagir contra ou a favor...Mas um pouco mais de atenção deixava perceber que aquilo realmente não era algo que Sieg parecia tratar com tanta indiferença aparente. A e concordar com ela mesmo que não tenha sido de propósito talvez não fosse uma idéia tão boa. Porém observava sim com atenção o início da viagem, e com certeza pelo menos tinha a melhor explicação de todas logo ali...No seu braço direito. Prestava atenção as atividades dos magos e até pareceu preocupado com o som, mais ainda com aquela saida tão desastrosa.

- Não...Testado?

Comentaria para Lei e Tana, ou para nenhum deles em especial ao meio daquele rapido debate, ouvindo as ordens dela logo em seguida, não havia feito muita questão de sair dali (nçao se importava...bem pelo menos não muito por hora) entçao ela continuava andando com ele, quase que sendo arrastada de forma a ele não sentir mais o movimento do braço com perfeição. Ja que a situação era aquela, o melhor que poderia fazer era ter algumas respostas.

- O projeto foi completamente desenvolvido por você? Haviam plantas, ordens do Imperador Renon para a construção dessa Nau Voadora, se baseia em algum outro modelo existente de outro plano material ou realmente ele é desde sua origem criação sua?

Era melhor não repetir "Engenheira-Chefe Irving" por hora. Da mesma forma que por alguma razão não parecia...Apropriado para os objetivos da missão permanecer sozinho com ela por longos espaços de tempo. Não se incomodaria com explicações longas e técnicas, era a parte não técnica que o incomodava um pouco por não saber como ragir, de forma que sabia que tudo aquilo apenas comprovava a teoria sobre um dos maiores "eixos do caos" de toda existência...E era na direção dele que iria, "levando" Tana junto.

-PONTE

Entraria livremente ou pediria para ir até onde Lei estava, se fosse necessário desculpas "utilizaria" da capitã que estava em anexo pedindo diretamente para elam, na frente dos que o impedissem. Bem, é uma vantagem até. Se aproximaria de Lei com uma cara até mais "humana" do que o comandante ja poderia ter visto, com uma expressão meio "Eu realmente deveria ter ficado quieto" com a capitã fazendo planos para um casamento através de um monlogo.

- Comandante...Qual são os planos para quando chegarmos em Terra? E existe algo mais que eu gostaria de lhe perguntar...

Parte era interesse pelo próximo passo, mas Lei podia perceber que na verdade era também boa parte pelo fato de Tana estar "anexada" a ele. Quem sabe o comandante pediria para ela se retirar para descutirem ordens, diria que aquele comportamento não era apropriado ou qualquer coisa do tipo? Sieg achava que era uma proposta valida. Nada contra Tana, ele apenas...Não pretendia casar e construir uma familia em questão de horas em meio a uma missão daquelas. A visão devia te-lo avisado sobre ela, teria sido mais valido.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qui 11 Out 2012, 14:04

Joshua

Joshua apenas deu uma olhada para Tana, não falou nada, mas não deu aquele olhar amedrontador para aquele homem que saiu correndo. No fundo, a cena foi até engraçada, mas ficou composto em sua postura, dificil saber quando um draconiano sorri. Mas enfim, estava de volta à forma humana, não se destacando tanto assim.



- Este Homem foi designado a mim, certo? Então eu poderia fazer o que quiser com ele, não? - Cruzava os braços e virou-se para Kraven. - Faça o teu melhor. E quando puder peça um retrato de sua família num quadro. Podemos guardar memórias, mas imagens guardam muito mais. - Já estava na forma humana mesmo, sorriu de leve.



- Ahm, me parece que a srta Irving conhece muito bem sobre os animais, quem sabe o que ela anda fazendo com eles? - Deu um comentário simplório com vários sentidos. [*tirando isso da parte da ação para Ahmik* =X]



Quanto ao que acontecia com Sieg, realmente compartilhou, não abertamente, sobre o fato dele ter ficado quieto era a melhor opção, mesmo que a chefe engenheira fosse bonita. Ficava um tanto pensativo e quieto em seu canto após subir ao ver aquela figura que era tão inteligente a ponto de combinar tecnologia com o uso psionico e ao mesmo tempo ser... “daquele” jeito.



-PONTE-

Ter aquele corpo que andava em só duas patas era complicado. Teve que apoiar-se quando o navio deu seu tranco. Franziu o cenho um pouco nervoso, odiava voar sem ser ele mesmo. Como preferia a brisa fresca em sua pele, acabou por ficar na ponte, de braços cruzados e de olhos fechados. Suas feridas iam cicatrizar em breve. Mas por mais que ficasse “meditando”, em seu canto, estava com certo receio de ter deixado a cidade. Apesar de ter treinado a elite, pessoalmente, eles não tinham tanta experiência como ele em assuntos sobre os túneis.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 13 Out 2012, 20:21

Zzrill

*Zzrill recebeu os mapas de Firelands e os enrolou em um único maço, para ficar mais fácil de carregá-los. Se aproximou de Draenelle e do soldado mascarado -que devia ser o terceiro integrante da expedição e quando iria chamálos mais para perto Tana gritou de felicidade, o que atraiu a atenção de Zzril. Ele, assim como todos que assitiam aquela cena agradeceu mentalmente por ter ficado de bico fechado, mas não deixou de sorrir para cena. Quem sabe Sieg não se daria bem ali? Só tempo diria. Ele se voltou para Draenelle e o soldado mascarado e então disse: *

Muito bem.. eu sou Zzrilldhrack Darrksin, comandante das tropas de arqueiros de Terânia. *E se curvou de maneira nobre * Serei o lider desta expedição ás Firelands, onde procuraremos ativamente por Drake Arcannis, um Cavaleiro Imperial perdido, enquanto Lei e os demais procurarão um meio diplomático para a mesma missão. Conto com a ajuda de vocês, meus irmãos de armas. Entremos no navio, então...

*Se virando, ele entrou no navio, e se dirigiu até a PONTE onde veria um pouco como o naviio funcionava quando Tana gritou novamente, para que escolhessem um nome para o navio. Zzril arqueou uma sombrancelha e se perguntou se aquela mulher tinha realmente a cabeça no lugar, mas ficou calado novamente. Então ele foi até a SALA DE ESPERA e se sentou em uma cadeira e espalhou os mapas que tinha na mesa, tentando encaixa-los para ver se eles davam alguma pista de onde começar a busca. Se Draenelle e o soldado mascarado o tivesse seguido até ali eles lhe perguntariam * É... parece que VAI ser uma missão difícil denovo... *Falou coçando a cabeça. * Alguém tem alguma sugestão de onde começemos á procurar por Drake??

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 16 Out 2012, 20:29

Draennelle

Draennelle presta atenção nas palavras de Zzrill, acenando com a cabeça. Então entra no navio e segue para a ponte, como os outros. Ouviu as coordenadas para o restante da tripulação, mas apenas porque os ouvidos captaram aquilo. Aproximou-se da beira e olhou para baixo, acenando para Wall. Ouve aquele berreiro e vira o rosto, esperando que fosse algo útil, mas não um problema com aquela coisa gigante. Suspira ao ouvir a besteira e "roll eyes". Termina de se despedir direito do soldado e assume lugar ao lado de Zzrill. O navio começava a sair do lugar, aos trancos, e a elfa olhou para o rosto do restante dos Imperiais, procurando saber se eles concordavam em silêncio -ou não- que provavelmente Dona Morte estava entre a tripulação, só esperando para fazer seu trabalho. Suspirou quase aliviada ao ver que no fim, tudo parecia certo. Quase, justamente pelo 'parecia'. Quando descruzou os braços, um pouco mais calma, o movimento brusco a fez segurar em Zzrill. Olhou para o drow e se desculpou, soltando-o assim que a estabilidade toma conta da engenhoca. Nada mais para fazer ali, acompanhou-o até a SALA DE ESPERA, parando ao lado da cadeira em que Zzrill sentou, observando o mapa.



- Bom, não faço idéia. Não sabia da existência dessas terras. -E fitou o drow, esperando alguma informação que a auxiliasse em idéias.

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Re: A Conquista (Encerrado)

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