A Conquista (Encerrado)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter 16 Out 2012, 21:49

Malak – Em algum lugar da floresta encantada em Firelands



A fada Liten Älva gritou de dor ao ser atingida pelo sopro de fogo. Foi cambaleando no ar até cair no pequeno lago de onde Ezekiel havia saído. Quando seu pequeno corpo atingiu a água, produziu uma pequena bola de fumaça. Ezekiel apontou a mão para ela e abriu a boca, assustado, e teria gritado se tivesse voz. Sua expressão agora era de raiva e estava determinado a mostrar a Malak que ele era o mais forte ali.



( Combate feito em Msn com rolagem. )



Uma grande explosão de chamas finalizou a luta. Ezekiel estava deitado ao chão com grande parte do corpo queimado e inconsciente, mas era visível que ainda respirava. Malak procurou Seeje e os demais, que ainda estavam lutando há alguns metros. Agora, porém, a floresta deixava de revidar, tornando-se estática lentamente. Em seguida, as árvores começaram a desintegrar-se e toda a área foi desaparecendo, já que o autor daquela magia não tinha mais condições de mantê-la. Estavam pisando em solo flamejante novamente, o céu avermelhado e os rios de lava borbulhante.



Seeje guardou a espada e os soldados pararam. O som de várias criaturas se aproximando foi aumentando até se revelar. Eram várias delas, semelhantes à que havia transportado os soldados até ali na primeira vez. Eram os reforços que Malak havia convocado. Seeje olhou com uma cara de desprezo para os grupamentos:



- Sempre atrasados.



Como que por milagre, Ezekiel despertou. Mal conseguia abrir os olhos; tentou erguer o braço, sem sucesso. Estava em estado lamentável. Seeje aproximou-se dele, ajoelhando-se ao lado do homem queimado:



- Foi ISTO o responsável por toda essa bagunça? Pelos chifres de Lord Pyron, qualquer amazona de Firelands é mais máscula que este ser. – Seeje não viu a luta, portanto, ele não sabia que, no fundo, Ezekiel foi um bom desafio. Perguntou, por fim, fitando Malak: - O que devemos fazer com isto, Senhora?











Ahmik – DECK SUPERIOR



Enquanto admirava as paisagens que mudavam, Ahmik pôde perceber uma pessoa saindo de dentro do navio e indo até o parapeito, se apoiando no mesmo há alguns metros do Amenti. Trajava um manto azul teraniano com capuz e, pela silhueta, era uma mulher; provavelmente uma das magas do grupo de apoio.



Se Ahmik a cumprimentasse ou dissesse qualquer coisa a ela, ela permaneceria em silêncio, o rosto coberto fitando a paisagem ao redor. A mão, coberta por uma luva escura, apertava o parapeito com nervosismo. Após mais alguns momentos de silêncio perturbador, a estranha finalmente se revelaria, colocando o capuz para trás e fitando o Amenti com uma mistura de medo e arrependimento. Era Lilyana, que segurou a mão de Ahmik, fitando-o.



- Mestre, eu... Perdoe-me! Perdoe-me! Eu não podia deixar que fosse sozinho! Por favor, entenda!



Antes que ela pudesse continuar a explicação, Tana apareceu ali, vinda da Ponte, saltitando toda feliz. Era de se perguntar quem estaria pilotando o navio se ela estava longe dos controles. Assim que avistou Ahmik e Lilyana, a loira começou a voltar nas pontas dos pés o mais furtivamente possível. Lilyana continuou então:



- Eu falei com a engenheira Tana e ela me colocou como um dos membros do suporte de magia para que eu pudesse entrar no navio!



O barulho do tapa de Tana na própria testa pôde ser ouvido da outra ponta do Deck Superior. Ela sabia que iria levar uma bronca por aquilo.









Sieg – PONTE (Joshua pode ouvir esta ação)



Pelo tempo breve em que conversaram antes de zarparem, Sieg podia perceber que Tana era muito inteligente e dominava o campo de tecnologia mágica. Era tão nova e tão “louca”, mas tinha um talento natural para aquilo, e isso ficou evidente nas explicações que dava para o Sacerdote do Tempo. Quando Sieg fez as perguntas específicas sobre o navio, ela respondeu com sua animação característica.



- Sabe o que dizem, Siegzinho, nada se cria, tudo se copia! Serei sincera com você, afinal, agora estamos em um relacionamento e temos que ser sinceros um com o outro. Um belo dia eu estava correndo pelos campos floridos de Terânia, admirando as nuvens e observando aqueles wyverns fedorentos passarem, quando vi um navio cruzar o ar. Mas não era muito parecido com este, ele tinha velas, se assemelhava mais a um navio tradicional. Ele passou deslizando pelas nuvens e então eu disse: “AAAAAIIII, eu TENHO que fazer algo ASSIM!!”



A última frase dela foi meio escandalosa, mas ela, naturalmente, nem ligou. Sem saber, o navio voador que inspirou Tana pertencia ao grupo Brumme Sanglant, que teve breve passagem por Uolia anos atrás. Ela continuou em seguida:



- A primeira coisa que fiz foi ir até a sala de nosso querido chefinho Imperial pedir alguns milhares de centenas de moedas de ouro para construir meu barquinho. Nada muito caro. E ele, claro, não resistiu ao meu charme e aprovou o projeto! Daí foi só acrescentar alguns toques “Tanaísticos” e pronto! Modéstia a parte, Siegzinho, estou orgulhosa do que fiz! – Disse ela, batendo o pé no piso, e Sieg podia jurar que ouviu o som de alguma parte do navio se soltando e ficando para trás.



Assim que alcançou a Ponte com Tana, Lei a dispensou antes de responder a pergunta do Sacerdote do Tempo. A moça soltou o braço de Sieg a contragosto e disse a ele: - Nos encontramos depois, Siegzinho! – E saiu toda saltitante na direção do Deck Superior. (Onde participará da cena com Ahmik.) Lei então respondeu a Sieg:



- Bem, largaremos as caravelas com a equipe de Zzrill um pouco antes de adentrarmos o território das Firelands. Conforme nos aproximarmos, os magos daqui conjurarão um sinal gigante acima do navio com o símbolo representando uma visita pacífica. Depois é torcermos para que não sejamos atacados até que eles nos deixem pousar e explicar a situação. Acho que é tudo o que podemos fazer, não é?



Fez uma pausa, pensativo, e continuou: - É claro que, em menor sinal de ataque por parte deles, todo esse planejamento cai por terra. Se isso acontecer, somos um navio inimigo invadindo o território deles à força, nada mais. Sinceramente, Sieg, eu não sei o que me amedronta mais: O poderio bélico de Firelands ou imaginar que tipo de diplomacia devem exercer, se existir alguma.



Frente ao “algo mais” que Sieg queria perguntar, Lei deu total liberdade ao Sacerdote do Tempo, e iriam até um local mais afastado caso ele desejasse.











Joshua - PONTE (Sieg pode ouvir esta ação)



Depois, ou antes, de conversar com Sieg, Lei iria se aproximar de Joshua na Ponte.



- Joshua, me desculpe pelo mal entendido com o soldado Kraven. Eu deveria ter esclarecido que esta não é uma missão conjunta com Uris. Talvez até mesmo Kraven tenha se confundido quanto a isso. Mas, no fundo, eu concordei com sua decisão. Pena que não podemos fazer o mesmo com todos os outros soldados em situação semelhante, afinal, também precisamos deles e eles juraram defender o Império quando se alistaram.



Segurou a própria barba, pensativo, e continuou em seguida: - Eu mesmo tive que dispensar outro soldado chamado Wall. Bom rapaz, excelente soldado com carreira promissora no exército. Eu adoraria tê-lo ao meu lado, mas... Ele simplesmente não é bom o suficiente. Ele ainda não tem as habilidades necessárias para sobreviver em uma missão como esta. – Fitou Joshua, continuando: - Acredito que deve passar pela mesma coisa, liderando seus homens em Uris. Deve querer proteger a cada um deles, mas, às vezes, não conseguimos.



Lembrou-se de algo e mudou de assunto rapidamente: - Joshua, gostaria de perguntar outra coisa... Quando Minami adentrou a Sala de Guerra, você pareceu alterado, surpreso até. Por quê?











Zzrill e Draennelle – SALA DE ESPERA



O homem mascarado seguiria Zzrill até a Sala de Espera, juntamente com Draennelle. (Imagem: http://imageshack.us/a/img22/640/dishonored.jpg ) Sentou-se à mesma mesa que os dois e começou a analisar os mapas. Sua voz era ligeiramente abafada pela máscara que ele curiosamente nunca retirava. Não era possível saber se aquela era a voz verdadeira dele ou se era alterada. Não havia mais nenhum detalhe de seu corpo à mostra. Comentaria, depois do que Draennelle disse:



- Pelo que li do relatório da missão, Drake fez residência em uma vila próxima da fronteira, de onde observou os estranhos fenômenos de suicídios coletivos e coisas do gênero. Talvez devamos começar por lá.



O homem fitava Drae em intervalos periódicos de alguns minutos, era quase perturbador. Ele começou a fazer isto desde que se encontraram em terra, à frente da Torre de Observação, e tem feito sempre que se cruzavam. Ele finalizou rapidamente então:



- Não sei se encontraremos resistência na vila, mas é quase certeza de que haverá obstáculos na fronteira. Os limites de um lugar como Firelands são protegidos, com certeza. – Nem ele sabia, essa era a verdade. Mas dizer que encontrariam resistência era algo quase óbvio em um reino como aquele.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 17 Out 2012, 17:23

Draennelle

Como dito, Zzrill e Drae foram acompanhados pelo mascarado até a sala de espera. Draennelle observava os mapas, mas não era só a falta de conhecimento sobre o lugar que a incomodava: eram as constantes olhadas que aquele homem martelava sobre ela. Atribuíra os primeiros olhares, na Torre, à curiosidade natural diante uma desconhecida, ainda mais em missão dessas -afinal, só fôra apresentada aos Imperiais e em cima do laço. No entanto, esses mesmos olhares já não tinham uma explicação lógica no momento da partida turbulenta, pois todos olhavam entre si, ou Lei, ou Tana -por motivos óbvios-, então a troco que ele ficava a encarando? Agora na sala de espera, ele passava os olhos dos mapas para a elfa, e se não estivesse em missão séria, provavelmente ela já teria ido "perguntar" qual era a dele. Enfim o cara começou a falar, e a elfa ergueu os olhos do mapa para ele. Não gostava daquele olhar vidrado nela, tampouco aquela máscara e roupa que não deixava nem um fio de cabelo de fora, além da voz que não sabia ser dele mesmo ou interferência da máscara. Ela não confiava em muita gente nua de corpo e alma, agora, alguém desconhecido, completamente coberto e de olho colado nela, muito menos. Ouviu o que ele disse, e por mais irritada que estivesse começando a ficar, concordou. Ao falar, não deixou transparecer o que pensava sobre o dito cujo, porém este sabia muito bem, já que pra variar a fitava diretamente nos olhos -e aí ela não fez questão alguma de esconder.


- Está certo. É o melhor a se fazer, dado que sabemos quase nada. E sobre a fronteira, concordo, melhor estarmos preparados. Isso se chegarmos lá. - A última frase se referia ao barulho citado por Lei, de algo parecendo se soltar do navio.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 17 Out 2012, 17:23

Sieg

Pelo visto, apesar de um tanto imprevisível e caótico a resolução da situação não havia sido assim tão ruim. Tana realmente era uma pessoa única...Em diferentes formas. Possuia um conhecimento amplo com relação a algo tão singular quanto o seu comportamento. Talvez fosse a pessoa mais conveniente de se manter por perto naquele lugar, apesar do "pequeno" detalhe que acabaria casado sem nem perceber caso isso se prolongasse por muito tempo.

- Apenas observando uma única vez? É realmente impressionante...Como você mesmo disse, não é uma réplica, foi algo que você criou com seu conhecimento e aptidão, tem todos os motivos para se orgulhar de sua criação. É algo único...Tana.

Olhou para o "ponto" onde ela pisava e imaginava uma peça indo de encontro ao chão. Bem...Lei não os mandaria ali se não fosse seguro certo? Demorava alguns segundos para se referir a ela sem nenhuma expressão de tratamento, parecia o mais inteligente a se fazer por hor, se é que algo mais pessoal não teria exatamente o efeito contrário. Ao chegar ao Deck despediu-se de Tana ainda um tanto sem jeito com um simples gesto com cabeça e pode sentir lentamente o sangue circulando pelo seu braço direito, que ia recuperando o movimento aos poucos conforme ele abria e fechava a mão o segurando com a mão oposta.

- Imagino que sim. Apesar que essa viagem ja esta revelando...Surpresas antes mesmo de começar por completo. Pelo visto o ciclo de acontecimentos inconstantes e aleatórios ao seu redor é mais forte do que imaginei, devia ter calculado que uma vez me envolvendo não ficaria imune por muito tempo.

Não era preciso entender exatemente o que ele dizia, a expressão dele observando o ponto por onde Tana saia e o olhar que quase disse "obrigado" quando ele dispensou Tana falavam por si. Não que fosse um completo incomodo a companhia dela mas...Não ia de encontro com seus objetivos no momento construir um relacionamento, ainda mais em uma missão e em um periodo de minutos. Imaginava que Lei diria algo a respeito, ja que pelo que diziam isso acontecia com o próprio comandante com certa frequencia. Independente disso ocorrer ou não, continuava.

- Na pior das hipóteses seriamos levados como prisioneiros e eventualmente nos escutariam. Apesar de saber pouco sobre essas terras e seu regente , acredito que ele seja razoavel o bastante para ver que não viriamos aqui se não fosse uma situação extrema.

Olhava ao redor após a partida da engenheira com seu "comportamento padrão" restaurado, observando o local com um ar de indiferença mas na verdade analizando todos os detalhes. Um sacerdote do tempo presa por manter o equilibrio intacto, de forma que nem sempre são necessárias perguntas quando o objetivo principal é que tudo siga seu rumo natural. Entretanto, uma pergunta poderia ser feita:

- Comandante... A expressão "Os senhores do fim" lhe soa familiar? Imagino que possa ser atribuida aos cavaleiros do apocalipse, mas acredito que se alguém pode me confirmar isso seria você. Algum tipo de "sinal" vem me sido enviado através dos sonhos e estou tentanto interpreta-lo.

Não fazia questão de pelo menos por hora de se afastar e falar de forma mais reservada. Acompanharia Lei se esse não solicitasse o contrário caso fosse falar com outros imperiais, além de ser o foco e provavelmente ter algumas respostas, a sua "noiva" poderia estar lhe esperando pelo navio e ele precisava manter seu foco...

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 17 Out 2012, 17:23

Ahmik

Ahmik se aproximaria daquela pessoa que aparecera no Deck, desde que saíra de Terânia imaginava que Lilyana estaria ajeitando um modo de cumprir a sua vontade.

- Olá, não é perigoso demais uma jovem ficar no parapeito de uma nave em teste?

Ele ficou em silêncio, deixou que aquela perturbação durasse sem qualquer receio, na verdade ainda não desconfiara dela, ele fitava as paisagens, somente se percebeu diante da moça quando ela iniciou seus perdões segurando-lhe as mãos. A expressão plácida do homem transformou-se dando-lhe um teor sombrio e austero. Naquele caso realmente tinha aconselhado Lilyana por achar que seria uma missão perigosa. Seria mais uma vida em perigo e uma pessoa frágil a se proteger.

- LILYANA! - Alterou a voz um pouco,assustado e bravo, daria para que Tana ouvisse. - Como se atreve a desrespeitar a proibição que lhe fiz?!

Ao ouvir o nome da mulher, virou-se para ela que antes se aproximava.

- TANA! - Gritou, chamando-a. Se ela não se aproximasse iria até ela. - Você passou sobre ordem de minhas palavras, Tana. Eu sou o responsável de Lilyana e de seu treinamento e você simplesmente interferiu numa ordem minha como Sumo-Sacerdote do Império.

Faria as duas ficarem próximas dele. Ainda naquele tom sombrio, de raiva contida, o rosto vermelho, uma reação da raiva fustigando seu corpo.

- Eu espero que as duas estejam dispostas a arcar com as consequências de suas escolhas. Tana, irei responsabilizá-la sobre quaisquer coisas que acontecerem com Lilyana nesse navio e fora dele, e você Lilyana, saiba que estará sob responsabilidade de Tana e sob sua própria tutela, pois escolhestes sozinha, passou por cima de minhas ordens e não posso fazer mais do que lhe aconselhar. Quando voltarmos ficará suspensa de suas atividades como minha aprendiz.

Olhou para Tana.

- Comunicarei a sua falta de responsabilidade ao Comandante Lei, e espero que não voltem a acontecer esses impropérios por sua parte.

Ele não podia mais ficar ali, estava nervoso, aquela velha e familiar raiva intensa lhe fustigava dos pés a cabeça. Saiu apressado a procurar Lei, mas na verdade queria prender as duas dentro daquele navio, no entanto não seria uma atitude compatível com suas responsabilidades e papel.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 17 Out 2012, 17:24

Joshua

- Imagino. Mas em Uris fazemos uma escolha mais apurada. Colocamos condições para sempre não faltar. E só em caso de guerra, invocamos todos sem distinção. Mas sabe que eu não precisarei de guarda ou escudeiro. Os temposss são diferentes. - Abriu os olhos finalmente. Tinha escutado a conversa de Tana, Sieg e Lei, mas apenas dava um suspiro, não tendo nada a opinar. LEvantou-se e se distanciou de qualquer ouvido alheio superior aos técnicos do navio voador. Iria para o local mais distinto se fosse, mas só para falar com Lei, e claro, sinalizando caso o cavaleiro imperial não o seguisse.


- Assim como você, tenho e tive meus contratempos com Voltaire. Voltaire havia me prometido uma coisa e não cumpriu. E no fim, por mais que respondesse não para os pedidos até pacíficos que pedi para obter a alma da irmã de Raven Marak, ele ainda se negou. No fundo, o velho não deve saber como proceder, e mediante à reação dele, a essa altura deve ter até perdido o artefato. - Suspirou profundamente. - Sinceramente, os Justiceiros não são mais os mesmos, e aquela ordem está se corrompendo sob os pés de um homem velho que quer que todos se arrisquem por ele. - Deu um espaço de tempo. - Embora, ainda um dia queira acertar as contas com quem me impediu de levar Raven naquele dia do julgamento. - Deu um olhar de relance para Lei.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 17 Out 2012, 17:24

Malak

Malak finalmente pôde respirar com um pouco mais de alívio, já que por vários momentos seus ataques foram facilmente defendidos por Ezequiel. Aproximou-se do homem, cutucando-o com o pé levemente ao perceber que ainda estava vivo e virou-se para Seeje apenas quando ele resmungou a respeito dos reforços pedidos. De fato haviam demorado demais e agora de nada serviriam.

Observou o comandante (?) aproximar-se do corpo de Ezequiel e falar com absoluto desdém que qualquer amazona seria mais máscula que aquilo. De fato poderiam ser mais másculas mas certamente sucumbiriam no primeiro golpe recebido. Pela aparência aquele homem não parecia tão poderoso…

- Levem esse "homem" e o interroguem. Torture, faça o que for preciso, Seeje, mas descubra a quem ele serve e qual a intenção da invasão. Descubra tudo. Sei que é mais que capaz de conseguir informações de prisioneiros. - Malak respondeu, olhando Seeje nos olhos. Quem sabe agora ele não a desprezaria tanto? - Estarei nos meus aposentos.

Afastaria-se rumo ao seu meio de transporte, com a intenção de retornar, limpar-se e descansar enquanto Ezequiel era torturado.. ops, quero dizer, interrogado.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua 17 Out 2012, 17:24

Zzrill

Você pode ter razão. *Disse Zzril enquanto olhava pela fronteira das Firelands. * Teríamos que achar um local que seja menos guardado, ou mesmo uma fronteira selvagem, isto é uma montanha, ou um vulcão... *Ele oecebeu os olhares insistentes do mascarado para Drae. Será que elesse conheciam? Ou o mascarado só estava interessado na exótica drow? Apesar de ela ter levantado o interesse dele também, era sultil o suficiente para não olhar tão descaradamente * Mas se só encontrarmos fronteiras bem quadradas, vamos ter que apelar um pouco. Eu proponho que nos disfarcemos de comerciantes dos desertos de En Sabbah - nem toda cidade em En Sabbah está sob o controle real ou econômico de Terânia - Diremos que somos de Megiddo, ou seja a minha cidade natal e que estamos abrindo nosso comércio para grandes reinos, como Firelands. Acho que se levarmos nas caravelas de areia que Sir Joshua trouxe um pouco mais que o necessário de equipamentos, passaremos bem com o disfarce de comerciantes. E comeciantes vagueiam de cidade em cidade. Poderemos procurar por Drake e juntar informações sobre as Firelands sem levantar muitas suspeitas. O que vocês me dizem, irmãos de armas?

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 19 Out 2012, 14:12

PARTE 8


Malak


- Sim, Senhora das Chamas. – Respondeu Seeje por puro protocolo. Ele não desprezava Malak – ainda – mas também não viu nada de extraordinário no ser que ela derrotou, pois não havia visto a luta e julgou por aquela coisa disforme e queimada no chão. Seeje ordenou aos soldados que recolhessem o agora prisioneiro de guerra. Malak poderia utilizar qualquer meio para voltar ao castelo.

O castelo da campeã residia ilustre e sombrio na colina flamejante. (Imagem: http://imageshack.us/a/img27/3204/firelands15.jpg ) Havia muitos criados para servi-la e a maioria era do povo flamejante daquelas terras. Suas peles eram vermelhas e duras, alguns tinham chifres e outras características diferentes. Malak seria auxiliada em seu banho, caso desejasse, e depois seria deixada à vontade em seus aposentos. Caso ela não deixasse o recinto, só seria incomodada algumas horas depois, quando ouviria batidas na porta. Era um dos servos que vinha com uma mensagem:

- Senhora das Chamas, o Mestre de Armas Seeje requisita sua presença na sala de reuniões. Ele disse se tratar do prisioneiro trazido há algumas horas atrás.

Supondo que Malak fosse até a sala de reuniões, demorando o tempo que quisesse, lá estava Seeje esperando de braços cruzados. Estava sem a parte de cima de sua armadura, inclusive o elmo, e nas partes onde sua camisa não cobria era possível ver sua pele vermelho-escura, onde por baixo da mesma parecia correr lava a todo instante. Tinha longos cabelos amarelo-alaranjados e seus olhos eram negros e suas íris vermelhas. Sua camisa estava suja com um líquido preto e espesso e pela mancha, parecia ter sido espirrado no tecido. Fez uma reverência automática à Malak e falou, fitando-a:

- Levamos o prisioneiro, o que a senhora chamou de “Ezequiel”, para as masmorras do castelo. O corpo dele já estava completamente curado quando o acorrentamos e exceto pelas queimaduras das correntes flamejantes, o corpo dele parece não possuir mais nenhum ferimento. Eu e os soldados o amaciamos até perceber que ele não tem língua. Ele não conseguiria dizer nada nem se quisesse. – Fez uma cara de estranheza ao constatar a informação e continuou: - A única forma agora de extrair alguma informação é invadir sua mente ou algo parecido. Não é minha área. – Disse, num tom de quem passava aquela obrigação para Malak. Lembrou-se de outra coisa em seguida:

- Há mais uma coisa. Hoje todos os malucos de Firelands decidiram nos importunar. Um homem veio ao castelo atendendo pelo nome de Domo Halosis e disse ter informações sobre uma possível invasão do Império Teraniano em Firelands. Ele é um espião muito bom ou é um completo insano porque, apesar das notícias de que o Imperador Renon Slade esteja perdendo seu poder através do Império, eu duvido que ele faça essa loucura. De qualquer maneira, cabe a você julgar isto, Senhora. Ele está aguardando no hall de entrada.

Malak poderia ir até o hall de entrada atender o misterioso homem ou poderia ir até as masmorras tentar extrair algo de Ezekiel por si mesma. Uma opção não anularia a outra; um lado acabaria por esperar de qualquer jeito, já que Ezekiel não iria a lugar algum e o homem ficaria esperando no hall até ser atendido.

(Player foi consultada em OFF e fez a escolha, continuando a ação.)

Malak optou por ir atender o misterioso homem primeiro, que tinha uma notícia deveras grandiosa. Seeje acompanhou Malak, sem se preocupar com o estado em que estava sua camisa, pegando uma espada para pendurar na cintura no meio do caminho. Ele comentaria enquanto desciam até o hall:

- Eu irei junto. É minha obrigação proteger a campeã. E, sinceramente, ainda não sei se você precisa ou não de proteção. Saiba que o que aconteceu naquela floresta, para mim, não significou ou provou nada. – Fez questão de afirmar o Mestre de Armas. Era quase como se ele gostasse de dizer aquilo na cara dela.

Ele fez silêncio assim que chegaram ao hall. Os soldados permitiriam a aproximação do estranho com um sinal de Malak. Era um humano vestido de maneira nobre. Devia ser alguém muito rico pela maneira como seu cabelo estava arrumado, pelo rigor e qualidade de seus trajes e seu modo correto de falar. Era um conjunto que não se encaixava com o ambiente de Firelands, portanto, podiam afirmar com certeza que ele não era dali. (Imagem: http://imageshack.us/a/img18/4241/firelands26.jpg )

- Ahh, sim, milady deve ser a senhora deste castelo. Ora, com tamanho poder e beleza, não me espantaria se fosse dona de toda Firelands, mandando até mesmo em Lord Pyron. – Seeje deu uma tossida brusca que mais pareceu uma pequena risada neste instante. O homem continuou: - Meu nome é Domo Halosis, como provavelmente fui anunciado. É um prazer conhecê-la, senhora...? – E fez uma pausa, esperando que ela se apresentasse, pois ele ainda não sabia seu nome. Apesar dos modos rebuscados, ele tinha sempre um semblante sério. Parecia firme no que queria dizer. Independente da resposta, ele continuaria: - Adoraria desvendar a personalidade de mulher tão distinta, mas a situação não nos permite, infelizmente. Trago notícias urgentes. Podemos ser atacados por Terânia a qualquer momento. Eu já sei o que irá dizer. Deseja saber como tenho posse desta informação e se tenho meios para prova-la. Pois bem.

Estralou o dedo e fez um sinal para um de seus criados que aguardava ali perto, e o mesmo se aproximaria com uma pequena maleta de couro.

- A resposta para estas perguntas está dentro desta mala, senhora. Preciso apenas de sua permissão para abri-la e apresentar as informações. Mas rogo para que seja breve, pois a ameaça é real, posso lhe garantir.



Zzrill e Draennelle – Sala de espera

O homem de máscara fez um afirmativo com a cabeça para Zzrill.

- Estamos aqui para seguir as suas ordens. Disfarce será então. Sugiro que desçamos até o compartimento de carga para preparar as caravelas, pois só temos mais um par de horas até chegarmos ao nosso destino, no máximo. O acesso até a “barriga” do navio fica por ali. – Apontou uma portinhola de madeira no final daquele corredor que dava acesso ao último nível, onde as caravelas estavam acopladas e prontas para serem liberadas quando chegasse o momento.

O homem se levantaria então, caso Zzrill e Draennelle acatassem a ideia. Antes de mover-se, ele olharia para Drae novamente e agora, pela primeira vez, diria algo a ela:

- Conseguirá se disfarçar, Draennelle? É preciso sutileza e paciência, e você sempre foi uma mulher de encarar tudo na linha de frente.

Era possível que ele soubesse o nome dela através dos relatórios de missão, isso era fácil, mas não tirava a estranheza da frase em si. Antes que eles pudessem dizer mais alguma coisa, outro tranco foi ouvido do fundo do navio. Agora, porém, o navio moveu-se ligeiramente para o lado ao mesmo tempo em que o barulho, como se algo tivesse se chocado contra a embarcação. O mascarado olhou para Drae e Zzrill alternadamente, intrigado.

Mais repentinamente ainda foi o solavanco vindo de baixo, que fez a portinhola escancarar para cima e de lá foi arremessado um objeto esférico, que rolou até perto da mesa onde os três estavam. A esfera tinha pequenos orifícios de onde começou a ser expelida uma fumaça escura e densa.

( Zzrill e Draennelle devem rolar 2d10 cada um e considerar o maior resultado para saberem se tiveram reflexo para se proteger da fumaça ou se inalaram parte dela. A dificuldade é 6, ou seja, devem tirar 6 ou mais para ter sucesso. Caso inalem, isso terá consequências negativas nas próximas ações. )



Joshua - Ponte

Aqueles últimos comentários de Joshua reacenderam algumas memórias em Lei e isso ficou claro na expressão do barbudo. Aquilo parecia ter acontecido há tanto tempo atrás, mas ocorreu há no máximo quatro anos atrás, quando Lei ainda estava envolvido com os Justiceiros.

- Ei, não olhe para mim. Eu não fui o único que tentou lhe impedir de levar Raven. Sua lista de vingança terá cinco ou seis nomes, embora eu seja o único que ainda anda por estas terras. O resto sumiu. – Fitou o horizonte em movimento através das janelas da ponte, semicerrando os olhos. – Hmpf. Eu apoiava os Justiceiros naquela época. Acreditava na justiça deles, até mesmo fui a favor de prosseguir com a sentença de Raven. Isso seria muito diferente hoje em dia. Você está certo, Voltaire e os Justiceiros como um todo mudaram muito. É até um alívio que ninguém tem notícias deles há anos. Mas não tenha dúvidas, Joshua, eu o ajudaria a caçar Voltaire e fazê-lo expelir a alma de... Você disse “irmã de Raven Marak”? Está se referindo a Dumai?

E parou, pensativo, coçando a barba, perguntando em seguida: - Espere um instante. Você virou cinzas depois que tentou levar Raven naquele dia. Transformou-se em um cristal que ela insistiu em segurar consigo. Como você retornou? – Admirou-se com a própria pergunta, já que nunca havia parado para pensar nisto.

Antes que Joshua pudesse responder, todos ali sentiram um pequeno tranco no navio, que o fez pender um pouco para o lado. Lei já ia xingar Tana por terem perdido mais um pedaço daquela sucata mal feita, quando um wyvern surgiu no campo de visão da ponte, voando à frente da embarcação. Havia uma sela colocada no animal e sobre a mesma estava um homem sentado de frente para o navio e, portanto, de maneira invertida em relação à direção de voo da criatura. Como diabos ele se aproximou sem fazer nenhum som ou ser visto por alguém de dentro daquele navio ainda era um mistério. O homem atirou duas flechas ao mesmo tempo, uma para Joshua e outra para Lei, que atravessariam as aberturas da ponte e iriam direto para os dois Imperiais. ( Imagem: http://imageshack.us/a/img534/4845/bandido04.jpg )

(Joshua deve rolar 2d10 e considerar o maior resultado, dificuldade 6 para se defender da flecha da maneira que preferir. )



Sieg - Ponte

Lei responderia à Sieg antes de ir conversar com Joshua (só pra colocar uma ordem nas ações, Lei não está conversando com duas pessoas ao mesmo tempo).

- Senhores do Fim. Sim, com certeza, Sieg, essa expressão praticamente é um segundo nome para os Cavaleiros do Apocalipse. Já ouvi este termo algumas vezes na época em que eles assolaram o continente. Que tipo de sinal você está recebendo? O que ele diz? – Antes que Sieg respondesse, Lei olhou para Joshua e de volta para o Sacerdote. – Perdão, Sieg, eu preciso verificar um assunto com Joshua. Voltarei rapidamente, quero saber o que essa mensagem lhe disse.

Lei então foi trocar algumas palavras com Joshua. Sieg sentiu um tranco na embarcação que fez o navio pender para um dos lados e em seguida pôde ver o wyvern voando à frente da ponte e o homem montado na criatura que atirava duas flechas na direção de Lei e Joshua. Quase que imediatamente, a cabeça de um wyvern varou a madeira da parede atrás de Sieg, fazendo um buraco no casco, e através dele saltaram dois homens portando espadas exóticas. Seus trajes eram surrados e improvisados, mas seguiam um padrão e tinham um símbolo idêntico, mostrando que deviam ser da mesma ordem ou grupo. ( Imagem: http://imageshack.us/a/img856/6418/bandido01.png )

( A cabeçada do wyvern não atingiu Sieg e os dois atacantes perderam tempo com a entrada, o que dá a Sieg o direito de atacar primeiro. Vou considerar os dois atacantes como um só adversário para efeitos de rolagem. Mesmo em desvantagem, Sieg terá um dado a mais para rolar do que eles, pois eles são mercenários de baixo nível.

Role 2d10 e considere o melhor resultado para a primeira ação de Sieg. Você poderá descrever o golpe como quiser: Sieg pode atacar um de cada vez e os dois golpes farão parte da mesma ação, ou pode usar um golpe de área para atingi-los ao mesmo tempo, fica a seu critério. )



Ahmik – Deck Superior

Lilyana abaixou a cabeça enquanto ouvia as palavras de Ahmik. Apertou as mãos, ambas juntas ao peito, e seus lábios tremiam, segurando o choro. Tentou balbuciar algo semelhante a “Mas mestre, eu apenas queria estar junto de você”, mas as palavras de Ahmik foram muito austeras. Tana se aproximou, sem muitas opções, e respondeu de imediato:

- Mas eu não sabia que o senhor havia proibido Lilyana de vir conosco! Lily, você me escondeu essa parte! – Disse a loira, segurando a própria cintura e fitando a elfa. Tana também não foi muito inteligente neste caso porque, se Ahmik tivesse autorizado, Lilyana não precisaria pedir para que entrasse no navio escondida.

Lilyana continuou com a cabeça abaixada e não olhava Ahmik nos olhos. Acabou aceitando as últimas palavras dele, permanecendo em silêncio e triste, mas o mesmo não aconteceu com Tana:

- Não! Não, por favor, não conte ao comandante! Ele contará ao Imperador e o Imperador nunca mais me deixará inventar nada, muito menos viajar em minhas invenções!

Logo que ela terminou de dizer isto, sentiram um tranco na embarcação, que fez todo o construto pender para um dos lados ligeiramente. Tana completou:

- Mesmo que elas... Não funcionem como deveriam!

Supondo que Ahmik se afastaria de qualquer maneira para ir falar com Lei na Ponte, Tana ficaria ali ao lado de Lilyana, e o sumo-sacerdote poderia ouvir a frase “Por que não me contou, Lily??” vinda da engenheira. Antes que o Amenti deixasse o Deck Superior, entretanto, sentiu uma magia sendo desfeita ao seu redor. Surgiram repentinamente no ar dezenas de wyverns, todos montados por o que pareciam ser mercenários pertencentes a alguma ordem. (Imagem: http://imageshack.us/a/img10/1169/bandido02.png ) Com certeza havia um conjurador entre eles, pois ficou evidente que conseguiram se aproximar do navio invisíveis e silenciosos através de uma magia competente.

De onde estava, Ahmik poderia ver um dos wyverns dar uma cabeçada no casco da ponte onde ficaria um buraco e dois homens armados pularem através da fenda. Havia dois wyverns voando bem próximos do Deck Superior. Um deles, o que estava no rumo de Tana e Lilyana, sacou um arco e disparou uma flecha na direção das duas. Felizmente, Tana teve reflexo suficiente para agarrar Lilyana e se jogar ao chão do Deck, sendo protegida pelo parapeito de madeira.

Tudo acontecia muito rápido e Ahmik observava tudo, mas ele mesmo não estava longe do perigo. O wyvern que voava no rumo dele trazia um mercenário que sacou uma espécie de boleadeira que continha na ponta de cada corda uma esfera metálica cheia de espinhos. O homem girou a arma acima da cabeça e a atirou na direção de Ahmik.

( Ahmik poderá rolar 2d10 e considerar o maior resultado para se defender da maneira que quiser, dificuldade 6. )

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 19 Out 2012, 23:00

Malak

O desprezo de Seeje por tudo o que ela fazia ou falava sequer era considerado, já por ser tão recorrente e movido por inveja. Em seu castelo, Malak banhou-se e permaneceu descansando em seus aposentos enquanto aguardava o resultado do interrogatório.



Olhava por uma das janelas quando foi avisada que o mestre de armas pedia sua presença. Esperava que ele falasse algo útil, algo que demonstrasse o motivo pelo qual aquela floresta foi erguida e o motivo da dita “busca pelo mais forte”. Conhecendo melhor o que havia seria mais fácil tomar decisões sobre o que devia ser feito a partir dali. Sem responder o servo, Malak deixou seu quarto e seguiu sem pressa até a sala de reuniões.



A expressão para Seeje era a mesma: tédio. Ouviu-o e permaneceu em silêncio por alguns segundos após.



- Claro que não é sua área, Seeje. Você não é um campeão, é só um comandado... Enfim, eu providenciarei o que for preciso para ter as informações que quero. – calou-se para ouvir a segunda parte, sem esconder a estranheza.



- Domo Halosis? E invasão do Império? – fechou a expressão com desgosto, saturada se ensandecidos naquele dia – Se ele estiver mentindo... – deixou uma ameaça velada enquanto deixava a sala rumo ao local onde o dito louco estava.



Evidente que sua expressão continuou a mesma quando ouviu o insolente falar aqueles absurdos. Malak suspirou pesadamente antes de responder.



- Não me importa o que acha. Não me importa se acha que sou capaz ou não. Mesmo sendo capaz, Seeje, fico feliz em usar a sua vida para me proteger. Talvez eu possa usar a sua língua, já grande demais, para dar uma ao prisioneiro... – concluiu no instante em que estavam há menos de 10 metros do homem.



Por certo estranhou toda aquela vestimenta, algo particularmente incomum naquela região. Ouviu-o até terminasse de se apresentar e abusar do humor da campeã, quando deixou que outro suspiro impaciente escapasse.



- Malak. E recolha sua língua se não quiser perder um pedaço dela. E se não quiser perder também a cabeça, senhor Domo, sugiro que tome cuidado com o que fala sobre Lord Pyron. E “podemos”? – ironizou com relação ao pronome subentendido, já que não conhecia o homem e nem pessoas como ele nas Firelands. – Mostre suas “provas”. Não tenho tempo a perder aqui.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 19 Out 2012, 23:00

Ahmik

Seguia para o seu encontro com Lei, sua raiva ainda lhe ameaçando a sua difícil conquista - a calma. Quando se aproximava do portal que levaria-o para dentro da embarcação novamente aquela sensação lhe percorreu o corpo, como se o tecido da realidade tivesse sido rasgado e agora retornava a seu estado original. Por sua irritação prontamente se virou se deparando com uma considerável quantidade de wyverns com seus cavaleiros. Lilyana e Tana lhe vieram a mente e em seguida aos olhos, e como um éfeito de seu olhar os homens a atacaram, iniciou uma corrida rumo as moças, mas ele mesmo foi ameaçado por um animal.

- Crias de Apophis....matarei a cada um de vocês!!

Khaibit lhe fustigou a alma e dessa vez ele permitiu que sua sombria dominação lhe tomasse, a pele de Ahmik se escureceu levemente e em seus olhos era possível perceber ódio líquido.Ele tentaria se desviar da arma, mas foi rapido demais para que ele se livrasse com perfeição, uma das bolas com espinhos lhe arranhou, o que impediu que corresse de encontro ao cavaleiro que lhe atacara. No entanto, ao se recuperar assim o fez, retirou de sua bolsa um pergaminho e começou a recitar alguns versos não pretendia se demorar com aquele homem, queria achar o mago que os desafiara com tamanha ousadia. Khaibit tremia de excitação e pouco a pouco acordava-se o passado da alma. O Amenti assim logo terminaria seu breve recital e tentaria saltar sobre o mercenario. O seguraria com força e novamente recitaria para ele duas ou três vezes:

- Khaibit-peer...

O mercenário fosse atingido pelo seu feitiço iriia ser envolto num emplastro negro que brotaria da pele dele mesmo, como se algo dentro de seu corpo tentasse contê-lo, tão logo estaria ele caindo sobre o navio totalmente em estase. Ahmik tomaria o controle do wyvern e buscaria dentre os demais o mago que encobrira a chegada de todos.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 20 Out 2012, 04:46

Joshua

- Não, me expressei mal. Estava a dizer “irmã de Dumai Marak”. - Suspirou levemente cansado. - Não se preocupe, não tenho motivo para querer me vingar de você. - E antes que pudesse responder à todas as perguntas de Lei, seus olhos que tinham se afinado, apenas se desfaziam ao sentir a sacudida do navio voador.



Cansado, o general não teve tempo de se defender. Levaria a flecha e cambaleava para trás. Mas mesmo naquele corpo, o que era apenas uma flecha? O problema era o resto das pessoas que estavam ali.



- PROTEJAM O NAVIO E DERRUBEM OS CAVALEIROS DOS WYVERNS! - Falou em tom bem alto por causa de sua voz forte de dragão azul. Virou-se para Lei logo em seguida. - Eu vou proteger Tana , não vou estar em condições de batalhar muito na minha forma natural por hora. - Não havia muito tempo, isso deixava claro para Lei liderar os poucos guardas imperiais e os convidados especiais de cargo alto. Mesmo com a flechada, seguiu direto para onde estava Tana e tirou de suas costas, seu enorme escudo de corpo. Era pesado, mas capaz de carregar em um braço, foi correndo atrás de Tana.



Realmente, talvez fosse o único com capacidade de defesa maior alí. Não estava num dia bom para se mexer mais do que deveria. Suas feridas levavam tempo para cicatrizar, mesmo com a velocidade de cura de um dragão.



Assim que chegasse, se posicionaria a frente delas. Seus sentidos expandidos de draconiano o alertariam logo se alguém aproximasse tão logo. Invocou em sua outra mão um machado de haste longa, onde fagulhas de trovão acendiam-se em sua lâmina.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 20 Out 2012, 13:33

Zzrill

Bem, acho que isso resolve a questão. Disfarçaremos-nos e entraremos no território das Firelands en... *Ele foi surpreendido com um solavanco, que o fez perder o equilíbrio e cair da cadeira. Ele se ergueu, um tanto quanto contrariado e já pensando em xingar Tana quando outro solavanco o jogou para cima de Draenelle. Mas não fora só: um objeto estranhíssimo saltou da porta que se abriu devido ao solavanco e o mesmo começou a emitir fumaça. em um primeiro momento, Zzril se moveu rápido e se afastou dele, se safando da fumaça por pouco. Irado, ele chutou o objeto devolta com tamanha força que o mesmo voltou para onde viera [GOL do Zrill! XD ] Se o objeto fosse metálico, aquilo teria doído, e faria Zzrill mancar um pouco até ele conjurara algo rapidamente para parar a dor. Em seguida ele se voltaria para seus comandados e diria. * Irmãos, devemos estar sob ataque. Vamos.. podem precisar de nós na ponte!!

*Zzrill correu como podia até a PONTE e vira os seus amigos serem atacados por um bando de cavaleiros alado, montados em wyverns. Um estava atrás do sacerdote de branco que ele não sabia o nome ainda. Ele agiu rápido, sacando da 'Destruidora de Almas e fazendo o mesmo movimento instantâneo de assassinato que mostrara para Draenelle no dia anterior. Tinha uma grande difereça, porém: ele não estava se contendo, logo o homem recebeu uma estocada tão selvagem que varou-o. Em seguida, zzrill retalhou o homem com movimentos rápidos e fazendo chover carne sangue e entranhas. Os olhos do Drow estavam em um vermelho brilhante e assutador. Em seguida, se movendo tão rápido que mal se podia ver, e trocando a 'Destruidora' pelo Arco energético, Zzrill passou a disparar flechas em todos os lugares em que ele podia ver um cavaleiro montado em um Wyvern, em uma verdadeira tempestade de tiros * PATIFES! VOCÊS NÃO IRÃO ATACAR MEUS IRMÃOS DE ARMAS! VÃO PAGAR CARO POR ISSO!!!

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 22 Out 2012, 07:05

Sieg

Sieg estava pronto para dar maiores respostas a respeito daquela visão, quando o próprio comandante pedia para sair e resolver alguns assuntos. Era de se imaginar, ja que ele estava a frente da missão afinal de contas. Estava mais uma verz perdido em seus pensamentos quando sentiu o balanço que sacudia todo o local, se apoiando em uma das paredes para evitar sua queda. As respostas logo surgiam em sua frente na forma de 2 invasores que estavam ali para dete-los. A mão do sacerdote foi envolvida em uma energia azul brilhante enquanto falava

- Ma escolha, selaram seus destinos

Sieg desferia um golpe em pleno ar, que parecia não visar atingir coisa alguma, mas era como se o que mais parecia ser uma parede de energia se despedaçasse em centenas de pequenos pedaços, e aqueles fragmentos flutuavam por instantes antes de rasgarem o ar e, velocidade na direção de ambos os atacantes, perfurando seus corpos como diversos disparos de energia, enquanto ele dava 2 passos para tras com a mão erguida após dar o comando ao feitiço. Aguardava qual seria o resultado observando com o canto dos olhos a saida, os outros deviam ainda estar em perigo.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 22 Out 2012, 08:14

Drae

Draennelle concordou, o cara realmente parecia estar certo. O silêncio deixava claro que não contrariava o seu comandante, e confirmou que "estava dentro" em poucas palavras.


- Parece uma boa. No mais, não temos muito tempo nem tantas escolhas assim.


Agora ela não sabia o que era pior, as olhadas insistentes do mascarado ou as discretas de Zzrill, pulando do outro para a própria, intensificando o clima que começara a pesar. Como para piorar, ou aliviar a tensão, o misterioso cara dá suas idéias, mas já que boas, aceitas pelos elfos. Como não estava sentada, apenas afastou-se para que Zzrill pudesse levantar e ter espaço para passar. Deu dois passos na direção da portinhola e parou abruptamente, ouvindo a discreta acusação do homem. Uma fagulha passou por seus olhos, e a inspiração durou meio segundo, porém a elfa conseguiu virar-se com sangue frio suficiente para dizer em tom neutro.


- Considere poder falar como a resposta para meu controle.


E levou dois segundos para se tocar que ele sabia seu nome e algo mais. E esse algo mais a preocupou. Virou-se e deu alguns passos adiante para resolver a questão de uma vez, quando o navio dá o primeiro sacolejo e desequilibra Zzrill, que a derruba junto. Bufa de leve, levar aquele tombo diante alguém praticamente debochando dela a fazia ficar furiosa. Mas conteve-se com a segunda sacudida, e após uma pisada no cabelo e um ai abafado, os elfos se levantam. Antes que o cérebro voltasse a funcionar, a bolota sai da portinha e rola, começando a expelir uma fumaça. Dá uma tossidinha de leve e assim que Zzrill chuta o troço, acompanha o drow até uma parte, então tomando rumo para o DECK SUPERIOR. No caminho, conseguiu prender apenas uma das tonfas no antebraço -a outra presa no cinto, os contínuos choques no navio quase a jogavam no chão. Chegou a tempo de ver Ahmik cuidando de um dos caras, então prestou atenção em Tana e Lilyana, enquanto tirava a Destruidora do cinto. Virou-se na direção do homem, que já preparava-se para lançar outras flechas. Adiantou-se e do tubinho medievo-futurista, sai o chicote cravejando de espinhos, que ela tenta enrolar no pescoço do maledeto, mas continua no próximo episódio.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 22 Out 2012, 11:49

PARTE 9

Malak


- Certamente, Senhora. Perdoe-me por incluir Lord Pyron em minha zombaria, não acontecerá novamente. – Respondeu Domo de imediato. Tendo a autorização, o senhor Halosis fez um sinal para seu servo, que abriu enfim a maleta de couro. Domo enfiou a mão ali e retirou um orbe de tom alaranjado do tamanho aproximado da mão dele e a segurou à frente de Malak.

- Terá a prova quando ativar este objeto mágico, Senhora Malak. Não se preocupe, ele não contém nenhuma magia maliciosa e poderá conferir por si mesma ou ordenar que outra pessoa o faça. Assim que perceber que não existe nenhum feitiço hostil, ative-a e terá a informação.

Domo inclinou-se ligeiramente para frente, apontando o orbe na direção da campeã. Seeje reagiu imediatamente, dando um passo a frente e colocando a mão no cabo da espada, fitando Domo e dizendo: - Aí está bom, milorde. Nós concluiremos se isto é perigoso ou não.

A inveja de Seeje por Malak só não era maior que sua dedicação pela hierarquia. Se a tarefa dele era proteger a campeã, então era isso que faria, independente se ele concordava ou não com quem assumia aquele posto. Ele segurou o orbe com a mão e esperou alguns segundos. Era um teste para saber se o objeto tinha algum efeito de toque imediato. Em seguida, ele ofereceu à Malak a oportunidade de chamar feiticeiros do castelo para analisar o objeto ou deixar que ela mesma o fizesse, já que conhecimento arcano também não era a área dele. Malak seria perfeitamente capaz de analisar magicamente o objeto e concluir que realmente não havia nenhum feitiço ou efeito malicioso.

Qualquer que fosse a escolha dela, supondo que Malak aceitasse ativá-lo, o objeto emitiria um brilho alaranjado. Uma imagem translúcida seria formada acima dele e era como ver uma cena em tempo real em outro lugar, mas era claro que o que estava sendo representado ali já havia acontecido. Era uma sala grande e oval e ao redor havia várias figuras familiares. O ponto de vista da cena era o de um objeto em cima de uma mesa e, a partir desse ângulo, era possível ver todos os outros presentes na sala. Malak reconheceria o símbolo dos Cavaleiros Imperiais; reconheceria também Lei e Joshua. Quanto aos outros, ela provavelmente não teve a oportunidade de conhecer. (Se Malak conheceu mais alguém em jogo dos que estão participando, considere que ela reconheceu). Lei parecia estar explicando algo aos demais e um trecho específico de sua fala chamaria a atenção:

- Firelands está condenada, Imperiais! Eles foram tomados pelos Cavaleiros do Apocalipse! – E Lei erguia uma superfície com um símbolo cravado na mesma, o mesmo símbolo que Malak viu brilhar em Ezekiel durante a luta. O barbudo então continuava: - É tarde demais para o reino flamejante! A única salvação é expurga-los da face deste plano, juntamente com os lacaios de Apocalipse! O Imperador Renon Slade autorizou o envio das tropas! Destruiremos Firelands para salvar o resto do Império, um sacrifício necessário!

O barbudo batia na mesa com força e os demais concordavam, alguns já levantando para organizar o ataque. A visão então pulava para uma próxima cena, cujo ângulo de visão agora era embaixo do braço de Lei, como se ele estivesse carregando o objeto consigo. Durante o trajeto, um grandioso veículo podia ser avistado, assemelhando-se a uma embarcação presa a um suporte em uma torre. O pequeno objeto espião passava de mão em mão pelos soldados até ser levado para esta embarcação misteriosa, onde era deixado em um de seus compartimentos. A visão se encerraria ali.

O brilho do orbe sumiria e Domo fitaria Malak, dizendo: - Como viu, Senhora, os Cavaleiros Imperiais, comandados pelo Imperador Renon Slade, atacarão Firelands. Eles estão vindo naquela monstruosidade mostrada na visão, mas não sei dizer se trazem mais daqueles consigo, e nem o tamanho de sua frota. Sugiro que prepare suas fronteiras. - Domo fez uma pausa, começando a andar lentamente de um lado a outro. Continuou em seguida:

- Como eu consegui isto? Eu estou em uma cruzada para provar que o Imperador Renon Slade simplesmente não tem capacidade para governar o Império. Eu usei meus recursos e fortuna para reunir um time de arcanos e espiões espalhados por Terânia e pela capital. E esta, você há de concordar comigo, foi a gota d’água. Temo que esta prova sozinha não seja suficiente para derrubar Renon. Eu vim até você para primeiro salvar Firelands e mostrar o que aconteceu aqui aos outros reinos, assim todos verão o péssimo Imperador que é o senhor Slade.

Fez outra pausa e parou de andar, fitando seriamente Malak: - Eu colocarei homens e recursos à sua disposição. Eu quero o melhor para o Império e para que isso aconteça, temos primeiro que salvar Firelands, minha Senhora. – E parou de falar, em tom heroico. Malak podia perceber que Seeje quase bateu palma para o almofadinha que se mostrou muito útil, no final das contas. Mas não o fez para não irritar (mais) Malak.





Sala de Espera - Depois da saída de Zzrill e Drae

Zzrill e Draennelle se apressaram na direção da Ponte e Deck Superior sem se darem conta de que aquele dispositivo de fumaça foi jogado justamente porque havia atacantes tentando entrar pela portinhola, o que deixou o infiltrador mascarado sozinho contra qualquer ameaça que entraria por ali. Felizmente, os soldados começaram a se mobilizar e dois deles foram em auxílio do infiltrador. Os bandidos tiveram dificuldade para subir, pois Zzrill havia chutado a bomba de volta, e isso permitiu ao mascarado e aos soldados tomar a iniciativa no combate. A Sala de Espera seria tomada por fumaça e sons de luta.


(Considerações sobre a cena do navio: Todos os bandidos atacando o navio possuem 2 pontos de Vitalidade, a menos que especificado de forma diferente, e todos os Imperiais possuem 5 pontos. Esses pontos são recuperados automaticamente quando a cena de luta acaba. Qualquer ataque bem sucedido tira 1 ponto de Vitalidade do alvo. Não farei nenhuma regra para resultados 1 e 10 porque vai complicar muito. Ou seja, não há erro crítico ou acerto crítico)


Situação geral:

PONTE:

- Lei desviou da flecha e agora luta contra bandidos que continuam entrando pelas janelas e portas da Ponte.

- Sieg (5 de Vit) conseguiu realizar seu ataque, tirando 1 de Vit dos bandidos que o atacavam. Como Zzrill atacou um deles ao mesmo tempo, o bandido não teve chance de defesa e levou mais um dano, sendo morto. Sieg agora luta com apenas um bandido que tem apenas 1 de Vit.


DECK SUPERIOR:

- Ahmik (4 de Vit, pois levou o golpe da boleadeira) pulou sobre o wyvern de seu atacante e tentou um feitiço de toque, mas o bandido conseguiu evitar [Rolagem mal sucedida, descrição a seguir].

- Joshua ( 4 de Vit, pois levou a flechada) foi até o Deck Superior e se posicionou à frente de Tana e Lilyana, protegendo-as com o escudo.

- Zzrill conseguiu matar o bandido na Ponte e agora está no Deck Superior atirando flechas como louco.

- Drae chegou e derrubou o bandido que atirava flechas em Tana com seu chicote [Rolagem bem sucedida].




Ahmik - em cima de um dos wyverns

Ahmik conseguiria pular sobre o wyvern, que sentiria a mudança de peso, mesmo que pequena para ele, e cujo voo oscilaria um pouco, voltando ao normal em seguida. O bandido bloquearia as mãos de Ahmik como se faz em artes marciais, evitando o toque do Amenti. Retirava uma adaga de um suporte na coxa habilmente, usando-a para atacar o sumo-sacerdote, sempre movendo as mãos e os braços de maneira rápida para evitar que o Amenti o tocasse.

Este seria o próximo golpe dele, portanto, visando perfurar o peito de Ahmik com sua adaga. [Rolado, resultado 2]




Joshua - Deck Superior

O escudo de Joshua recebia flechas, boleadeiras, lanças e todo tipo de projéteis enviados pelos bandidos sobre os wyverns ao redor, mas o draconiano seria mais do que capaz de bloquear tudo. Tana e Lilyana estavam encolhidas atrás dele e sem muitas opções, pois ainda estavam longe da entrada para a Ponte e consequentemente para o interior do navio. Tana gritou para Joshua. Precisava gritar mesmo estando exatamente atrás dele, pois o barulho dos wyverns, do navio e das lutas abafava todas as vozes:

- Ajude-nos a chegar até a porta da ponte!

Lilyana estava muito assustada e a única vez em que havia passado por uma situação de batalha como aquela foi quando sua vila foi invadida. Apesar do medo, ela não ficaria estática; seu desejo era ajudar os Imperiais ao invés de permanecer acuada em algum canto. Ela então tocaria Joshua e se concentraria por alguns segundos. Sua mão emitiria um brilho ameno que logo se espalharia por todo o corpo de Joshua. O draconiano podia sentir seus ferimentos recentes fechando (ferimento feito nesta cena, no caso a flecha, Joshua volta a ter 5 de Vitalidade), e uma força invadindo seu corpo. (Role 3d10 para toda ação até o final da cena)

Alguns soldados iriam até eles para ajudar Joshua caso ele concordasse em levar Tana e Lilyana até o interior da embarcação. Nesse meio tempo, um dos wyverns dá um rasante próximo ao Deck e seu montador aterrissa. Era claramente da "gangue" daqueles mercenários, trajando roupas semelhantes, mas era muito maior. Os músculos marcados pelas roupas que, apesar de grandes, estavam muito justas naquele brutamontes. Ele trazia uma maça de guerra gigantesca e o navio pareceu balançar para o lado quando ele chegou.

O "pequeno" bandido olhou para Joshua e seu sorriso era perceptível por baixo do pano que escondia seu rosto do nariz até o queixo. Um outro bandido, de complexão normal, apareceu para atacar Joshua e as garotas, mas recebeu um golpe do brutamontes, o que jogou o mercenário para fora da embarcação para a morte certa lá embaixo. Ficava claro que o desafio do grandalhão era para Joshua.





Sieg - Ponte

Os bandidos que atacaram Sieg sentiram as perfurações de energia e cambalearam para trás. Estavam sangrando profundamente agora, mas ainda possuíam forças para continuar lutando. Um deles, entretanto, foi atacado repentinamente por Zzrill, que veio da porta de acesso aos níveis inferiores do navio e só conseguiu matar seu alvo porque a magia de Sieg foi bem sucedida.

Zzrill então foi embora para o Deck Superior. O bandido restante deu um grito e saiu correndo na direção de Sieg em uma última tentativa de atacar o Imperial. Com grande habilidade, saltou e um dos pés tocou a parede, oferecendo impulso e fazendo com que o bandido caísse em velocidade sobre Sieg, desferindo um golpe com sua espada exótica na altura do peito do Imperial. [Rolado, resultado 5]





Zzrill - Deck Superior

As flechas de Zzrill chegaram a acertar alguns dos wyverns, os animais especificamente, mas não acertariam nenhum bandido, pois eram alvos menores e eles se movimentavam sobre suas selas com grande habilidade.

Antes que ele pudesse atirar mais alguma flecha, um wyvern, por algum motivo sem condutor, deu um rasante e tentou abocanhar Zzrill, sua mandíbula em posição perpendicular em relação ao drow. (Como um cachorro mordendo um osso. O resultado do wyvern foi rolado, é 2. Role 2d10 normalmente. Se bem sucedido, Zzrill pode se desviar da abocanhada da maneira que quiser. Em caso de falha, ele perderá 1 de Vit e ficará preso na mandíbula do animal, que continuará voando)




Draennelle - Deck Superior

Draennelle conseguiria derrubar o bandido de seu wyvern com o chicote. A consequência disto ela veria em seguida. O wyvern ficaria sem rumo em pleno voo e o primeiro alvo que avistou foi Zzrill. Sem nada para guia-lo, o wyvern decidiu fazer um lanchinho de drow em plena batalha e voou para abocanhar o Imperial. Ela estava muito distante para conseguir fazer algo em relação a isso.

Ela também viu Tana e Lilyana atrás de Joshua e protegidas pelo escudo do draconiano. Tana gritou uma frase ao Imperial para que ele as ajudasse a voltar para dentro do navio. Lilyana tocou Joshua e conjurou alguma coisa sobre ele, que fez a flecha no ombro do Imperial ser expelida e o ferimento cicatrizado, e depois viu um brutamontes aterrissando à frente de Joshua e mandando o próprio companheiro mercenário para fora do navio, não deixando ninguém entre ele e o draconiano. Aquele homem era muito maior que Kronig, do qual Drae provavelmente ainda se lembrava muito bem. Será que Joshua aceitaria o desafio?

Drae poderia ajudar Tana e Lilyana a voltar para dentro do navio, mas frente às flechas, boleadeiras, estrelas de ferro, lanças, pedras, maças, facas e adagas sendo arremessadas, ela perceberia outra coisa: um dos montadores era diferente. Trajava uma túnica rubro negra com capuz e seu wyvern perdia altitude cada vez mais, até se emparelhar com os condensadores psiônicos lá embaixo, na barriga do navio. O homem juntou as mãos e começou a conjurar algo e estava mirando claramente em um dos condensadores, as estruturas responsáveis por manter aquela coisa no ar.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 22 Out 2012, 13:50

Malak

- É bom que não o inclua novamente em piadinhas, Domo. Não estou em um dia exatamente agradável para tolerar abusos. – Malak observava de sua posição cada passo dado por Homo e seu servo, mantendo sua postura altiva e séria.

A campeã não estendeu a mão para pegar o objeto, mantendo na mesma posição desde sua última resposta. Aprovou silenciosamente a atitude de Seeje, confiando de que ele a protegeria mesmo sendo consumido por tamanha inveja e raiva por não ter sido o escolhido pela Fênix. Por todos aqueles momentos em silêncio Malak permaneceu pensando em um motivo para que Terânia decidisse ousadamente invadir as Firelands. Não se recordava de nenhum motivo explícito e a ganância de Renon por poder veio à sua mente com facilidade.

Malak mesmo verificaria a orbe em busca de qualquer perigo ou feitiço antes de segurá-la para uma análise mais cuidadosa do que aquele artefato poderia revelar antes de ativá-lo. Ao fazê-lo, observou com surpresa a cena exibida magicamente. Sua expressão imediatamente tornou-se mais séria, mais carregada de ódio. Então Lei não era tão bonzinho quanto ela pensava... Ninguém daquele grupo devia prestar, isso era fato. Faltou apenas ser capaz de rosnar, como a esposa de Lei, diante de tamanha afronta. O meio de transporte inusitado certamente chamou sua atenção para como deveria agir para abordar aqueles inúteis imperiais.

Ao fim da visão a campeã devolveu a orbe a Domo, ainda com aquela expressão péssima, de quem mataria o primeiro que a afrontasse naquele mesmo espaço. Observava e ouvia Domo enquanto a mente já arquitetava quem chamar e o que fazer.

- Qual a direção? Por onde tentaráo entrar no território? - questionou-o tão logo ele terminou de se explicar. Pouco a interessava como ele havia conseguido aquilo, por que motivo e outras coisas do tipo.

- Tenha consciência de que sua cabeça será entregue em uma bandeja ao Lord Pyron se tudo isso não passar de uma armação. Seeje, convoque os generais, prepare as tropas. Quero soldados prontos e os melhores guerreiros. Mande preparar nossas montarias, assim que surgirem em nossas fronteiras nós atacaremos. Domo, prepare seus homens e vá imediatamente até as fronteiras. Surpreenda-os e mande alguém de sua confiança para nos informar sobre o o tamanho da tropa teraniana e seus armamentos, assim que conseguir vê-los.

Deus as costas aos dois quase com fogo saindo pelas ventas, tamanha sua raiva pela ousadia do império. Seguiria para seus aposentos afim de vestir sua ‘armadura’ e armar-se, aguardando o chamado.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 22 Out 2012, 14:20

Sieg

Sieg Hart via um dos inimigos cair, fruto do ataque de Zrill que logo saia do local. Aparentemente a situação não estava tão boa do lado de fora, precisava sair dali o quanto antes. Entretanto, um dos inimigos ainda estava de pé, e fazia uma manobra agir o surpreendendo, fazendo com que sua tentativa de evitar o golpe girando para o lado não fosse completamente eficaz, fazendo um corte que devido as roupas brancas deixava uma mancha de sangue criando a impressão do ferimento ser mais sério do que realmente era.

Logo que o inimigo passava, o sacerdote demonstrava uma expressão clara de irritação fora de seu comportamento normal, olhando com raiva para o inimigo enquanto juntava as mãos formando com energia o que lembrava ser uma espada com formatos e definições pouco detalhadas, indo ele na direção do inimigo desta vez e desferindo um golpe preciso. (ja rolado)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 22 Out 2012, 14:21

Ahmik

Ahmik se balançaria um pouco a cada oscilação do Wyvern, seu mau humor tinha aumentado ao ter tido seu ataque defendido por aquele bandido fracote, que ainda por cima ousava levantar uma adaga contra ele. O sacerdote se desvencilhou com grande maestria do seu oponente, em seguida investiu contra ele, segurando-lhe os braços e repetindo as palavras em língua antiga.



- Khaibit-pr....( rraeibit-pêré - arriscando na transliteração...LOL)



O Amenti seguraria as mãos do homem e o atingiria com a a adaga que antes tentava lhe cortar. Ahmik iria sorrir, seus olhos tomariam de vez a cor negra e antes que o espectro negro fizesse o homem entrar em estase, o sacerdote quebraria-lhe o braço.



- Morra lentamente....eu farei sua alma sofrer durante toda a eternidade!! - Ele jogaria o corpo sobre o navio, apesar de dizer, não pretendia realmente matar o homem, mas pretendia mesmo fazê-lo sofrer. O emplastro negro que tomava conta do corpo do bandido e o paralisava deixava-o sentir todas as dores do corpo. Ele sentiria a dor do braço quebrado, sentiria a adaga ainda roçando-lhe os órgãos, até que longos minutos depois o emplastro negro formaria um casulo em torno do homem e por fim calaria suas dores, parando seu processo de morte.



Ahmik não aguardou o corpo cair no chão, mesmo que seu khaibit quisesse ter o prazer do sofrimento daquele que lhe atacara. Ele tomou o wyvern sob seu controle e seguiu procurando o mago do grupo, vez ou outra escapando de flechas que não sabia se eram de seus colegas Imperiais ou dos bandidos. Ele retiraria de sua bolsa mais um pergaminho, e iniciaria um cântico em baixa voz enquanto buscava o mago pelo céu.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg 22 Out 2012, 21:29

Joshua

- Certo! - Disse sem precisar forçar a voz naturalmente alta. - Então vocês ai, levem as duas! E protejam elas como se a vida de vocês realmente dependessem disso! - Entregou o escudo ao soldado que mais parecia ser forte e alto. Segurou seu machado de haste [http://www.ukcostumes4u.com/img/3447-ful1.jpg] com as duas mãos e virou-se para o grandão. Típica prova de força. Virou-se uma última vez, o rosto, de leve, e falou para Lilyana. - Agradeço sua ajuda. Me sinto bem melhor, mas a linha de frente não é seu lugar. Preciso que ajude Tana e os homens. Se a capitã cair, esse navio todo vai cair. - Sorriu de leve para Lilyana e virou-se para o grandão.



Encheu seus pulmões de ar e deu um rugido[http://www.youtube.com/watch?v=niJ83xGGfw8&feature=fvwrel] típico de dragão para chamar a atenção dos Wyverns e dos invasores assim que Tana e Lilyana(se esta concordasse em ir com Tana) finalmente estivessem um pouco mais longe.



- Venha, “grandão”, vamos brincar então. - Contraiu os braços com toda a força que aquela forma física lhe permitiria. E avançou contra o brutamontes com toda a força draconiana, não iria segurar, iria fazer seu ataque de investida mais forte.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex 26 Out 2012, 17:02

Drae

A elfa derruba o homem e recolhe o chicote, pendurando a Destruidora no cinto. Draennelle vê o wyvern desgovernando abrindo a bocarra e escolhendo Zzrill de almoço. Apressou-se para tentar ajudá-lo, e vê o que parecia ser o mago daquele grupo indo em direção aos condensadores. Dá uma rápida olhada para Joshua, Tana e Lilyana. Bem, que os Dados ajudassem estes, porque se o cara inventasse de derrubar aquela coisa... Chamou o pégaso, por telepatia, e logo que chegou no parapeito, o animal já estava à espera. Montou neste e foi atrás do homem, que já conjurava algum feitiço. Pegou novamente o presente de Zzrill e procurou repetir a chicotada, visando envolver o pescoço do homem ou qualquer parte deste e derrubá-lo. Ah, dessa vez mataria o wyvern com a lâmina presa à tonfa, não cometeria o mesmo erro duas vezes.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 27 Out 2012, 15:52

Zzrill

'Zzrill atirava suas flechas energética, tendo sucesso em derrubar alguns wyverns, mas por algum motivo um deles veio descontrolado para cima dele! Para a sorte do drow, além de conseguir se esquivar por muito pouco, sua mão conseguiu alcançar uma das rédeas do 'bichinho' e em um tranco, conseguiu montar no wyvern. Porém o mesmo não parecia contente em tentar ser domado pela sua 'comida' e começou a correr e voejar deck afora, tentando de todas as maneiras se livrar do peso extra. Por ironia do destino, a criatura era burra o suficiente para não esmagá-lo contra uma parede ou o teto. Zzrill, porém tentava de todas as maneira controlar a criatura, puxando as rédeas dela para que a mesma não comesse ninguém que fosse importante.'

-SAIAM DA FREEEEEEEEENTE! - 'Gritou Zzrill sacolejando na sela do wyvern enquanto alguns soldados tentavam tirá-lo dali e matar a criatura.'

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 27 Out 2012, 16:31

PARTE 10

Malak

Seeje faria um afirmativo frente à ordem de Malak e chamaria seu subalterno imediato, ordenando a ele para que juntasse os melhores guerreiros, os conjuradores e os domadores das criaturas mais ferozes de Firelands. Em terra ou no ar, estariam prontos para qualquer ataque. Domo guardou a orbe e fitou Malak, dizendo:

- Meus homens já estão posicionados na fronteira. Naturalmente as defesas de seu reino impediram a entrada deles, portanto, ficaram aguardando meu retorno. Eu irei para lá imediatamente e os posicionarei no rumo de onde as forças inimigas estão se aproximando. Encontro-os no local. – Fez um gesto de despedida e deixou o hall do castelo juntamente com seu criado.

Seeje acompanhou Malak no caminho para o aposento dela e quando haviam se afastado bastante, com nenhum soldado ou criado por perto, ele fez um sinal para que Malak parasse de andar.

- Espere. Preciso dizer algo.

Não havia nenhuma hesitação em seus olhos, que fitavam os de Malak a todo instante. Seeje era uma pessoa muito direta e sem rodeios; esta era uma qualidade que Malak teria que admitir sobre ele, apesar de tudo. Ele continuou então.

- Nós temos uma arma secreta que pode ser usada apenas pelos campeões. É uma montaria especial que fica confinada no subterrâneo do castelo. – Ele caminhou até a janela do corredor onde estavam, fitando os céus vermelhos lá fora. – Eu já tentei liberar a criatura antes de você chegar, mas é dito que apenas os verdadeiros campeões podem fazer isto. Como eu falhei no passado, foi incumbida a mim a tarefa de proteger esta informação até que o próximo campeão de direito surgisse. E acho que não há situação melhor para se fazer isto do que agora, principalmente se o Imperador conseguiu que os outros reinos se juntassem a ele na invasão.

Seeje a fitou novamente.

- Era isso que queria ouvir, não é, Malak? A certeza de que nunca poderei ser um campeão. Bem, não comemore ainda. Terá a sua chance caso consiga quebrar os selos do covil da criatura. O que é preciso para fazer isto? Não faço ideia.

Andou de volta ao parapeito do corredor, de onde era possível ver o hall lá embaixo, e continuou:

- Por que estou lhe contando isto? Você saberia mais cedo ou mais tarde. Eu e mais alguns seletos, além de Lord Pyron, sabemos disto. Mas, como já percebeu, não estou dando a mínima para você. Penso apenas no futuro de Firelands e se essa invasão for verdadeira, as Terras de Fogo estarão condenadas, além da ameaça dos tais “Cavaleiros do Apocalipse” mencionados naquelas imagens. Se não conseguir liberar a criatura, teremos que confiar em nossas próprias forças, como sempre fizemos.

Desencostou-se do parapeito e fitou Malak novamente. Enfiou a mão por baixo da gola da camisa, revelando uma chave exótica atrelada a uma corrente que sempre ficava no pescoço dele. Ele arrebentou a corrente e entregou a chave à Malak.

- Isto abrirá a entrada para o último andar. Pelo bem de Firelands, espero que consiga. – E voltaria a descer as escadas, se ela não dissesse nada, para ir organizar as defesas.

(Player consultada, continuando.)

Malak se arrumaria e iria imediatamente até o andar térreo. Após uma procura rápida, notaria que a única porta trancada ali era uma estreita de ferro que ficava atrás da escadaria do hall de entrada. Algo discreto, comum, uma porta que todos sabiam que estava trancada, mas ninguém nunca quisera saber onde dava. A chave que Seeje entregara, uma peça toda trabalhada com entalhos que lembravam chamas, entraria perfeitamente na fechadura.

A passagem era bem estreita e apesar do que Seeje relatou, parece ter sido visitada recentemente. O corredor ficaria mais largo até uma longa escadaria começar. Malak podia sentir que estava descendo muitos metros abaixo do solo. As escadas terminariam em uma grande sala oval sem qualquer iluminação. Se Malak tentasse iluminar o local com suas próprias chamas, as labaredas seriam atraídas para uma caneleta que circundava toda a parede da sala. A chama faria o contato e a caneleta se inflamaria, o fogo então se espalhando por toda a extensão da parede e oferecendo a iluminação necessária.

Não havia móveis ou qualquer outro objeto ali, apenas a silhueta de uma mulher sentada ao chão no centro. O corpo dela exalou pequenas labaredas, sendo possível vê-la claramente agora. ( Imagem: http://imageshack.us/a/img440/2324/486max.jpg ) Ela começou a falar antes que Malak dissesse qualquer coisa:

- Ah, então ele a enviou. Firelands precisa de mim ou ele apenas quer me ver? São as duas únicas coisas que movem aquele tolo.





Sieg (4 de Vit) - Ponte

O adversário de Sieg, que já havia levado o primeiro golpe do sacerdote, agora recebia seu segundo e último golpe (bandido Vit 0, derrotado. Você pode descrever a maneira como Sieg derrotou o homem livremente). O saqueador então cairia morto ao chão, enquanto os sons da batalha continuavam a invadir os ouvidos de Sieg: ranger de metais, gritos, wyverns, flechas e lanças passando e perfurando o casco de madeira da embarcação.

Quase ao mesmo tempo, Lei derrotou seus atacantes e ficou parado por alguns segundos apenas para recuperar o fôlego. Neste momento, cerca de cinco soldados adentraram a ponte, trazendo Tana e Lilyana com eles. Lei se aproximou, cercando as duas e dizendo:

- Fiquem no corredor das escadas, mas não desçam para o andar inferior, eles podem ter invadido por baixo. Eu protegerei esta porta. Sieg e soldados! Ajudem os outros lá fora, vão até o Deck Superior e acabem com estes malditos de uma vez por todas!

Mal acabou de falar e mais dois mercenários adentravam pelas janelas da ponte. Lei gritou "Vão, agora!", se preparando para lidar com os adversários, enquanto Tana e Lilyana cumpriram a sugestão e ficaram nas escadas entre a ponte e o andar de baixo. Teriam que se espremer, já que por ali o restante dos soldados estava subindo.

Caso Sieg fosse até o Deck Superior, ouviria o rugido de Joshua e veria ainda alguns wyverns no ar. Havia bem menos do que no começo do ataque, o que mostrava que a ameaça estava acabando. Os soldados estavam ali também contra-atacando, enviando lanças e outros tipos de ataque à distância. Joshua enfrentava um mercenário gigantesco, enquanto Zzrill se desviava milagrosamente de uma abocanhada de um wyvern sem condutor. Um Pégaso negro surgiu repentinamente e Draennelle montou nele, voando até a barriga do navio. Tudo isso acontecia ao mesmo tempo e muito rápido.

Um dos bandidos que ainda estava no ar deu um rasante com seu wyvern e largou um presente para Sieg. Era um dispositivo de explosão alquímico em formato esférico feito de um material translúcido, no interior do qual era possível ver os líquidos se misturando e reagindo. O objeto voou na direção de Sieg rapidamente.

(Role 2d10 normalmente para se defender da bomba, dificuldade 7. Se for bem sucedido, Sieg poderá se defender da maneira que quiser, mas a bomba explodirá de qualquer maneira na próxima rodada, onde quer que ela pare. Em caso de falha, a bomba cairá perto de Sieg e explodirá, tirando 1 de Vitalidade dele, ferindo os soldados teranianos ao redor e abrindo um buraco no piso do Deck Superior.)




Ahmik (4 de Vit) – Em cima do wyvern

O bandido gritaria de dor ao ter o braço quebrado e os efeitos do feitiço de Ahmik começavam a surgir no corpo dele. Mas, surpreendentemente, o homem resistiria à paralisação por enquanto, tendo ainda um resto de força para lutar com o sumo-sacerdote. (Vit 1 do bandido)

Supondo que estivessem lutando em cima da sela do wyvern, com o braço bom, o bandido alcançaria uma fina corda de aço e com habilidade a enrolaria no pescoço de Ahmik. Ele puxaria a corda para si, apertando o pescoço de Ahmik para frente, e colocaria o próprio joelho no abdômen do Amenti, aumentando ainda mais a pressão da corda. (Rolado, resultado 2)




Joshua (5 de Vit) – Deck superior

Cerca de cinco soldados cercariam Tana e Lilyana com seus escudos, impedindo que os projéteis as acertassem, e começariam a marchar para dentro da ponte. Tana colocaria a cabeça por cima da ombreira de um dos soldados e gritaria de lá:

- Acaba com ele, bafo de fogo! – E quase tomaria uma flecha na cabeça por causa disto.

Já estavam fora de perigo. O grito de Joshua chegou a fazer alguns wyverns perderem o equilíbrio em pleno voo e atordoar alguns bandidos ao redor, mas não surtiu nenhum efeito no grandão. Ele viu Joshua partindo em carga para cima dele e tudo o que fez foi dar uma risada grossa e estufar o peito para receber o impacto.

O brutamonte, porém, subestimou o poder do draconiano e levou um tranco que fez o ar escapar de seus pulmões e o arremessou a vários metros pelo deck, quase fazendo o homem cair do navio. (grandão Vit 1, ele possui 2 pontos) O bandido cuspiu um pouco de sangue, depois bateu no próprio peito e deu um urro de guerra. Segurou sua maça de guerra com as duas mãos e partiu para cima de Joshua, dando um pequeno salto no caminho, conseguindo uma boa elevação para alguém do tamanho dele, e iria desferir um golpe vertical com a maça exatamente na cabeça de Joshua. (Ele rolou 2d10, resultado maior 9)




Draennelle (5 de Vit) – Deck Superior

O fiel Pégaso de Draennelle teria que se desviar de wyverns e bandidos no caminho para chegar até ela no Deck Superior, mas não teria dificuldade, uma vez que todos estavam engajados no combate. O mago em cima do wyvern que conjurava mirando um dos condensadores psiônicos avistou o Pégaso, que se destacava na multidão de wyverns.

Ele interrompeu sua conjuração imediatamente e apontou a palma da mão para a elfa, conjurando uma rápida barreira que bloqueou o chicote de Draennelle. Ele era rápido e suas magias eficazes, como a que usara para ocultar todos aqueles wyverns e os bandidos quando se aproximaram do navio. Não havia como ter certeza, entretanto, se ele era a cabeça por trás daquela operação. O fato é que enquanto Draennelle estivesse lutando com ele, os condensadores estariam a salvo, supondo que nenhum outro mercenário mirasse os dispositivos.

Em resposta ao ataque da elfa, então, o homem ergueu a palma da mão e formou uma bola de fogo que tinha a metade do tamanho do Pégaso, arremessando a esfera flamejante na direção de Drae e seu animal, visando queima-los. (Rolado, resultado 5)




Zzrill (5 de Vit) – Montando um wyvern

Os soldados teranianos não tentariam tirar Zzrill do wyvern porque nenhum deles tinha uma montaria aérea e também porque, se tentassem acertar o wyvern com suas lanças e outros projéteis, poderiam ferir o Imperial.

Zzrill conseguiria controlar a criatura com facilidade. Era um animal acostumado com o calor de batalhas e não se assustava com o caos ao seu redor. A mecânica da rédea era bem parecida com equitação, exceto pelos fatores adicionais, como o peso do animal, a dinâmica de seu rabo e asas e a direção do vento. Apesar disso, Zzrill pegaria o jeito facilmente, caso nunca tivesse montado uma criatura como aquela e, portanto, nenhum aliado seu seria abocanhado.

Sua experiência não duraria muito tempo, entretanto. Um dos bandidos que voava próximo a ele sacou o que parecia ser um apito e assoprou o instrumento, fazendo com que o wyvern de Zzrill voasse imediatamente na direção do bandido, se emparelhando no ar com ele lentamente. Estavam longe do resto dos bandidos, o que impediria que outros wyverns respondessem ao som do apito. Não importa o que Zzrill fizesse, o animal respondia apenas àquele instrumento, portanto, o Imperial havia perdido o controle da criatura. Enquanto os dois animais se aproximavam, o bandido sacou seu arco e disparou uma flecha contra o drow. Os dois animais ainda estavam distantes, mas se aproximavam cada vez mais. (Flechada rolada, resultado 7)

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab 27 Out 2012, 17:07

Zzrill

* Por fim, quando Zzrill QUASE conseguira domar a fera e rumar para seus inimigos, um deles sacou de um apito e chamou para si a criatura que ele montava. Irado, ele tentou puxar as rédeas do 'bichinho' mas ele não mais obedecia as suas ordens. Então o bandido que assoprara o apito se emparelhou com o wyvern de Zzrill e lhe lançou uma flecha. Porém esta era justamente a arma que ele tinha mais domínio: o arco e flecha. Ele agarrou a flecha em pleno ar e a apontou para o bandido * Péssima escolha de armas. Saiba, bandido... EU SOU ZZRILLDHRACK DARRKSIN, O ARQUEIRO IMPERIAL DE TERÂNIA!

*Com as mãos nuas, ele lançou a flecha como se fosse um dardo, mas não visava o bandido e sim sua montaria. . Quase ao mesmo tempo ele sacara do própio arco - que exigia o minimo de movimentos dele. - E concentrou velozmente a energia do local. Quatro flechas negras apareceram no arco e ele então as lançou com um grito * LETZT SILL! DUNKENHEIT SPINNERNETZ!! [ Estilo supremo de Arquearia - Teia Da Aranha Negra ] *As quatro flechas sairam do arco, e em pleno ar criaram uma teia negra em uma insana velocidade. Tal teia visava enredar wyvern e bandido, ou pelo menos atrasá-los. Caso a teia tenha pegado o bandido, Zzrill sacaria de um de seus 'Tubos de Contenção de Magia' e o lançaria no ar, do mesmo sairia uma bola de fogo negro, que queimaria intensamente bandido e wyvern. Caso tenha sido malsucedido, combateria o bandido arco contra arco. *

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 28 Out 2012, 00:52

Malak

Ainda mantinha um olhar austero, firme sobre Domo. Temia, silenciosamente, estar sendo enganada por aquele estranho que aparentemente a troco de nada oferecia informações valiosas. Estava de braços cruzados.

- Vá. E se essas informações forem falsas, Domo, eu mesma levarei sua cabeça em uma bandeja a Lord Pyron.

Sem interesse em ouvir uma resposta, Malak deu as costas ao homem e passou a seguir para seus aposentos. A presença de Seeje já era tão comum que passava a ser ignorada pela campeã. Olhou o homem apenas quando teve sua atenção chamada, ainda mantendo a mesma expressão que destinava a Domo minutos atrás. Não desviava os olhos dos de Seeje. Sabia que não podia deixar qualquer espaço para que ele a desafiasse ou achasse que era fraca. Bufou ao ouvir mais dor de cotovelo de Seeje. Aguardou que ele terminasse de falar, observando a chave com cuidado. Ao final, ergueu os olhos e fitou-o duramente.

- Hm... Seeje, eu não quero ouvir nada de você se não me for útil. Sua inveja, seu desgosto por ter perdido seu lugar para mim, nada disso. NADA disso me interessa. Se não consegue se controlar, entenda isso como uma ordem expressa. Fale o que for útil e nada além.

Entrou em seu aposento e trocou-se, pensando em que arma poderia ser tão valiosa e tão secreta poderia ser essa. Ao terminar, com a chave em mãos, Malak seguiu até a dita porta. Abriu-a com cuidado e seguiu escadas abaixo. Assim que os degraus terminaram, uma chama foi conjurada em sua mão para iluminar todo o local. Acompanhou as chamas acendendo e iluminando o ambiente, revelando aquela silhueta feminina.

Manteve-se onde estava, observando detalhes e arqueando as sobrancelhas suavemente ao ouvir a pergunta.

- Firelands precisa de você. Eu não viria aqui apenas para deixar um insolente ter seu desejo saciado. Vamos.

Aguardava que a mulher se erguesse e revelasse a arma secreta – ou esperava que ela se revelasse a dita arma. Estranho, claro. Se era mais poderosa que a própria Malak, devia ela ser a campeã, imaginou.

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Re: A Conquista (Encerrado)

Mensagem por Admin em Dom 28 Out 2012, 21:55

Drae

Chicoteou, mas o mago conjurou uma barreira, e ricocheteou de volta, por muito pouco não pegando nela mesma. Guardou a Destruidora enquanto a barreira se dissolvia, e não se assustou ao ver a imensa bola de fogo vindo a seu encontro -o cara era um mago, convenhamos que isso já era esperado. Deu uma ordem para o pégaso, que acatou e executou a esquiva bem o suficiente para que não tivessem nem crina nem cabelos queimados, no mínimo. A bola de fogo tirou um pouco a atenção do conjurador, e ela teve tempo de sobra para dar uma rasante, mirando a lâmina da tonfa no pescoço deste, pretendendo cortar a cabeça fora em um golpe só. Agora é esperar que os dados não empatem e chafariz de sangue. \o/

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