A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Página 6 de 6 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6

Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 07:57

Melantha:

Melantha ergueu a cabeça ao ouvir os rugidos e ao ver a criatura mordeu o lábio inferior que logo soltou ao ver Joshua para soltar um grito mudo. Queria poder fazer alguma coisa para ajudar mas lá estava ela, fraca, sem voz e com uma barreira que por sorte, protegia o lugar. Desviou o olhar para Gabrielle assim que ela se aproximava e reparava a mochila. Acabava se perguntando se ela mesma era a única fêmea com pouca força física daquele continente.

Após ouvir as palavras da jovem, concordou com a cabeça, tentando não tropeçar dessa vez no meio do caminho mas volta e meia olhava pra cima. O coração da barda batia acelerado, era muita desgraça junta. Era seu estado físico, era a incerteza com que acontecia no momento com seus amados. Como ela queria algo que lhe desse conforto agora.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 07:57

Zzrill:

Zzrill tentou manter a barreira de pé, mas fora subjugado pelo número elevado de danos que a barreira levava por minuto. Ela cedeu, virando caquinhos de energia que se espalharam pelo ar. Mas toda aquela energia NÃO ia ser desperdiçada. Ele, ainda voando, estendeu os dois braços e juntou as pernas, formando uma rustica cruz com o próprio corpo. voltando as palmas e a cabeça para o céu, o drow clamou, em voz alta, em uma língua que apenas os abissais entenderiam

DEXTRA ET SINISTRA! EMISSA ET STAGNET: CIRCULI DI ABSORPTIONIS EX TEMPORA! [ Emitir e fixar com as mãos direita e esquerda: Circulo de Absorção De Magias.]

Os pedaços da barreira se juntaram novamente em um novo formato, não mais na exótica barreira encimada com cruzes mas sim em um círculo arcano grande o suficiente para proteger a primeira saraivada de ataques , absorvendo as magias das primeiras baforadas dos dragões cujo o círculo alcançou. [Nota me fala que tipo de dragões nós temos ae, por que vou precisar saber xD ]

Nessa hora, o celular, digo, o cristal psiônico que Lei lhe dera passou uma mensagem do Comandante. Zzrill respondeu mentalmente, pois não podia mover as mãos para pegar o dito cristal.

'Estou fazendo o que posso, Lei! Mais um pouco e eu acabo com esses dragões! só espero que ISTO aqui dê certo. Se não der, ache Ergo Proxy e o enforque.'
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 07:58

Sieg:

Após observar os resultados, Sieg observou o estranho ritual que ocorria mais ao longe, mas não havia tempo o bastante para analizar. Lei ainda se comunicava com ele e o arqueiro imperial, de forma que Sieg cruzava o céu noturno ficando próximo ao elfo negro, apenas um pouco acima da barreira e ligeiramente recuado. Ouviu o anuncio de Lei e fechou os olhos, ficando em completo silencio apesar da resposta que podia ser ouvida da mesma forma que antes tanto pelo comandante quanto pelo arqueiro imperial.

‘Estamos tentando comandante. Eles estão fazendo algum tipo de ritual no ponto mais afastado, algo com seus mortos’

Uma vez que Zrill fazia a barreira, era necessário que outra pessoa realizasse. Instantes depois Sieg parecia concentrar energia arcano que lentamente se transformava em chamas, até mesmo Zrill que deveria estar olhando na direção oposta poderia se sentir levemente incomodado com o calor, e se olhasse podia perceber que o sacerdote mal era visível envolto pelo fogo.


Quando o calor parecia atingir o ponto Maximo, os olhos do sacerdote se abriam, a energia parecia ser redirecionada em dezenas de “feixes” de energia que iam em diversos pontos para frente parecendo serem “teleguiadas” a algum alvo mais afastado, mais exatamente procurando atingir a maior quantidade de dragões brancos possível. Curiosamente, ele não dizia nenhum “nome do ataque”, voltando a aparecer da mesma forma após o mesmo, apesar que um pouco de “fumaça” parecia emanar do corpo do sacerdote.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 07:58

Sun:

A situação agora estava totalmente fora de controle. A barreira havia cedido e o demônio de fogo estava de volta. Assim que a barreira cedeu Sun observou Toussel passar diante dele e juntar-se as forças que iam de encontro as primeiras criaturas. Aquilo era completamente insano. Se eles fossem capazes de atrasar o avanço da hora aquilo não duraria mais que poucos minutos e precisavam se afastar logo dali. Sun iria avisar a Lei que deveriam se afastar, mas já não havia tanto tempo para conversas. Um lupino havia contornado o cerco vinha diretamente até eles. Lei ainda permanecia ocupado enviando ordens e falando aina com Minami, não daria tempo de avisá-lo e então Sun passou por Lei e Minani, se pondo entre eles e a criatura que avançava depressa.

- Cuidado!

Fora a única palavra de Sun quando avançou contra o lupino usando o bastão para rebatê-lo para trás, para que pudesse recuar alguns bons passos e dar tempo para os que estavam ali se prepararem.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 07:59

Minami:

- Eu só quero i…. - sua fala foi interrompida ao ouvir a queda de mais alguém naquele buraco que havia se formado. Chegou a virar-se para tentar ajudar, mas voltou a atenção à Lei e ao seu pedido.

Fúria… Havia prometido que nunca mais se envolveria em guerras, exércitos, nada disso. Não queria mais lutar. Queria um resto de vida tranquilo ao lado do marido e da filha que, aliás, havia escolhido um caminho semelhante ao de uma Minami mais nova.

- Por você e por Hatsuko. Por ninguém mais. - respondeu, olhando repentinamente para outra direção. Havia sentido o cheiro de um lupino mas seria incapaz de reagir, de proteger Lei. Felizmente havia Sun no caminh: seja lá quem fosse aquele estranho, era sua esperança de impedir o ataque ao seu marido.

Não conseguiria protegê-lo daquele… Mas talvez dos outros. Minami afastou-se apenas o suficiente para que conseguisse crinar sem empurrar Lei. Estava ali o que ele queria: a fúria. Estava pronta.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:00

A Ascenção do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados - parte 12

Warjillis:



Lei, Sun e Minami:



Infelizmente Sun não havia chego a tempo no comandante. E como era de se esperar, não alcançou o lupino a tempo, acabando por escapar por pouco das mãos do monge.



E mesmo com o aviso de Sun e Minami tentando alertar o comandante, o lupino avançou em Lei e o mordeu com força com sua boca enorme em seu ombro (Lei:rola dado 1d20 dif 15, esse será seu dado de vitalidade e defesa e outro dado para se soltar, mesma dif).



- PROJETAM O COMANDANTE A QUALQUER CUSTO!!!! - Deliah gritou alto. Apesar dos soldados reforçarem as defesas, agora estavam sendo cercados aos poucos.



Sun, assim como Minami, finalmente entendia que precisava mostrar o melhor e o máximo naquele instante. Aquele que podia ser a chave para recordar de tudo estava correndo perigo de vida.



O problema era bem pior do que se imaginava quando um gigante, carregando sua maça de pura rocha, se aproximava do trio ali. Seu grito que estremecia a caixa toráxica de todos era razão para focarem em derrubar ele logo, afinal uma maçada, ele podia varrer a tropa.



- FOQUEM NOS MENORES, ARQUEIROS, DISPAREM NO GIGANTE! - Gritou Deliah. A mesma comandava bem o exército tanto de Warjillis como Terânia, mas vez ou outra checava Lei. Mas não demorou muito para que um infiltrador passasse entre os soldados e guerreiros até alcançar essa mulher. Pulando em suas costas, Deliah foi apunhalada no todo de seis vezes em alguns segundos. O drow responsável por isso não foi o primeiro. Entre eles e os lupinos mais furtivos começavam a passar entre e por cima dos combatentes para derrubar logo o comandante. E uma tropa sem comandante para ordenar, iria cair em pouco tempo.



[Caso Sun e Minami queiram retirar o lobisomem, dif 15, Sun caso queira se transformar ocupa proximo post, caso queiram defender contra os infiltradores, deixem mais explicito no post e rolem o dado (exceção da Fe que eu rolo por ela)]







Zzrill e Sieg:



[Achei que tinha mencionado, mas são brancos, azuis e verdes, os primeiros ataques foram do tipo elétrico *se sentindo treinador pokemon*]





Tantos dragões brancos que caíram com o ataque de Sieg, havia uma pequena fresta de chance de tentarem a supremacia aérea, mas o solo não parecia estar tão favorável assim. O comandante tinha se exaltado em se aproximar do portão, e era um erro. Não só agora a vida dele estava em risco como estavam sendo cercados aos poucos.



O foco do grupo de armas de longo alcance mudava no instante que Sieg havia invocado o fogo. Flechas, dardos e projéteis, inclusive as balistas foram miradas para os dois voadores de Terania. Havia algo como uma sincronia, uma vez que qualquer criatura alada da Horda saía do caminho a tempo de não ser atingido pela saraivada variada.







Sieg:



A concentração de Sieg era interrompida pela mesma voz que ouvira antes. A voz musical e encantadora novamente avisava o Sacerdote do tempo.



- A chave! - E aquilo era como um aviso como antes com a diferença que não era um sonho. E aquilo era certamente o pino para uma reação em cadeira para relembrar o porque aquela voz tinha dito antes sobre um ser cego que seria importante. - Ela... é essencial, sacerdote. - Dado o extremo esforço para ter se comunicado quando o sacerdote ainda estava consciente e acordado, a voz não mais ocuparia a mente de Sieg, se quer responderia a quaisquer perguntas que ele fizesse.



[E claro, se ele procurar na batalha, fora o buraco, não vai achar Annabella inicialmente]







Zzrill:



Eram poucos segundos, mas Sieg estava com o foco em outra coisa. Os dragões se aproveitaram dessa oportunidade e vieram em massa contra o drow, não soltando suas baforadas, mas sim revelando que sobre alguns, especialmente os maiores, tinham alguém montado. Esse alguns montados focaram-se em Zzrill e dispararam seus projéteis das bestas, uma em cada mão, disparando vários. Com a proximidade, os dragões aproveitavam-se para atacar Zzrill de inúmeras formas. Antes ao todo 10 que atacavam o Drow, 8 eram divertidos pelos voadores Wyverns de Terania.



[Condição: Zzrill terá de quebrar concentração na magia de absorver energia caso queira desviar de ataques físicos; está vulnerável naquela forma de absorção. Desvio dos ataques físicos: dif 17 e dif 9]







Annabella:



No que Anna apontou para ela mesma, Kel franziu o cenho sem entender. - Ei,eu não sou o demônio. - Deu um sorriso nervoso.  



Sem poder responder a mulher frágil e branca, o demônio de fogo chegava para onde estavam os dois.



- Ahhhh, então você é o incômodo que a rainha Aranha tinha me avisado. Terminarei sua vida o quanto....ANTESSSSSSS!!!!!



O chão em volta da criatura abria-se num pequeno buraco que Lava começava a bombear para fora. Com o primeiro ataque, o mesmo lançou uma bola de fogo de sua mão contra Annabella e Kel.



Com tempo só para se jogar na frente, a explosão de fogo atingiu o escudeiro por completo, queimando tudo a sua frente, evitando com que chegasse à cega. E como podia ver os próprios olhos do escudeiro, Annabella viu o fogo “lhe” engolir. O grito de dor do escudeiro era fácilmente audível e chegava a se ajoelhar. Lutou forte contra as dores das queimaduras, ainda superfíciais e sem muito cabelo, boa parte do corpo estava protegida pela armadura. Levantou-se e desembanhou sua espada longa enquanto seu outro braço estava com um broquel de madeira.



- CRIATURA TOLA, SE TIVESSE AO MENOS FICADO NO CHÃO, NÃO TERIA UMA MORTE TÃO DOLORIDA.



- Por favor... srta Annabella, me dê forças! - O garoto ainda estava amedrontado, mas mesmo assim avançou contra o demônio, usando sua espada para atacar sem muito sucesso ao tentar cortar aquele corpo labaredas que se quer sofria dano contra uma espada.







TODOS:



Como se não fosse suficiente a superioridade da Horda, os mortos que se resumiam tanto do lado da tropa como do outro foram levados todos para o círculo. O Ritual uma vez completo, fez com que os corpos se ajuntassem em uma massa só, dando uma forma a uma criatura estranha que se ergueu entre movimentos bizarros e desajeitados.















Terânia:



Melantha:



Gabrielle levou Melantha para fora da concentração em massa. A sensação de sufoco, falta de liberdade se esvaía na medida que estavam isolados. Era um complexo de túneis escuros que ratos estavam espalhados, mas inocentes e inofensivos apenas fugiam. A serviçal carregava uma lanterna que iluminava pouco, mas o suficiente. Umidade  aparte, era gostoso sentir um pouco mais de frio embora os estrondos ainda sacudissem as poeiras das paredes e do teto.



Conforme seguiram pelos corredores que qualquer um fácilmente podia se perder, foram para a periferia onde não havia mais ninguém, bem notável ao saírem do porão. Estavam bem no centro de um quarteirão de casas onde o fundo delas era interligada, usada normalmente para pegar água do poço que se localizava ali, e também estender roupas. A milícia de Terânia ainda corria para lá e para cá socorrendo suas próprias unidades feridas, isso era sinal que estavam perto dos muros da cidade.



Sem se quer poder usar suas habilidades, a ninfa então entendia que realmente não ia ser de nenhuma ajuda mesmo. Astraeus não tinha voltado e não sabia se aquilo realmente tinha sido um sonho.



- Senhor Joshua me instruiu para te levar  para Uris, a defesa natural da cidade é mais segura segundo ele. Desculpa te arrastar às pressas assim. - Disse Gabrielle. - Não está 100% recuperada, vamos com mais calma. - Deu um sorriso amigável para a ninfa e deu um cantil à ela.



E dessa vez a ninfa novamente reparava, agora encostada à perna dela, a mesma mochila que tinha visto no quarto. Aparentemente tinha sido discreta suficiente para Gabrielle não notar. E sobre sua alça, descansava uma caixinha de música que a ninfa se lembraria de ter usado naquele observatório no topo da montanha geladíssima que esteve anos atrás.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:02

Lei:

A dor da mordida do lobisomem [é um lobisomem, certo?] foi lancinante. Lei gritou de dor, o sangue escorrendo por seu ombro. Àquela distância, sua foice era inútil e a força da mordida era tremenda, de modo que o barbudo não conseguiu se livrar da criatura. Enquanto era mordido, observou Deliah sendo apunhalada de maneira brutal. Gritou na direção dela, lamentando por sua morte. Tudo estava ficando pior de maneira muito rápida. Onde diabos estavam aqueles reforços?!
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:02

Sun:

- "DROGA!"
O lobisomen havia escapado por pouco e isso foi o suficiente para que ele conseguisse atacar Lei. O lobo estava agora engalfinhado com Lei, suas presas havia lhe perfurado o corpo e o travavam ali naquela mordida. Sun avançou, deu apenas um meio passo e logo sua forma desapareceu. Instintivamente Sun teleportou-se para o lado oposto ao que estava. Surgiu abaixado ao lado de Lei, seu bastão havia encolhido e ele enfiou a mão entre ambos e fez seu bastão esticar rapidamente, para golpear a criatura de baixo para cima (como se fosse empalar), tentando fazer com que a criatura se afastasse de lei. Sun agora já possuía uma semblante diferente, parecia mais malicioso. (ainda não se transformou).
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:03

Sieg:

Talvez...Não tenha sido uma idéia assim tão boa.

Comentava Sieg ainda flutuando no ar próximo ao arqueiro imperial avaliando a situação após seu ataque. Antes que dissesse algo mais entretanto, levava ambas as mãos a cabeça, e parecia entender finalmente o que a voz dizia. A cega...Anabella não falava algo sobre visões? Questionava-se como podia não ter percebido antes, mas a aquela altura era impossível sair daquele local facilmente e Lei e Anabella não estariam em nenhum ponto de visão. Teria que confiar que o comandante a protegeria, pelo menos por tempo bastante para resolver aquilo. Quando voltava-se para a situação, já haviam cavaleiros ao redor do cavaleiro imperial e a situação parecia a cada instante mais próxima do final.

Próxima, mas ainda não no final.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:03

Minami:

Minami foi incapaz de impedir o ataque do lupino a Lei apesar de se transformar com sucesso em sua forma mais forte e apesar de estar tão próxima de seu marido. Rosnou e tentou, em vão, atacá-lo com uma de suas garras.

Toda a situação estava fora de controle aos olhos da oriental e não parecia que conseguiriam escapar com vida.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:03

Annabella:

Seus olhos, mais uma vez, se encheram de lágrimas ao reconhecer a voz do rapaz. Ele devia ser tão jovem quanto ela, quem sabe até mais, e ainda assim estava ali, se arriscando por uma desconhecida. Diante da observação dele, Annabela não conteve uma risada trêmula de nervosismo.
- Eu... Eu sei que não, apenas me esc...
O curto diálogo foi cortado com a nova presença. Guiado pelos instintos, Kel olhou para o demônio, e isso fez que a própria Annabela enxergasse o monstro que vinha a aterrorizando. Primeiro, ficou espantada, e depois com medo... e por fim, raiva. E esse lhe era um sentimento quase desconhecido. Era como se pudesse prever cada ação do demônio, por isso não ficou tão surpresa quando o mesmo lançou em sua direção uma bola de fogo. Claro que seria facilmente encurralada... Não era tão forte quanto os outros, e não sabia lutar... Se alguém tivesse que morrer naquela situação, Annabela poderia muito bem cumprir essa missão. Porém...
- Não! Kel! - ela berrou, horrorizada ao ver tudo queimando.
Annabela sentiu uma dor imensa no peito, ainda mais ao escutá-lo berrar. Aquilo simplesmente não podia ter acontecido... Não sabia o que fazer. Novamente viu a mulher pálida pelos olhos de Kel, e vendo sua expressão em choque, soube que estava perdida. Mas... ele implorava por sua ajuda. Annabela podia sentir as mãos coçando estranhamente e então, sabia o que fazer. Via o demônio sofrendo os ataques, mas nada que surtisse efeito.
Deu um passo em direção aos dois. E mais outro, e outro... até que Kel poderia sentir a mão macia da garota tocar seu ombro - uma das partes tostadas. O toque era tão suave que invés de causar dor, a amenizava. E ele poderia sentir essa sensação se espalhar por toda a pele, e junto dela, as queimaduras se transformariam em cicatrizes, em seguida marcas, para depois não existir um vestígio se quer.
- Recue... - ela sussurrou - Já disse que você será meus olhos, e não os meus braços. Não lute por mim...
Os dois sozinhos não conseguiriam vencer o monstro. Kel era novo demais e inexperiente, e Annabela... Mal sabia da própria capacidade. A única coisa que ambos podiam utilizar era da coragem extensa. A mente da sensitiva trabalhava com mais velocidade, buscando a solução mais clara. Kel precisava encontrar alguém! Os outros manteriam a criatura ali, e a matariam. E como o demônio demonstrava grande interesse nela... Annabela ganharia tempo.
- Procure ajuda, ficarei bem. Mas vá logo... por favor. Não demore.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:04

Zzrill:

É, sacerdote... acho que estamos deveras encrencados.

Zzrill absorvera uma grande quantidade de energia e então gritou

COMPLEXIO

Ao desfazer o círculo e absorver a energia das baforadas, o drow tinha ficado extremamente vulnerável por um segundo. E neste exato segundo ele se fodeu nos dados, quer dizer não teve sorte e muitos virotes o atingiram nos ombros e abdomem. Por sorte ele não conseguiram penetrar muito fundo na armadura energética do drow. E ele os expulsou de volta para os seus atacantes com mais um grito.

MAGIA EREBEA: SUPLEMENTUM PRO 'ARMATIONEN' : HE ASTRAPE OURANOU MEGA DYNAMENE! [ Magia Negra, Suprir e formar a 'Armadura': grande vigor dos céus relampejantes. ]

Coberto por uma aura negra e depois por uma aura secundária de relâmpagos. Zzrill ainda tinha os machucados que recebera na forma anterior. Agora sem asas ou halos ou qualquer outra coisa, Zzrill apena ergueu o punho para o sacerdote, como se dissesse "Vá, eu te dou cobertura" e em seguida se voltar para seus algozes. Ele sacou do arco novamente, que agora crepitava com a energia extra provinda dos trovões, o arqueiro passou a atirar flechas e a se mover como um trovão: caótico e imprevisivel. Logo os atacantes estavam sendo contra-atacados com uma saraivada de flechas de um único arqueiro.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:04

Sieg:

- Acredito que podemos ao menos terminar o que começamos. O comandante pode aguentar pelo menos por alguns instantes.

O sinal para sair era compreendido mas Sieg acreditava que deixar Zrill ali não era uma opção melhor do que deixar Anabella aos cuidados de Lei pelo menos pelos instantes que eles precisariam para pelo menos melhorar um pouco a situação no ar. De qualquer forma, precisava de uma "rota de fuga" se precisassem sair dali então...

- Eu não pretendia usar isso tão cedo...

Sieg erguia os braços acima da cabeça criando alguma especie de selo arcano de luz, a medida que o vento parecia ser "sugado" de todas as direções para a energia negra e densa que surgia sobre ele, parecendo mais uma propria parte do ceu noturno, ou até mesmo um buraco negro absorvendo até mesmo o vento ao redor dele. Quando a esfera terminava de crescer, Sieg descia os braços para frente, a jogando em velocidade em direção a concentração de parte das criaturas aladas que os cercavam, mais exatamente aquela entre o local que os demais imperiais estavam e eles. A cada centimetro a energia da orbe parecia exercer uma força gravitacional mais intensa praticamente arrastando cavaleiros, armas e até mesmo os dragões devido ao tamanho da orbe de energia.

-ALTAIRIS!
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:04

Melantha:

Com os olhos pequenos devido ao cansaço e sem saber como suas pernas mantinham seu corpo em pé, Melantha seguia Gabrielle instintivamente, em silêncio. Algumas vezes apoiava a mão no corredor. Ao sair do porão, só observou o cenário com expressão vazia, sem ligar para a aparência do local e as pessoas feridas. Provavelmente tinham quem as socorresse. Sem forças não seria capaz de obter sucesso em combate e sem sua voz, suas magias pareceriam coisa de iniciante.

Então a menina lhe oferecia o cantil, com um sorriso. A ruiva tentava sorrir em retribuição mas nem ela mesma sabia se tinha conseguido. Pegou o cantil e deu um gole, pequeno, com medo da reação que sue corpo poderia ter já que nada andava normal.

Depois o olhar repousou sobre a mochila, já que sentira a mesma encostada em sua perna. Provavelmente se não estivesse no modo deprimente, teria tido o reflexo de puxar a perna, mas ficou aí, parada. O olhar fixo na mochila e na caixinha. A mesma caixa que lhe dera a visão no observatório e no quarto, dando uma pista que Fil estava encrencado. E nesses anos todos não tinha descoberto quase nada sobre a caixa. Thys falecera antes dela poder contar mais coisas e indagar sobre a caixa. Será que a mochila que não lembrava quase nada sobre... queria que ela ouvisse a caixa? A imagem de sua mãe e Astraeus veio a mente e assim o coração apertou. Tinha medo de ter uma visão nada agradável. Mas provavelmente... a dúvida era pior.

Se abaixou devagar e pegu a caixa com as duas mãos. Não iria atravessar novamente um deserto horrendo... sem saber que poderia ter uma informação preciosa para ela ali. Respirou fundo, abriu a caixa e fez a mesma tocar. Se não desse em nada, poderia culpar seu estado crítico que lhe causara devaneio.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:05

Lei:

Precisava se livrar daquela criatura e rapidamente. Lei então, ignorando a dor no calor da batalha, ergueu o braço do mesmo lado do ombro que era mordido e agarrou a cabeça do lobisomem. Na outra mão, sua foice se retraiu em um bastão novamente através de um simples comando mental e ele tentaria perfurar o olho do lobisomem com o bastão, para se livrar daquela forte mordida.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Joshua Stranford em Qui 01 Ago 2013, 08:07

A Ascenção do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados - parte 13


Warjillis:

Lei, Minami e Sun:
Lei: Ferido

Realmente não havia nenhuma notícia de reforços vindo de Terania, o que achava estranho, julgando como era Joshua, era capaz de receber o quanto antes.

Infelizmente nem os esforços do monge nem de Minami foram suficientes para tirar aquele ser (sim, lobisomem). Sun foi o primeiro a notar que precisava mudar de forma logo. O nível daqueles seres na guerra era superior a simples soldados, soldados simples que seriam de frente dos batalhões teranianos e agora estavam reduzidos a um grupo diminuto que estava sendo cercado.

Minami notou que aquele lobisomem não era um qualquer, era exatamente o que tinha comentado com Lei, eram tribos que tinham se desviado do caminho honroso e da natureza e agora o pior que carregavam o mesmo “cheiro” de uma tribo que ela mesma era bem próxima.

Mas Lei finalmente conseguiu tirar o Lobisomem, mas o dano não pode ser prevenido, os dentes tinham causado vários buracos da armadura. O lobisomem recuou com ganidos e colocou a mão no olho. Afastou-se de Lei rosnando ainda.

Um Lycan da família dos Javalis finalmente conseguiu entrar na defesa após derrubar vários. Carregava um machado gigante de guerra, admirável pelos anões e foi em direção de Minami como um touro enfurecido.

[resultado dos dados: Javali 8 vs Minami 3 - Descreve como levará a machadada]

Os dois Drows passaram por cima dos ombros de Sun e cairam em sua frente, armados com duas adagas cada um e logo avançavam contra o monge.

[resultado dos drows: 6 e 17, roda 1 dado para cada drow]



Sieg e Zzrill:
Zzrill: Ferido

Certamente tudo estava seguindo a uma escala completamente diferente do que antes. As forças infindáveis da Horda eram alvos da magia de Sieg. Muitos começavam a ser absorvidos, principalmente os pequenos. O que causava que muitos do grandes acabavam sobrando. ERa uma vantagem temporária, um buraco em que Sieg foi capaz de criar, mas o tempo ainda não estava mais do lado dos imperiais. Sieg por estar por cima, notou que um segundo grupo de corpos estava sendo arrastado para o círculo e o Hecatombe inicial não estava perto o suficiente para ser absorvido.

Nevoeiro de ácido sulfúrico subiu de imediato na medida que Zzrill foi ativando sua Magia Erebea. Um rugido raivoso, e incandecente ascendia na fumaça enegrecida.

O chicote de puro fogo saiu de dentro da fumaça, sua ponta era tripla e carregava bolas com espinhos. Chicotada que era manuseada hábilmente e atingiria certamente Zzrill e Sieg ao mesmo tempo.

[Chicotada: 20 vs Zzrill, 19 vs Sieg]

Sieg principalmente notava que a magia negra que o elfo drow invocou foi o estopim de algo que estava aguardando sua vez. Seja quem tinha organizado o ataque para Terânia, sabia as possibilidades que podia encontrar pelo caminho.

A fumaça não cedeu, mas agora era possível ver o agente atrás disso.

https://2img.net/h/i463.photobucket.com/albums/qq352/jityan/f627e1e791300cf0_zps77b59633.jpg

O Balor(nome convencional no D&D, Balrog para Senhor dos Anéis) segurava firmemente o chicote na sua mão esquerda enquano o seu direito segurava uma falchion embebedada em puro fogo.


Horda reduzida em 30% após ataques de Zzrill e Sieg, mas só os peãozão



Annabella:

- Não senhora! Eu ficarei aqui. Não posso te deixar contra essa criatura... horrorosa! - Kel ficava pensando no que poderia fazer, até que o som de frascos rolando abaixo foram ouvidos.

- Garoto, admiro tua coragem. Use esses frascos sim? Tenha certeza de colocar só na lâmina da sua espada ou derramar contra esse demonio de fogo. Se encostar neles, vai perder seus membros.

Kel pegou aquela meia dúzia de frascos e deu dois para Annabella. Eles eram frios no toque.

- Se tiver alguma magia de proteção, vai ser um começo, precisamos de uma base para termos segurança contra essa coisa. DEpois s epossuir algum encantamento que me proteja ou que torne minha arma util contra essa criatura será bem vinda.



Terânia:

Melantha:

Seu corpo ainda estava se recuperado, e a sede fez com que bebesse muito do cantil.

Melantha talvez não se lembrasse da caixinha ter um olho fosforecente. Estava aberto e olhava o nada. Assim que ela botou para tocar, viu a figura de Thys, pequeno, como um holograma. Algo girava dentro da caixinha e parecia fazer a imagem ser animada. Primeiro viu o mestiço lhe reverenciar e depois um olhar bem triste. Seu rosto se afinou e fez um barulho baixinho mas audível. Thys estava assoviando para Melantha e com isso ele conseguiu realizar uma magia. A magia simples de Luz que se acendeu na ponta de seu indicador. Fez o mesmo com uma flauta transversal que tinha. Aquilo era a lampada de luz que a ninfa precisava, poder usar suas magias sem precisar recitar, mas sim com outros meios sonoros ou performance, já que ela tinha capacidade disso.

Gabrielle mordia o lábio inferior e começava a puxar um par de luvas reforçadas e amarrava o cadarço firmemente de suas botas.

- Por favor, não saia de trás de mim quando estivermos tentando sair, está bem? - Agaixou-se na frente da ninfa, vendo que ela só encarava a caixinha e nada acontecia (para a serviçal).



Draenelle:

Infelizmente seus dias de paz acabaram, não que tivesse desde que tinha voltado de Firelands, mas a presença da invasão da Horda foi a pior hora possível. Aquele sentimento estranho era gritante, mas Joshua havia dado um pequeno amuleto para tentar ajudar a conter qualquer meio de dominação do outro lado.

Aquela noite, passado da meia noite, Joshua teve de se ausentar após ser inundado de informantes e mensageiros. Coisa que Draenelle presenciou quando o mesmo estava com ela conversando sobre algumas coisas sobre influências. Aquele dia em especial, ele tinha tomado o lugar de Lei, já que o mesmo precisava ir investigar os problemas que estavam circulando a área.

A cidade de Terânia tinha ativado as barreiras de luz formando uma defesa formidávelmente impenetrável. E com isso a cidade ficou guardada e pronta se defender.

Draenelle estava no coração e não sabia o que se passava muito, mas pelo reconhecimento de seus atos em Firelands, a mestiça foi requisitada a ir para as bordas e conter qualquer invasão. PRecisavam de qualquer ajuda possível. E foi uma ordem de Joshua a todos sem exceção.

Durante sua trajetória para o local, viu o tempo se fechar e chover intensamente. Raios e trovões iluminavam algumas nuvens e mostravam silhuetas de não só um, mas vários dragões que voavam em volta. E num estrondo violento, viu Joshua em sua forma colossal e azul se colidir de costas contra a barreira enquanto entre as várias nuvens, uma cabeça azul e uma negra emergiram, abocanhando cada ombro dele. Rugidos foram trocados, e então a mestiça notou a gravidade da situação.



Melantha e Draenelle:

A quietude era a última coisa a se ter naquele instante. Ouviam algum capitão lançarem as saraivadas de flechas e as armas de cerco, mas o número de torres de madeira que chegavam perto dos muros era muito maior do que a velocidade que conseguiam derrubar. Foi uma quantidade menor que uma dezena, mas foi suficiente para derrubarem muitos dos arqueiros. E por fim, seguido por barulhentas batidas, o portão estava começando a ceder. Logo, mesmo não estando certamente pertos, tanto Draenelle como Melantha sabiam que era questão de tempo até a Horda entrar.
avatar
Joshua Stranford
Admin
Admin

Mensagens : 345
Data de inscrição : 16/01/2011
Localização : Uris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Admin em Sex 16 Ago 2013, 16:28

Lei:

Assim que o lobisomem que atacara Lei se afastou, o barbudo transformou o bastão em uma foice novamente, e naqueles momentos de hesitação, pôde perceber a situação geral. Devido aos esforços de Sieg e Zzrill, a horda havia, pela primeira vez, interrompido seu avanço. O ombro ainda estava ferido e a mordida sangrava, mas o barbudo fazia o máximo para ignorar a dor e se concentrar no que estava acontecendo. Neste meio tempo, Lei gritou a quem estivesse ali perto:

- Recuar para o centro da cidade! RECUAR!!

Foi só depois que viu Minami ser atingida pelo machado daquela criatura. Ele gritou na direção dela, mas, para ajuda-la, precisava derrotar o lobisomem primeiro. Ele avançou em fúria contra a criatura, imbuindo sua foice em chamas, e iria desferir um golpe contra o peito do monstro, na diagonal, visando rasga-lo.




Sieg:

Sieg mostrava um primeiro sinal de cansaço, respirando pela boca de maneira pesada uma única vez após arremessar aquela energia e observar o resultado. Ele talvez era o menos resistente fisicamente dos imperiais, e ao contrario de alguns raramente se metia diretamente na frente de combate como estava ocorrendo agora. Observava os resultando por um instante, e já havia chegado a conclusão que não era uma batalha que poderia ser vencida por eles. Estavam ali para defender a cidade até o fim, mas certamente não era o bastante.



- Já teríamos destruído metade de Terânia com nossos ataques, mas a situação não parece favorável Arqueiro Imperial. Talvez devêssemos...



Era prontamente interrompido por um chicote de chamas que surgia de dentro da fumaça, em uma velocidade impressionante que dificultava todo tipo de esquiva:



Sieg sentia sua pele rasgar e ao mesmo tempo ser queimada pelas chamas, erguera o braço por puro reflexo no ultimo instante e via o ferimento em sua carne. Observou a criatura abaixo deles visivelmente impressionado, ainda mais visualizando a criatura gigante que se aproximava. Estudou a situação por um instante enquanto analizava as possibilidades.


Minami:

A tentativa de salvar Lei custou a Minami a atenção em seus arredores, esquecendo-se de que poderia ela mesma ser vítima de um ataque. Apenas percebeu segundos antes, quando o golpe do machado cortou-lhe profundamente o lado esquerdo de seu abdome. Minami rosnou alto, recuando alguns passos com a mão sobre o corte enquanto pressionava-o.
O olhar estava fixo em seu novo oponente, com as pupilas dilatadas e os pelos ao longo do dorso arrepiados, eriçados. Não demorou a retirar a katana da bainha, com as duas mãos, para tentar golpear de baixo para cima o javali.


Zzrill:

O momento que ele se distraiu para ouvir o Sacerdote lhe custou caro. Fora pego de surpresa pelo ataque do Balor. Mesmo sendo feito de raios agora, ainda podia ser ferido. e muito, pelo visto. Para a sorte do drow, os relâmpagos cauterizaram a ferida, para que não sangrasse [ se sangrar, claro.

- Realmente, Sacerdote... agora eles me pegaram de surpresa.  Um Balor? De todas as criaturas esta é a mais caótica que eu conheço. Como diabos conseguiram o apoio de um?

Ele olhou para o sacerdote, os olhos denotando uma certa preocupação.

- Acho que posso detê-lo, mas vou precisar que você distraia ele.  Precisarei de algum tempo [ 1 turno /o/ ] para preparar um Circulo de absorção de Magias para absorver a energia dele.  Pode segurá-lo por esse tempo, sacerdote?

Não esperou confirmação,  voando mais alto e avante, longe do alcance do Balor e de qualquer outra criatura. Voou alto, onde poucas criaturas o ousariam seguir.  e então estendeu as mãos para baixo, concentrando a energia da 'Armationem' nos punhos

DUALBUS EMISSAE: SINISTRA ET DEXTRAM PLUS 'ARMATIONEM' : CIRCULI ABSORPTIONIS EX TEMPORA!!!

O Círculo se formou, mas lentamente dessa vez. Era ainda mais intrincado e poderoso que o outro, e visava não só absorver a magia dele, mas a vida também

http://images3.wikia.nocookie.net/__cb20110322152630/mahousenseinegima/images/a/ac/Taijindou.jpg




Sieg:

- E talvez sequer seja a maior ameaça...Aquela criatura feita dos mortos, e outra pode surgir logo. Não sei por quanto tempo conseguiremos manter este ritmo.



Comentou observando mais uma vez o cenário, talvez com sorte conseguiriam agüentar por  mais tempo. Mas Sieg era um guardião do tempo, sabia como o destino de cada um funcionava e como as forças ligadas a este conspiravam, ignorando conceitos como “sorte”.


- Você continua a agir como se a batalha pudesse ser facilmente vencida...Espero que tenha a mesma naturalidade para aceitar quando é necessário recuar, não gostaria de ter que carregá-lo desacordado.



Ouviu a “solicitação” do Drow e suspirou de maneira profunda, colocando a mão palma da mão esquerda levemente acima do punho fechado da mão direita, afastando a medida que uma espada de energia aparecia, olhando ao longe para a gigantesca massa de corpos.



- Eu pretendia tentar algo contra aquilo... Mas posso me atrasar um instante ou dois, mas lembre que “tempo” é algo que não temos e dispomos no momento.



Com aquela “arma” de energia que não possuía uma forma verdadeiramente sólida em mãos, ele investia em velocidade em um tipo de “rasante” contra a criatura em combate corpo-a-corpo desferindo um golpe. A arma em si não possuía uma lamina física, de forma que seu ataque era baseado exatamente em
drenar as forças, mágica e vital da criatura conforme inflingia ferimentos.




Annabela:

Apesar de não estar facilitando as coisas para o seu 'plano' - ela não tinha ideia do que estava acontecendo acima dos dois -, agradeceu mentalmente por Kel ficar, mesmo sendo contraditório. Caso falhasse ali, aquele demônio seria um acréscimo na lista de problemas para os outros. Um grande problema, vale frisar. Ela apenas concordou com um breve aceno na cabeça e deixou que sua cabeça voltasse a trabalhar, pensando em novas hipóteses. Mas o monstro de fogo não esperaria por muito tempo - por tempo nenhum. Até que escutou um estranho ruído de vidrinhos se chocando - o que não parecia se encaixar na cena. Annabela parecia ansiosa, e por causa de Kel, pôde visualizar os frascos quando o mesmo os pegou. Sua expressão ficou confusa, mesmo depois da explicação, mas... teria que servir. Estendeu a mão livre - já que a outra ainda segurava o amuleto que o Comandante lhe entregara - e segurou os recipientes pequenos, estremecendo por causa do contato gélido. Annabela enfiou o amuleto na parte de cima do vestido, onde o objeto ficaria muito bem guardado - não queria correr o risco do demônio pegá-lo ou acabar o perdendo no meio dessa confusão.
  - M-Magia de proteção? Eu... Kel, não sei fazer isso... Não tenho controle. As sensações... elas simplesmente chegam e... - do que adiantava arranjar desculpas? Annabela mordeu o lábio inferior por um breve momento - Certo, eu vou... tentar. Mas, Kel, por favor, proteja-se, está bem? Preciso me concentrar...
  Então, apenas por instinto, Annabela fechou os olhos e buscou dentro de si qualquer indício... de alguma coisa. Ela parecia estar se esforçando, mas era muito inexperiente. Porém... até hoje, sempre se saíra muito bem.
  Estava viva, afinal.



Sun:

No momento Sun tinha perdido o foco da guerra. Não havia conseguido ajudar Lei e agora duas criaturas que ele nunca havia visto se colocavam diante dele e o atacavam. Sun agora agia quase sem pensar. Não tinha pensado em se transformar, apenas a situação que o levou a isso. Assim que os drows avançaram, Sun saltou para trás para evitar os golpes, mas não foi rápido o bastante, seus reflexos não estavam ainda afiados. Sua forma ainda não estava definida, estava entre o homem e o híbrido e talvez isso ainda tivesse o dificultando. Apesar da dor dos golpes, Sun começava a se sentir mais solto em relação a batalha. Sun não pensou em nada, após o ataque. Não havia parado para avaliar os prejuízos e tampouco obedecera a ordem de recuar de Lei. Ele puxara o primeiro drow mais próximo, por puro instinto e lhe deu uma cabeça.



Parte 14:

Warjillis:

Lei: Ferido [-1 em todos os dados]

Sieg: Ferido [-1 em todos os dados]

Zzrill: Espancado [-2 em todos os dados]

Minami: Ferida Gravemente [-2 em todos os dados]


Todos:

A Ordem de recuo havia sido dado pelo Comandante(Lei).  Os soldados que conseguiam segurar a posição foram lentamente recuando como ordenado. Cansaço e muitos eram os feridos. A quantidade de mortos era muito grande e o custo de segurar a Horda foi caríssimo. Estranhamente o reforço pedido por Lei não tinha chego ainda. Ao menos recuando para o centro, poderiam passar pelo portal e ir para Terânia. Warjillis, talvez como outros lugares, realmente não tivesse condição de sobreviver.



Lei:

O lobisomem sofreu o ataque do comandante e ganiu alto de novo ao ter seu peitoral rasgado com a lâmina flamejante. Conforme a ordem de recuo, os primeiros soldados que se aproximaram, terminavam o trabalho, executando o lycan ali mesmo. Eram alguns segundos que Lei teria



Minami (e eventualmente Lei):

Minami pagou caro e enfrentou um oponente que se quer imaginaria sua força, era também da família dos licantropos, mas a força de um Javali era difícil de ser superada. A machadada acertou-lhe em baixo das costelas, causando uma ferida maior do que a lupina esperava. Os primeiros soldados que se aproximaram no recuo, avançaram contra o Javali, sendo que só dois realmente conseguiram penetrar a armadura de cota de malhas que o mesmo usava. Os outros quatro falharam drásticamente. Minami entendia o nível daquele ser onde conseguiu se defender contra seis. Era o momento perfeito para atacar, ele estava semi-distraído.


Mas mesmo assim, atacando ele, a oriental acabou não causando dano como queria. O fato de ter deixado de lado qualquer batalhas em sua vida havia feito com que Minami tivesse ficado inferrujada completamente.


O ganido causado por Lei no outro Lupino que tinha se infiltrado era sinal que seu marido o havia derrotado, mas e ela? Estava ainda presa com o Javali.


- FRACA, NUNCA ENFRENTEI ALGUÉM TÃO FRACO NA MINHA VIDA, É ATÉ DESGOSTOSO USAR MEU MACHADO CONTRA TI. NÃO PASSA DE UMA VERGONHA PARA TODOS OS LYCANS.


O javali, cercado tanto por Minami como os combatentes aliados, se viu necessário em usar um ataque de área a sua volta onde girou o machado de guerra para derrubar todos a sua volta.


[Ataque de Javali 15, dEfesa de minami: 13, Soldado1: 2, S2: 6, S3: 5, S4: 14, S5: 20, S6: 17 - Ou seja, Minami falhou de novo]


Com a exceção de dois soldados, todos foram derrubados com a machadada que foi suficiente para estourar os peitorais ou ombreiras de todos ali. Dois soldados foram rápidos o suficiente para não serem atingidos


A lupina havia sido atingida no braço esquerdo deixando quase inútil. Agradeceria mais tarde a rapidez de regeneração da maldição.


[Caso Lei ataque, defesa do Javali = 8, então dif 8]

[Minami caso ataque: 9, Javali defesa 8]



Sun:

Cabeçada que não parecia ser nada para o monge tinha sido fatal para um dos Drows. O mesmo caiu no chão praticamente naquele exato momento. O outro arregalou os olhos ao ver o monge e soltou algumas palavras, provavelmente a linguagem deles... o que fez com que suas orelhas afiadas finalmente fossem reativadas... era como se Sun pudesse entender só pela entonação. Pegava resquícios de um misto de “Desgraçado” e “Filho da ****”.


Sem esperar, o drow partiu para Sun novamente para atacar com as adagas. [Rola lá dado, dif 15]



Annabella:

Situação apertada quando ouviu Lei mandar recuarem. Annabella “via” ainda Kel de frente ao demonio de fogo. Mas ao tentar se concentrar, perdeu-se novamente em pensamentos e devaneios.


- GAROTO! Jogue a garota, foram ordens da sua capitã! - Gritou a voz élfica que tinha dado os frascos. Depois de derrubarem o JAvali, William que se recompos, e Tinsel estavam lá ajudando os que podiam e esticavam os braços.


- … T-tá! - Kel jogou um dos frascos no chão, fazendo com que o demônio de fogo recuasse e amenizasse as chamas. O local tinha ganho um ar gelado de instantes que segurou o fogo. Kel pegou Annabella pela cintura e a jogou para cima. A mesma foi agarrada por um braço mais forte ainda e foi trazida para cima.


- VOLTEM AQUI! - o fogo tomou o buraco momentos antes de Annabella ser puxada para cima. Agora que Kel não mais estava presente a sua volta, podia ver pelos olhos de Tinsel e William que era ela a ser puxada e que o buraco foi tomado completamente com fogo, subindo um geiser de fogo a alguns centímetros dos pés da mulher.


Sieg:

O balor ainda estava lá, próximo de Sieg, levatou sua enorme espada flamejante e desceu diretamente contra o feiticeiro.


[Defesa contra Balor, dif 9]



Zzrill:

Zzrill teve tempo suficiente para terminar toda recitação que precisava, mas viu algo de longe que lhe deu calafrios. As nuvens pesadas do céu alternavam com raios e trovões para iluminar entre elas. Um corpo massivo, levemente amarronzado que uma ou outra vez saia das nuvens aproximava-se. Era um leviatã voador praticamente por causa de seu tamanho. E o pior, a cada clarão, ele estava descendendo mais e se aproximando mais.


Uma cabeça de dragão azul, grande o suficiente para ser adulto desceu, seu chifre carregado de pura eletricidade era o motivo dos vários clarões onde os raios se concentravam várias vezes. Até então, deveria ser o líder dos draconicos azulados que estava atacando.


Uma cabeça branca, um pouco maior, mas característico de adulto desceu e finalmente fez o Drow entender que ele era responsável pelos ventos frios. Este realmente seria o encarregado dos dracos brancos.


O terceiro desceu, mesmo envolto de fumaça, e a coloração que o definiu bem, um dragão verde. Líder daquele terceiro tipo que atacava Warjillis.


Seriam os três voando coordenadamente ao mesmo tempo? o drow mestiço desejava isso até que um outro clarão confirmou que só existia um par de asas que batiam com força daquele corpo massivo marrom que desceu mais e mais, revelando finalmente que era apenas um, carregando todos os três.


Estranhamente, todos os três, possuíam olhos roxos, diferente do comum que deveriam carregar a iris da mesma cor das escamas. [cabeça azul no centro]. Sua boca enorme se abriu e se pronunciou.



TODOS:

- Magnífico, a Horda esperou como instruído. Quem diria que um monte de animais finalmente obedeceriam melhor quando todos aqueles lá de cima resolveriam se juntar. Enfim... - Em sua voz trovoante, todos que estavam presentes poderiam ouvir. - Recuem, daremos esse “luxo” para poder preparar a melhor defesa possível, mas paciência é o que me falta, vos darei simples 5 minutos [acaba na próxima rodada]. Nós lembraremos muito bem na história do quão estavam despreparados só para a primeira infantaria da Horda. Com a exceção de Warjillis, claro, afinal provaram ser resistentes até os reforços chegarem. Essssstou impressionado com tamanha capacidade. Mas não queremos prisioneiros, não agora. Não enquanto Myrkul desejar assim. - A principio, a voz relembraria exatamente o de Joshua, mas seu tom e entonação perdiam-se com a falta de um certo ar de gentileza. Mas ainda assim era suficiente para fazer qualquer caixa toráxica tremer.


Com um simples rugido, a horda parou de atacar, e recuou alguns passos, mas mantendo defesas altas. Aqueles que tinham se infiltrado e estavam bem ainda, simplesmente arranjaram saídas enquanto os que tinham pouco a oferecer, foram executados pelas tropas dos aliados.


As atividades de levar os corpos não parou. Um segundo monte estava no processo de levantar mais um hecatombe, enquanto o primeiro, levemente lerdo, acabou não tendo chance de se aproximar.


Nota geral: Quem não teve oponente derrubado, ele recuará perante a ordem de recuo do draco de 3 cabeças


Nota para Ahmik: aviso de recuo e dialogo em azul foram todos ouvidos pelo sacerdote. Os corredores subterraneos levam ao centro de Warjillis qualquer coisa.


Nota para Katherina: Kat vai tah no meio da massa que tava defendendo Warjillis, pelotão que tah td em volta do Lei e do buraco (onde Annabella foi puxada).





Terânia:


Melantha:


A mochila pesava praticamente nada. Chegava a ser estranho, já que já vira ele colocar tanta coisa dentro.


Gabrielle preparou seus sapatos que certamente não eram apropriadas para a situação e verificou se Melantha a segurava bem para de novo, ir de rua em rua, se escondendo de qualquer contato direto com a Horda. A garota que parecia só uma serviçal era ágil e forte o suficiente para derrubar algumas portas com chutes. De residencia em residencia, conseguiam usar as portas dos fundos e se locomoverem para uma saída que não era perto do portão. Mas numa dessas travessias pelos fundos da casa que estavam conectados, Gabrielle acabou caindo para trás ao dar um grito de susto e dor ao mesmo tempo. Seu abdomen sangrava bastante e a figura em que ela tinha se esbarrado acabou se revelando, até então invisível.


https://2img.net/h/i463.photobucket.com/albums/qq352/jityan/Rise%20of%20Three/144_zpsf5c6e621.jpg


Duergar. Uma guerreira anã de pele cinza enegrecida. Segurava um machado numa mão e a outra um escudo.


A serviçal levantou-se de imediato após deixar a Mochila e arregaçou as mangas. Onde o corte estava, havia um pouco de sangue, mas maior parte do impacto havia sido absorvida pela cota de malha que ela usava por baixo.


- Eu não fui informada de Duergars... se eles infiltraram invisíveis, é possível que eles tenham chego a uma distância que se quer teríamos idéia.


Gabrielle sorriu de leve quando levou outro ataque de outro duergar que estava invisível também. Sua coxa agora possuía uns furos de garras. A garota servçal reagiu de imediato onde perfurou a garganta do Duergar com uma faca, tomando a vida do mesmo naquele instante.


Machucada ainda assim, recuou, ficando logo na frente da Ninfa para proteger a mesma de qualquer jeito. Continuou recuando para ficarem de trás para a parede, evitando qualquer meio de ser surpreendida nas costas da ninfa e dela mesma.


- Heh... Xeque... um xeque quase mate. As três regras... Consegue se teleportar, srta Melantha? Salve-se a si mesma ao menos.




Lei:

Lei havia se livrado de seu próprio atacante, mas sua esposa ainda estava em perigo. Assim que o grande javali metamorfo derrubou seis soldados ao mesmo tempo e quando viu Minami caída ao chão, sem reação, Lei correu naquela direção. Preparou um golpe com sua foice e partiu em carga contra o metamorfo, gritando:

- E que tal enfrentar isto, seu desgraçado?!

Lei afundou a lâmina da foice no crânio do javali, fazendo o sangue dele espirrar em grande quantidade, cobrindo o barbudo de sangue. Enquanto retirava a arma da criatura, ele ouviu aquela voz estrondosa que cobria toda aquela planície, vinda daquela criatura alada colossal. A semelhança com a voz de Joshua o assustou, mas isto poderia ser apenas uma semelhança dracônica. Se o que a voz disse era verdade, então tinham apenas cinco minutos. Lei correu até Minami e ajudou a oriental a se levantar, colocando o braço ileso dela ao redor de seu pescoço e se dirigindo para o centro da cidade.

Caso Sun não conseguisse se livrar de seu atacante, Lei voltaria para ajuda-lo. Ele também olharia ao redor, procurando por Annabela e Ahmik, tentando ver se estavam perto. Não queria admitir, mas, sem os reforços e sem uma preparação adequada, Warjillis estava condenada. Com leviatãs, gigantes e balores, começava a se perguntar se as próprias forças teranianas seriam capazes de conter aquela ameaça.




Minami:

Jamais havia enfrentado um javali em sua vida, muito menos um javali licantropo… Surpreendeu-se com a força de seu oponente e recuou alguns passos, cobrindo com a mão livre um pouco do ferimento sob as costelas para conter parte do sangramento. Rosnava, sentindo a dor tirar parte de sua concentração e um pouco de sua eficiência. Não sabia se a presença dos soldados seria de grande ajuda ou se deixariam tudo ainda pior: se nem Minami aguentava o Javali, seis soldados enfrentá-lo seria desperdício, terminariam todos mortos.

O ganido do outro lycan havia sido ignorado, a situação de Lei agora era ignorada. Minami precisava pensar em si, precisava pensar em sobreviver ou suportar pelo menos até que ajuda eficaz de fato chegasse. A respiração era pesada e o sangue que deixava a ferida manchava sua pele e suas vestes, deixando pequenas gotículas no chão. Não o respondeu verbalmente. Estava mesmo fraca, não parecia aquela Minami que havia derrotado Lei. Rosnou algumas vezes apenas, frustrada por outro ataque inútil.

Outro golpe e a lupina estava no chão, agora também com o braço esquerdo gravemente ferido e pouca força para se levantar e lutar. Segurava ainda a katana, buscando forças para sentar-se e continuar. Felizmente, entretanto, algo fez com que os soldados da horda recuassem… E Minami literalmente se largou no chão. Respirar já era esforço o suficiente.



Sieg:

Talvez por estar puramente interessado em "distrair" a criatura, Sieg conseguia bloquear o golpe da espada facilmente, fazendo que a energia da lamina de sua arma reagisse com o fogo demoniaco da do adversario arrancando algumas faiscas para os lados, até que o sacerdote usava a força de seu corpo para afastar o demonio um passo empurrando com força a espada, e dand um salto para trás.

- BASTA! Isso acaba agora...

Sieg mantinha o olhar na criatura e a espada se desfazia, a medida que ele apontava ambas as mãos para o chão e em seguida uma para cima. O vento fazia a terra levantar levemente do chão, e uma energia dourada envolvia o guardião. O vento começava a ficar mais forte, e uma precipitação ia crescendo acima dele no céu. Algo se formava, parecendo ser literalmente um "buraco" na realidade...

(imagem: http://images4.wikia.nocookie.net/__cb20121208112925/fairytail/images/8/83/Sema.gif)


Até que aquela criatura surgia nos céus, e aquela voz se espalhava de forma imponente. Sieg parecia "cancelar" a magia a medida que olhava para o dragão e não proseguia com os gestos e tudo voltava o que era instantes atras,  Olhou apenas a criatura recuar. Direcionou o olhar em seguida para o arqueiro arcano, enquanto se erguia no ar mais uma vez.

- Zrill... Precisamos reunirmos com Keylosh mais uma vez e vermos como prosseguir.  Deixe seu orgulho de lado e aceite isso para depois, não é o tipo de inimigo que se venceremos sozinhos. precisamos de todos.

O chamando pelo nome, o sacerdote levava uma das mãos ao peito enquanto era envolto por uma aura de cor branca, fazendo com que os ferimentos causados pelo chicote de chamas fossem cicatrizados. Aguardaria qual seria a ação do arqueiro antes de sair dali.




Katherina:

Por estar preocupada e nervosa demais, sua mente foi atingida por vários outros pensamentos, que a desestabilizaram o suficiente para que sua concentração fosse quebrada. Até tentou recuperá-la, mas não deu certo. Ainda mais quando escutou uma voz desconhecida ecoar pelo buraco, obviamente falando com Kel e se referindo a Annabela. Porém, ela não queria sair dali... Será que o homem estava ciente da presença demoníaca? Quando Kel a segurou pela cintura e impulsionou seu corpo para cima, Anna teve uma péssima sensação. Algo forte, que apertou seu peito ao ponto de ter a impressão do coração ser quebrado em vários pedaços. A ânsia... conhecia muito bem aquilo. Quando seus pés tocaram o chão e pelos olhos dos homens pôde ver o buraco em chamas... Annabela gemeu.
  Kel estava morto, e ela não tinha feito nada. Lembrou-se de Jaime e gemeu mais uma vez. Também não fizera nada para ajudá-lo... Era para ela ter sido ferida, e não o rapaz. Mizabel a teria corrompido, e não a ele. Mal percebeu quando as lágrimas começaram a cair. O Comandante talvez estivesse errado... Annabela não era uma boa ajuda.
  Então, assim como todos, escutou uma voz completamente estranha e que lhe causou fortes arrepios. Não bastasse o timbre ruidoso, o conteúdo de suas palavras era alarmante. Annabela engoliu em seco. Por mais inexperiente que fosse, era capaz de perceber que aquela situação horrível podia piorar... e muito. Ainda estava abalada pela morte de Kel - era tão jovem... -, mas... muitas outras mortes poderiam acontecer. Sabia que tinha algo dentro de si especial... Só precisava de mais calma. Queria mesmo ajudar. E torcia para que sua vontade influenciasse de alguma forma o que havia escondido dentro de si mesma.



Sun:

Sun estava cada vez mais animado com a luta, o que conseguiu entender do que o outro drow dizia após ele ter derrubado um dos deles com uma cabeça o fez estalar a línga nos dentes e dar uma risadinha divertida. Assim que o drow que ainda estava de pé fez uma nova investida, sun golpeou rapidamente com o bastão no braço do drow de modo a desviar o golpe e abrir a defesa do mesmo, mas não havia funcionado. O drow uma vez mais conseguia lhe acertar , tendo um tempo de reação mais rápida que a do monge. Mas sun aproveitou a proximidade em que estavam para logo desferir um direto contra o dorw, e tirar aquele incoveniente de perto dele. Assim que soltava o golpe, rapidamente sua atenção foi desviada quando ouviu uma voz forte como o trovão.



Zzrill:

Zzrill terminara o círculo, uma maravilha de  trabalho arcano, na verdade, mesmo feito as pressas. Runas e diversos outros símbolos pairavam coordenadamente no ar,  prontos para ativar uma das maiores magias no arsenal do  arqueiro arcano demoníaco Zzrilldrach Darrksin. Mas como, aparentemente não era o dia de sorte para o nosso drow, uma presença fez o sangue gelar. Três cabeças dracônicas apareceram diante dele, pairando exatamente á altura dos olhos do drow. O leviatã, em questão parecia ser o líder daquilo tudo. um filho de Tiamat, talvez? Mesmo que fosse, não era alguém que o drow quisesse comprar briga. O balor abaixo era um guerreiro novato perto de uma criatura como aquela. O Sacerdote , então apareceu, aparentemente ileso. Zzrill agradeceu por isso mentalmente.

- Eu sei, Sieg.  Pelo visto aquilo alí me parece ser a prole de Tiamat. Eu sou confiante, não insano. Não enfrentaria uma criatura dessas nem meso em sonhos, Sieg. Vamos  reagrupar em na cidade...


Dito isto, ele tocou no círculo e disse.

SUPLEMMENTUM!

As runas começaram a se mover, subindo o braço do drow, cravando-se na pele dele como se fossem ferro em brasa. o drow fez uma careta de dor até que, por fim uma réplica em menor escala do círculo estivesse gravada na pele dele. Poderia reutilizá-lo assim, mantendo a magia por um tempo indeterminado.




Sieg:

- É um ponto discutível.Conheço uma regente de um local próximo que com certeza discorda sobre sua “sanidade”.



Comentava com um tom um tanto ameno olhando para cima, ainda refletindo sobre tudo aquilo. Ouviu as palavras do arqueiro imperial e concordou com um movimento de cabeça, voltando-se a deslocar-se pelo ar indo até o local onde imaginava que estavam Lei e os demais.



Melantha:

Ver o desempenho da garota fazia a ninfa ficar na dúvida de quais eram as reais habilidades de Gabrielle, com sua força e equipamento e se ela tinha habilidades para combate, porque se fazia de empregada. Mas o grito fez o coração dela parar um pouco. É claro que não seria fácil sair de um lugar sendo invadido. Como queria ter certeza do tamanho de sua fraqueza naquele momento para poder ajudar a menina no combate. Queria curá-la, mas logo veio outro ataque. E a barda foi empurrada contra a parede. Veio a proposta de teleporte... mas não... anda não poderia sair de lá tão fácil.

Pela primeira vez ficou feliz de ter um bandolim no lugar de violão, por ser menor, arranjou um espaço para começar a tocar e conjurar um pequeno grupo de mephits de sal. Ordenou-os a usar seu "glitterdust"(quase treinadora pokemon) para revelar os duergar escondidos e se tivesse muita sorte, poderia até render alguns cegos. Logo após isso, tentou proteger Gabrielle para que a mesma não fosse atingida pelo brilho dourado (fosse a segurando pelo braço, fazendo-a abaixar um pouco a cabeça...).  Torcia para que isso fosse o suficiente para acabar com a desvantagem, não queria abandonar mais um no meio do perigo. Não queria que mais um morresse por sua culpa.




Ahmik:

Ahmik ouvia os passos enquanto desgastava as colunas que sustentavam os corredores e túneis, conseguiria fazer isso em alguns deles, mas era pouco tempo que tinha para tantas colunas, não tinha nada para lhe ajudar naquele momento.

Algum tempo depois alguma coisa aconteceu, uma voz estrondosa invadiu os túneis, preencheu o ar como se ele tivesse se tornado espesso como água.

"O que está havendo? Estamos perdendo, eu sabia....sabia!"

Ahmik se apressou em deixar as colunas desgastadas e deixou alguns pergaminhos para trás, na base das colunas, neles uma série de palavras em hieroglifos da antiga Amenphis, cuja tinta preta forte que os compunham parecia vez ou outra se mexer.

- Eu só espero que funcione de algum modo....

Tinha terminado uma parte de sua tarefa e não continuaria, visto que seu exército recuava diante dos animais da Horda, ele poderia se sacrificar, sim, mas apenas numa situação que valesse a pena dar sua terceira vida para tal coisa. Não era aquele momento e talvez aquele tempo dado desse mais tempo para organizar mais alguma coisa, apesar de achar um tanto difícil lutar contra tantos seres corrompidos, em sua opinião deveriam ir até a fonte dos problemas, eliminar a horda aos poucos não adiantaria muito, apesar de achar que não seria capaz de fazer cair por terra a massa maligna que apodrece a criação. Ahmik retornaria pelos túneis, eles eram forçados a deixar Warjillis perecer.




Parte 15

Warjillis:

Sun, Lei e Sieg: Escoriados [nenhum debuff]

Zzrill: Espancado [-1 em todos os dados]

Minami: Regenerada completamente *licantropia*


Todos:


Os céus se clarearam, revelando a lua larga e cheia novamente. Minami que outrora carregava marcas de feridas gravíssimas, agora estava completamente regenerada, havia apenas uma pequena cicatriz onde tinha recebido aquela machadada.


Mesmo se Sun não tivesse acabado com o segundo Drow, após acertar a criatura, fez com que recuasse rapidamente, deixando o monge livre.


O javali carregava um emblema em seu peitoral, pequeno detalhe, onde mostrava que ele possuía um ranking mais alto. Fora terminado por Lei após Minami derrubá-lo com sua força.


Annabella foi trazida para o grupo que se reagrupava. Figuras importantes de Warjillis não se distinguiam por estarem carregando os feridos, entre eles, Ayrith e Katherina. Capitão William que outrora estava bem machucado, estava carregando Kat nas costas e caminhou em direção de Lei. (Outros que estavam emb atalha, se reagruparam no centro)


- Precisamos ir para Terânia. Já deu para notar que a Horda carrega mortos vivos ao seu lado e a cada homem nosso que caí, aumenta para eles, quando não trazem hecatombes. Commandante Keylosh. Eu odeio ir contra qualquer ordem, mas eu já mandei sinal de recuo no nosso Quartel Geral dos Capelões. Warjillis não possui condições para lutar contra a Horda dessa maneira.


E realmente dito e feito, a moral dos homens estava para baixo. Os únicos que tinham se saído bem eram os cavaleiros Wyverns que restaram por volta de 2/3 da quantidade original. As tropas de terra já não estavam tão bem assim. Praticamente metade já tinha sido derrubada, e dos que sobraram, mais da metade dessa metade estavam feridos e a maioria em condição grave.


O elfo metido que era Tinsel, o alquímico que tinha resolvido ajudar Katherina em suas pesquisas também estava lá, sem carregar, sem nenhum arranhão, mas claramente estava cansado.


- Gente do céu, essa praga não termina nuuuunnca. Eu já estou sem póções... entendeu? Sem poções! Esses brutamontes aí... são graaaandes demais.


Toussel, o monge de Warjillis carregou Minami e mais dois homens caídos que respiravam.


Mas a maré de notícias ruins não terminaria tão cedo. Um mensageiro chegava pelo portal. Ofegava fortemente, e o pior, não era o mesmo que LEi havia mandado antes.


- Senhor, senhor! Estamos com problema! Terânia... está sendo atacada. Mais de 50 mil soldados da Horda batalham, a camada externa ainda está lutando firmemente mas é questão de tempo para ser derrubada. De restante, todos estão concentrando-se no centro, a barreira foi erguida e se mantém firme ainda sem problemas. Terânia está COMPLETAMENTE cercada! Invocamos todos os aliados para nos ajudar na batalha, mas não chegarão a tempo dessa forma!


Numa situação que ia de mal a pior, o comandante se via na situação onde cada segundo esperado, era sinal de que as forças da Horda aumentavam. Era tudo parte de uma estratégia. O fato deles não terem avançado em Warjillis quando reagruparam, a espera da noite onde suas forças eram mais poderosas... O estrategista por trás desses problemas parecia ter pensando muito bem em que hora atacar e como atacar, levando em conta os aliados que possuíam.


- Escuta aqui, comandante. Tem algo de errado ai nesse dragão. Antes mesmo da Ilha dos dragões aparecer, antes mesmo do Conselho Wyrm atingir seu apogeu, ainda na época da infame Tríade dos Dragões*, existiu um grupo que reunia dragões, mestiços e mais de uma cabeça. Seu líder era Tífon, um dragão enorme que possuía 100 cabeças. E desde sua morte, essas criaturas de mais de uma cabeça deveriam ter PARADO de existir! ESSA aberração aí não pode ser algo... NATURAL, entendeu!? E se for um morto vivo, é inteligente demais. Devem ter usado alguma magia para manter o corpo todo junto!


*[eu deveria ser apedrejado por citar esse clãzinho de merda]



Os chiliques do alquimista elfo não pareciam que iam terminar tão logo. E só era interrupto quando a voz da cabeça azulada novamente se pronunciou.


- Acabou o tempo, CavaleirosSSS ImperiaisSSSS.


Os chifres de guerra novamente eram tocados pelos membros da Horda, onde todos se levantavam de imediato após um descanso rápido.


- AvanSSScem e não deixem NENHUM PRISIONNNNEIRO!


Teria acabado aqueles cinco minutos que o dragão havia citado? Provavelmente não por causa de sua impaciência, mas de uma coisa tinham certeza, Warjillis estava cercada e o portal era a saída que tinham em mãos, a não ser por algums desconjuradores, mas mesmo assim requeria um tempo (2 rodadas). E para sairem ilesos, alguém precisava ficar para trás para segurar a Horda.





Terânia:


Melantha:


Sem muitas opções, além de estarem cercadas, Gabrielle recuou com a cabeça baixa, mas manteve um olho atento ao que aconteceu.


Os mephits saíram, embora a conjuração não fosse tão fácil do que cantar, e soltaram os pós brilhantes que tiveram a atenção daqueles anões e depois foram descobertos.


- Então não está completamente ruim. Estou feliz. - Disse a serviçal para a ninfa. Puxou a mesma pela mão e correu de novo, chutando alguns duergars pelo caminho, e finalmente cruzando para o destino onde era uma outra porta para o subsolo.


Praticamente se tacou para dentro com a ninfa e fechou a porta. Se desse tudo certo, não seriam rastreadas de maneira tão fácil assim. Gabrielle deixou a ninfa contra a parede e ficou de frente à porta fechada do porão e ficou em guarda, levemente agaixada em uma posição que poderia absorver qualquer impacto. Diferente de Melantha que enchergava bem no escuro, ela apenas se baseava na Lua que iluminava as frestas algumas vezes.


Um duergar... dois duergares... três... passaram, o último chegando a averiguar a entrada, mas ignoravam. Seguiram reto. Aliviada a serviçal que tinha deixado suor escorrer pela tensão do momento, soltou um suspiro bem baixo e longo.


- Os corredores... vão levar para fora finalmente. Merece um lugar mais calmo, srta Melantha.


Sem descansar, a serviçal levou a ninfa para fora, embora com o machucado na perna, quase parecia não mancar. E no meio da caminhada de passos apertados, os devaneios da mente novamente peturbavam a ninfa. Astraeus não havia voltado ainda. Não ouvia se quer nenhum pio de sua mãe que sempre arranjaria algum meio de mandar as mensagens e aquela mesma sensação de angústia pela ausencia do Fil que não contactou a mais de quatro anos causava um pânico na ninfa, a deixando um pouco sem ar, a obrigando a parar.


De novo, outro estrondo grande sacudia as paredes, fazendo a poeira cair. Ratos corriam desesperadamente para fora dali, passando pelas duas e indo para a saída que as duas se encaminhavam.

_________________
avatar
Admin
Admin
Admin

Mensagens : 1205
Data de inscrição : 21/06/2010
Localização : Nova Terânia

http://novaterania.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Ascensão do Triunvirato - Capítulo 1: Novos Aliados

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 6 de 6 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum